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Assembléia Pastoral Paroquial 2011-2012 Malu Azevedo Dezembro 2011 A comunidade paroquial unida na fé e em Jesus Cristo.

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1 Assembléia Pastoral Paroquial Malu Azevedo Dezembro 2011 A comunidade paroquial unida na fé e em Jesus Cristo

2 Etapas para a Assembléia Assembléia Paroquial Assembléia Paroquial de Estudo Assembléias Comunitárias Serão momentos de reflexão sobre a caminhada da comunidade paroquial, e também oportunidade de se lançar luzes para a caminhada futura da Paróquia. Trata-se da possibilidade de dinamizar a Igreja revendo os caminhos percorridos e definir metas. Pré- Assembléia

3 Pré Assembléia Como percebemos a caminhada de nossa Paróquia? O que esperamos daqui para frente? Como unir: percepções e desejos?

4 AmareloVerdeVermelhoAzul Esvaziamento progressivo dos templos; Falta acolhimento, unidade, integração e interação entre as comunidades; Desconhecimento mútuo entre as comunidades; Idéias se perdem; Falta continuidade nas missas das crianças; Falta formação para os agentes de pastoral; Falta continuidade na direção da paróquia. A caminhada paroquial perseverante; Ausência dos freis nas ações e encontros dos movimentos e pastorais. Longe da comunhão fraterna, do partir do pão e das orações. Falta valorização nas atividades comunitárias; Superposição nos horários agendados de reuniões; Ausência de objetividade nas reuniões, pouco comprometimento; Ausência de espiritualidade; Melindres ofuscam atividades;. Falta unidade nos serviços; Definir em qual pastoral servir, e servir bem e melhor; Ter compromisso verdadeiro; Saber aproveitar os materiais Arquidiocesanos para os encontros de espiritualidade; Buscar ser uma Igreja viva, acolhedora. A acolhida é o ponto alto para uma unidade com as pessoas e com Cristo, ou seja, Deus Pai, Filho e Espírito Santo. Ausência de comunicação entre as pastorais (eventos); Criar situações atrativas, para o engajamento de jovens e crianças. Falta um grupo de jovens (o que o jovem espera da igreja?) A formação do jovem depende da formação da família e as famílias estão deterioradas. Ausência de planejamento do calendário de eventos religiosos e sociais. Atropelamento entre as promoções (social e religiosa), pois falta comunicação.

5 AmareloVerdeVermelhoAzul Cuidado maior com a juventude incentivando a participação) Orientação aos pais dos catequizandos; Interação e integração entre as pastorais e movimentos. Pontualidade nos compromissos assumidos em Assembléia. Elaboração de um Estatuto que assegure a continuidade dos trabalhos. Projeto Pastoral de curto, médio e longo prazo. A participação ativa dos freis nas ações dos movimentos e das pastorais, principalmente a presença física nos encontros, inclusive de 1ª Eucaristia e Crisma, e maior integração entre as comunidades para que sejam mais unidas. Maior entrosamento entre famílias e filhos em relação a encontros e celebrações. Missa participativa de jovens, com instrumentos. Eventos que atraiam mais as famílias (adolescentes e crianças). Maior comunicação. Revitalizar Conscientização dos pais.

6 Assembléia Paroquial de ESTUDO A Paróquia Nossa Senhora do Rosário da Pompéia A vida organizacional A vida comunitária A vida pastoral

7 O que é COMUNIDADE? Uma Comunidade de Prática designa um grupo de pessoas que se unem em torno de um mesmo tópico ou interesse. Essas pessoas trabalham juntas para achar meios de melhorar o que fazem, ou seja, na resolução de um problema na comunidade ou no aprendizado diário, através da interação regular

8 O que é PASTORAL? Pastoral: é serviço, ação, trabalho desenvolvido pela Igreja. Não se resume em grupo de pessoas, mas em ação organizada e dirigida pela Diocese e Paróquia para atender determinada situação em uma realidade específica. A Igreja não existe para si mesma, mas em função da sua missão de anunciar Jesus Cristo e fazer acontecer o Reino de Deus. Pastoral não se limita a ação dos pastores, mas a ação de toda a comunidade, de toda a Igreja

9 A ORGANIZAÇÃO São unidades administrativas com funções bem definidas; Num organograma, os órgãos são dispostos em níveis que representam a hierarquia existente entre eles. Em um organograma vertical, quanto mais alto estiver o órgão, maior a autoridade e a abrangência da atividade. Pároco Coordenador Administrador Conselho Pastoral Tesouraria A vida pastoral Como é a organização em nossa Paróquia?

10 De uma empresa? Paróco Coordenador Conselho Vida Pastoral AdministrativoTesouraria

11 De uma ONG? Vida PastoralParócoCoordenadorConselho Administrativo e Tesouraria

12 Vida organizacional de uma Paróquia Vida comunitária Vida organizacional Vida Pastoral ParóquiaPárocoComunidadesPastorais Administrativo e Tesouraria Coordenador

13 Vida organizacional da nossa Paróquia N. Sra. do Rosário da Pompéia

14 São Rafael N. Sra Aparecida N. Sra. do Rosário da Pompéia Nossa Senhora da Abadia São Judas Tadeu Grupos Paroquiais: Pastoral Catequética Pastoral do Batismo Pastoral da Crisma Pastoral dos Acólitos e Coroinhas Pastoral da Misericórdia Pastoral da Criança Pastoral da Acolhida Pastoral dos Idosos Pastoral da Comunicação Pastoral do Dízimo Pastoral da Sobriedade Pastoral do Curso de Noivos Encontro de Casais com Cristo Grupo de Jovens Ministros da Eucaristia Meditação do Santo Rosário Terço dos Homens Congregação Mariana Legião de Maria Mãe Rainha Oficina de Oração e Vida Renovação Carismática Católica Equipe de Eventos Vicentinos

15 Os ministérios na organização Paroquial Assessor Animador Articulador Secretario Coordenador

16 Assessor/a Substantivo- quem ajuda alguém em suas funções; adjetivo - quem assessora assiste. É o adulto ou jovem mais maduro e experiente, com carisma e referencial teórico, visão global e prática metodológica que se põe a serviço da Igreja. É alguém convidado pelo grupo ou que se prontifica a auxiliar a caminhada no ministério da assessoria.

17 Animador/a Substantivo – o que estimula. É, geralmente, uma pessoa que já passou pelo processo de grupo e, portanto, tem uma maior caminhada que aqueles do grupo que anima. É aquele que, junto com o coordenador, ajuda a dar vitalidade e dinamismo ao grupo. Deve ser presença amiga, constante e discreta; ser testemunho e estar em sintonia com o assessor e coordenador. Sua função não é alegrar o grupo, mas animar, ou seja, dar vida, contribuir no crescimento do grupo.

18 Articulador/a Unir ou ligar. É, geralmente, uma pessoa que já passou pelo processo de grupo e, portanto, tem uma maior caminhada que aqueles. do grupo que anima. Ele é a referência externa e interna do grupo. Acompanhar a articulação interna dos Conselheiros, coordenadores de movimentos e pastorais nas comunidades, bem como realizar a articulação externa, com as forânias e Região Arquidiocesana.

19 Secretário/a Quem faz as atas/relatórios; quem é responsável pela organização administrativa; quem redige cartas, organiza correspondência, agenda compromissos. É sempre uma pessoa escolhida pelo grupo para o serviço da secretaria, tendo em vista sua dedicação e capacidade de liderança democrática. É referência, representa o grupo coordena junto do coordenador. Além de executar as funções de secretaria (atas, relatórios, telefonemas, e- mails e etc.).

20 Coordenador/a Organizar, ordenar, conjugar, unir, ser responsável por. É sempre uma pessoa escolhida pelo grupo para o serviço da coordenação, tendo em vista sua dedicação e capacidade de liderança democrática. Articula as pessoas e as atividades, sendo elo interno no grupo ou na equipe e destes com os demais âmbitos pastorais ou da Igreja. Ajuda no planejamento, distribui tarefas, acompanha a execução das decisões e avalia com o grupo o que foi planejado e realizado. Providencia subsídios para a formação, desperta e promove novas lideranças. Juntamente com o pároco, busca garantir que todos no grupo se sentirem incluídos e tenham voz ativa. Ajuda o grupo a se manter fiel aos seus objetivos e procura propor alternativas nas decisões que o mesmo precisa tomar.

21 Missão do Coordenador Ajudar o grupo a planejar; Cuidar das relações do grupo; Distribuir funções e tarefas; Animar uma experiência de ação transformadora; Articular o grupo a outros organismos; Incentivar o Processo de Educação na Fé

22 O coordenador deve prezar por... Organização; Responsabilidade; Perseverança; Percepção do caminho pela frente; Trabalho em Equipe; Respeito; Diálogo; Comunicação clara; Autoridade; Paciência; Valorização dos membros do grupo;

23 Liderar é diferente de Coordenar... COORDENAÇÃOLIDERANÇAS Trabalhar com limitesExpandir fronteiras Controlar recursosInfluenciar pessoas Planejar para alcançar objetivosCriar visão de futuro Definir como e quando o trabalho será feito Comprometer-se a realizar o trabalho Usar a razão com um pouco de intuição Usar a intuição e os sentimentos com um pouco de razão Esperar por todas as informações antes de decidir Conseguir o máximo de informações para decidir Comparar os desempenhos com os planos Avaliar as realizações presentes com base nos planos futuros

24 Prepara e anima as reuniões; Detecta as necessidade do grupo; Favorece a convivência fraterna; Cria um clima democrático; Alimenta a experiência com o modelo de Jesus; Mantém um contato permanente com os organismos que sonham semelhante; Procura não abarcar todas as funções ou tarefas; Faz todo o grupo participar das experiências; Propicia o surgimento de novos animadores; O que o Coordenador faz no grupo?

25 Tipos de Coordenador Coordenador Ditatorial: É o tipo mandão. Todos os integrantes dependem exclusivamente do ditador, que possui autoridade máxima. Os membros são meros executores das ordens da autoridade. Coordenador Paternalista: O líder é bonzinho e representa a figura paterna. Agarra seus seguidores emocionalmente.

26 Coordenador Permissivo: O lema desse tipo de coordenador é: deixar como está pra ver como é que fica. É muito inseguro, tem medo de assumir responsabilidades. Sua orientação permissiva gera conflito e desorganização entre os participantes. Coordenador Democrático: O coordenador democrático faz dez trabalharem. Respeita as pessoas e acredita nelas. Consegue a cooperação do grupo por sua competência, paciência tolerância e honestidade de propósitos. Não dá ordens, dá exemplos, estimulando em vez de repreender.

27 Jesus Cristo: Modelo de Coordenador Ele foi a síntese do que existe de divino em ser humano. Reunia qualidades que o caracterizam como um líder autentico, conquistadas a partir de um processo gradativo. Ele era: Compreensivo Inspirador Bom Orador Conselheiro Confiável Piedoso Comprometido Acessível Crente


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