A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

CORE – CloseOut Risk Evaluation Outubro/2012 CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO (MARQUE COM UM X): CONFIDENCIAL RESTRITACONFIDENCIALUSO INTERNOPÚBLICO X.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "CORE – CloseOut Risk Evaluation Outubro/2012 CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO (MARQUE COM UM X): CONFIDENCIAL RESTRITACONFIDENCIALUSO INTERNOPÚBLICO X."— Transcrição da apresentação:

1 CORE – CloseOut Risk Evaluation Outubro/2012 CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO (MARQUE COM UM X): CONFIDENCIAL RESTRITACONFIDENCIALUSO INTERNOPÚBLICO X

2 AGENDA MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS E MULTIMERCADOS O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO EM CÂMARAS IMPLEMENTAÇÃO DO CORE PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DERIVADOS DO MODELO CORE ESTRATÉGIAS DE HEDGE BENEFICIADAS PELO CORE

3 AGENDA MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS E MULTIMERCADOS O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO EM CÂMARAS IMPLEMENTAÇÃO DO CORE PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DERIVADOS DO MODELO CORE ESTRATÉGIAS DE HEDGE BENEFICIADAS PELO CORE

4 4 MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS DEFININDO UM MODELO DE RISCO ROBUSTO E EFICIENTE NECESSIDADE DE CONSTRUÇÃO DE UM MODELO DE RISCO QUE REFLETE DE FORMA FIEL O PROBLEMA DE ADMINISTRAÇÃO DE RISCO DA CÂMARA CÂMARAS MULTIATIVOS E MULTIMERCADOS OPORTUNIDADE DE AUMENTO DE EFICIÊNCIA VIA COMPENSAÇÃO DE RISCOS MAS COMO ASSEGURAR QUE OS GANHOS DE EFICIÊNCIA SÃO ROBUSTOS? Ganhos de eficiência não são considerados robustos quando as hipóteses empregadas pelo modelo de compensação de riscos possuem baixo nível de aderência à realidade, resultando em insuficiência de recursos para o cumprimento de obrigações pela Câmara.

5 5 MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS O PROBLEMA DE ADMINISTRAÇÃO DE RISCO DE UMA CÂMARA PRINCIPAIS ASPECTOS QUE DEVEM SER CONSIDERADOS PELO MODELO EVOLUÇÃO (DINÂMICA INTERTEMPORAL) DOS FATORES DE RISCO QUE DEFINEM OS VALORES DOS ATIVOS E CONTRATOS QUE COMPÕEM A CARTEIRA, BEM COMO DA PRÓPRIA COMPOSIÇÃO DA CARTEIRA FRICÇOES, RESTRIÇÕES E CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS ASSOCIADAS A CADA ATIVO PERTENTECENTE À CARTEIRA MODELO DE NEGOCIAÇÃO – ELETRÔNICO VS. OTC LIQUIDEZ/PROFUNDIDADE DE MERCADO POSSIBILIDADE DE LIQUIDAÇÃO FRACIONADA MODELO DE LIQUIDAÇÃO – RTGS VS. DNS ESTRUTURA DE FLUXOS DE CAIXA DO ATIVO

6 6 MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS ABORDAGEM MAIS COMPLEXA QUE MODELOS A LA VAR A MODELAGEM DO PROBLEMA DA ADMINISTRAÇÃO DE RISCO DE UMA CÂMARA PRECISA CONSIDERAR, DE FORMA CONJUNTA, A EVOLUÇÃO DAS VARIÁVEIS DE MERCADO (PREÇOS E TAXAS) E DA COMPOSIÇÃO DA CARTEIRA, RESPEITANDO UM CONJUNTO DE RESTRIÇÕES RELEVANTES IMPOSTAS PELAS CARACTERÍSTICAS DE CADA ATIVO CONSIDERADO. RISCO DE ENCERRAMENTO DA CARTEIRA D+0 D+1 D+2D+3D+4D+T... PROCESSO DINÂMICO, COM FRICÇÕES CÁLCULO DE PERDAS E GANHOS ESSA MODELAGEM REQUER CONCEITOS E FERRAMENTAS MAIS COMPLEXOS DO QUE AQUELES TIPICAMENTE EMPREGADOS NA INDÚSTRIA FINANCEIRA (I.E. MODELOS A LA VAR). COM EFEITO, ESSES MODELOS FREQUENTEMENTE CONCENTRAM-SE NA MENSURAÇÃO DA VARIAÇÃO POTENCIAL DO VALOR DE UMA CARTEIRA ESTÁTICA, NÃO CONSIDERANDO UM PROCESSO DINÂMICO E COM FRICÇÕES DE ENCERRAMENTO A MERCADO. RISCO DE VARIAÇÃO DO VALOR DA CARTEIRA D+0 D+T CÁLCULO DE PERDAS E GANHOS PROCESSO ESTÁTICO, SEM FRICÇÕES

7 7 MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS ABORDAGEM MAIS COMPLEXA QUE MODELOS A LA VAR (CONT.) EMBORA MODELOS A LA VAR POSSAM SER ADAPTADOS PARA A ESTIMAÇÃO DE RISCO DE ENCERRAMENTO, SUA PLAUSABILIDADE FICA COMPROMETIDA NO CASO DE CARTEIRAS MULTIATIVOS E MULTIMERCADOS (I.E. ALTAMENTE HETEROGÊNEAS) MODELO DE ENCERRAMENTO IMPLÍCITO D+0 D+T HIPÓTESE SUBJACENTE: TODOS ATIVOS E CONTRATOS SÃO LIQUIDADOS AO MESMO TEMPO, SEM FRICÇÕES E COM TOTAL COINCIDÊNCIA DE FLUXOS DE CAIXA UMA ABORDAGEM ALTERNATIVA CONSISTE NA UTILIZAÇÃO DE UM MODELO COM MÚLTIPLOS SILOS, ONDE CADA SILO CONTÉM APENAS ATIVOS E/OU CONTRATOS COM CARACTERÍSTICAS COMUNS (I.E. HOMOGÊNEOS). NESSE CASO, O RISCO TOTAL DA CARTEIRA É DADO PELA SOMA ALGÉBRICA DOS RISCOS DE CADA SILO. MODELO DE ENCERRAMENTO IMPLÍCITO D+0 D+T SOMA DE RISCOS D+0 D+T D+0 D+T SILO 1 SILO 2 SILO 3...

8 8 MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS MODELAGEM EM SILO E AUMENTO DO RISCO SISTÊMICO SILO 1 SILO 2 MESMO UM MODELO EM SILOS, COM SUPERCOLATERALIZAÇÃO VIA SOMA DE RISCOS, NÃO É NECESSARIAMENTE GARANTIA DE UM SISTEMA MAIS ROBUSTO. DE FATO, O MODELO EM SILOS PODE OCULTAR IMPORTANTES RISCOS DE ESGARÇAMENTO DE LIQUIDEZ E DIMINUIR INCENTIVOS A COMPORTAMENTOS DILIGENTES EM MOMENTOS DE CRISE. SITUAÇÃO ORIGINAL, AGENTES A E B D+0 D+T MARGEM (RISCO) = 100 SILO 1 AGENTE A EFETUA HEDGE NO MERCADO COM RISCO NO SILO 2 D+0 D+T D+0 D+T SILO 1 SILO 2 AGENTE B NÃO REALIZA QUALQUER OPERAÇÃO DE HEDGE D+0 D+T D+0 D+T AUMENTO NA VOLATILIDADE DE MERCADO MARGEM (RISCO) = 200 MARGEM (RISCO) = 100 D+0 D+T SILO 2 DESINCENTIVO AO COMPORTAMENTO DILIGENTE. AUMENTO DO RISCO DE LIQUIDEZ NO SISTEMA. CENÁRIOS LTCM (1998) E CRISE DAS NTN-Ds (2002).

9 AGENDA MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS E MULTIMERCADOS O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO EM CÂMARAS IMPLEMENTAÇÃO DO CORE PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DERIVADOS DO MODELO CORE ESTRATÉGIAS DE HEDGE BENEFICIADAS PELO CORE

10 10 O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO O MODELO CORE O MODELO CORE – CLOSEOUT RISK EVALUATION – FOI ESPECIALMENTE DESENVOLVIDO PELA BM&FBOVESPA COM O INTUITO DE PERMITIR A ESTIMAÇÃO ROBUSTA E EFICIENTE DE RISCOS EM CÂMARAS MULTIATIVOS E MULTIMERCADOS. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS CONSIDERA A DINÂMICA INTERTEMPORAL DO PROCESSO DE ENCERRAMENTO DE UMA CARTEIRA DE ATIVOS E CONTRATOS. PREVÊ IMPORTANTES FRICÇÕES E RESTRIÇÕES ASSOCIADAS AO PROCESSO DE LIQUIDAÇÃO DE ATIVOS E CONTRATOS – DINÂMICA DE NEGOCIAÇÃO, LIQUIDEZ E PROFUNDIDADE DE MERCADO, ESTRUTURA DE FLUXOS DE CAIXA, ETC. ESTIMA, DE FORMA CONJUNTA E CONSISTENTE, OS RISCOS DE MERCADO E DE LIQUIDEZ ASSOCIADOS AO PROCESSO DE ENCERRAMENTO (CLOSEOUT) DE UMA CARTEIRA.

11 11 A METODOLOGIA CORE PARA CÁLCULO DE RISCO VISÃO GERAL: CÁLCULO DE RISCO DE ENCERRAMENTO (CLOSEOUT) EM 3 ETAPAS 2 - AVALIAÇÃO DE RISCO D+0 D+1 D+2D+3D+4D+T... Definição de cenários (estresse) associados às dinâmicas de cada um dos fatores de risco relevantes para a carteira. Todos ativos e contratos são reavaliados considerando os cenários definidos nessa etapa (full valuation). 3 - DETERMINAÇÃO DE PERDAS E GANHOS POTENCIAIS D+0 D+1 D+2D+3D+4D+T... Cálculo e agregação intertemporal das perdas e ganhos associados a cada um dos cenários considerando a estratégia de encerramento definida. RISCO DE ENCERRAMENTO (CLOSEOUT) Resultado: duas medidas de risco, de mercado e de liquidez, estimadas conjuntamente e consistentes entre si. PERDA PERMANENTE PERDA TRANSIENTE

12 12 O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO VISÃO GERAL: PERDAS PERMANENTES E PERDAS TRANSIENTES D+0 D+1 D+2D+3D+4D+T DETERMINAÇÃO DE PERDAS E GANHOS POTENCIAIS NECESSIDADE DE CAIXA ATÉ D+T PERDA PERMANENTE V0 + V1 + V2 + V3 + V VT V0 + V1 V0 + V1 + V2 V0 + V1 + V2 + V3 V0 + V1 + V2 + V3 + V4 V0 + V1 + V2 + V3 + V VT NECESSIDADE DE CAIXA ATÉ D+4 NECESSIDADE DE CAIXA ATÉ D+3 NECESSIDADE DE CAIXA ATÉ D+2 NECESSIDADE DE CAIXA ATÉ D+1 NECESSIDADE DE CAIXA ATÉ D+0 VALORES DOS FLUXOS DE CAIXA NECESSIDADE DE CAIXA EM D+T MÁXIMO ENTRE PERDA TRANSIENTE IGUAL

13 13 O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO D+0 D+1D+2D+3D+4 D+5 RISCO ITERAÇÃO ESTRATÉGIA NAÏVE1 DEFINIÇÃO DA ESTRATÉGIA ÓTIMA2 ESTRATÉGIA ÓTIMA3 ENCERRAMENTO/CLOSEOUT CARTEIRA DETALHE: DEFINIÇÃO DA ESTRATÉGIA DE ENCERRAMENTO FUTUROS, COMPRA, ADMITE LIQUIDAÇÃO IMEDIATA OPÇÕES, VENDA, ADMITE LIQUIDAÇÃO APENAS EM D+3 SWAP, VENDA, ADMITE LIQUIDAÇÃO APENAS EM D+5 RISCO MÍNIMO

14 14 O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO D+1 ENCERRAMENTO/CLOSEOUT CARTEIRA D+0D+2 DETALHE: COMPOSIÇÃO DA CARTEIRA E EVOLUÇÃO DOS FATORES DE RISCO D+3D+4 D+5D+6 D+1D+0 D+2 D+3D+4D+5D+6 EVOLUÇÃO DOS FATORES DE RISCOMERCADO FATOR 1 FATOR 2 FATOR N PERDAS E GANHOS AO LONGO DO PROCESSO

15 15 O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO DETALHE: EVOLUÇÃO DOS FATORES DE RISCO E GERAÇÃO DE CENÁRIOS MULTIVARIADOS D+0 – D+1 – D – D+T... FATOR 1 FATOR 2 FATOR N D+0 – D+1 – D+2 –... – D+T # CENÁRIO FATOR DE RISCO... GERADOR DE CENÁRIOS MULTIVARIADOS D+0 – D+1 – D – D+T FATOR 1 FATOR 2 FATOR N... CENÁRIOS PARA DETERMINAÇÃO DE PERDAS E GANHOS AO LONGO DO PROCESSO DE CLOSEOUT

16 16 O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO DETALHE: DETERMINAÇÃO DAS PERDAS E GANHOS AO LONGO DO PROCESSO D+1D+2D+3D+4D+5 D+6 CENÁRIOS FLUXO POSITIVO FLUXO NEGATIVO PERDA PERMANENTE PERDA TRANSIENTE PERDA PERMANENTE PERDA TRANSIENTE PERDA PERMANENTE PERDA TRANSIENTE PERDA PERMANENTE PERDA TRANSIENTE... PIOR CASO #1 #2 #3 #NCEN

17 AGENDA MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS E MULTIMERCADOS O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO EM CÂMARAS IMPLEMENTAÇÃO DO CORE PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DERIVADOS DO MODELO CORE ESTRATÉGIAS DE HEDGE BENEFICIADAS PELO CORE

18 18 ESTRATÉGIAS DE HEDGE BENEFICIADAS PELO CORE PRINCIPAIS EXEMPLOS HEDGE DE POSIÇÃO EM DERIVATIVOS OTC NO MERCADO DE DERIVATIVOS LISTADOS RISCO CORE D+0 D+1 D+2D+3D+4D+T... MODELO ATUAL D+0 D+T D+0 D+T D+0 D+T SILO 1 POSIÇÃO OTC SILO 2 DERIVATIVOS LISTADOS SILO 3 COLATERAL (GARANTIAS) SOMA DE RISCOS RISCO DE ENCERRAMENTO RISCO CORE: CUSTO DE ENCERRAMENTO DA CARTEIRA (POSIÇÕES + COLATERAL) DEVE SER MENOR OU IGUAL A ZERO MODELO ATUAL: COLATERAL-HAIRCUT MAIOR OU IGUAL RISCO (OTC) + RISCO (DERIVATIVOS LISTADOS)

19 19 ESTRATÉGIAS DE HEDGE BENEFICIADAS PELO CORE PRINCIPAIS EXEMPLOS (CONT.) ATIVO OBJETO DE HEDGE DEPOSITADO COMO COLATERAL RISCO CORE D+0 D+1 D+2D+3D+4D+T... MODELO ATUAL D+0 D+T D+0 D+T SILO 1 DERIVATIVOS LISTADOS SILO 2 COLATERAL (GARANTIAS) SOMA DE RISCOS RISCO DE ENCERRAMENTO RISCO CORE: CUSTO DE ENCERRAMENTO DA CARTEIRA (POSIÇÕES + COLATERAL) DEVE SER MENOR OU IGUAL A ZERO MODELO ATUAL: COLATERAL-HAIRCUT MAIOR OU IGUAL RISCO (DERIVATIVOS LISTADOS)

20 20 ESTRATÉGIAS DE HEDGE BENEFICIADAS PELO CORE PRINCIPAIS EXEMPLOS (CONT.) TOMADOR DE EMPRÉSTIMO DE AÇÕES COM COLATERAL EM AÇÕES DA MESMA COMPANHIA, CLASSE DIFERENTE (PN x ON) RISCO CORE D+0 D+1 D+2D+3D+4D+T... MODELO ATUAL D+0 D+T D+0 D+T SILO 1 EMPRÉSTIMO DE AÇÕES SILO 2 COLATERAL (GARANTIAS) SOMA DE RISCOS RISCO DE ENCERRAMENTO RISCO CORE: CUSTO DE ENCERRAMENTO DA CARTEIRA (POSIÇÕES + COLATERAL) DEVE SER MENOR OU IGUAL A ZERO MODELO ATUAL: COLATERAL-HAIRCUT MAIOR OU IGUAL RISCO (EMPRÉSTIMO)

21 AGENDA MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS E MULTIMERCADOS O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO EM CÂMARAS IMPLEMENTAÇÃO DO CORE PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DERIVADOS DO MODELO CORE ESTRATÉGIAS DE HEDGE BENEFICIADAS PELO CORE

22 22 IMPLEMENTAÇÃO DO CORE COMPONENTES DO MODELO E ARQUITETURA DE TI DEFINIÇÃO DA ESTRATÉGIA ÓTIMA DE ENCERRAMENTO GERAÇÃO DE PREÇOS COM BASE EM CENÁRIOS MULTIVARIADOS AGREGAÇÃO DE RISCOS E CONTROLE INTERFACE COM A PLATAFORMA RTC (CINNOBER) SOFTWARE ESPECÍFICO PARA TRATAMENTO DE PROBLEMAS DE OTIMIZAÇÃO ARQUITETURA PARALELA DE ALTÍSSIMA PERFORMANCE UTILIZANDO UNIDADES GRÁFICAS COM MÚLTIPLOS PROCESSADORES (GPUs) SOFTWARE DE ALTA PERFORMANCE DESENVOLVIDO EM C++ PELA BM&FBOVESPA PLUG-IN DE RISCO DESENVOLVIDO PELA BM&FBOVESPA EM PARCERIA COM A CINNOBER

23 DEFINIÇÃO DO MODELO, CONSTRUÇÃO DO PROTÓTIPO, TESTES DO MODELO DEFINITIVO DESENVOLVIMENTO DO CORE PARECER INDEPENDENTE, ANÁLISE DE VIABILIDADE, APOIO NA DEFINIÇÃO DO MODELO 23 IMPLEMENTAÇÃO DO CORE EQUIPES ENVOLVIDAS DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO DE RISCO FINANCE CONCEPTS (MARCO AVELLANEDA-NYU E RAMA CONT- COLUMBIA) DIRETORIA DE TI PÓS-NEGOCIAÇÃO

24 24 IMPLEMENTAÇÃO DO CORE STATUS DO PROJETO - MACRO APRESENTAÇÃO DO PROTÓTIPO DEZ/2010 MAR/2013DEZ/2012DEZ/2011 MODELO CONCEITUAL MODELO MATEMÁTICO JUL/2010JUL/2011 PROTÓTIPO PLUG-IN RISCO/CORE

25 AGENDA MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS E MULTIMERCADOS O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO EM CÂMARAS IMPLEMENTAÇÃO DO CORE PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DERIVADOS DO MODELO CORE ESTRATÉGIAS DE HEDGE BENEFICIADAS PELO CORE

26 26 PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DERIVADOS DO CORE MODELAGEM ROBUSTA, QUE OFERECE GANHOS DE EFICIÊNCIA SEM ABRIR MÃO DA SEGURANÇA MAIOR EFICIENCIA NA ALOCAÇÃO DE CAPITAL PARA CARTEIRAS COM ESTRATÉGIAS DE MITIGAÇÃO DE RISCO (HEDGE) DESENVOLVIDO ESPECIALMENTE PARA TRATAMENTO DO PROBLEMA DE ADMINISTRAÇÃO DE RISCO EM CÂMARAS MODELO TRANSPARENTE E INTUITIVO – FACILIDADE NA VALIDAÇÃO DAS PREMISSAS OFERECE INCENTIVOS À ADOÇÃO DE MEDIDAS PRUDENCIAIS DE CONTENÇÃO DE RISCOS EVITA ESGARÇAMENTO DE LIQUIDEZ AO DISPENSAR A ADOÇÃO DE MODELOS EM SILO, MITIGANDO RISCO SISTÊMICO RISCOS DE MERCADO E DE LIQUIDEZ SÃO TRATADOS DE FORMA CONSISTENTE E CONJUNTA

27


Carregar ppt "CORE – CloseOut Risk Evaluation Outubro/2012 CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO (MARQUE COM UM X): CONFIDENCIAL RESTRITACONFIDENCIALUSO INTERNOPÚBLICO X."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google