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D EPARTAMENTO DE E DUCAÇÃO F ÍSICA E S AÚDE C URSO DE E DUCAÇÃO F ÍSICA D ISCIPLINA P RESCRIÇÃO E C ONTROLE DO E XERCÍCIO P ARA P OPULAÇÕES E SPECIAIS.

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1 D EPARTAMENTO DE E DUCAÇÃO F ÍSICA E S AÚDE C URSO DE E DUCAÇÃO F ÍSICA D ISCIPLINA P RESCRIÇÃO E C ONTROLE DO E XERCÍCIO P ARA P OPULAÇÕES E SPECIAIS OBESIDADE

2 Os animais dificilmente se tornam obesos. Instintivamente, eles comem o suficiente para as suas necessidades de crescimento, desenvolvimento e manutenção. No ser humano, as mães, preocupada em alimentar bem seus filhos, acabam estimulando- os a comer mais do que deveriam. Práticas como essa vão criando hábitos de ingerir mais do que o suficiente para o gasto calórico.

3 A prevalência de indivíduos obesos praticamente dobrou na última década e ainda continua aumentando em muitos países. A obesidade é um processo de acúmulo de gordura que vai progredindo com diferentes manifestações, psicológicas, físicas, sociais e consequências clínicas, acrescidas de efeitos metabólicos, os quais se aliam para causar e enfermidades cardiovasculares, diabetes e outras.

4 TEORIAS DA OBESIDADE A explicação do porquê tantas pessoas pesam mais do que deveriam tem sido origem de grande confusão para pesquisadores e também para o público em geral. Atualmente, quase todas as teorias da obesidade recaem em três categorias. Potencial para obesidade Elevada ingestão de energia Influências genéticas e parentais Baixo consumo de energia

5 I NFLUÊNCIAS GENÉTICAS E PARENTAIS Fatores genéticos e parentais são importantes para explicar porque alguns indivíduos encontram dificuldades em evitar a obesidade. Estudos demonstram que algumas pessoas têm maior tendência para obesidade do que as outras, por causa de fatores genéticos. Essas pessoas precisam ser excepcionalmente cuidadosas com seus hábitos alimentares e de exercícios para contrabalançar essas tendências alimentares hereditárias. Vem crescendo o consenso de que numerosos genes interagem entre si e com o ambiente para a expressão do fenótipo da obesidade.

6 Especialistas em obesidade acreditam que esse problema seja decorrente tanto da predisposição genética como circunstância ambientais. Entre outras palavras, uma certa composição genética pode dar ao indivíduo uma predisposição para a obesidade, a qual pode ser expressa pela ação de um ambiente apropriado, mas que com simples cuidados e controles pode ser amplamente dominada. Basta vontade e determinação.

7 E LEVADA INGESTÃO DE ENERGIA Há uma boa razão para acreditar que a abundância de alimentos saborosos e ricos em calorias, seja um fator importante na alta prevalência da obesidade. Quando a ingestão de gordura alimentar é alta, quase todos os adultos e crianças tendem a ganhar peso com facilidade e rapidez. No entanto, quando o consumo de gordura alimentar é baixo e a ingestão de carboidrato e fibra é elevada, a pessoa alcança um peso corporal desejável. Há indicações de que pessoas obesas tendem a escolher alimentos com alto teor de gordura e ricos em energia com uma frequência maior no cotidiano do que pessoas magras, além de terem hábitos alimentares diferentes.

8 Há várias razões pelas quais dietas ricas em gordura promovem obesidade com maior frequência do que dietas ricas em carboidratos. Dietas com teores mais altos de gordura são percebidas como mais palatáveis, levando a uma ingestão de calorias muito maior.

9 B AIXO CONSUMO DE ENERGIA Vimos que algumas pessoas têm uma maior propensão para a obesidade por causa de tendências genéticas e pelo consumo habitual de dietas ricas em gordura. Todos os seres humanos despendem energia por três modos: pela taxa metabólica em repouso, pela atividade física e pela digestão e metabolização dos alimentos.

10 D IAGNÓSTICO DA O BESIDADE As medidas antropométricas são utilizadas para avaliar a composição corporal e refletem o modo indireto o estado nutricional. A antropometria é o método de mensuração mais utilizado para graduar a adiposidade por ser simples, universalmente aplicável, barato e não invasivo. As medidas antropométricas mais usadas são: Peso; Altura; Circunferência da cintura quadril; Relação cintura-quadril A combinação do índice de massa corporal (IMC) com a distribuição de gordura é provavelmente a melhor opção para preencher a necessidade de uma avaliação médica.

11 P ESO Quando isoladamente, é uma medida grosseira de avaliação. A medição deverá ser realizada com indivíduo despido ou usando roupas leves e em balanças bem calibradas. Deve-se evitar a ingestão de bebidas e alimentos nas horas anteriores à avaliação. A presença de edema, problema comum entre indivíduos obesos, deverá ser avaliada, pois afetará o peso total, assim como a síndrome da tensão pré-menstrual (TPM), em que é comum a retenção de líquidos não visualizados.

12 Í NDICE DE M ASSA C ORPORAL É um índice utilizado para classificar sobrepeso e obesidade. O cálculo é realizado utilizando o peso em quilogramas dividido pela altura em metros ao quadrado. A classificação do peso de acordo com o IMC é mostrada na Tabela, a seguir: IMC = Peso ( em quilos) Altura² ( em metros )

13 À medida que o IMC aumenta, eleva-se o risco de desenvolvimento das comorbidades relacionadas à obesidade, como: Diabetes mellitus; Hipertensão arterial; Dislipidemia; Doenças osteoarticulares; Gota; Doenças pulmonares; Câncer e outras. IMC (kg/m²) ClassificaçãoRisco de comorbidades < 18,5 Baixo pesoOutros problemas clínicos 18,5 – 24,9 NormalAusente 25,0 – 29,9 SobrepesoAumentado 30,0 – 34,9 Obeso grau IModerado 35,0 – 39,9Obeso grau IIGrave >40,0Obeso grau IIIMuito Grave

14 Combinação da medida da cintura e do índice de massa corporal (IMC) associados ao risco de comorbidades. Os pontos utilizados para avaliação da adiposidade são: Abdome; Circunferência abdominal; Circunferência umbilical e Quadril. Cintura (cm) ClassificaçãoIMC (kg/m²) Homem: 94 a 102 Mulher: 80 a 88 Homem: 102+ Mulher 88+ Baixo peso < 18,5-- Peso normal 18,5 – 24,9-Aumentado Sobrepeso 25,0 – 29,9AumentadoElevado Obesidade > 30,0ElevadoMuito elevado

15 C IRCUNFERÊNCIA DA C INTURA A BDOMINAL A medida da circunferência abdominal é um método considerado simples na avaliação da distribuição de gordura e exibe uma forte correlação com a gordura corporal total e o IMC. É a medida com melhor correlação com a quantidade de gordura visceral e, por conseguinte, como o risco metabólico e cardiovascular. Outro ponto a favor dessa medição é o fato de que se podem encontrar indivíduos com um IMC dentro da normalidade, mas com a medida da cintura em níveis que o colocam em um grupo de risco.

16 R ELAÇÃO C INTURA -Q UADRIL É método utilizado para avaliar distribuição de gordura e não excesso de peso. Avalia tanto a presença de gordura abdominal como periférica, tendo a seu favor a possibilidade de detecção da presença de risco aumentado em pacientes sem excesso de peso. A OMS considera a RCQ como um dos critérios para caracterizar a SM, com valor de corte de 0,9 para homens e 0,85 para mulheres.

17 RCQ = Circunferência da Cintura Circunferência do Quadril Classificação da RCQ para o sexo masculino: Classificação da RCQ para o sexo feminino: FONTE: Heyward & Stolarcyk,1996 IdadeBaixo Moderado AltoMuito Alto 20 – 29< 0,83 0,83 – 0,88 0,89 – 0,94> 0,94 30 – 39< 0,84 0,84 – 0,91 0,91 – 0,96> 0,96 40 – 49< 0,88 0,88 – 0,95 0,96 – 1,00> 1,00 50 – 59< 0,90 0,90 – 0,96 0,97 – 1,02> 1,02 60 – 69< 0,91 0,91 – 0,980,99 – 1,03> 1,03 IdadeBaixoModeradoAltoMuito Alto 20 – 29< 0,710,71 – 0,770,78 – 0,82> 0,82 30 – 39< 0,720,72 – 0,780,79 – 0,84> 0,84 40 – 49< 0,730,73 – 0,790,80 – 0,87> 0,87 50 – 59< 0,740,74 – 0,810,82 – 0,88> 0,88 60 – 69< 0,760,76 – 0,830,84 – 0,90> 0,90

18 P REGAS C UTÂNEAS A medição da espessura das pregas cutâneas como indicadora do tecido adiposo é mais um método utilizado com frequência para o diagnóstico da obesidade, pois existe uma relação entre a gordura localizada nos depósitos debaixo da pele e a gordura interna e a densidade corporal. As áreas mais utilizadas para medições das pregas cutâneas são a tricipital e subescapular, pois são as que melhor refletem a adiposidade por terem maior correlação com a gordura corporal total e valores de referência mais bem determinados. Outros locais utilizados para medir a prega cutânea são as regiões da supra ilíaca, abdominais e superior da coxa.

19 % de Gordura através de Dobras Cutâneas Fórmula de Faulkner (para mulheres e homens): % Gordura = somatório DC x 0, ,783 Somatório DC = (triciptal + subescapular + suprailíaca + abdominal).

20 B IOIMPEDÂNCIA Impedância é a resistência à passagem da corrente elétrica, com base na propriedade de que o tecido hidratado e isento de gordura oferece menor resistência à passagem da corrente elétrica em comparação ao tecido adiposo. A impedância da corrente elétrica relaciona-se, portanto, à quantidade de gordura corporal. A bioimpedância deve-se realizar apenas em condições padronizadas com adequada calibração e aplicação do equipamento.

21 U LTRASSONOGRAFIA Método utilizado para determinar a espessura do tecido adiposo subcutâneo, uma alternativa à avaliação das pregas cutâneas. Além da avaliação da espessura do tecido adiposo, avalia também tecidos mais profundos nas diferentes regiões corporais, quantificando as mudanças no padrão topográfico da gordura.

22 T OMOGRAFIA C OMPUTADORIZADA Método de imagem considerado preciso e confiável para quantificar o tecido adiposo subcutâneo e em especial o intra-abdominal. Os componentes principais são tecido adiposo, músculo esquelético, osso e órgãos viscerais.

23 C LASSIFICAÇÃO DA OBESIDADE DE ACORDO COM A DISTRIBUIÇÃO DE G ORDURA C ORPORAL O padrão de distribuição do tecido adiposo relaciona-se aos riscos do excesso de peso, independentemente do grau da adiposidade corporal. A gordura corporal pode apresentar a seguinte distribuição: Central ou andróide; Periférica ou ginecóide.

24 O BESIDADE A NDRÓIDE X G INECÓIDE Andróide Excesso de gordura corporal na região abdominal. Ginecóide Excesso de gordura na região glúteo- femural.

25 C ONSEQUÊNCIAS DO EXCESSO DE PESO Os efeitos do excesso de peso sobre a morbidade e a mortalidade são conhecidos há mais de anos. A obesidade está associada a várias doenças muito prevalecentes na sociedade moderna. As doenças associadas ao excesso de peso são responsáveis por um custo significativo nos sistemas de saúde sendo que a 3 a 7% do total destes custos são atribuídos à obesidade.

26 Existem atualmente extensas evidências de que o excesso de peso, a distribuição de gordura corporal e o sedentarismo estão associados com maior risco de morte.

27 D OENÇAS RELACIONADAS AO EXCESSO DE PESO Cardiovasculares: Hipertensão arterial Doença coronariana Doença cerebrovascular Varizes Trombose venenosa Respiratórios: Dispinéia Apnéia do sono Síndrome da hipoventilação

28 Gastrointestinais Hérnia de hiato Colelitíase Esteatose hepática e cirrose Hemorróidas Hérnias Câncer colorretal Metabólicos Dislipedemia Insulino-resistência Diabetes melito II

29 Gravidez Complicações obstétricas Macrossomia fetal Mamas Câncer Ginecomastia Uterinos Câncer de endométrio Câncer cervical Urológicos Câncer de prostata Incontinência urinária

30 Pele Dermatite por sudorese Micoses Linfoedema Celulite Ortopédicos Osteoartrites Gota Endócrinos Hipercortisolismo Irregularidadde menstrual Ovário policístico Renal Proteinúria

31 T RATAMENTO DA O BESIDADE Em geral, a obesidade tem sido tratada como se fosse uma enfermidade aguda, quando deveria ser considerada como um problema crônico, de forma muito parecida com doença cardíaca ou diabetes. A meta final de um programa de redução de peso abrangente de perda e manutenção de peso incorpore dieta, exercício e modificação do comportamento leve ao controle do peso a longo prazo.

32 A TIVIDADE F ÍSICA Toda atividade física e todo movimento muscular que consomem energia. Para ter uma saúde ideal, quase todos os especialistas em condicionamento físico recomendam que sejam queimadas pelo menos 200 a 400 Calorias/dia com a prática de exercício planejado.

33 H ÁBITOS DAQUELES QUE OBTIVERAM SUCESSO NA PERDA E NO CONTROLE DE PESO Pesquisadores da Universidade de Pittsburgh e da Universidade de Colorado fundaram um registro norte- americano de pessoas que perderam mais de 14 quilogramas de peso e mantiveram essa perda por mais de um ano. Atualmente, são várias centenas de pessoas inscritas nesse registro, a partir do qual foram obtidos achados interessantes:

34 94% das pessoas que obtiveram sucesso com a redução do peso aumentaram seu nível de atividade física para alcançar essa redução. A atividade física mais comumente relatada foi a caminhada. 92% relataram que continuaram a se exercitar para manter a redução do peso. Os mais bem-sucedidos em combater a reaquisição de peso se exercitam durante um mínimo de uma hora por dia, queimando 400 Calorias diárias. 98% diminuíram de alguma forma a ingestão de alimentos. 57% receberam ajuda profissional de médicos, nutricionistas, vigilantes do peso, etc.

35 B ENEFÍCIOS DO EXERCÍCIO AERÓBICO PARA INDIVÍDUO OBESO A prática regular de exercício pelo indivíduo obeso está associada com: 1. Melhor VO² máx da resistência cardiorrespiratória. 2. Melhor perfil dos lipídios sanguíneo, em particular redução dos triglicerídeos e aumento de HDL-C – a perda de peso mais responsável por redução no colesterol toal e no LDL-C. 3. Melhor estado psicológico, especialmente no bem- estar e no vigor, e redução na ansiedade e na depressão.

36 4. Melhor apoio social de grupo, o que pode melhorar a manutenção da perda de peso em longo prazo. 5. Diminuição do risco de doenças ligadas à obesidade (p. ex., diabetes, doença cardíaca, câncer, hipertensão). A prática de exercício aeróbico com moderação durante a redução de peso ajuda a melhorar o estado de saúde em geral. O sucesso de um programa de redução de peso deve ser medido não apenas pela quantidade total de peso perdido, mas também pela qualidade do peso perdido e pelo estado de saúde resultante.

37 Se uma empresa farmacêutica lançasse um remédio que ajudasse a queimar gordura, permitisse comer mais sem ganhar peso e não produzisse efeitos colaterais expressivos, provavelmente todos fariam um estoque desse medicamento em casa. Não obstante, já se tem tudo isso na atividade física. James Hill

38 R EFERÊNCIAS 1. Halpern, Alfredo; Mancini, Marcio Corrêa. Manual de Obesidade para o Clínico. São Paulo: Editora Roca Ltda, Angelis, Rebeca C. de. Riscos e Prevenção da Obesidade: Fundamentos Fisiológicos e Nutricionais para Tratamento. São Paulo: Editora Atheneu, Bouchard, Claude. Atividade Física e Obesidade. Barueri, SP: Editora Manole Ltda, Nieman, David C. Exercício e saúde: teste e prescrição de exercícios. Barueri, SP: Editora Manole Ltda, 2011.


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