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Diagnóstico e Tratamento de Febre Reumática Aguda e Cardiopatia Reumática.

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Apresentação em tema: "Diagnóstico e Tratamento de Febre Reumática Aguda e Cardiopatia Reumática."— Transcrição da apresentação:

1 Diagnóstico e Tratamento de Febre Reumática Aguda e Cardiopatia Reumática

2 O objetivo desta apresentação é embasar o plano de treinamento de profissionais da área da saúde e de outros envolvidos no diagnóstico e no tratamento da febre reumática aguda e da doença cardíaca reumática. O objetivo desta apresentação é embasar o plano de treinamento de profissionais da área da saúde e de outros envolvidos no diagnóstico e no tratamento da febre reumática aguda e da doença cardíaca reumática. Ela foi possível graças ao apoio financeiro do Vodafone Group Foundation e da International Solidarity, Estado de Genebra, e do auxílio da Menzies School of Health Research e do Murdoch Childrens Research Institute. Ela foi possível graças ao apoio financeiro do Vodafone Group Foundation e da International Solidarity, Estado de Genebra, e do auxílio da Menzies School of Health Research e do Murdoch Childrens Research Institute.

3 Introdução Febre Reumática Aguda e Doença Cardíaca Reumática

4 Introdução A Doença Cardíaca Reumática é a causa mais freqüente de doença cardíaca em crianças e adultos jovens A Doença Cardíaca Reumática é a causa mais freqüente de doença cardíaca em crianças e adultos jovens – 15.6 milhões de pessoas acometidas em todo o mundo – Quase novos casos por ano – Aproximadamente mortes por ano – A maioria dos casos ocorre em países em desenvolvimento

5 Definições Estreptococos β-hemolíticos do grupo A (EBHGA) Estreptococos β-hemolíticos do grupo A (EBHGA) – Os seres humanos estão expostos ao EBHGA no meio ambiente – A garganta e a pele são sítios comuns de infecção – As infecções por EBHGA geralmente desaparecem sem tratamento

6 Definições Febre reumática aguda (FRA) Febre reumática aguda (FRA) – Resposta auto-imune tardia após infecção por EBHGA não- tratada – Surge depois que a infecção por EBHGA foi debelada – Geralmente afeta as articulações, o coração, o sistema nervoso central e a pele – É mais freqüente na faixa etária entre 5 a 15 anos – Pode reaparecer após infecções subseqüentes por EBHGA não- tratadas Doença Cardíaca Reumática (DCR) Doença Cardíaca Reumática (DCR) – Dano residual nas valvas cardíacas após FRA recorrente – As valvas cardíacas ficam lesadas e espessadas – Vazamento de sangue (o sangue reflui através das valvas)

7 Fatores de risco Os fatores de risco para doença reumática do coração: Os fatores de risco para doença reumática do coração: – Pobreza – Más condições de moradia, ambientes com aglomerações de pessoas (casas, escolas, creches, etc) – Acesso limitado à assistência médica Fator de risco para cardiopatia reumática Fator de risco para cardiopatia reumática – Episódios recorrentes de febre reumática aguda Prevenção Prevenção – A febre reumática aguda pode ser evitada pelo tratamento imediato de infecções por EBHGA com antibióticos (profilaxia primária) – A doença cardíaca reumática pode ser evitada por meio de prevenção a longo prazo da recidiva de febre reumática aguda com antibióticos (profilaxia secundária)

8 Infecção por EBHGA FRA FRA FRA recorrente FRA recorrente Progressão da doença e intervenção DCR AVC Infecção Cardíaca ( endocardite) Outras Mobilidades Cirurgia cardíaca a céu aberto Morte Prematura Prevenção primária – Evitar o primeiro episódio de FRA Prevenção secundária – Evitar recidiva de FRA – Evitar o desenvimento de CR Prevenção terciária – Evitar a morte

9 Febre Reumática Aguda Diagnóstico e Tratamento

10 Critérios de Jones revisados O diagnóstico de FRA pode ser confirmado se alguns sinais e sintomas dos Critérios de Jones Revisados estiverem presentes O diagnóstico de FRA pode ser confirmado se alguns sinais e sintomas dos Critérios de Jones Revisados estiverem presentes Critérios maiores:Critérios menores: CarditeFebre PoliartriteArtralgia Coréia de SydenhamAumento do intervalo PR no ECG Eritema marginadoVHS 30 mm/hr ou PDCR 30 mg/L Nódulos subcutâneos Critérios MAIORES – sinais e sintomas mais freqüentemente associados à FRA Critérios MENORES – sinais e sintomas que ajudam a confirmar o diagnóstico

11 Critérios de Jones revisados As diretrizes da Organização Mundial da Saúde estabeleceram o padrão internacional para diagnóstico de FRA: As diretrizes da Organização Mundial da Saúde estabeleceram o padrão internacional para diagnóstico de FRA: – Duas manifestaçães MAIORES e – Duas manifestaçães MAIORES e – Evidência de infecção prévia por estreptococo do grupo A (em um período de 3 semanas antes dos sintomas de FRA) ou ou – Uma manifestação MAIOR e duas manifestações MENORES e – Uma manifestação MAIOR e duas manifestações MENORES e – Evidência de infecção prévia por estreptococo do grupo A (em um período de 3 semanas antes dos sintomas de FRA) (em um período de 3 semanas antes dos sintomas de FRA) Existem também diretrizes regionais modificadas Existem também diretrizes regionais modificadas

12 Dificuldades no diagnóstico É necessária uma combinação de sinais e sintomas É necessária uma combinação de sinais e sintomas Nem sempre os portadores de FRA procuram o sistema de saúde Nem sempre os portadores de FRA procuram o sistema de saúde – Os sintomas podem não ser considerados graves – Outros compromissos podem ter prioridade – Dificuldade de transporte para um centro médico Os profissionais da saúde podem não reconhecer os sinais e sintomas Os profissionais da saúde podem não reconhecer os sinais e sintomas A febre reumática pode ser confundida com outras doenças A febre reumática pode ser confundida com outras doenças Os sintomas de febre reumática podem ser confundidos com uma lesão esportiva Os sintomas de febre reumática podem ser confundidos com uma lesão esportiva

13 Sinais e sintomas Artrite Artrite – Articulações doloridas e inchadas (em geral os joelhos, tornozelos, punhos e cotovelos) tornozelos, punhos e cotovelos) – Bastante comum, costuma ser o primeiro sintoma – Geralmente é migratória - passa de uma articulação para – Geralmente é migratória - passa de uma articulação para outra outra Febre Febre Cardite Cardite – Pode se manifestar como sopro cardíaco – Nos casos mais graves, o paciente pode ter dor no peito e/ou dificuldade para respirar e/ou dificuldade para respirar

14 Sinais e sintomas Coréia de Sydenham Coréia de Sydenham – Movimentos bruscos e espasmódicos e fraqueza muscular (mais aparente no rosto, nas mãos e nos pés) – Pode ser unilateral ou bilateral – Mais comum em adolescentes e no sexo feminino (rara após os 20 anos) – Surge de 3 a 4 meses após infecção de garganta estreptocócica, e muitas vezes é o único sintoma – Geralmente desaparece dentro de 6 semanas (pode durar 6 meses ou mais)

15 Sinais e sintomas Nódulos subcutâneos Nódulos subcutâneos – Pequenos nódulos indolores na face externa dos cotovelos, punhos, joelhos e tornozelos em grupos de 3 ou 4 (até 12) – A pele não fica vermelha nem inflamada – Dura de 1 a 2 semanas (raramente mais de 1 mês) – Os nódulos são mais comuns quando a cardite também está presente Eritema marginado Eritema marginado – Manchas rosadas circulares, planas e indolores na pele – Em geral aparecem precocemente, podem durar meses, em casos raros podem durar anos – Afeta principalmente as costas ou o tórax e o abdome, quase nunca o rosto – É difícil ser visualizado em pessoas de pele escura – É difícil ser visualizado em pessoas de pele escura

16 Tratamento Tratar a doença Tratar a doença - Injeção de penicilina G benzatina ou – Penicilina oral durante 10 dias Aliviar os sintomas Aliviar os sintomas – Repouso no leito – Alívio da artrite, da dor e da febre (paracetamol ou aspirina) aspirina) – Tratamento da coréia (se for intensa) – Medicação para insuficiência cardíaca

17 Plano de tratamento Primeira dose de penicilina G benzatina (profilaxia secundária) Primeira dose de penicilina G benzatina (profilaxia secundária) Ecocardiograma inicial (se disponível) Ecocardiograma inicial (se disponível) Alerta sobre febre reumática aguda nas observações médicas e sistemas computadorizados (se for o caso) Alerta sobre febre reumática aguda nas observações médicas e sistemas computadorizados (se for o caso) Educação do paciente e da família Educação do paciente e da família Encaminhamento para um médico/centro médico local Encaminhamento para um médico/centro médico local Exame odontológico Exame odontológico Plano de profilaxia secundária a longo prazo Plano de profilaxia secundária a longo prazo

18 Tratamento de provável FRA 1. Tratar os sintomas 2. Dose de penicilina G benzatina } como para FRA 3. Ecocardiograma (se disponível) Reavaliação médica após um mês e Reavaliação médica após um mês e Novo ecocardiograma (se disponível) Novo ecocardiograma (se disponível) – Se NÃO for FRA, suspender a benzatina, mas monitorar o paciente quanto aos sintomas de FRA – Se for FRA…continuar a benzatina e tratar como

19 Resumo Os critérios de Jones são usados para orientar o diagnóstico de FRA Os critérios de Jones são usados para orientar o diagnóstico de FRA O diagnóstico da febre reumática aguda pode ser difícil. O diagnóstico da febre reumática aguda pode ser difícil. É preciso estabelecer um plano de longo prazo para impedir a recidiva de FRA e o desenvolvimento da CR É preciso estabelecer um plano de longo prazo para impedir a recidiva de FRA e o desenvolvimento da CR Casos prováveis de FRA também devem ser monitorados Casos prováveis de FRA também devem ser monitorados

20 Profilaxia secundária para evitar recidiva de FRA

21 Profilaxia secundária Profilaxia secundária é a administração regular a longo prazo de antibióticos para Profilaxia secundária é a administração regular a longo prazo de antibióticos para – Evitar infecções por estreptococo do grupo A – Evitar recidiva de FRA – Evitar o desenvolvimento da CR – Reduzir a gravidade da CR – Ajudar a reduzir o risco de morte pela CR grave.,

22 Tratamento convencional Penicilina G benzatina Penicilina G benzatina UI para TODAS as pessoas 20 kg UI para crianças < 20 kg - A cada 3 ou 4 semanas por injeção intramuscular Penicilina V Penicilina V - Administrada quando a agulha de injeção provoca sangramento excessivo sangramento excessivo mg duas vezes ao dia; via oral Eritromicina Eritromicina - Administrada em caso de alergia confirmada à penicilina mg duas vezes ao dia via oral

23 Considerações Quando a profilaxia secundária deve ser levada em consideração? Quando a profilaxia secundária deve ser levada em consideração? – Febre reumática aguda confirmada pelos critérios de Jones revisados Jones revisados – Doença cardíaca reumática confirmada pelo ecocardiograma – FRA ou a CR não-confirmada, mas considerada altamente provável provável Precauções Precauções – Não administrar penicilina G benzatina ou penicilina V em caso de alergia documentada à penicilina caso de alergia documentada à penicilina – Reações ao medicamento são raras – Reações ao medicamento são raras Mantenha a profilaxia secundária durante a gestação Mantenha a profilaxia secundária durante a gestação Mantenha durante anticoagulação (p. ex., varfarina) Mantenha durante anticoagulação (p. ex., varfarina)

24 Diretrizes para profilaxia secundária A duração da profilaxia secundária depende dos seguintes fatores: A duração da profilaxia secundária depende dos seguintes fatores: – Idade do paciente na época do diagnóstico inicial – Gravidade da doença – Presença precoce de cardite – Tempo transcorrido (anos) desde o último surto de FRA – Fatores de risco atuais – Adesão ao tratamento GrupoDuração da profilaxia secundária Febre Reumática Aguda (sem cardite)1. Mínimo de 5 anos após o último surto de FRA ou 2. Até 18 anos de idade (o que for mais longo) Cardite leve ou moderada (ou cardite curada)1. Mínimo de 10 anos após o último surto de FRA ou 2. Até 25 anos de idade (o que for mais longo) Doença Cardíaca Reumática grave e após cirurgia cardíaca Durante toda a vida

25 Suspensão da profilaxia secundária A profilaxia secundária só deve ser suspensa após: A profilaxia secundária só deve ser suspensa após: Ausência de sinais/sintomas de febre reumática aguda por pelo menos 5 anos ; e Ausência de sinais/sintomas de febre reumática aguda por pelo menos 5 anos ; e Reavaliação por um especialista (pediatra/cardiologista/médico de outra especialidade); e Reavaliação por um especialista (pediatra/cardiologista/médico de outra especialidade); e Ecocardiograma para estabelecer a presença e a gravidade da doença cardíaca reumática (se disponível) Ecocardiograma para estabelecer a presença e a gravidade da doença cardíaca reumática (se disponível)

26 Injeção de penicilina G benzatina Avaliação e preparação Avaliação e preparação – Confirmar a identidade do paciente – Rever a existência de alergias conhecidas a medicamentos medicamentos – Discutir e registrar quaisquer sintomas de FRA ou a CR – Obter consentimento para a injeção

27 Injeção de penicilina G benzatina Verificar o nome, a dose e a data de validade do medicamento Verificar o nome, a dose e a data de validade do medicamento Preparar a medicação de acordo com a bula do produto Preparar a medicação de acordo com a bula do produto Administrar UI em todos os pacientes 20 kg Administrar UI em todos os pacientes 20 kg Administrar UI em crianças pequenas < 20 kg Administrar UI em crianças pequenas < 20 kg Usar agulha calibre 23 Usar agulha calibre 23 Descartar as agulhas e seringas usadas em recipiente próprio para material perfurocortante Descartar as agulhas e seringas usadas em recipiente próprio para material perfurocortante Usar agulha e seringa novas para cada injeção Usar agulha e seringa novas para cada injeção Aplicar a injeção imediatamente após a preparação Aplicar a injeção imediatamente após a preparação

28 Documentação Anotar no livro e/ou registros médicos de injeção de penicilina benzatina Anotar no livro e/ou registros médicos de injeção de penicilina benzatina Dose e número do lote Dose e número do lote Data que a injeção foi aplicada e data da próxima dose Data que a injeção foi aplicada e data da próxima dose Assinatura (da pessoa que aplicou a injeção) Assinatura (da pessoa que aplicou a injeção) Anotar a data da próxima injeção em um cartão de lembrete (se for o caso) Anotar a data da próxima injeção em um cartão de lembrete (se for o caso) Avaliar a adesão ao tratamento (contar as injeções RECEITADAS e as injeções APLICADAS durante todo o ano). Avaliar a adesão ao tratamento (contar as injeções RECEITADAS e as injeções APLICADAS durante todo o ano). Se for receitada uma injeção a cada 4 semanas, deverão Se for receitada uma injeção a cada 4 semanas, deverão ser aplicadas 13 injeções por ano ser aplicadas 13 injeções por ano Se for receitada uma injeção a cada 3 semanas, deverão Se for receitada uma injeção a cada 3 semanas, deverão ser aplicadas 17 injeções por ano ser aplicadas 17 injeções por ano

29 Avaliação da adesão ao tratamento (para os indivíduos) 1. Registrar o número de injeções RECEITADAS para o ano todo (p. ex., o número de injeções receitadas de janeiro a dezembro de 2007 para tratamento de um paciente com uma injeção a cada 4 semanas = 13) 2. Contar o número de injeções APLICADAS durante todo o ano (p. ex., podem ter sido aplicadas 10 injeções) 3. Dividir o número de injeções APLICADAS (10) pelo número de injeções RECEITADAS (13) e multiplicar por 100: (10 ÷ 13) x 100 = 77% (10 ÷ 13) x 100 = 77% Nesse exemplo, o paciente recebeu 77% das injeções receitadas em 2007 Nesse exemplo, o paciente recebeu 77% das injeções receitadas em 2007

30 Avaliação da adesão ao tratamento (para comunidades) 1. Registrar o número total de injeções RECEITADAS para o ano todo (p. ex., se 12 pessoas precisam de injeções a cada 4 semanas, seriam 12 (pessoas) vezes 13 (injeções) = 156 injeções. 2. Contar o número total de injeções APLICADAS em todas as pessoas durante o ano todo (p.ex., as 12 pessoas podem ter recebido um total de 124 injeções) 3. Dividir o número total de injeções APLICADAS (124) pelo número total de injeções RECEITADAS (156) e multiplicar o resultado por 100: (124 ÷ 156) x 100 = 86% (124 ÷ 156) x 100 = 86% A adesão global nesse centro médico em 2007 foi de 86%. A adesão global nesse centro médico em 2007 foi de 86%.

31 Fatores que afetam a adesão ao tratamento Relação entre o paciente e o sistema de saúde Relação entre o paciente e o sistema de saúde Educação do paciente, da família e dos profissionais da saúde Educação do paciente, da família e dos profissionais da saúde O paciente/família recusa o tratamento O paciente/família recusa o tratamento O paciente esquece o tratamento O paciente esquece o tratamento Dificuldade de se deslocar até um centro médico Dificuldade de se deslocar até um centro médico Dor e medo de injeções Dor e medo de injeções Volume de trabalho e prioridades dos profissionais da saúde Volume de trabalho e prioridades dos profissionais da saúde Uso de terapia alternativa Uso de terapia alternativa

32 Estratégias para aumentar a adesão ao tratamento Escolher um membro dedicado em cada clínica Escolher um membro dedicado em cada clínica Identificar pessoas que precisam receber profilaxia secundária Identificar pessoas que precisam receber profilaxia secundária Identificar locais que geralmente fazem profilaxia secundária Identificar locais que geralmente fazem profilaxia secundária Desenvolver um sistema de chamada para ajudar as pessoas a se lembrarem Desenvolver um sistema de chamada para ajudar as pessoas a se lembrarem Oferecer educação contínua Oferecer educação contínua Comunicar com o programa de doença cardíaca reumática e outros centros Comunicar com o programa de doença cardíaca reumática e outros centros Reduzir a dor da injeção Reduzir a dor da injeção Discutir questões relativas a terapias alternativas Discutir questões relativas a terapias alternativas

33 Alergia à penicilina Sintomas Sintomas – Erupção cutânea – Coceira nos olhos Tratamento Tratamento – Anti-histamínicos – Anti-histamínicos (oral ou injeção) (oral ou injeção)

34 Anafilaxia Sintomas Sintomas – Chiado no peito – Urticária – Coceira – Inchaço do rosto e dos lábios – Dificuldade de respirar – Vômito – Queda da pressão arterial – Perda da consciência – Parada cardíaca Tratamento Tratamento – Adrenalina – Adrenalina (injeção subcutânea) (injeção subcutânea)

35 Resumo É necessária a presença permanente de antibióticos no organismo para ajudar a evitar infecções por EBHGA É necessária a presença permanente de antibióticos no organismo para ajudar a evitar infecções por EBHGA Reavaliação médica antes da suspensão da profilaxia secundária Reavaliação médica antes da suspensão da profilaxia secundária Estratégias para aumentar a adesão à profilaxia secundária: Estratégias para aumentar a adesão à profilaxia secundária: – Bom relacionamento entre o paciente e os profissionais da saúde saúde – Educação do paciente e dos profissionais da saúde – Criação de sistemas para ajudar os pacientes a se lembrar de tomar as injeções tomar as injeções – Redução da dor da injeção Documentar as injeções de penicilina benzatina e monitorar a adesão ao tratamento Documentar as injeções de penicilina benzatina e monitorar a adesão ao tratamento

36 Doença Cardíaca Reumática Diagnóstico e Tratamento

37 Introdução As valvas cardíacas ficam lesadas devido ao processo de cicatrização após um surto de FRA As valvas cardíacas ficam lesadas devido ao processo de cicatrização após um surto de FRA A CR costuma se desenvolver após FRA quando A CR costuma se desenvolver após FRA quando – O episódio inicial de FRA foi grave – O coração foi afetado pela febre reumática – A febre reumática ocorreu em uma idade precoce – Houve recidiva de febre reumática 50% dos portadores da CR não se lembram de ter tido FRA 50% dos portadores da CR não se lembram de ter tido FRA

38 Definições Insuficiência valvar indica que as valvas cardíacas Insuficiência valvar indica que as valvas cardíacas – Estão espessadas e aderidas as paredes do coração – Os folhetos captam no centro da valva – O sangue reflui através das valvas Estenose valvar indica que as valvas cardíacas Estenose valvar indica que as valvas cardíacas – Os folhetos ficam espessados e caem a mobilidade reduzida – Não permitem que o sangue flua facilmente (restrição do fluxo para frente)

39 Sinais e sintomas da CR Os sintomas da CR podem demorar muitos anos para se manifestar Os sintomas da CR podem demorar muitos anos para se manifestar – A presença de sopro sem outros sintomas indica doença leve a moderada – A presença de sintomas geralmente indica doença moderada a grave Os sintomas dependem do tipo e da gravidade da lesão valvar, e podem incluir Os sintomas dependem do tipo e da gravidade da lesão valvar, e podem incluir – Falta de ar durante esforços ou na posição horizontal – Acordar à noite com falta de ar – Cansaço – Fraqueza geral – Edema periférico

40 Envolvimento das valvas cardíacas A valva mitral é acometida em mais de 90% dos casos da CR A valva mitral é acometida em mais de 90% dos casos da CR A regurgitação mitral é observada com maior freqüência em A regurgitação mitral é observada com maior freqüência em crianças e adolescentes crianças e adolescentes Estenose mitral representa doença crônica, observada Estenose mitral representa doença crônica, observada comumente em adultos comumente em adultos A complicação mais freqüente da estenose mitral é fibrilação A complicação mais freqüente da estenose mitral é fibrilação atrial atrial A valva aórtica é a segunda mais acometida A valva aórtica é a segunda mais acometida Geralmente está associada com doença da valva mitral. Geralmente está associada com doença da valva mitral. Tende a desenvolver como complicação a longo prazo Tende a desenvolver como complicação a longo prazo regurgitação aórtica regurgitação aórtica As valvas tricúspide e pulmonar são acometidas com muito menor freqüência As valvas tricúspide e pulmonar são acometidas com muito menor freqüência Geralmente acometidas em casos graves da CR quando todas as valvas são afetadas. Geralmente acometidas em casos graves da CR quando todas as valvas são afetadas.

41 Exame clínico Regurgitação mitral – sopro holossistólico mais audível no ápice e que se irradia lateralmente para a axila. Regurgitação mitral – sopro holossistólico mais audível no ápice e que se irradia lateralmente para a axila. Estenose mitral – sopro diastólico em ruflar de baixa freqüência mais audível no ápice e com o paciente em decúbito lateral esquerdo. Estenose mitral – sopro diastólico em ruflar de baixa freqüência mais audível no ápice e com o paciente em decúbito lateral esquerdo. Regurgitaçãoaórtica - sopro diastólico aspirativo em decrescendo mais audível na borda esternal esquerda com o paciente sentado e inclinado para frente durante a expiração. Regurgitaçãoaórtica - sopro diastólico aspirativo em decrescendo mais audível na borda esternal esquerda com o paciente sentado e inclinado para frente durante a expiração. Estenose aórtica – sopro de ejeção mesossistólico acentuado, de baixa freqüência, mais audível na área aórtica e com irradiação para o pescoço. Estenose aórtica – sopro de ejeção mesossistólico acentuado, de baixa freqüência, mais audível na área aórtica e com irradiação para o pescoço.

42 Investigação Eletrocardiograma (ECG) Eletrocardiograma (ECG) – Determina o ritmo cardíaco – Detecta sobrecarga do ventriculo Radiografia do tórax Radiografia do tórax – Determina o tamanho e a localização do coração – Detecta insuficiência cardíaca (congestão pulmonar) Ecocardiografia Ecocardiografia – Detecta lesão de valvas cardíacas – Estima a gravidade da doença – Útil para comparar os resultados com o acompanhamento posterior

43 Elemento fundamental no tratamento da CR Profilaxia secundária Profilaxia secundária A função da profilaxia secundária em caso da CR estabelecida é: A função da profilaxia secundária em caso da CR estabelecida é: – Evitar infecções por estreptococos do grupo A – Evitar recidiva de FRA – Evitar o desenvolvimento da CR – Reduzir a gravidade da CR – Ajudar a reduzir o risco de morte pela CR grave.

44 Elementos importantes no tratamento da CR Consulta inicial, encaminhamento e educação eficazes Consulta inicial, encaminhamento e educação eficazes Revisão rotina e planejamento estruturado dos cuidados Revisão rotina e planejamento estruturado dos cuidados – Educação – Aderência à profilaxia secundária – Avaliação clínica e acompanhamento ecocardiográfico regulares regulares – Tratamento da insuficiência cardíaca (diuréticos e inibidores da ECA) ECA) – Tratamento da fibrilação atrial (digoxina e anticoagulação) – Cuidados dentários e profilaxia para endocardite infecciosa – Encaminhamento das mulheres para planejamento familiar – Vacinação Intervenção cirúrgica apropriada Intervenção cirúrgica apropriada Consideração especial em determinadas circunstâncias (gravidez) Consideração especial em determinadas circunstâncias (gravidez)

45 Diretrizes para o tratamento da CR leve A CR com lesão valvar ou leve: A CR com lesão valvar ou leve: Profilaxia secundáriaPrevenção a longo prazo de FRA recorrente Cuidados primáriosPelo médico local Reavaliação médica por um especialista para crianças até 18 anos A cada 12 meses Antes em caso de deterioração clínica Ecocardiograma (se disponívelA cada 2 anos para crianças A cada 5 anos para adultos Reavaliação médica por um especialista Antes de suspender a profilaxia secundária Avaliação odontológica após o diagnóstico Com prevenção adequada de endocardite

46 Diretrizes para o tratamento da CR moderada Qualquer lesão valvar moderada, sem sintomas e função ventricular esquerda normal, com próteses valvares metálicas estáveis ou crianças (até 18 anos de idade) com história de coréia, incluindo aqueles sem lesão valvar: Qualquer lesão valvar moderada, sem sintomas e função ventricular esquerda normal, com próteses valvares metálicas estáveis ou crianças (até 18 anos de idade) com história de coréia, incluindo aqueles sem lesão valvar: Profilaxia secundáriaPrevenção a longo prazo de FRA recorrente Cuidados primáriosPelo médico local Reavaliação médica por um especialista para crianças até 18 anos A cada 12 meses Antes em caso de deterioração clínica Ecocardiograma (se disponívelA cada 1anos para crianças A cada 2 anos para adultos Reavaliação médica por um especialistaAntes de suspender a profilaxia secundária de FRA Avaliação odontológica após o diagnóstico Com prevenção adequada de endocardite

47 Diretrizes para o tratamento da CR grave Qualquer lesão valvar moderada à grave acompanhada por falta de ar, cansaço, edema, angina ou síncope e função ventricular esquerda comprometida ou aumentada ou história de cirurgia valvar, inclusive valvotomia mitral, qualquer reparo valvar e biopróteses valvares (de porco e hemoenxerto): Qualquer lesão valvar moderada à grave acompanhada por falta de ar, cansaço, edema, angina ou síncope e função ventricular esquerda comprometida ou aumentada ou história de cirurgia valvar, inclusive valvotomia mitral, qualquer reparo valvar e biopróteses valvares (de porco e hemoenxerto): Profilaxia secundáriaPrevenção a longo prazo de FRA recorrente Cuidados primáriosPelo médico local Reavaliação médica por um especialista A cada 6 meses Encaminhamento para um cardiologista Plano de tratamento

48 Desfechos cirúrgicos : DCR Necessidade de anticoagulação: Maior tempo para reoperação Substituição da valva cardíaca Sem anticoagulação: Menor tempo para reoperação Plastia da valva cardíaca

49 Resumo A doença cardiáca reumática (CR) se apresenta como lesão às valvas cardíacas A doença cardiáca reumática (CR) se apresenta como lesão às valvas cardíacas A valva mitral é a mais acometida, seguida pelas valvas aórtica, pulmonar e tricúspide A valva mitral é a mais acometida, seguida pelas valvas aórtica, pulmonar e tricúspide A doença cardiáca reumática pode ser leve, moderada ou grave A doença cardiáca reumática pode ser leve, moderada ou grave A doença cardiáca reumática pode ser assintomática A doença cardiáca reumática pode ser assintomática O tratamento da CR inclui O tratamento da CR inclui – Tratamento dos sintomas cardíacos e não cardíacos – Profilaxia secundária a longo prazo (para prevenir a FRA recorrente) – Reavaliação clínica e cardiológica regular – Manejo de gravidez existente – Avaliação odontológica, encaminhamento para planejamento familiar

50 Registros Notificação de FRA e CR Notificação de FRA e CR e Relatórios

51 Elementos de um registro de doenças Registro de doenças é uma lista de pessoas que têm uma doença em comum. Por exemplo: Registro de doenças é uma lista de pessoas que têm uma doença em comum. Por exemplo: – Registro de tuberculose – Registro de HIV/AIDS – Registro de doenças que podem ser evitadas com vacina (sarampo, rubéola) – Febre reumática aguda e doença cardiáca reumática Um registro de doenças deve ser seguro, para que as informações não se percam e nem sejam modificadas Um registro de doenças deve ser seguro, para que as informações não se percam e nem sejam modificadas

52 Registro em papel livro ou lista Possíveis desvantagens Possíveis desvantagens – Livros podem ser perdidos ou danificados (não são – Livros podem ser perdidos ou danificados (não são seguros) seguros) – A mesma pessoa pode ser incluída mais de uma vez (duplicidade) – Listas longas são difíceis de ler e analisar – Informações importantes podem ser esquecidas Vantagens Vantagens – Não requer treinamento especializado – Livros e listas podem ser facilmente transportados – Não há necessidade de suporte externo (p.ex., eletricidade, como no caso de computadores)

53 Registro eletrônico banco de dados Possíveis desvantagens Possíveis desvantagens – Computadores e conexões geralmente custam dinheiro – Geralmente exige treinamento e suporte especializado – Interrupções de energia elétrica e outros tipos de interrupção impedem o uso – As informações não podem ser facilmente transportadas Vantagens Vantagens – As informações podem ser armazenadas com segurança – Entradas em duplicata podem ser evitadas – As informações podem ser rapidamente encontradas, classificadas e atualizadas atualizadas – Relatórios podem ser produzidos automaticamente

54 Informações contidas no registro Algum tipo de identificação para cada pessoa (número do paciente no hospital ou na clínica) Algum tipo de identificação para cada pessoa (número do paciente no hospital ou na clínica) Informações pessoais (nome, data de nascimento, sexo) Informações pessoais (nome, data de nascimento, sexo) Informações para contato (endereço e número de telefone atuais) Informações para contato (endereço e número de telefone atuais) Gravidade da doença (não tem a CR, tem a CR leve, moderada, grave) Gravidade da doença (não tem a CR, tem a CR leve, moderada, grave) Diagnósticos, data dos diagnósticos Diagnósticos, data dos diagnósticos Como foi feito o diagnóstico (internação hospitalar, programa de triagem) Como foi feito o diagnóstico (internação hospitalar, programa de triagem) Detalhes da profilaxia secundária (medicação, adesão ao tratamento durante todo o ano) Detalhes da profilaxia secundária (medicação, adesão ao tratamento durante todo o ano) Detalhes de cirurgias Detalhes de cirurgias Datas das próximas reavaliações (cardiologista, médico de outra especialidade, cirurgia cardíaca) Datas das próximas reavaliações (cardiologista, médico de outra especialidade, cirurgia cardíaca) Data e causa do óbito Data e causa do óbito

55 Notificação de FRA e a CR Todos os casos confirmados e suspeitos de FRA e a CR devem ser notificados para que as autoridades de saúde possam tomar as seguintes providências: Todos os casos confirmados e suspeitos de FRA e a CR devem ser notificados para que as autoridades de saúde possam tomar as seguintes providências: – Identificar indivíduos de alto risco que exigem cuidados prioritários – Coordenar programas de profilaxia secundária e de acompanhamento – Ajudar a identificar outros indivíduos que possam apresentar risco - Fornecer informações sobre os índices de doença locais

56 Fontes de informação Livros de registro de injeção de penicilina benzatina Livros de registro de injeção de penicilina benzatina Listas de cirurgias cardíacas Listas de cirurgias cardíacas Observações de cardiologistas, médicos de outras especialidades e pesquisadores Observações de cardiologistas, médicos de outras especialidades e pesquisadores Prontuários hospitalares Prontuários hospitalares – Registros de internação – Classificação Internacional de doenças CID-9 ou CID-10 CID-10 Encaminhamentos por programas de triagem na escola e na comunidade Encaminhamentos por programas de triagem na escola e na comunidade Outros registros em papel e eletrônicos Outros registros em papel e eletrônicos

57 Informações fornecidas pelo registro Listas de indivíduos que precisam de tratamento urgente Listas de indivíduos que precisam de tratamento urgente Listas de pessoas que não fizeram a profilaxia secundária Listas de pessoas que não fizeram a profilaxia secundária Cumprimento terapêutico em relação à penicilina benzatina (para cada ano completo de tratamento) Cumprimento terapêutico em relação à penicilina benzatina (para cada ano completo de tratamento) Listas de espera para reavaliação do especialista Listas de espera para reavaliação do especialista Listas de espera para ecocardiograma e cirurgia Listas de espera para ecocardiograma e cirurgia Pessoas que faleceram e causa da morte Pessoas que faleceram e causa da morte Índices da doença na região ou no país Índices da doença na região ou no país

58 Resumo Um Registro de Doenças pode ser em papel ou eletrônico Um Registro de Doenças pode ser em papel ou eletrônico As informações devem ser seguras As informações devem ser seguras As informações contidas no registro devem As informações contidas no registro devem – Ajudar a coordenar assistência médica para os indivíduos – Ajudar a descrever o nível da doença na comunidade Todos os casos confirmados ou suspeitos de FRA e CR devem ser notificados para possibilitar a identificação de outros indivíduos em risco Todos os casos confirmados ou suspeitos de FRA e CR devem ser notificados para possibilitar a identificação de outros indivíduos em risco As fontes de informação do registro podem incluir As fontes de informação do registro podem incluir – Internações hospitalares – livros de registro e sistemas computadorizados – Listas de médicos especialistas e de cirurgias cardíacas – Encaminhamentos de programas de triagem de saúde nas escolas

59 Programas para controle de CR

60 Melhores práticas internacionais A Organização Mundial da Saúde faz as seguintes recomendações para os programas de controle de CR A Organização Mundial da Saúde faz as seguintes recomendações para os programas de controle de CR – Um grande compromisso do governo local – Um Grupo Consultivo qualificado e dedicado – Um registro de CR com todos os casos confirmados e suspeitos de FRA/CR FRA/CR – Um coordenador de programa bem treinado – Notificação de FRA e CR – Um sistema de prioridade para tratamento dos casos graves – Recursos confiáveis, inclusive medicamentos e apoio laboratorial – Programas estabelecidos centralmente e expandidos regionalmente

61 Principais objetivos do programa Identificar os casos confirmados (ou suspeitos) de FRA e CR Identificar os casos confirmados (ou suspeitos) de FRA e CR Estabelecer e manter um registro dos casos de CR Estabelecer e manter um registro dos casos de CR Padronizar e aprimorar a administração de profilaxia secundária Padronizar e aprimorar a administração de profilaxia secundária - Padronizar o tratamento de FRA e CR Oferecer treinamento e apoio aos profissionais da saúde Oferecer treinamento e apoio aos profissionais da saúde Informar a comunidade Informar a comunidade Avaliar a eficácia das atividades do programa Avaliar a eficácia das atividades do programa Divulgar o programa e os índices da doença Divulgar o programa e os índices da doença

62 Identificar casos Colher informações sobre os casos conhecidos de FRA e CR em Colher informações sobre os casos conhecidos de FRA e CR em – Livros de registro e fichas clínicas de injeção de penicilina benzatina – Laudos de ecocardiograma e listas de cirurgia cardíaca – Relatórios sobre internações hospitalares e óbitos Identificar novos casos em Identificar novos casos em – Centros de saúde ou hospitais quando os indivíduos apresentarem sintomas de FRA ou CR sintomas de FRA ou CR – Programas de saúde (triagem) nas escolas – Clínicas de acompanhamento pré-natal

63 Otimizar a profilaxia secundária Implementar a profilaxia secundária Implementar a profilaxia secundária - Identificar pessoas que precisam de profilaxia secundária - Estabelecer onde está sendo feita profilaxia secundária Aprimorar a profilaxia secundária Aprimorar a profilaxia secundária - Identificar pessoas que deixaram de tomar as injeções de penicilina benzatina - Criar sistemas de lembretes aos pacientes - Apoiar a comunicação entre os centros médicos Encaminhamento de novos casos Encaminhamento de novos casos Identificação de pessoas que percorrem vários centros de saúde em busca de tratamento Identificação de pessoas que percorrem vários centros de saúde em busca de tratamento Estratégias para ajuda a reduzir a dor da injeção Estratégias para ajuda a reduzir a dor da injeção

64 Contar com profissionais compententes Padronizar o diagnóstico e tratamento de FRA e CR Padronizar o diagnóstico e tratamento de FRA e CR - Critérios de Jones revisados para o diagnóstico de CR - Padronizar as doses de medicamento e a profilaxia secundária Treinar profissionais da saúde Treinar profissionais da saúde - Elaboração de um plano de treinamento profissional - Programas de treinamento para estudantes e profissiomais da saúde saúde Comunicar Comunicar - Encaminhamento de novos casos na comunidade - Encaminhamento de novos casos na comunidade - Atualização de questões relacionadas com FRA/CR

65 Informar a comunidade Educar Educar - Educação dirigida aos portadores de FRA e CR - Materiais educativos para a comunidade (cartazes e apostilas) Tratar os casos conhecidos Tratar os casos conhecidos - Cuidados médicos permanentes/ecocardiograma/cirurgia Priorizar o tratamento de casos graves Priorizar o tratamento de casos graves - Avaliação cardíaca - Cirurgia e apoio

66 Dificuldades do programa de CR Falta de recursos locais Falta de recursos locais Poucos recursos financeiros Poucos recursos financeiros Carga de trabalho puxada dos profissionais da saúde Carga de trabalho puxada dos profissionais da saúde Prioridade de outras doenças (p.ex., TB, Malária, HIV/AIDS) Prioridade de outras doenças (p.ex., TB, Malária, HIV/AIDS) O programa de CR é complexo O programa de CR é complexo - Pode ser difícil a comunicação com centros de saúde distantes - Pode ser inviável o deslocamento para fornecer treinamento e educação - A análise dos dados pode ser bastante complexa - O programa pode ser expandido rápido demais

67 Resumo Um programa de CR requer Um programa de CR requer – Comprometimento (do governo) local – Um bom registro de CR e funcionários dedicados – Identificação dos casos conhecidos e encaminhamento de novos casos – Um sistema de prioridade para os casos graves – Monitoramento e aprimoramento da profilaxia secundária – Suprimento de medicação confiável e apoio laboratorial – Apoio permanente para os profissionais da saúde e os pacientes

68 Material da World Heart Federation: Traduzido por Mirtes Frange de Oliveira Pinheiro Traduzido por Mirtes Frange de Oliveira Pinheiro Revisado por Dr. Rui F. Ramos Revisado por Dr. Rui F. Ramos


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