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BRASIL 183 milhões de animais leite e carne 183 milhões de animais leite e carne 140 milhões de animais de carne 140 milhões de animais de carne 100.

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4 BRASIL 183 milhões de animais leite e carne 183 milhões de animais leite e carne 140 milhões de animais de carne 140 milhões de animais de carne 100 milhões ha pastagens cultivadas 100 milhões ha pastagens cultivadas 120 milhões ha pastagens nativas 120 milhões ha pastagens nativas 7,5 milhões de toneladas de carne 7,5 milhões de toneladas de carne 42,5 kg de carne/animal/ano 42,5 kg de carne/animal/ano 34 kg de carne/ha/ano 34 kg de carne/ha/ano 227 g de PV/animal/dia 227 g de PV/animal/dia

5 BRASIL Extrativismo; Extrativismo; Degradação das pastagens; Degradação das pastagens; Degradação dos recursos naturais; Degradação dos recursos naturais; Deficiência na quantidade e qualidade da forragem; Deficiência na quantidade e qualidade da forragem; Pouco planejamento, controle e avaliação; Pouco planejamento, controle e avaliação; Mão de obra pouco qualificada; Mão de obra pouco qualificada; Baixa produtividade e qualidade da carne; Baixa produtividade e qualidade da carne; Baixa rentabilidade e sustentabilidade. Baixa rentabilidade e sustentabilidade.

6 EFICIÊNCIA DE PRODUÇÃO DA PECUÁRIA DE CORTE EM DIFERENTES SISTEMAS DE PRODUÇÃO Fonte: C.N.P.G.C - Embrapa

7 BOAALIMENTAÇÃO RESTRIÇÃO ALIMENTAR ÍNDICES ALIMENTAÇÃO E DESEMPENHO : RECRIA E ENGORDA 650 gramas 240 kg 360 kg precocealtaalta 270 gramas 98 kg 45 kg tardia baixa PV/animal/dia PV/animal/ano Carne/ha/ano Ciclo da Pecuária Qualidade de carne Rentabilidade Fonte: C.N.P.G.C - Embrapa

8 Degradação - Causas Manejo equivocado da éspecie forrageira; Manejo equivocado da éspecie forrageira; Superpastejo; Superpastejo; Estabelecimento inadequado; Estabelecimento inadequado; Escolha inadequada da espécie ou cultivar forrageira; Escolha inadequada da espécie ou cultivar forrageira; Fertilidade do solo impróprios; Fertilidade do solo impróprios; Não reposição dos nutrientes; Não reposição dos nutrientes; Compactação do solo por máquinas e animais; Compactação do solo por máquinas e animais; Presença de pragas; Presença de pragas; etc. etc.

9 Cerrado: 60% a 70% das pastagens em degradação Situação das pastagens no Cerrado

10 -N -N, P... Qualidade e produtividade Vigor e produtividade Invasoras Cobertura de solo M.O. Compactação Infiltração Erosão Custo de recuperação e Impacto ambiental Custo de recuperação e Impacto ambiental Alto Baixo Tempo Dinâmica de degradação de pastagem Fonte: Embrapa Cerrados

11 Vendas de Fertilizantes por Cultura – Brasil (2006) Fonte: Bunge.

12 Adubação Média das Culturas Pastagem vs. Lavoura de grãos SOJA MILHO PASTO ADUBAÇÃO MÉDIA (kg/ha) FONTE: ANDA

13 Mudança de Cenário SOLO POBRE ADUBADO SOLO POBRE

14 Diagnóstico do grau de degradação da pastagem

15 Baixa produção de forragem; Cobertura uniforme do solo; Baixa infestação de plantas daninhas; Solo compactado; Sem erosão Baixa produção de forragem; Cobertura irregular do solo; Alta infestação de plantas daninhas; Solo compactado; Com erosão RecuperaçãoReforma

16 DIAGNÓSTICOAÇÃO OPERAÇÕES manejo inadequado deficiência de nutrientes RECUPERAÇÃO DIRETA SEM PREPARO DO SOLO ajuste de lotação controle de altura de pastejo calagem e adubação em superfície compactação baixo estande: RECUPERAÇÃO DIRETA COM PREPARO MÍNIMO DO SOLO subsolagem ou escarIficação semeadura e grade intermediária FONTE: OLIVEIRA (2002), KICHEL et al. (1998)

17 Foto: C.N.P.G.C - Embrapa

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21 DIAGNÓSTICOAÇÃOOPERAÇÕESErosãoInvasoras Mistura de espécies Baixo estande Excesso de cupinzeiros Acidez elevada Deficiência de nutrientes Compactação Troca de espécie RECUPERAÇÃO/RENO VAÇÃO COM PREPARO TOTAL DO SOLO Calagem Aração, subsolagem ou grade pesada Terraceamento Adubação e semeadura FONTE: OLIVEIRA (2002), KICHEL et al. (1998)

22 A BOA FORMAÇÃO DE UMA PASTAGEM PREPARO DO SOLO BOA COLETA DE SOLO PARA ANÁLISE ( CM ; CM ); TÉCNICO HABILITADO PARA EFETUAR A RECOMENDAÇÃO: CALAGEM ; ADUBAÇÃO ; ESCOLHA FORRAGEIRA GRADAGEM - DESTORROAMENTO E NIVELAMENTO; CALAGEM: APLICAR E GRADEAR ( 20 CM ).

23 AMOSTRAGEM DE SOLO

24 Princípios Basícos Subdividir a área em talhões homogêneos: –Cor do solo. –Textura. –Grau de Drenagem. –Cultura anterior –Declividade –Histórico de Uso e Manejo

25 Procedimentos para coleta Escolha do equipamento. Coleta de: –3 a 10 amostras simples para glebas de até 2 alqueires. –8 a 15 amostras simples para glebas de 3 a 8 alqueires. –10 a 20 amostras simples para glebas superiores a 8 alqueires. Mistura-se bem as amostras simples para formar a amostra composta. Envio a laboratórios certificados:

26 Amostragem de solo 01 Alqueire = 4,84 milhões de kilos de solo. Gleba de 20 alqueires = 96,8 milhões de kilos de solo. Amostra enviada ao laboratório = 500 gramas.

27 A BOA FORMAÇÃO DE UMA PASTAGEM PREPARO DO SOLO BOA COLETA DE SOLO PARA ANÁLISE ( CM ; CM ); TÉCNICO HABILITADO PARA EFETUAR A RECOMENDAÇÃO: CALAGEM ; ADUBAÇÃO ; ESCOLHA FORRAGEIRA GRADAGEM - DESTORROAMENTO E NIVELAMENTO; CALAGEM: APLICAR E GRADEAR ( 20 CM ).

28 ESPÉCIESGRAU DE ADAPTAÇÃO A FERTILIDADE DO SOLO SATURAÇÃO POR BASES GRUPO 1 – Espécies pouco exigentes Brachiaria humidicolaalto 30 – 35 % Andropogon gayanusalto Brachiaria decumbens cv. Llaneroalto Brachiaria ruziziensismédio GRUPO 2 – Espécies exigentes Brachiaria brizantha cv. Marandubaixo 40 – 45 % Hyparrhenia rufa – Capim Jaraguábaixo a médio Setaria ancepsbaixo Panicum maximum: cv. Vencedorbaixo cv. Centenáriobaixo cv. Tobiatãbaixo cv. Mombaçamuito baixo cv. Coloniãomuito baixo cv. Tanzânia 1muito baixo GRUPO 3 – Espécies muito exigentes Pennisetum purpureum: Elefante, Napier muito baixo 50 – 60 % Cynnodon spp: Coastcross, Tifton muito baixo ADEQUAÇÃO QUÍMICA DO SOLO FONTE: VILELA et al. (1998)

29 1000 gAveia e Azevém 950 gMilheto 900 gSorgo forrageiro 750 gTifton 600 gMombaça 600 gTanzânia 550 gAndropogon 500 gBrachiaria brizantha 500 gBrachiaria decumbens 400 gBrachiaria humidicula POTENCIAL PRODUTIVO DAS PRINCIPAIS FORRAGEIRAS (PV/animal/dia) (PV/animal/dia) Fonte: C.N.P.G.C - Embrapa

30 ESPÉCIESGRAU DE ADAPTAÇÃO A FERTILIDADE DO SOLO SATURAÇÃO POR BASES GRUPO 1 – Espécies pouco exigentes Brachiaria humidicolaalto 30 – 35 % Andropogon gayanusalto Brachiaria decumbens cv. Llaneroalto Brachiaria ruziziensismédio GRUPO 2 – Espécies exigentes Brachiaria brizantha cv. Marandubaixo 40 – 45 % Hyparrhenia rufa – Capim Jaraguábaixo a médio Setaria ancepsbaixo Panicum maximum: cv. Vencedorbaixo cv. Centenáriobaixo cv. Tobiatãbaixo cv. Mombaçamuito baixo cv. Coloniãomuito baixo cv. Tanzânia 1muito baixo GRUPO 3 – Espécies muito exigentes Pennisetum purpureum: Elefante, Napier muito baixo 50 – 60 % Cynnodon spp: Coastcross, Tifton muito baixo ADEQUAÇÃO QUÍMICA DO SOLO FONTE: VILELA et al. (1999)

31 a a b b t MS/ano Produção de forragem (acima de 20 cm e média de 2 anos) para brizantha degradada. Fonte: Oliveira et al. (2003).

32 A BOA FORMAÇÃO DE UMA PASTAGEM ESTIMANDO AS CHANCES DE SUCESSO BOM INÍCIO DE FORMAÇÃO DE UMA PASTAGEM É NECESSÁRIO : 20 PLANTAS NASCIDAS / M² : BRIZANTÃO ; DECUMBENS ; HUMIDÍCOLA. 40 PLANTAS NASCIDAS / M² : TANZÂNIA : MOMBAÇA ; COLONIÃO SETÁRIA E ANDROPÓGON FONTE: CNPGC.EMBRAPA

33 A BOA FORMAÇÃO DE UMA PASTAGEM MANEJO DE FORMAÇÃO O PRIMEIRO PASTEJO, QUANDO CORRETO, GARANTE O SUCESSO; DEVE SER FEITO LOGO QUE AS PLANTAS ESTIVEREM CRESCIDAS E COBRINDO TODA A ÁREA PLANTADA; MELHOR UTILIZAR ANIMAIS MAIS LEVES, JOVENS, PARA FAZER UM DESPONTE DAS PLANTAS ( NESTA FASE, ANIMAIS PESADOS PODEM ARRANCAR AS PLANTAS DURANTE O PASTEJO ); PASTEJO MUITO TARDE ( PLANTAS MORRERÃO POR CAUSA DA COMPETIÇÃO ENTRE ELAS, ISSO AUMENTA OS ESPAÇOS VAZIOS. FONTE: CNPGC.EMBRAPA

34 Manejo Altura (cm) quando animais entram Altura (cm) quando animais saem Capim elefante Tobiatã Tanzâ/Coloniã Monbaça Espécies ou Variedades Andropogon Brac. brizantha Pango/Coast/Est rela/ Decumb Brac. Humid Fonte: Adaptado de Rodrigues, 1986.

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36 Teor de Argila < 1500 a 3,03,1 a 6,06,1 a 9,0> 9,0 16 a 3500 a 2,52,6 a 5,05,1 a 7,0> 7,0 36 a 6000 a 1,51,6 a 3,03,1 a 4,5> 4,5 > 6000 a 0,50,6 a 1,51,6 a 3,0> 3,0 < 1500 a 5,05,1 a 10,010,1 a 15,0> 15,0 16 a 3500 a 4,04,1 a 8,08,1 a 12,0> 12,0 36 a 6000 a 2,02,1 a 4,04,1 a 6,0> 6,0 > 6000 a 1,01,1 a 2,52,6 a 4,0> 4,0 < 1500 a 6,06,1 a 12,012,1 a 21,0> 21,0 16 a 3500 a 5,05,1 a 10,010,1 a 18,0> 18,0 36 a 6000 a 3,03,1 a 5,05,1 a 10,0> 10,0 > 6000 a 2,02,1 a 3,03,1 a 5,0> 5,0 Disponibilidade de fósforo Muito baixa Baixa Média Adequada Espécies pouco exigentes Espécies exigentes Espécies muito exigentes % mg/dm3 Níveis críticos de fósforo no solo extraído pelo metodo Mehlich FONTE: Vilela et al. (1999).

37 Exigência de fósforo de algumas forrageiras Colonião Brach. Decumbens Brach. Humidicola Jaraguá Brach. Brizantha Buffel NappierGordura Paspalum Plicatum ALTA MÉDIA BAIXA CamerumAndropogon Brach. Ruziziensis

38 TEOR DE ARGILA (%) DISPONIBILIDADE DE FÓSFORO M. BAIXABAIXAMÉDIAADEQUADA kg/ha de P 2 O 5 ESPÉCIES POUCO E XIGENTES a a > ESPÉCIES EXIGENTES a a > ESPÉCIES MUITO EXIGENTES a a > FONTE: Vilela et al. (1999). Adubação fosfatada para a fase de estabelecimento.

39 Fonte: Prochnow (2005) 0 mg P20 mg P40 mg P80 mg P100 mg P pH 6,2

40 MATÉRIA SECA Kg / ha Fonte: Marum & Mella, 1994 Produção de matéria seca de forragem (capim- colonião) em resposta ao teor de fósforo no solo Teor de fósforo no solo ( ppm )

41 Fonte: Gatiboni et al, a b b c e Produção de matéria seca de forrageiras de inverno em resposta a fontes de fósforo e calagem

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43 C.N.P.G.C – EMBRAPA - CAMPO GRANDE-MS LATOSSOLO VERMELHO ESCURO ARGILOSO / CERRADO PRODUÇÃO DE B. BRIZANTHA ( cv. Marandu ) em Kg MAT.SECA / ha 100 Kg P 2 O 5 total / ha à lanço, incorporado – Janeiro / 96 Toneladas MS/ha

44 Clique para editar o estilo do título mestre Arad TOTAL ,50 +11, ,75 27,37 30,18 31,58 32,28 2,81 1,4 5,62 0,7 1º ano 2º ano 3º ano 4º ano 5º ano 1.º 2.º 3.º 4.º 5.º

45 ESPÉCIES PRODUTIVIDADE (kg/ha de peso vivo – recria e engorda) kg/ha/ano de P 2 O 5 POUCO EXIGENTES ni EXIGENTESni MUITO EXIGENTES ni ni: não indicada FONTE: Martha Junior (2004) ADUBAÇÃO - manutenção FÓSFORO

46 * Feita no inicio do período chuvoso do primeiro, terceiro e quinto anos depois do estabelecimento. Produção acumulada de MS de Brachiaria decumbens, em um período de 05 anos, em resposta a formas, fontes e épocas de aplicação de fósforo. Fonte: Lobato et al. (dados não publicados).

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48 É O COMBUSTÍVEL DA PASTAGEM GRAU DE EXIGÊNCIA DAS ESPÉCIES DOSES DE N ESTABELECIMENTOMANUTENÇÃO kg/ha/ano EXIGENTES4080 MODERAD. EXIGENTES4060 BAIXA EXIGÊNCIA40 NÍVEL TECNOLÓGICO: INTENSIVO100 a a NÍVEL TECNOLÓGICO: MÉDIO50100 a 150 FONTE: adaptado de Werner et al. (1996) e Cantarutti et al. (1999) 1 Aplicação parcelada de no máximo 50 kg/ha/aplicação 2 A dose de 300 kg/ha/ano deverá ser em 6 aplicações em sistemas intensivos irrigados NITROGÊNIO

49 Considerações: A resposta das pastagens de gramineas tropicais é linear até doses de 80 – 180 kg N/ha/ciclo de crescimento; Doses de 80 – 120 kg N/ha/ano: parcelamento em 2 vezes; Doses de 120 a 180 kg N/ha/ano: parcelamento em 3 – 4 vezes.

50 y = 27, e -0,05120 x RECUPERAÇÃO DE 15 N-URÉIA (% APLICADO) NO SISTEMA SOLO- PLANTA DOSE DE N-URÉIA (kg/ha) FONTE: Martha Junior (2003) FONTES DE N

51 FREQUÊNCIA (%) EFICIÊNCIA DA URÉIA RELATIVA AO NIT. AMÔN. OU SULF. AMÔNIO (%) Eficiência sobre a produção de MS de gramíneas forrageiras tropicais (diversos autores) FONTE: Martha Junior (2004) FONTES DE N

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53 FORRAGEIRA K no solo (mmol c /dm3) 0 – 0,70,8 – 1,51,6 – 3,0> 3,0 K 2 O (kg/ha) Gramíneas para pasto exclusivo, Grupo I Gramíneas para pasto exclusivo, Grupo II Gramíneas para pasto exclusivo, Grupo III Leguminosas exclusivas, Grupo I Leguminosas exclusivas, Grupo II Capineiras Gramíneas para fenação Pasto consorciado, Grupo I Pasto consorciado, Grupo II Alfafa para exploração intensiva FONTE: Werner et al. (1996) POTÁSSIO - implantação

54 FORRAGEIRA K no solo (mmol c /dm 3 ) 0 – 0,70,8 – 1,51,6 – 3,0> 3,0 K 2 O (kg/ha) Gramíneas para pasto exclusivo, Grupo I Gramíneas para pasto exclusivo, Grupo II Gramíneas para pasto exclusivo, Grupo III Leguminosas exclusivas, Grupo I Leguminosas exclusivas, Grupo II Pasto consorciado, Grupo I Pasto consorciado, Grupo II FONTE: Werner et al. (1996) POTÁSSIO - manutenção

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56 A integração Lavoura-Pecuária consiste na implantação de diferentes sistemas produtivos de grãos, fibras, carne, leite, agroenergia e outros, na mesma área, em plantio consorciado, seqüencial ou rotacionado.

57 Melhoria das propriedades físicas, químicas e biológicas do solo Redução de pragas, doenças e invasoras Aumento na produção de grãos e de forragem Redução de risco pela diversificação de atividades Melhoria das propriedades físicas, químicas e biológicas do solo Redução de pragas, doenças e invasoras Aumento na produção de grãos e de forragem Redução de risco pela diversificação de atividades Sinergismo entre lavoura e pastagem

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61 Biomassa; Biomassa; Matéria orgânica; Matéria orgânica; Rizoctonia, Fusarium, Mofo branco, nemátodeos; Rizoctonia, Fusarium, Mofo branco, nemátodeos; Fungicidas; Fungicidas; Plantas daninhas; Plantas daninhas; Herbicidas pós-emergentes; Herbicidas pós-emergentes; Agregados de solo; Agregados de solo; Sistema radicular CA; Sistema radicular CA; Rendimento de grãos. Rendimento de grãos. Impactos da palhada de braquiária

62 Pecuária a pasto Monocultura de grãos Riscos Tempo ILP Degradação de pastagens Integração Lavoura-Pecuária – Redução de riscos

63 Foto de Luciano Shozo Shiratsuchi

64 A BOA FORMAÇÃO DE UMA PASTAGEM PLANTIO MELHOR ÉPOCA: CHUVAS COM MAIOR FREQUÊNCIAS (OUTUBRO À JANEIRO) DISTRIBUIÇÃO UNIFORME DAS SEMENTES POR TODA A ÁREA QUANTIDADE DE SEMENTES SUFICIENTES ( EVITAR INSUCESSO ); BOA REGULAGEM DO EQUIPAMENTO DE PLANTIO; SEMENTE DE BOA QUALIDADE; PROFUNDIDADE DAS SEMENTES; – STES MIÚDAS: TANZÂNIA, MOMBAÇA ; ANDROPOGON E SETÁRIA : MÁX. 2 CM. – STES MAIORES: BRIZANTÃO ; DECUMBENS E HUMIDÍC. MÁX. 3 CM

65 Recursos naturais

66 0 8,0 6,5 9,0 DISPONIBILIDADE 6,05,0 7,0 Ferro, Cobre, Manganês, Zinco Molibdênio, Cloro Fósforo Nitrogênio, Enxôfre, Boro Potássio, Cálcio, Magnésio Alumínio Disponibilidade (solo) pH

67 Ganho de peso vivo por área de novilhos em pastagens de milheto em função dos níveis de nitrogênio aplicados Fonte: Moojen et al, 1999.

68 Extração de nutrientes em bovinos kg PV/ha/ano Fonte: Embrapa Cerrados


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