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Jornadas de S. Paulo no Centro Social Nossa Senhora de Fátima, Estoril, Galiza 2008-09 Jornadas V Centro Social Nª Sra. de Fátima | Bairro Novo do Pinhal,

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Apresentação em tema: "Jornadas de S. Paulo no Centro Social Nossa Senhora de Fátima, Estoril, Galiza 2008-09 Jornadas V Centro Social Nª Sra. de Fátima | Bairro Novo do Pinhal,"— Transcrição da apresentação:

1 Jornadas de S. Paulo no Centro Social Nossa Senhora de Fátima, Estoril, Galiza Jornadas V Centro Social Nª Sra. de Fátima | Bairro Novo do Pinhal, nº 11 D e E – Galiza ESTORIL Tel.: | |

2 A Diaconia da Reconciliação Como Eu fiz, fazei-o vós também.

3 A diaconia da reconciliação 2 Cor 5, Diaconia - ?... Reconciliação - ?...

4 Verdadeiro apostolado - em que consiste? - como se manifesta e se reconhece? Esta é uma questão de todos os tempos e Jesus avisa-nos: Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos vorazes. Também Paulo se viu confrontado com a questão, várias vezes, com destaque para a situação que deu origem à 2ª Carta aos Coríntios. Missionários cristãos, chegados a Corinto, levaram mesmo a comunidade a romper com ele, o seu fundador, acusando-o da falta daquilo que, na sua concepção, eram os sinais distintivos do Apóstolo (12, 12). A isso Paulo responde em vários lugares da carta, nomeadamente no início de 5,

5 diaconia Este início de 2 Cor 5, é uma passagem em que Paulo vai ao fundo da questão: os sinais do Apóstolo dependem de quem o constituiu nessa missão e do modo como o fez. Para isso serve-se de um termo que, na prática, significa o mesmo que apostolado: diaconia que, na sua origem grega, diz mais do que as habituais traduções serviço ou ministério.

6 Diaconia indica uma total dependência de quem é enviado, o diácono, em relação a quem o envia e àqueles a quem é enviado: no caso concreto, a Cristo, por um lado, e às comunidades cristãs, por outro. É tal a sujeição do Apóstolo a Cristo que este se torna presente nele, sempre que exerce a sua diaconia. Para isso, é determinante o modo como foi feito diácono.

7 Diaconia significa o mesmo que Apostolado, em total dependência de quem nos envia e em relação àqueles a quem se é enviado.

8 Leitura da segunda carta de S. Paulo aos Coríntios 2ª Cor 5, Não vamos recomendar-nos, de novo, a vós, mas queremos dar-vos a oportunidade de vos gloriardes de nós, a fim de que saibais como responder aos que se gloriam das aparências e não do que vem do coração.

9 Porque, se entramos em êxtase, é para Deus; se permanecemos sensatos, é por vós. Sim, é o amor de Cristo que nos possui, ao estarmos convictos de que um só morreu por todos e, portanto, todos morreram.

10 Ele morreu por todos, para que, os que vivem, não mais vivam para si próprios, mas para aquele que por eles morreu e foi ressuscitado. E é assim que, a partir de agora, ninguém mais conhecemos segundo a carne. Ainda que tenhamos conhecido a Cristo desse modo, agora já não o conhecemos assim.

11 Por isso, se alguém está em Cristo, é uma nova criação. O que era antigo passou; eis que surgiram coisas novas. Tudo isto vem de Deus, que nos reconciliou consigo, por meio de Cristo, e nos deu a diaconia da reconciliação. Isto é, Deus estava em Cristo, ao reconciliar consigo o mundo, não lhe imputando os seus pecados e depositando em nós a palavra da reconciliação.

12 É, pois, por Cristo que somos embaixadores, e é Deus quem vos exorta por meio de nós. Por Cristo vos pedimos: deixai-vos reconciliar com Deus. Aquele que não havia conhecido pecado, Deus o fez pecado por nós, para nele nos tornarmos justiça de Deus. Palavra do Senhor.

13 fala dela no princípio (v.14), no meio (v.19) e no fim (v. 21). Foi ela que o levou a mudar de vida (vv.14-17), é a ela que deve a sua diaconia (vv.18s), é nela que se fundamenta, na actividade de diácono (vv. 20s). a morte salvífica de Cristo: Reparemos como Paulo realça

14 1.Foi ela que levou Paulo a mudar de vida, por ter sido o maior acontecimento de amor (v.14). Tão grandioso, que nele esteve envolvida toda a humanidade. Ao morrer por todos, todos morreram em Cristo. No v.21 será dito porquê. Aqui (v.15), indica-se o objectivo do seu alcance ilimitado: libertar os viventes do egoísmo destruidor em que estejam encerrados, para o amor com que Ele os ama, o amor que vence a morte.

15 Foi deste amor que Paulo ficou totalmente possuído, na aparição do Ressuscitado. Daí os efeitos na sua vida (vv.16) : descobriu que, afinal, na perseguição a Cristo, era levado pela carne, isto é, por um egoísmo de que o próprio, fundado na sua debilidade, é a primeira vítima. Mudou radicalmente porque ficou a conhecer a Cristo como este o conheceu, no momento em que lhe apareceu.

16 A partir de agora, diz ele, como se estivesse ainda a acontecer. E está. Este agora é o da nova criação que Deus então nele operou e que perdura por todos os agoras do resto da sua vida na diaconia da reconciliação.

17 2. Já vimos porque chama diaconia à sua condição apostólica. Resta saber por que diz ser da reconciliação. Deve-se quer à sua origem quer à sua finalidade. À sua origem, porque nasceu da experiência pessoal do amor de Deus manifestado na morte redentora de Cristo, pela qual Deus reconciliou o mundo consigo. Um amor que se exprime pelo perdão dos pecados; que é gratuito, porque foi dele a iniciativa da reconciliação; que tem o alcance universal que só Ele pode ter.

18 Deus constituiu-o,, seu mediador. Daí a sua eficácia salvífica, nomeadamente na pessoa e vida de Paulo: ao fazê-lo participante neste acontecimento de reconciliação, Deus constituiu-o, ao mesmo tempo, seu mediador. No acto em que Deus o reconciliou consigo, deu- lhe a diaconia da reconciliação No acto em que Deus o reconciliou consigo, deu- lhe a diaconia da reconciliação (v.18), depositando nele a palavra da reconciliação (v.19). Passa a viver da reconciliação com Deus e para ela. E vive para ela, na medida em que vive dela. Irá proclamar o que ele próprio experimentou e do modo como o experimentou: numa total sujeição a Deus e, consequentemente, com o seu poder e autoridade, inerente à diaconia.

19 Deus reconciliou o mundo consigo

20 Ao fazer Paulo participante neste acontecimento de reconciliação, Deus constituiu-o seu mediador. Deu-lhe a diaconia da reconciliação.

21 Paulo passa a viver para a Reconciliação de todos com Deus.

22 3. Veja-se, nesse sentido, como ele se apresenta no seu exercício (vv.20s) : como embaixador de Cristo e porta-voz de Deus. Embaixador, diácono ou apóstolo, é aquele que actua com os poderes de quem o envia. Paulo é um representante plenipotenciário do Deus que actua por meio de Cristo. Ouvi-lo, é ouvir o próprio Deus. Daí o peso da sua exortação: Deixai-vos reconciliar com Deus.

23 Um peso acentuado pela proclamação (v.21) do que Deus fez em Cristo, para reconciliar a humanidade consigo: a morte que os homens, devido ao pecado, deviam sofrer, foi assumida por Cristo. Um acto de amor tanto maior, quanto Ele próprio nunca havia pecado. Isto é, foi especialmente na sua morte injusta que Ele se manifestou como o maior dos justos. De tal modo que, ao entregar-se assim a Deus pelos homens, abriu-lhes definitivamente e a todos o ajustado caminho para Deus.

24 Paulo, embaixador de Cristo junto das Igrejas. Porta-voz de Deus

25 E agora, sim, percebemos porque razão Paulo rejeita experiências extáticas, ( vem de êxtase = ex tase = fóra de si ) para se recomendar como Apóstolo (vv.12). Se as guarda para a sua relação pessoal com Deus, é porque em nada contribuem para a construção da comunidade, podendo mesmo desviá-la da única fonte de vida, sua e de qualquer cristão: o amor de Cristo na cruz. Será que a comunidade se apercebeu disso? Será que acolheu o apelo à reconciliação que Paulo aqui lhe dirige, como quando a fundou? Quem se reconciliou com Deus, tem de reconciliar-se com os outros, sobretudo com aquele que é diácono da sua reconciliação… ainda hoje.

26 Quem se reconciliou com Deus tem de reconciliar-se com os outros…também hoje.


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