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O Radar Fiscal Controles sobre Operações das Empresas e Pessoas José Carlos Guarino

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Apresentação em tema: "O Radar Fiscal Controles sobre Operações das Empresas e Pessoas José Carlos Guarino"— Transcrição da apresentação:

1 O Radar Fiscal Controles sobre Operações das Empresas e Pessoas José Carlos Guarino

2 ESTÁGIO ATUAL E PERSPECTIVAS DE INTEGRAÇÃO DAS INFORMAÇÕES JÁ RECOLHIDAS OU EM FASE DE RECOLHIMENTO PELOS ENTES FISCAIS.

3 Um Big Brother poderoso Monitoramento eletrônico de informações envolve as 3 esferas de governo:Monitoramento eletrônico de informações envolve as 3 esferas de governo: –Federal –Estadual –Municipal O monitoramento é baseado em dados de serviços públicos, financeiros e das próprias empresas e pessoas.O monitoramento é baseado em dados de serviços públicos, financeiros e das próprias empresas e pessoas.

4 Radar Eletrônico do Fisco CNPJ / CPF / IE / IM Empresa FISCO Vendas Compras Financeiro RH Contabilidade Tributos Bancos Imóveis Cartões Veículos Exterior Fornecedor/ Cliente Fontes Externas DACON DCTF DIPJ DES DIMOB DOI DECRED DIRF SEFIP RAIS IN86 SINTEGRA CPMF DIMOF, SPED, ETC... Federal Estadual Municipal Fontes Internas

5 ICMS APURAÇÃO GIA LIVRO FISCAL: ENTRADAS SAÍDAS INVENTÁRIO LIVROS CONTÁBEIS: DIÁRIO RAZÃO DIPJ DIRF DIF-PAPEL IMUNE DACON LALUR APURAÇÃO CSLL APURAÇÃO ISS BCO CENTRAL BALANCETES IFT PUBLICAÇÕES CVM: ITR DFP SUSEP: FORMULÁRIOS PUBLICAÇÕES IPI APURAÇÃO DIPI DNF DIF-CIGARROS DIF-BEBIDAS DCP / SELOS CENTRAL DE BALANÇOS: DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS, FINANCEIRAS E FISCAIS

6 Trabalhando para o Fisco União – RIPI - Art. 24 – IIUnião – RIPI - Art. 24 – II SP–RICMS/00 – Art. 11 item XII:SP–RICMS/00 – Art. 11 item XII: NF-e: obrigatoriedade de confirmar a veracidade do DANFE/NF-e recebido; REDF/SP: obrigatoriedade de confirmar o registro do documento recebido. Responsabi- lidade solidária

7 Responsabilidade crescente Decreto nº /2009 cria na Polícia Civil do Estado de São Paulo o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania – DPPCDecreto nº /2009 cria na Polícia Civil do Estado de São Paulo o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania – DPPC –Integram a estrutura do DPPC as Delegacias de Crimes contra a Fazenda, Crimes Falimentares, Crimes de Lavagem ou Ocultação de Bens e Valores e Delegacia de Polícia de Saúde Pública.

8 Mais pessoas envolvidas Art do Código Civil Brasileiro. Os assentos lançados nos livros ou fichas do preponente, por qualquer dos prepostos encarregados de sua escrituração, produzem, salvo se houver procedido de má-fé, os mesmos efeitos como se o fossem por aquele.Art do Código Civil Brasileiro. Os assentos lançados nos livros ou fichas do preponente, por qualquer dos prepostos encarregados de sua escrituração, produzem, salvo se houver procedido de má-fé, os mesmos efeitos como se o fossem por aquele. Parágrafo único. No exercício de suas funções, os prepostos são pessoalmente responsáveis, perante os preponentes, pelos atos culposos; e,perante terceiros, solidariamente com o preponente, pelos atos dolosos.Parágrafo único. No exercício de suas funções, os prepostos são pessoalmente responsáveis, perante os preponentes, pelos atos culposos; e,perante terceiros, solidariamente com o preponente, pelos atos dolosos.

9 Novo ordenamento contábil Lei /2007 – Segrega conceitos fiscais de conceitos contábeis e adota normas internacionais de contabilidade;Lei /2007 – Segrega conceitos fiscais de conceitos contábeis e adota normas internacionais de contabilidade; –Comitê de Pronunciamentos Contábeis NBCT 2.8 – Das Formalidades da Escrituração Contábil em Forma Eletrônica.NBCT 2.8 – Das Formalidades da Escrituração Contábil em Forma Eletrônica. Demonstração do Fluxo de Caixa - DFCDemonstração do Fluxo de Caixa - DFC

10 Penhora on-line Art. 655-A, incorporado ao CPC pela Lei n° , de 7/12/2006:Art. 655-A, incorporado ao CPC pela Lei n° , de 7/12/2006: Art. 655-A. Para possibilitar a penhora de dinheiro em depósito ou aplicação financeira o juiz requisitará à autoridade supervisora do sistema bancário, preferencialmente por meio eletrônico, informações sobre a existência de ativos em nome do executado, podendo no mesmo ato determinar sua indisponibilidade até o valor indicado na execução.Art. 655-A. Para possibilitar a penhora de dinheiro em depósito ou aplicação financeira o juiz requisitará à autoridade supervisora do sistema bancário, preferencialmente por meio eletrônico, informações sobre a existência de ativos em nome do executado, podendo no mesmo ato determinar sua indisponibilidade até o valor indicado na execução.

11 Sintegra CONVÊNIO ICMS 57/95 Dispõe sobre a emissão de documentos fiscais e a escrituração de livros fiscais por contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados.

12 MODELO NACIONAL : INTERCÂMBIO DE INFORMAÇÕES ENTRE OS FISCOS ESTADUAIS, SRF E SUFRAMA SOBRE OPERAÇÕES DE ENTRADAS E SAÍDAS DOSCONTRIBUINTES DO ICMS

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14 REDF – RICMS/00-SP Artigo 212-P - Os documentos fiscais a seguir indicados deverão, após sua emissão, ser registrados eletronicamente na Secretaria da Fazenda: I - a Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A; II - a Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2; III - o Cupom Fiscal emitido por meio de... ECF

15 REDF – RICMS/00-SP § 7° - O contribuinte que constar como destinatário nos documentos fiscais de que trata o caput, deverá verificar se o respectivo Registro Eletrônico de Documento Fiscal - REDF foi regularmente gerado... Caso contrário, deverá, nos termos de disciplina estabelecida pela Secretaria da Fazenda, alternativamente:§ 7° - O contribuinte que constar como destinatário nos documentos fiscais de que trata o caput, deverá verificar se o respectivo Registro Eletrônico de Documento Fiscal - REDF foi regularmente gerado... Caso contrário, deverá, nos termos de disciplina estabelecida pela Secretaria da Fazenda, alternativamente: 1 - comunicar o fato à Secretaria de Fazenda;1 - comunicar o fato à Secretaria de Fazenda; 2 - estornar o crédito relativo ao respectivo documento fiscal, nos termos do artigo estornar o crédito relativo ao respectivo documento fiscal, nos termos do artigo 67.

16 REDF – RICMS/00-SP Desde 1/Setembro/2009 todos os contribuintes paulistas devem registrar suas Notas Fiscais modelo 1, 1 A e Cupons Fiscais, independentemente da atividade ser Industrial, Varejista ou Atacadista.Desde 1/Setembro/2009 todos os contribuintes paulistas devem registrar suas Notas Fiscais modelo 1, 1 A e Cupons Fiscais, independentemente da atividade ser Industrial, Varejista ou Atacadista. Documentos emitidos com CNPJ e de valor superior a R$ 1.000,00 devem ser registrados até o 4º. Dia após a emissão.Documentos emitidos com CNPJ e de valor superior a R$ 1.000,00 devem ser registrados até o 4º. Dia após a emissão. Multa por documento omitido = R$ Multa por documento omitido = R$

17 SPED – Sistema Público de Escrituração Digital Sped – Contábil Sped – Fiscal NF-e NFS-e CT-e e-Lalur / FCont Central Balanços

18 Emenda Constitucional 42 – 19/12/03 Art. 37 da Constituição Federal: (...) XXII - as administrações tributárias da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, (...) e atuarão de forma integrada, inclusive com o compartilhamento de cadastros e de informações fiscais, na forma da lei ou convênio. Art. 37 da Constituição Federal: (...) XXII - as administrações tributárias da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, (...) e atuarão de forma integrada, inclusive com o compartilhamento de cadastros e de informações fiscais, na forma da lei ou convênio

19 Padroni- zação Integra- ção SPED - Premissas Comparti- lhamento Promover a atuação integrada dos fiscos federal, estaduais e municipais e órgãos fiscalizadores Eliminação da redundância de informações a partir da padronização, uniformização e racionalização das obrigações acessórias. Base de dados única e compartilhada; Acesso compartilhado à escrituração digital de contribuintes por órgãos ou entidades legalmente autorizadas.

20 Obrigatoriedade SPED Contábil I - em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2008, as sociedades empresárias sujeitas a acompanhamento econômico-tributário diferenciado (Portaria RFB nº /07), e tributadas com base no Lucro Real;I - em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2008, as sociedades empresárias sujeitas a acompanhamento econômico-tributário diferenciado (Portaria RFB nº /07), e tributadas com base no Lucro Real; II - em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2009, as demais sociedades empresárias sujeitas à tributação do Imposto de Renda com base no Lucro Real. II - em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2009, as demais sociedades empresárias sujeitas à tributação do Imposto de Renda com base no Lucro Real. Lucro Presumido = ?Lucro Presumido = ?

21 Obrigatoriedade SPED Fiscal Lista no link:Lista no link: versos versos

22 Decred – Declaração de Operações com Cartão de Crédito

23 Instr. Normativa SRF 341 de 15/07/2003 a) pagamentos efetuados no mês pelos titulares dos cartões, pessoa física ou jurídica, independente da natureza da operação... em relação a todos os cartões emitidos, inclusive adicionais; b) repasses efetuados no mês a todos os estabelecimentos credenciados, pessoa física ou jurídica, deduzindo-se comissões, aluguéis, taxas e tarifas devidas Pessoas FísicasPessoas Jurídicas R$ 5.000,00R$ ,00

24 DIMOF Declaração de Informações sobre a Movimentação Financeira

25 Instr. Normativa RFB 811 de 28/01/2008 As instituições financeiras fornecerão informações sobre operações financeiras efetuadas pelos usuários de conta de depósitos/poupança: I – depósitos e IV - resgates à vista e a prazo; II – pagamentos em moeda corrente ou em cheques; III – ordens de crédito ou documentos assemelhados; Identifica os titulares das operações pelo número de inscrição no CPF/CNPJ e os montantes globais mensalmente movimentados.

26 Art. 3º instituições financeiras estão obrigadas à apresentação das informações quando o montante global movimentado em cada semestre for superior a: § 1º... movimentados mensalmente nos meses de janeiro a junho e de julho a dezembro, correspondendo ao 1º. e ao 2º. semestres de cada ano. Pessoas FísicasPessoas Jurídicas R$ 5.000,00R$ ,00 DIMOF – Cont.

27 Art. 2º A declaração será apresentada sempre que ocorrer operação imobiliária de aquisição/alienação realizada por pessoa física ou jurídica; independe do valor e inclui documentos lavrados, anotados, averbados, matriculados ou registrados no respectivo cartório. § 1º Deve ser emitida uma declaração para cada imóvel alienado ou adquirido. Instr. Normativa SRF 473 de 23/11/2004

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29 Dimob Estão obrigadas à sua apresentação PJ´s que comercializarem imóveis que houverem construído, loteado ou incorporado para esse fim;que comercializarem imóveis que houverem construído, loteado ou incorporado para esse fim; que intermediarem aquisição, alienação ou aluguel de imóveis;que intermediarem aquisição, alienação ou aluguel de imóveis; que realizarem sublocação de imóveis;que realizarem sublocação de imóveis; constituídas para a construção, administração, locação ou alienação do patrimônio próprio, de seus condôminos ou sócios.constituídas para a construção, administração, locação ou alienação do patrimônio próprio, de seus condôminos ou sócios.

30 Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional - CCS -

31 CADASTRO DE CLIENTES DO SFN – CCS / BCB CADASTRO DE CLIENTES DO SFN – CCS / BCB Mecanismo de consulta, sob gestão do Banco Central, que permitirá indicar, com segurança, tempestividade e alto grau de automação, em quais instituições os clientes do SFN mantêm contas de depósito à vista, de poupança, de investimento, de depósitos a prazo e outros bens, direitos e valores, diretamente ou por seus representantes legais e procuradores

32 BASE LEGAL Lei /2003 acrescenta o art. 10A à LeiLei /2003 acrescenta o art. 10A à Lei 9.613/1998 – Lei de Lavagem de Dinheiro: 9.613/1998 – Lei de Lavagem de Dinheiro: O Banco Central manterá registro centralizado formando o cadastro geral de correntistas e clientes de instituições financeiras, bem como de seus procuradores.

33 CONSELHO DE CONTROLE DE ATIVIDADES FINANCEIRAS - COAF

34 Dispõe sobre os crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores; a prevenção da utilização do sistema financeiro para os ilícitos previstos nesta Lei; cria o Conselho de Controle de Atividades Financeiras – COAF.Dispõe sobre os crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores; a prevenção da utilização do sistema financeiro para os ilícitos previstos nesta Lei; cria o Conselho de Controle de Atividades Financeiras – COAF. Tráfico ilícito de entorpecentes ou drogas; terrorismo e seu financiamento; contrabando ou tráfico de armas, munições; extorsão mediante seqüestro; Crimes contra a Administração Pública, contra o sistema financeiro nacional; Lei nº 9.613, de 3 de março de 1998.

35 Inclui também quem: Os converte em ativos lícitos; adquire, recebe, troca, negocia, dá ou recebe em garantia, guarda, tem em depósito, movimenta ou transfere;Os converte em ativos lícitos; adquire, recebe, troca, negocia, dá ou recebe em garantia, guarda, tem em depósito, movimenta ou transfere; Importa ou exporta bens com valores incorretos;Importa ou exporta bens com valores incorretos; Utiliza, na atividade econômica/financeira, bens, direitos ou valores que sabe serem provenientes de qualquer dos crimes referidos neste artigo;Utiliza, na atividade econômica/financeira, bens, direitos ou valores que sabe serem provenientes de qualquer dos crimes referidos neste artigo; Participa de grupo, associação ou escritório tendo conhecimento de que sua atividade principal ou secundária é dirigida à prática de crimes previstos nesta Lei.Participa de grupo, associação ou escritório tendo conhecimento de que sua atividade principal ou secundária é dirigida à prática de crimes previstos nesta Lei.

36 DECLARAM P/ O COAF: Empresas do sistema financeiro, bolsas valores/mercadorias/futuros, seguradoras/corretoras/previdência capitalização, cartões de crédito, transferência de fundos, operadores do mercado câmbio/capitais/seguros;Empresas do sistema financeiro, bolsas valores/mercadorias/futuros, seguradoras/corretoras/previdência capitalização, cartões de crédito, transferência de fundos, operadores do mercado câmbio/capitais/seguros;

37 E também... Consórcios p/ aquisição de bens e serviços;Consórcios p/ aquisição de bens e serviços; Empresas de leasing ou factoring;Empresas de leasing ou factoring; Empresas de Programas de Incentivo ou sorteios;Empresas de Programas de Incentivo ou sorteios; Agente, dirigente, procurador ou comissária de estran- geiro exercendo qualquer atividade deste artigo;Agente, dirigente, procurador ou comissária de estran- geiro exercendo qualquer atividade deste artigo; Empresas de promoção, compra e venda de imóveis;Empresas de promoção, compra e venda de imóveis; Comerciantes de jóias, pedras/metais preciosos, artes e antigüidades.Comerciantes de jóias, pedras/metais preciosos, artes e antigüidades. Comerciantes de bens de luxo ou de alto valor ou em atividades que envolvam grande volume de recursos em espécie.Comerciantes de bens de luxo ou de alto valor ou em atividades que envolvam grande volume de recursos em espécie.

38 Declarações Pessoa Jurídica DIPJ/DIPI – Inclui uma declaração do Imposto de Produ- tos Industrializados, em nível de principais Fornecedo- res, Clientes e Produtos adquiridos ou vendidos. DES – Declaração de Serviços Tomados. Apresentada para as maiores Prefeituras Municipais, informa os for- necedores de serviços sujeitos ao ISSQN. Prefeituras trocam informações entre si. RAIS – identifica rendimentos auferidos por pessoas físicas, decorrentes do trabalho assalariado. DIRF – Declaração de Impostos Retidos na Fonte.

39 Pessoas Jurídicas DECEF - Declaração de Exercício em Cargo, Emprego ou Função Pública Federal (EMPRESAS PÚBLICAS) DERC - Declaração de Rendimentos Pagos a Consultores por Organismos Internacionais DNF - Demonstrativo de Notas Fiscais SINCO - Sistema Integrado de Coleta ZFM - Declaração - Siscomex Internação

40 MALHA FINA: CRUZAMENTO DE INFORMAÇÕES EM AÇÃO.

41 Motivos que levam o contribuinte para a Malha Fina 1. Rendimentos Tributáveis: inclua tudo!1. Rendimentos Tributáveis: inclua tudo! 2. Rendimentos dos Dependentes: não esqueça!2. Rendimentos dos Dependentes: não esqueça! 3. Deduções: recibos "frios ou inidôneos!3. Deduções: recibos "frios ou inidôneos! 4. Arrendamento de Imóvel Rural é aluguel!4. Arrendamento de Imóvel Rural é aluguel! 5. Carnê-leão: recolha mensalmente!5. Carnê-leão: recolha mensalmente! 6. Valor real das aquisições e alienações: DOI!6. Valor real das aquisições e alienações: DOI! 7. Saldos bancários: DIMOF!7. Saldos bancários: DIMOF! 8. CPF: Não empreste para terceiros!8. CPF: Não empreste para terceiros! 9. Conta bancária: Não empreste para terceiros!9. Conta bancária: Não empreste para terceiros! 10. Pagamentos e Doações Efetuados: Declare!10. Pagamentos e Doações Efetuados: Declare!

42 O que é cruzado em malha: DIMOF : Declarações de Informações sobre a Movimentação Financeira (era a CPMF)DIMOF : Declarações de Informações sobre a Movimentação Financeira (era a CPMF) DIMOB: Declaração de Informações sobre Atividades ImobiliáriasDIMOB: Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias DIRF: Declaração do Imposto de Renda Retido na FonteDIRF: Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte DOI : Declaração de Operações ImobiliáriasDOI : Declaração de Operações Imobiliárias DBF: Declaração de Benefícios FiscaisDBF: Declaração de Benefícios Fiscais DECRED: Declaração de Operações com Cartão de CréditoDECRED: Declaração de Operações com Cartão de Crédito

43 Informações Multiplicadas Compra/Ven da de Imóvel DIMOBDOICOAFDIPJ/DIPF Locação de Imóveis DIMOBDIRFDIPJ/DIPF SaláriosRAISDIRFDIPF Prestação de Serviços DESDIRFDIPJ/DIPF Programa Incentivo COAFDIPF

44 Fontes Multiplicadas TransaçãoCompradorVendedorAgente ImobiliáriaDIPJ/DIPF DIPJ/DIPF DIMOB DOI ComercialREDF/NFE REDF/NFE SPED CT-e DECRED ServiçosDES/DIPFNFS-eDIMOF

45 Quais as suas chances? X RFB

46 O poder do Império...

47 É enorme!

48 A nova lei de execução fiscal Projeto de Lei nº 5.080/2009, para substituir a Lei nº 6.830/80 -Lei de Execuções Fiscais:Projeto de Lei nº 5.080/2009, para substituir a Lei nº 6.830/80 -Lei de Execuções Fiscais: a administração pública criará um banco de dados que concentrará todas as informações patrimoniais dos contribuintes. O parágrafo 1º do artigo 4º do projeto autoriza a instituição do Sistema Nacional de Informações Patrimoniais dos Contribuintes – SNIPC, que será administrado pelo Ministério da Fazenda.a administração pública criará um banco de dados que concentrará todas as informações patrimoniais dos contribuintes. O parágrafo 1º do artigo 4º do projeto autoriza a instituição do Sistema Nacional de Informações Patrimoniais dos Contribuintes – SNIPC, que será administrado pelo Ministério da Fazenda.

49 DO PROCESSO DE EXECUÇÃO Art. 5o Inscrito o crédito em dívida ativa, o devedor será notificado do inteiro teor da certidão para, em sessenta dias, alternativamente:Art. 5o Inscrito o crédito em dívida ativa, o devedor será notificado do inteiro teor da certidão para, em sessenta dias, alternativamente: I - efetuar o pagamento, acrescido dos encargos incidentes;I - efetuar o pagamento, acrescido dos encargos incidentes; II - solicitar o parcelamento do débito por uma das formas previstas em lei; ouII - solicitar o parcelamento do débito por uma das formas previstas em lei; ou III - prestar garantia integral do crédito em cobrança, por meio de depósito administrativo,III - prestar garantia integral do crédito em cobrança, por meio de depósito administrativo, fiança bancária ou seguro-garantia.fiança bancária ou seguro-garantia.

50 Item 15 da exposição de motivos O novo rito prevê, na fase administrativa de notificação ao devedor da inscrição da dívida, a interrupção da prescrição. Objetivos:O novo rito prevê, na fase administrativa de notificação ao devedor da inscrição da dívida, a interrupção da prescrição. Objetivos: a) desobrigar o Fisco do ajuizamento de execuções fiscais destinadas a obstar a consumação da prescrição; ea) desobrigar o Fisco do ajuizamento de execuções fiscais destinadas a obstar a consumação da prescrição; e b) interrompida a prescrição a partir da notificação administrativa, propiciar aos órgãos fazendários o tempo necessário à identificação do patrimônio penhorável do devedor, de forma a viabilizar, se for o caso, a execução forçada. Retira-se tal atividade da esfera judicialb) interrompida a prescrição a partir da notificação administrativa, propiciar aos órgãos fazendários o tempo necessário à identificação do patrimônio penhorável do devedor, de forma a viabilizar, se for o caso, a execução forçada. Retira-se tal atividade da esfera judicial

51 Motivação para mudar: Suposto crédito tributário, cobrável por execução, da ordem deSuposto crédito tributário, cobrável por execução, da ordem de R$ ,00

52 Cuidado Não fique paranóico, ainda: as informações coletadas serão utilizadas, sim, contra você, mas, exceto pelos procedimentos de malha, episodicamente.Não fique paranóico, ainda: as informações coletadas serão utilizadas, sim, contra você, mas, exceto pelos procedimentos de malha, episodicamente. Forças tarefas irão analisar um determinado segmento econômico, em uma determinada época, em uma determinada região.Forças tarefas irão analisar um determinado segmento econômico, em uma determinada época, em uma determinada região. Detectados indícios de irregularidade, serão expedidas intimações para apresentação de justificativas e/ou serão realizadas diligências;Detectados indícios de irregularidade, serão expedidas intimações para apresentação de justificativas e/ou serão realizadas diligências; Poderá envolver a Polícia Fazendária!Poderá envolver a Polícia Fazendária! Portanto, regularize-se já e reze por 5 anos!Portanto, regularize-se já e reze por 5 anos!

53 INOVAR E CONTROLAR Velhas práticas não servem mais:Velhas práticas não servem mais: –Descartar NF´s de compra para poder vender informalmente ou continuar EPP = suicídio! –Declarações incompletas, recolhimentos menores e erros de soma em apurações = tiro no pé! –Postergar a adoção de Sistemas Integrados de Controle = prejuízos financeiros! –Competir com concorrentes informais = só virando informal também! –Desconhecer ou subavaliar seu passivo contingente = risco ao patrimônio familiar!

54 COMEÇO, MEIO E FIM Estoque Inicial Compra e Venda Estoque Final Como mandar as informações corretamente ao longo do ano?

55 Novos conceitos, Nova vida! Novos conceitos, Nova vida! Contabilidade Gerencial, funcionando como elemento de controle de gestão!Contabilidade Gerencial, funcionando como elemento de controle de gestão! Controle Internos, como ferramenta para estruturação de procedimentos em geral!Controle Internos, como ferramenta para estruturação de procedimentos em geral! Sistema Integrado de informação, única ferramenta à altura do poderio fiscal!Sistema Integrado de informação, única ferramenta à altura do poderio fiscal! Blindagem patrimonial!Blindagem patrimonial! Valor agregado como instrumento de avaliação de resultados!Valor agregado como instrumento de avaliação de resultados!

56 Finalmente Empresas existem para gerar RIQUEZA !Empresas existem para gerar RIQUEZA ! Geração de renda é para colaboradores!Geração de renda é para colaboradores! Riscos inerentes à atividade empresarial existem e não podem ser ignorados.Riscos inerentes à atividade empresarial existem e não podem ser ignorados. Proteger seu negócio custa caro, e sem geração de RIQUEZA você trabalha para pagar contas e gerar renda para terceiros!Proteger seu negócio custa caro, e sem geração de RIQUEZA você trabalha para pagar contas e gerar renda para terceiros! Equilibre vantagens e desvantagens. A virtude está no CENTRO.Equilibre vantagens e desvantagens. A virtude está no CENTRO.


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