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CNBB DOC. 104. Uma renovação da paróquia em vista de responder aos desafios do nosso tempo Memória histórica da renovação da Igreja: 1) As novidades do.

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1 CNBB DOC. 104

2 Uma renovação da paróquia em vista de responder aos desafios do nosso tempo Memória histórica da renovação da Igreja: 1) As novidades do Concílio Vaticano II ( ): Igreja, povo de Deus – uma nova compreensão de si mesma; Sinal de alegria e esperança para o mundo – uma nova compreensão da sua missão no mundo; Iluminada pela Palavra(DV), alimentada pela Eucaristia(SC) e fortalecida pela Caridade(GS).

3 2) As conferências episcopais latino americanas: Medelín (68), Puebla (79), Santo Domingo(82) e Aparecida(2007): Igreja, povo de Deus a serviço dos pobres e oprimidos, a partir das CEBs, aplicando o método de ação pastoral: ver, julgar e agir; Igreja, povo de Deus a serviço dos pobres, jovens e família, a partir das CEBs, assumindo como exigências da ação pastoral: a comunhão, a participação e a missão; Igreja, povo de Deus a serviço da vida, em estado permanente de missão no diálogo com as novas realidades humanas, comunitárias e sociais.

4 CNBB – DOCUMENTO 104 Para reflexão das Igrejas Particulares sobre a necessidade de renovação da estrutura paroquial Estrutura do texto: I - Perspectiva Bíblica II – Perspectiva Teológica III – Novos contextos: desafios à paróquia IV – Perspectiva Pastoral

5 PONTO DE PARTIDA A identidade eclesial da paróquia Aspectos Bíblicos e Teológicos 1) Jesus Cristo é a cabeça da Igreja: tudo parte Dele e tudo converge para Ele em vista do Reino definitivo; 2) As primeiras comunidades cristãs são modelos inspiradores para as comunidades cristãs: A vida das comunidades (At 2,42-47) A missão das comunidades (1,8-12); Portanto, as comunidades surgem da missão e do testemunho heróico dos discípulos e missionários de Jesus Cristo.

6 3) A Igreja é prolongamento da missão de Jesus Cristo. Como instrumento de salvação, a Igreja, age na graça do Pai, no amor do Filho e na força do Espírito Santo. A Trindade Santa é a comunidade perfeita; Por meio dela(ministérios) a fé em e de Jesus Cristo é anunciada (Palavra), é celebrada(Liturgia) e é testemunhada(Caridade); A paróquia expressa-se como tal na comunhão dos seus membros entre si e com as outras paróquias em torno do bispo diocesano. A comunhão é o elemento mais importante da identidade eclesial da paróquia; Portanto, ela deve ser casa de oração, casa da palavra, casa da eucaristia, casa da acolhida e sinal de transformação para o mundo.

7 PONTO DE PARADA A realidade pessoal, comunitária e social Novos Contextos: desafios à paróquia 1) O nosso tempo é marcado por luzes e sombras : por um lado, se é surpreendido por grandes desgraças e, por outro, se é surpreendido pelas grandes conquistas; 2) O mundo está em rápidas, profundas e constantes mudanças transformando fortemente a pessoa, a comunidade e a sociedade; 3) Por um lado, constata-se uma cultura marcadamente individualista, consumista, descartável, imediatista e materialista com consequências dramáticas para as pessoas, as comunidades e a sociedade;

8 4) Por outro lado, constata-se os avanços científicos e tecnológicos a serviço da vida; a crescente consciência e luta pelos direitos humanos, defesa do meio ambiente(sustentabilidade), tolerância frente às diferenças, trabalho em parceria e rede, visão holística da existência; fóruns mundiais propondo um novo jeito de estar no mundo. Diante de tudo isto verificamos que os maiores desafios para a eficácia da ação evangelizadora da Igreja hoje passa pela PESSOA (relacionamento), COMUNIDADE (estrutura) E SOCIEDADE (ética):

9 4.1 O desafios no âmbito da PESSOA, na ação pastoral requer, impreterivelmente: Atendimento personalizado: dar atenção a dimensão afetiva; Ajuda para superar o intimismo religioso diante da tendência de viver a fé separada da comunidade e sem compromisso social; Posicionar frente as novas configurações familiares, acolhendo indistintamente, sem deixar de apresentar os ensinamentos da Igreja sobre a família; Propiciar uma experiência pessoal de encontro com Jesus Cristo crucificado e ressuscitado, razão da nossa alegria e de nossa esperança;

10 4.2 O desafio no âmbito da COMUNIDADE, na ação pastoral e missionária requer: Compreender a paróquia como uma comunidade de comunidades, sem se limitar à territorialidade; Ocupar os novos espaços, sobretudo, aqueles suscitados pela comunicação digital(redes sociais); Atenção à mobilidade das pessoas: são muitas as pessoas que saem e as que chegam. Hoje as pessoas são marcadas pela mobilidade e o dinamismo de suas reações; Ação pastoral(toda) decididamente missionária, indo além da pastoral de manutenção; Autêntica catequese de iniciação à vida cristã em perspectiva bíblica;

11 Promover a renovação das estruturas da paróquia a fim de: - acolher bem a todos, encantando-os com o nosso testemunho cristão alegre, feliz, entusiasmado; - ir ao encontro dos batizadas afastados e dos não batizados, oportunizando sua iniciação cristã de forma encantadora; - defender a causa da vida de forma intransigente e radical; - ser espaço organizado de comunhão, participação e missão para os discípulos e missionários, indo além das fronteiras da própria paróquia; - valorizar o protagonismo de agente de pastoral – discípulo missionário, capacitando e apoderando na dinâmica da comunhão e da corresponsabilidade;

12 Garantir vínculo comunitário as pessoas, grupos, pastorais e movimentos, superando o anonimato e o individualismo enfraquecedor da vida de Igreja; Ampliar a ação evangelizadora, envolvendo todas as forças vivas(pastoral de conjunto e orgânica) em vista de proporcionar encontros com Cristo nas comunidades territoriais e ambientais; Fortalecimento das pequenas comunidades, suscitando o surgimento de novas, a fim de que a Igreja se faça presente, através de seus discípulos missionários, em toda parte; Capacitação dos discípulos missionários para agirem em nome da Igreja com convicção de fé, criatividade e mística em comunhão entre si e com os pastores.

13 4.3 – o desafio no âmbito da SOCIEDADE, na ação pastoral requer de nós: Consciência de pertença ao planeta, cultivando uma concepção ecocêntrica do nosso modo de estar no mundo; Superação da concepção mercantilista da vida, cultivando o sentido e o significado sacramental da vida humana; Exorcização do comportamento religioso intimista baseado numa espiritualidade da prosperidade e da busca da felicidade desconectada do bem comum; Diálogo inteligente e consistente para combater a tendência ao laicismo religioso (negação da mediação: a sociedade pós-cristã), afirmando a importância da religião cristã para a vida plena das pessoas.

14 Afirmação prioritária de busca da verdade e não do desejo. Não podemos nos conformar com uma cultura que, prioritariamente, busca o desejável e a não verdade; Fortalecimento da convicção da fé católica. Diante do pluralismo religioso e social é preciso firmar a fé cristã católica, como exigência para o diálogo ecumênico e intereligioso frutuoso; Promoção da presença pública da Igreja, inserindo-se nas atividades humanas e sociais a fim de defender os valores inalienáveis da condição humana na terra e para além dela; valorização dos eventos de massa para despertar para uma experiência pessoal e comunitária de Cristo Jesus, pois apesar de tudo, o ser humana demonstra muita sede de Deus.

15 PONTO CRUCIAL A conversão pastoral Perspectivas Pastorais 1) A conversão pastoral passa inevitavelmente pela conversão pessoal, pois as mudanças espirituais influenciam nas mudanças estruturais; 2) A conversão pastoral requer potencializar(recuperar) as bases da vida das comunidades a partir: da escuta da Palavra(círculos bíblicos, celebração da Palavra, escola da fé; Da fração do Pão (Eucaristia), pois a Eucaristia é fonte e ápice da vida da Igreja, Da oração pessoal e comunitária(ofício divino das comunidades, lectio divina, retiros, rosário e outras ações);

16 Capacitação dos agentes para acolher e servir bem, a fim de criar e fortalecer os laços dos fiéis com a comunidade. Portanto, a renovação das bases da vida paroquial passa pela organização e pela dinâmica da formação, educação, celebração e vivência da fé cristã ; A paróquia deve ser um centro forte e atraente de irradiação da fé em Jesus Cristo, nosso único Mestre e Senhor;

17 3) Convencer das seguintes mudanças: Evitar tanto a centralização quanto à uniformidade; Estabelecer relações interpessoais para vencer o anonimato e a solidão das pessoas; Acolher todas as pessoas dando razão a cada uma para viver cristãmente, na comunidade; Promover a interatividade e a participação oficial de agentes através das instâncias representativas das comunidades e grupos eclesiais; Transparência e qualificação da administração dos bens móveis e imóveis de acordo com as leis civis e canônicas;

18 Diante das dificuldades financeiras das paróquias mais pobres, desenvolver o fundo de solidariedade entre as paróquias; Portanto, a renovação da paróquia, trata-se de inserir de modo crítico, criativo e construtivo nessa nova realidade tudo aquilo que é precioso na tradição cristã católica a fim de comunicar com clareza e encanto os mistérios da nossa fé.

19 Referências Bibliográficas Compêndio do Vaticano II Conferências Latino Americanas Documento 104 CNBB Sagrada Escritura


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