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A aprendizagem da docência na formação inicial: contribuições da teoria da atividade Profa. Dra. Flávia Dias Ribeiro Departamento de Educação - DEPED Universidade.

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1 A aprendizagem da docência na formação inicial: contribuições da teoria da atividade Profa. Dra. Flávia Dias Ribeiro Departamento de Educação - DEPED Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR Curitiba, 21/02/2013

2 Primeiras apropriações Sujeito em atividade Condição norteadora para a organização do ensino na formação inicial perspectiva teórica de Leontiev (1983)

3 APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA ATIVIDADE NECESSIDADE - aprender a ensinar MOTIVO – possibilitar que o estudante aprenda OBJETO – a atividade de ensino Fig. 1 - Atividade e aprendizagem da docência

4 Superação de uma certa tendência ao praticismo – comum em disciplinas curriculares voltadas à prática; Conscientização do professor em relação ao seu objeto – a atividade de ensino. Perspectivas para a formação em atividade

5 Desenvolvimento do pensamento teórico do professor Atividade de aprendizagem da docência movimento de formação e desenvolvimento do pensamento teórico do professor reflexão, análise e plano interior das ações Davydov (1988); Rubtsov (1996)

6 ANÁLISE – identificação e compreensão de elementos do modo geral de organização das ações de ensino PLANIFICAÇÃO DAS AÇÕES – apropriação de elementos do modo geral no desenvolvimento das ações de ensino REFLEXÃO – tomada de consciência sobre as ações de ensino Fig. 2 – Elementos do pensamento teórico na aprendizagem da docência

7 De que perspectivas e práticas estamos tratando ao situarmos a formação reflexiva na aprendizagem da docência?

8 A reflexão no processo formativo Compreende a necessidade de que as práticas formativas oportunizem a ampliação das possibilidades de reflexão, na direção de um processo de análise e planificação das ações; Necessita favorecer o desenvolvimento do pensamento teórico dos professores sobre a docência, compreendendo assim, um modo geral de organização da atividade de ensino; Pode ser aprimorada à medida que acentuar o caráter colaborativo no trabalho docente (ALARCÃO, 2005).

9 A essência do conceito de reflexão Não cabe qualquer pensar sobre ou qualquer análise da prática, mas um pensar sobre mediado por fundamentos ou referenciais que possibilitem a compreensão do objeto no caminho da solução de problemas da prática; A reflexão na direção do objeto implica na existência de critérios que, necessariamente, determinam a qualidade da reflexão.

10 Referências Alarcão, I. (2005). Professores reflexivos em uma escola reflexiva. São Paulo: Cortez. Araújo, E. S. (2003). Da formação e do formar-se: a atividade de aprendizagem docente em uma escola pública. Tese de Doutorado em Educação. Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo - SP. Araújo, E. S. e Moura, M. O. de. (2008). Contribuições da Teoria Histórico-Cultural à pesquisa qualitativa sobre formação docente. Em Pimenta, S. G. e Franco, M. A. (orgs.). Pesquisa em educação: possibilidades investigativas/formativas de pesquisa-ação. São Paulo: Loyola. Azevedo, M. A. R. de; Abib, M. L. V. dos S. (2006). Os estágios supervisionados e os estilos de orientação. Anais XIII ENDIPE. Recife: UFPE. Caraça, B. J. (1998). Conceitos fundamentais da matemática. Lisboa: Gradiva. Cedro, W. L. (2008). O motivo e a atividade de aprendizagem do professor de matemática: uma perspectiva histórico-cultural. Tese de Doutorado em Educação. Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo - SP. Davydov, V. V. (1982). Tipos de generalización em la enseñanza. Habana: Editorial Pueblo y Educación. Davydov, V. V. (1988). La enseñanza escolar y el desarrollo psíquico. Habana: Editorial Progresso. Fiorentini, D.; Castro, F. C. de C. (2003). Tornando-se professor de Matemática: o caso de Allan em Prática de Ensino e Estágio Supervisionado. Em Fiorentini, D. (org.). Formação de Professores de Matemática: explorando novos caminhos com outros olhares. Campinas: Mercado de Letras. Formosinho, J; Niza, S. (2009). Iniciação à prática profissional nos cursos de formação inicial de professores. Em Formosinho, J. (coord.). Formação de Professores: aprendizagem profissional e acção docente. Lisboa: Porto Editora. Freire, P. (1997). Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra. Kopnin, P. V. (1978). A dialética como lógica e teoria do conhecimento. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Lefebvre, H. (1991). Lógica formal, Lógica dialética. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira. Leontiev, A. (1983). Actividad, conciencia, personalidad. Cuba: Editorial Pueblo y educación. Moura, M. O. de. (coord.). (1999). O estágio na formação compartilhada do professor: retratos de uma experiência. São Paulo: Feusp. Moura, M. O. de. (2002). A atividade de ensino como ação formadora. Em Castro, A. D., Carvalho, A. M. P. Ensinar a Ensinar: didática para a escola fundamental e média. São Paulo: Thomson. Ribeiro, F. D. (2011). A aprendizagem da docência na Prática de Ensino e no Estágio: contribuições da teoria da atividade. Tese de Doutorado em Educação. Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo. Rubtsov, V. (1996). A atividade de aprendizado e os problemas referentes à formação do pensamento teórico dos escolares. Em Garnier, C. et al (org.). Após Vygotsky e Piaget: perspectivas social e construtivista escolas russa e ocidental. Porto Alegre: Artes Médicas. Semenova, M. (1996). A formação teórica e científica do pensamento dos escolares. Em Garnier, C. et al (org.). Após Vygotsky e Piaget: perspectivas social e construtivista escolas russa e ocidental. Porto Alegre: Artes Médicas. Sforni, M. S de F. (2004). Aprendizagem Conceitual e Organização do Ensino: contribuições da Teoria da Atividade. Araraquara: JM Editora. Thompson, A. (1997). A relação entre concepções de matemática e de ensino de matemática de professores na prática pedagógica. Revista Zetetiké. Campinas: Unicamp, v. 5, n. 8, jul./dez. Tolman, C. W. (1988). The Basic Vocabulary of Activity Theory. Multidisciplinary Newsletter for Activity Theory. ISCRAT, 1 st vol, n 1/2.


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