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O QUE É? O Simples (sistema integrado de pagamento de impostos e contribuições das microempresas e empresas de pequeno porte) é o nome fantasia dado ao.

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2 O QUE É? O Simples (sistema integrado de pagamento de impostos e contribuições das microempresas e empresas de pequeno porte) é o nome fantasia dado ao sistema de tributação simplificada criado em 1996 através de medida provisória e convertida em Lei nº 9.317, de 1996 pelo governo do Brasil cujo objetivo é facilitar o recolhimento de contribuições das microempresas e médias empresas.

3 LEI COMPLEMENTAR Nº 123, DE 14.12.2006 A Lei Complementar nº 123, de 14.12.2006 estabelece normas gerais relativas às Microempresas e às Empresas de Pequeno Porte no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, abrangendo, não só o regime tributário diferenciado (Simples Nacional), como também aspectos relativos às licitações públicas, às relações de trabalho, ao estímulo ao crédito, à capitalização e à inovação, ao acesso à justiça, dentre outros.

4 A QUEM COMPETE REGULAMENTAR O SIMPLES NACIONAL? Ao Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), instituído pelo Decreto nº 6.038, de 07.02.2007. O CGSN, vinculado ao Ministério da Fazenda, trata dos aspectos tributários do Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte ( Lei Complementar nº 123, de 14.12.2006 ) e é composto por representantes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

5 O QUE SE CONSIDERA COMO MICROEMPRESA (ME) E EMPRESA DE PEQUENO PORTE (EPP) PARA EFEITOS DO SIMPLES NACIONAL? Considera-se ME, para efeito do Simples Nacional, o empresário, a pessoa jurídica, ou a ela equiparada, que aufira, em cada ano-calendário, receita bruta igual ou inferior a R$ 240.000,00. Considera-se EPP, para efeito do Simples Nacional, o empresário, a pessoa jurídica, ou a ela equiparada, que aufira, em cada ano-calendário, receita bruta superior a R$ 240.000,00 e igual ou inferior a R$ 2.400.000,00.

6 SIMPLES FEDERAL E DOS ENTES FEDERADOS: OS ANTIGOS "SIMPLES" Até 30 de junho de 2007 o nome "simples" era usado como sinônimo de regime de tributação simplificado para micro e pequenas empresas. A União e cada ente federativo tinha o seu simples. Assim, havia o Simples Federal, Simples Paulista, Simples Goiano, etc.

7 O Simples Federal previa recolher tributos para outros entes federados e repassar o valor arrecadado. Desde a vigência da Lei De Responsabilidade Fiscal, porém, os repasses de arrecadação estavam condicionados a várias condições, de forma que se algum ente federado aderisse ao Simples Federal ele arriscaria a ter a sua arrecadação retida. De fato, nenhum Estado chegou a aderir e não há informação de município que o tenha feito. Mais que isso, considerava-se que o cerceamento do poder tributário de determinado ente federativo era francamente inconstitucional. O Simples Federal unificava o pagamento de tributos federais: IRPJ, IPI CSLL, COFINS e PIS e também o recolhimento da parte patronal do encargo trabalhista INSS.

8 SIMPLES NACIONAL: O SUPER SIMPLES Criar um sistema tributário de arrecadação única com a coordenação da União, Estados e Municípios não é, porém, coisa que se pudesse ter feito da noite para o dia. Havia a esperança que fosse possível haver a arrecadação dos tributos pela União e posterior repasse aos Estados e Municípios, o que poderia ser feito mais rapidamente. Porém, os Estados e Municípios opuseram-se fortemente a essa forma de repasse que retirava o poder de arrecadar tributos de micro e pequenas empresas e em muitos entes não há empresas que não sejam pequenas. A União, Estados e Municípios, então, em um esforço concentrado inédito, fizeram um esforço conjunto entre entes federados do Comitê Gestor do Simples Nacional e criaram o sistema de arrecadação do simples nacional em um semestre. Em 30 de junho de 2007 entrou em produção o regime de arrecadação do Simples Nacional.

9 A principal novidade foi a arrecadação direta de tributos. Ao pagar a guia de arrecadação chamada de Documento de Arrecadação do Simples - DAS, o valor pago ao banco é repassado a um sistema gerenciado pelo Banco do Brasil que reparte automaticamente o recurso dentro de um dia para os entes destinatários do recurso. Este é o denominado sistema de arrecadação do Simples Nacional. O simples nacional, por ser sucessor dos vários "simples" dos entes federados e União, herdou também suas características. Uma das características do Simples Federal era a de não abarcar os profissionais liberais, diferente dos benefícios do imposto de renda da maioria dos outros países.

10 Essa tendência começou a se reverter logo no começo do Simples Nacional, quando foi incluída a categoria dos contadores, aceitando-se os primeiros profissionais liberais em um regime tributário de pequenas e micro empresas. Logo após, vários outros profissionais liberais foram aceitos, como os envolvidos com produção artística. Outros, como os médicos e engenheiros continuam sendo vedados. Portanto São 16 novos segmentos. Entre eles, escritórios de serviços contábeis, empresas de vigilância, limpeza ou conservação, além de construção de imóveis e obras de engenharia em geral, inclusive sob a forma de subempreitada.

11 A empresa optante pelo Simples Nacional deve recolher o imposto conforme a Receita Bruta, variando as alíquotas de acordo com a atividade desempenhada, como por exemplo: Comércio: de 4% à 11,61% Indústria: de 4,5% à 12,11% Serviços: de 4,5% à 17,42% [

12 EM QUE CONSISTE O SIMPLES NACIONAL OU SUPER SIMPLES? O regime tributário simplificado consiste no recolhimento de 8 tributos federais (IRPJ, IPI, CSLL, PIS/PASEP, COFINS), do ICMS estadual e do ISS municipal e Seguridade Social, a cargo da pessoa jurídica, incidente sobre a folha de salários) em documento único de arrecadação criado pelo Comitê Gestor e administrado pela Secretaria da Receita Federal - SRF.

13 QUAIS TRIBUTOS ESTÃO FORA DO REGIME SIMPLIFICADO? a) os tributos federais: IOF, II, IE, ITR, IR de aplicação financeira e ganho de capital CPMF, FGTS, CSS – PF, PIS/COFINS e IPI na Importação; b) os impostos estaduais: IPVA e ITCMD; c) os impostos municipais: ITBI e IPTU; d) as taxas e contribuições de melhorias nas três esferas.

14 QUEM NÃO PODE FAZER PARTE DO SUPER SIMPLES ? 1) pessoas jurídicas constituídas como cooperativas (exceto as de consumo); 2) empresas cujo capital participe outra pessoa jurídica; 3) pessoas jurídicas cujo sócio ou titular seja administrador ou equiparado de outra pessoa jurídica com fins lucrativos, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite R$ 2.400.000,00. Ficaram fora da vedação ao regime, as empresas de serviços contábeis, que poderão ser optantes pelo Simples Nacional.

15 EMPRESAS QUE NÃO TEM DIREITO 1 – que explore atividade de prestação de serviços de assessoria creditícia. Exemplo: factoring; 2 – que tenha sócio domiciliado no exterior; 3 – de cujo capital participe entidade da administração pública; 4 – que preste serviço de comunicação; 5 – que possua débito com o INSS, ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal, cuja exigibilidade não esteja suspensa; 6 – que preste serviço de transporte intermunicipal e interestadual de passageiros; 7 – que seja geradora, transmissora ou distribuidora de energia elétrica;

16 8 – que exerça atividade de importação ou fabricação de automóveis e motocicletas; 9 – que exerça atividade de importação de combustíveis; 10 – que exerça atividade de produção ou venda, no atacado, de bebidas alcoólicas, cigarros, armas, bem como de outros produtos tributados pelo IPI com alíquota maior que 20% ou com alíquota específica; 11 – que preste serviços de cunho intelectual, de natureza técnica, científica, desportiva, artística ou cultural, que constitua profissão regulamentada ou não, bem como a que preste serviços de instrutor, de corretor, de despachante ou de qualquer tipo de intermediação de negócios; 12 – que realize cessão ou locação de mão-de-obra; 13 – que realize atividade de consultoria; 14 – que se dedique ao loteamento e à incorporação de imóveis.

17 EMPRESAS QUE TEM DIREITO 1 – creche, pré-escola e estabelecimento de ensino fundamental; 2 – agência terceirizada de correios; 3 – agência de viagem e turismo; 4 – centro de formação de condutores de veículos automotores de transporte terrestre de passageiros e de carga; 5 – agência lotérica; 6 – serviços de manutenção e reparação de automóveis, caminhões, ônibus, outros veículos pesados, tratores, máquinas e equipamentos agrícolas;

18 10 – serviços de reparos hidráulicos, elétricos, pintura e carpintaria em residências ou estabelecimentos civis ou empresariais, bem como manutenção e reparação de aparelhos eletrodomésticos; 11- serviços de instalação e manutenção de aparelhos e sistemas de ar-condicionado, refrigeração, ventilação, aquecimento e tratamento de ar em ambientes controlados; 12 – veículos de comunicação, de radiodifusão sonora e de sons e imagens, e mídia externa; 13 – construção de imóveis e obras de engenharia em geral, inclusive sob a forma de subempreitada; 14 – transporte municipal de passageiros; 15 – empresas montadoras de estandes para feiras; 16 – escolas livres, de línguas estrangeiras, artes, cursos técnicos e gerenciais; 17 – produção cultural e artística;

19 18 – produção cinematográfica e de artes cênicas; 19 – cumulativamente administração e locação de imóveis de terceiros; 20 – academias de dança, de capoeira, de ioga e de artes marciais; 21 – academias de atividades físicas, desportivas, de natação e escolas de esportes; 22 – elaboração de programas de computadores, inclusive jogos eletrônicos, desde que desenvolvidos em estabelecimento do optante; 23 – licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação; 24 – planejamento, confecção, manutenção e atualização de páginas eletrônicas; desde que realizados em estabelecimento do optante; 25 – escritórios de serviços contábeis; 26 – serviço de vigilância, limpeza ou conservação.

20 RECOLHIMENTO ÚNICO O Simples Nacional implica o recolhimento mensal, mediante documento único de arrecadação, do IRPJ, IPI, CSLL, COFINS, PIS, INSS, ICMS e ISS. Entretanto, em alguns desses tributos há exceções, pois o recolhimento será realizado de forma distinta, conforme a atividade.

21 PARTICIPAR DO SIMPLES NACIONAL Serão consideradas inscritas no Simples Nacional as microempresas e empresas de pequeno porte regularmente optantes pelo Simples Federal (Lei 9.317/1996), salvo as que estiverem impedidas de optar por alguma vedação imposta pelo novo regime do Simples Nacional. Apesar do nome, não é difícil notar que o Super Simples não é tão simples assim. A principal facilidade do sistema é a unificação dos impostos, mas a adesão ou não ao sistema vai depender de uma análise cuidadosa de sua empresa. Se ela, por exemplo, não for microempresa, é possível que não seja tão simples assim.

22 ACESSO AO PORTAL DO SIMPLES NACIONAL

23 https://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/

24 Clicar

25 Como emitir o DAS da 2ª parcela?? Caminho: Serviços -> Parcelamentos -> Simples Nacional -> Acompanhamento do Pedido.

26 INSTITUIÇÃO FINANCEIRA - DAS 001 - BANCO DO BRASIL S.A. 003 - BANCO DA AMAZONIA S.A. 021 - BANESTES S.A. BANCO DO EST. 027 - BANCO DO ESTADO DE SC S.A. 033 - BANCO SANTANDER BANESPA S.A. 039 - BANCO DO ESTADO DO PIAUÍ S.A. 041 - BANCO DO ESTADO DO RS S.A. 047 - BANCO DO ESTADO DE SE S.A. 070 - BRB - BANCO DE BRASILIA S.A. 104 - CAIXA ECONOMICA FEDERAL

27 237 - BANCO BRADESCO S.A. 151 - BANCO NOSSA CAIXA S.A. 341 - BANCO ITAÚ S.A. 356 - BANCO ABN AMRO REAL S.A. 389 - BANCO MERCANTIL DO BRASILS.A. 399 - HSBC BANK BRASIL S.A. 409 - UNIBANCO-UNIAO DE BANCOS BRASILEIROS S.A. 422 - BANCO SAFRA S.A.

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29 Este botão somente surge após o clique em salvar.

30 EMISSÃO DO DOCUMENTO FISCAL Condição: à BC e ao imposto destacado do ICMS - Inutilização dos campos destinados à BC e ao imposto destacado do ICMS, de obrigação própria. Informações Complementares - Constar no campo destinado às Informações Complementares ou, em sua falta, no corpo do documento, as expressões: NÃO GERA DIREITO A CRÉDITO FISCAL DE ICMS, DE ISS E DE IPI

31 Não gera direito a crédito fiscal de ICMS, ISS e IPI Inutilizar o Campo BC e imposto destacado do ICMS

32 LINKS http://jus.uol.com.br/revista/texto/10137/sim ples-nacional-e-a-vedacao-a-transferencia-de- creditos http://jus.uol.com.br/revista/texto/10137/sim ples-nacional-e-a-vedacao-a-transferencia-de- creditos http://www.administradores.com.br/informe- se/administracao-e-negocios/entenda-o- simples-nacional/35546/ http://www.administradores.com.br/informe- se/administracao-e-negocios/entenda-o- simples-nacional/35546/

33 http://jus.uol.com.br/revista/texto/12421/simpl es-nacional-microempreendedor-individual-mei http://jus.uol.com.br/revista/texto/12421/simpl es-nacional-microempreendedor-individual-mei http://www.sebrae.com.br/uf/paraiba/sites- especiais/simples-nacional http://www.sebrae.com.br/uf/paraiba/sites- especiais/simples-nacional http://exame.abril.com.br/pme/noticias/8- duvidas-frequentes-sobre-o-simples-nacional http://exame.abril.com.br/pme/noticias/8- duvidas-frequentes-sobre-o-simples-nacional

34 FONTES http://www.mundodastribos.com/super- simples-nacional-o-que-e-como-funciona- informacoes.html http://www.mundodastribos.com/super- simples-nacional-o-que-e-como-funciona- informacoes.html http://pt.wikipedia.org/wiki/Simples

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