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STEI N Curso de Acessibilidade. STEI N Curso de Acessibilidade.

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1 STEI N Curso de Acessibilidade

2 STEI N Curso de Acessibilidade

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4 STEI N Curso de Acessibilidade

5 STEI N Curso de Acessibilidade

6 STEI N Curso de Acessibilidade

7 STEI N Curso de Acessibilidade 1. CONCEITO – O conceito do Homem padrão. A evolução do homem padrão e a arquitetura inclusiva. HOMEM PADRÃO VITRÚVIO (±1490) HOMEM PADRÃO MODULOR LE CORBUSIER (1946) HOMEM PADRÃO ERNEST NEUFERT

8 STEI N Curso de Acessibilidade Pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida possuem necessidades específicas que devem ser compreendidas e respeitadas; 1. CONCEITO - Quem são as pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida CENSO IBGE 8,5% PESSOAS ACIMA DE 60 ANOS 14,4 MILHÕES DE IDOSOS 15% PESSOAS COM DEFICIÊNCIA DE HABILIDADES 25 MILHÕES DE PESSOAS FÍSICA : MENTAL: VISUAL: AUDITIVA: PROJEÇÃO 15% ACIMA DE 60 ANOS 32 MILHÕES DE IDOSOS EXPECTATIVA DE VIDA : MÉDIA 68,6 ANOS

9 STEI N Curso de Acessibilidade IDOSOS GESTANTES TODOS QUE NÃO SEGUEM O MODELO DO HOMEM PADRÃO CRIANÇASOBESOS DEFICIENTESIDOSOS SOMAM 80% DA POPULAÇÃO MUNDIAL.

10 STEI N Curso de Acessibilidade DEFICIENTES FÍSICOSDEFICIENTE VISUAL PESSOA COM MULETAIDOSO COM ANDADORIDOSO COM BENGALA Pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida possuem necessidades específicas que devem ser compreendidas e respeitadas; 1. CONCEITO - Quem são as pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida

11 STEI N Curso de Acessibilidade É PRECISO Projetar considerando a DIVERSIDADE, respeitando as diferenças dos SERES HUMANOS.

12 STEI N Curso de Acessibilidade 7 PRINCÍPIOS DO DESENHO UNIVERSAL (Universidade da Carolina do Norte) 1- IGUALDADE DE USO 2- FLEXIBILIDADE DE USO 3- USO SIMPLES E INTUITIVO 4- INFORMAÇÃO PERCEPTIVA 5- TOLERÂNCIA AO ERRO 6- POUCO ESFORÇO FÍSICO 7- TAMANHO E ESPAÇO PARA A APROXIMAÇÃO E USO É O DESENHO DE PRODUTOS E AMBIENTES PARA SEREM USADOS POR TODAS AS PESSOAS, COM A MAIOR EXTENSÃO POSSÍVEL, SEM A NECESSIDADE DE ADAPTAÇÃO OU DESENHO ESPECIAL. 1. CONCEITO – O conceito do Desenho Universal

13 STEI N Curso de Acessibilidade 1. CONCEITO – O conceito do Desenho Universal O que não fazer!

14 STEI N Curso de Acessibilidade 1. CONCEITO – A Rota Acessível

15 STEI N Curso de Acessibilidade O percurso e a localização dos ambientes devem estar livres de obstáculos que impeçam o aceso e sua utilização. 1. CONCEITO – A Rota Acessível Acesso ao interior da edificação Desníveis Internos Largura de portas e corredores Alcance e uso de equipamentos

16 STEI N Curso de Acessibilidade ROTA ACESSÍVEL Trajeto contínuo, desobstruído e sinalizado, que conecta os ambientes externos ou internos de espaços e edificações, e que possa ser utilizado de forma autônoma e segura por todas as pessoas, inclusive aquelas com deficiência. A ROTA ACESSÍVEL externa pode incorporar estacionamentos, calçadas rebaixadas, faixas de travessia de pedestres, rampas, etc. a ROTA ACESSÍVEL INTERNA pode incorporar corredores, pisos, rampas, escadas, elevadores, etc. FONTE: NBR 9050/2004

17 STEI N Curso de Acessibilidade O percurso e a localização dos ambientes devem estar livres de obstáculos que impeçam o aceso e sua utilização. 1. CONCEITO – A Rota Acessível – Estudo de Caso – Escola Cassiano Faria

18 STEI N Curso de Acessibilidade ANTESDEPOIS 1. CONCEITO – A Rota Acessível – Estudo de Caso – Escola Cassiano Faria


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