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VII Congresso Internacional das Rotas de Integração da América do Sul Porto Alegre, 22 de outubro de 2009.

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1 VII Congresso Internacional das Rotas de Integração da América do Sul Porto Alegre, 22 de outubro de 2009

2 Visão Sistêmica sobre as Políticas de Integração Social, Ambiental e Educacional Porto Alegre, 22 de outubro de 2009

3 Pontos a considerar: 1.A indissociabilidade entre o Desenvolvimento (sustentável) e Educação; portanto Indissociabilidade entre as Políticas de Integração na área Social, Ambiental e Educacional e Econômica.

4 Conferência Regional de Educação Superior - CRES ALC: 17 milhões de estudantes matriculados no Ensino Superior ALC: IES Brasil: IES 303 dessas são Universidades ou Centros Universitários. O Ensino Superior na América Latina e Caribe

5 Na região da ALC cerca de 24% da população com idade para freqüentar o ensino superior está efetivamente matriculada. Na Europa a porcentagem alcança 87% ; Na Ásia chega a 68%. MATRÍCULAS

6 Fonte: IESALC / MESALC y CEPAL, Boletín Demográfico 76, junio CEPAL, Santiago, Chile (estim. 2005)

7 Qual o significado desta ausência para o Continente Sul Americano? O que significa hoje, para os nossos jovens, o ingresso no Ensino Superior?

8 Em suma: A Educação deve ser olhada como a uma premissa e vetor indispensável para o desenvolvimento social e para sustentabilidade ambiental; portanto, para o bem estar social e qualidade de vida na América do Sul.

9 2. Assimetrias O Mapa de Estudos Superiores do Instituto Internacional da UNESCO para a Educação Superior da América Latina e do Caribe (IESALC) aponta grande desigualdade e uma realidade cheia de contrastes locais e regionais. Acentuada divisão entre aquelas pessoas que participam plenamente de uma vida cidadã, produtiva e responsável e aquelas que não tiveram a possibilidade de escolher.

10 Assimetrias contundentes na ALC : pólos altamente desenvolvidos contrastando com regiões de desenvolvimento incipiente (assimetrias inter e intra-regionais; em micro e macro regiões)

11 Assimetrias entre níveis de ensino EB x G x PG BR? A forte política de desenvolvimento da Pós-Graduação transcende as peculiaridades de cada governo. G. BR: Década de 70 e : BR no 15º lugar do ranking internacional de produção científica qualificada (fruto da política da PG) com assimetrias internas contundentes.

12 Assimetrias entre níveis de ensino EB x G x PG BR? A forte política de desenvolvimento da Pós-Graduação transcende as peculiaridades de cada governo. G. BR: Década de 70 e : BR no 15º lugar do ranking internacional de produção científica qualificada (fruto da política da PG) com assimetrias internas contundentes. O que fez a diferença?

13 Portanto: as políticas públicas devem pensar a Educação como Projeto de ESTADO e como um Sistema INTEGRADO E ARTICULADO em seus diferentes níveis, com flexibilidade que permita a mobilidade entre países. que deve permear todo o território.

14 3. Educação como elemento de capilarização da integração: a mobilidade também deve ser resultante das políticas governamentais. Cooperação e mobilidade acadêmica no Ensino de Pós-Graduação: bem estabelecida. Ex: CAPES/CNPq 1970/1990 Cabo Verde

15 Cooperação e mobilidade acadêmica no Ensino de Graduação Exemplos PEC-G AUGM, Escala Portanto: A mobilidade como vetor de desenvolvimento e integração deve fazer parte das políticas governamentais em todos os níveis de Ensino na América do Sul.

16 4. Investimento BR: segundo dados do INEP (2007) > 4,6% do PIB (Produto Interno Bruto) distribuídos entre a Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino Superior. Para o Ensino Superior > 0,7% do PIB.

17 Ano Percentual do Investimento Público Direto em Relação ao PIB Total Níveis de Ensino Educação Básica Educação Infantil Ensino Fundamental Ensino Médio Educação Terciária De 1ª a 4ª Séries ou Anos Iniciais De 5ª a 8ª Séries ou Anos Finais 20003,93,20,31,31,10,50, ,03,30,31,31,10,60, ,13,30,31,51,10,40, ,93,20,31,31,00,50, ,93,20,31,31,10,50, ,93,20,31,41,10,40, ,43,70,31,4 0,60, ,63,90,41,51,40,60,7 Fonte: Inep/MEC Tabela elaborada pela DTDIE/Inep.

18 O percentual do PIB para a educação é insuficiente na maioria ds países da AS. Considerando, por exemplo, o papel-chave das IES no desenvolvimento tecnológico e sustentável dos países da AS (contribuem com cerca de 90% da produção científica na América Latina e Caribe), o investimento não é suficiente.

19 Sobretudo considerando que o conhecimento gerado pelo investimento em educação e pesquisa pode levar muitos anos para se traduzir em bem estar social e sustentabilidade.

20 4. A educação deve ser pautada num sistema sólido de avaliação com consequências regulatórias. As políticas de integração da educação na América do Sul não podem abrir mão da qualidade, mas devem ser suficientemente flexíveis para permitir a mobilidade.

21 5. Harmonização dos currículos é possível? É nele que residem as tendências inovadoras. É nele que residem os métodos e o estilo de trabalho de uma instituição de ensino superior. Processo de Bologna: 3+2+3

22 Para a mobilidade/integração é necessário: Pautar as equivalências na qualidade, e criar mecanismos de avaliação e adaptação curriculares. Portanto: analisar o alcance efetivo das habilidades e competências necessárias à formação.

23 Obrigada!


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