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Profº Ivan. 2 Os 4 Vs: Volume de saída Variedade de saída Variação da demanda de saída Visibilidade (contato com o consumidor)

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Apresentação em tema: "Profº Ivan. 2 Os 4 Vs: Volume de saída Variedade de saída Variação da demanda de saída Visibilidade (contato com o consumidor)"— Transcrição da apresentação:

1 Profº Ivan

2 2 Os 4 Vs: Volume de saída Variedade de saída Variação da demanda de saída Visibilidade (contato com o consumidor)

3 3 Volume e Variedade Alta repetibilidade Especialização Sistematização Capital intensivo Custo unitário baixo Flexível Complexo Atende às necessidades dos consumidores Custo unitário alto Baixa repetibilidade Funcionários participam mais do trabalho Menor sistematização Custo unitário alto Bem definida Rotinizada Padronizada Regular Baixo custo unitário BaixoAlto Baixo Alto Volume Variedade

4 4 Variação da Demanda e Visibilidade BaixoAlto Baixo Alto Capacidade mutante Antecipação Flexibilidade Ajuste com a demanda Custo unitário alto Tolerância de espera ltda. Satisfação definida pela percepção do consumidor Habilidade de contato Alta Variedade Custo unitário alto Estável Rotineira Previsível Alta utilização Custo unitário baixo Tempo entre produção e consumo Padronizado Bx habilidade de contato Alta utilização Custo unitário baixo Variação da demanda Visibilidade

5 5 Variedade e Estoque JornadaSem esperas Tratamento apropriado Atende as especificações Atende as necessidades Boas condições Entrega e Atendimento Acesso e Caixa Sem cancelamentos ou atrasos Sem falhas de atendimento Cumprir horários Itens disponíveis HoráriosOpções Rotas e Horários Flexibilidade Hospital Fábrica Automóveis Empresa Ônibus Super - mercado Qualidade Rapidez Confiabilidade Produtos> Instalações> MDO MDO> Instalações> Produtos Produtos> MDO> Instalações MDO> Instalações> Produtos Custo

6 6 Manufaturabilidade é a facilidade de fabricação e/ou de montagem que é importante para: Custo Produtividade Qualidade

7 7 Decisões de Projeto Processo Produto/Serviço Capacidade Fornecedores Arranjo físico Tecnologia Org. do trabalho Custo Qualidade Confiabilidade Rapidez Flexibilidade Objetivos de Desempenho Ganhadores de Pedido Qualificadores Menos Importantes Fatores Competitivos

8 8 ACEITABILIDADE Vale à pena? VULNERABILIDADE Quais os riscos? VIABILIDADE Quão difícil é? Quais INVESTIMENTOS financeiros e gerenciais serão necessários ? Qual RETORNO em melhoria de desempenho financeiro Quais RISCOS corremos se as coisas saírem erradas? Habilidade, Capacidade e Capital a gastar Satisfação e Capital a receber Conseqüências e Insucessos

9 9 Fabrica de Refrigerantes Fabrica de Carros Alto Construção de um navio Perfuração de poços Muito baixo Siderúrgica Empresa Fornecedoras de eletricidade Produtos Farmacêuticos Fabrica de Roupas Ferramentaria especializada Gráfica Muito Alto MédioBaixo Variedade Volume de Produção

10 10 Variedade Volume Visibilidade Processo Produto/Serviço Localização Centralizada Fluxo Tecnologia Dedicada Descentralizada Contínuo Intermitente Universal Pessoas DedicadasPolivalentes Equipamentos Eficiente Flexível Integração Menor Incremento Capacidade Nova Fábrica Incremental Automação Grande Pequena Menor Maior Padronização Projeto

11 11 Volume Variedade Projeto Jobbing Lote ou Bateladas Em Massa Contínuo Baixo grau de repetição cada produto deve compartilhar os recursos da operação com outros Cada parte da operação tem períodos em que se está repetindo, enquanto o lote está sendo processado Nas operações em massa as diferentes variantes de um produto não afetam o processo básico de produção Tecnologias inflexíveis, de capital intensivo, com fluxo altamente previsível

12 12 Construção de um navio Perfuração de poços Projeto Produtos Farmacêuticos Fabrica de Roupas Muito Baixa Baixo Médio Alto Muito Alto Ferramentaria especializadas Gráfica Fabrica de Refrigerates Fabrica de Carros AltoMuito baixo Siderúrgica eletricidade Muito Alto MédioBaixo Job Shop Batelada Massa Continuo

13 Cada parte da operação tem períodos em que se está repetindo, enquanto o lote está sendo processado; Ex: produção de alimentos congelados; manufatura da maior parte das peças de conjuntos montados em massa (Ex:carros) e a maior parte das roupas, padaria 13

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15 A cerâmica é muito antiga, sendo que peças de argila cozida foram encontradas em diversos sítios arqueológicos. No Japão as peças de cerâmica mais antigas conhecidas por arqueólogos foram encontradas na área ocupada pela cultura Jomon, há cerca de anos, talvez mais. 15

16 Grande parte da cerâmica que vimos no nosso dia-a-dia é produzida a partir da argila, um dos constituintes do solo. A argila é um material proveniente da decomposição, durante milhões de anos, das rochas feldspáticas, muito abundantes na crosta terrestre. É um silicato de alumínio hidratado, composto por alumínio (óxido de alumínio), sílica ( óxido de silício ) e água O mineral básico das argilas é a caolinita. Por ser plástica apresentada a propriedade de quando misturados com água serem amassados e trabalhados mantendo a forma que se quer. 16

17 Argila natural: Utilizada em seu estado natural, sem a necessidade de adicionar outras substâncias. Argila refratária: Qualidade de resistência ao calor. 17

18 Argilas de bola (Ball-Clay): Apresenta alto grau de contração tanto na secagem quanto na queima. Argilas para grês: Argila de grão fino que suporta altas temperaturas. 18

19 Bentonite: Argila vulcânica muito plástica, contém mais sílica do que alumínio, se origina das cinzas vulcânicas. Caulim ou argila da china: É de coloração branca utilizada na fabricação de massas para porcelanas. 19

20 Argilas expandida: São produzidas em grandes fornos rotativos. Argilas vermelhas: São plásticas com alto teor de ferro resistem a temperaturas de até 1100°C 20

21 Considerando que este tipo de material apesar de ter inicialmente sido usado para o artesanato, e de apresentar como sua composição principal a argila que não é um agressor ao meio ambiente, é necessário que se tomem as devidas precauções ao se lidar com o mesmo. 21

22 É classificado em: Cerâmica Vermelha Materiais de Revestimento (Placas Cerâmicas) Cerâmica Branca Materiais Refratário: Isolantes Térmicos Abrasivos Vidro, Cimento e Cal Cerâmica de Alta Tecnologia/ Cerâmica Avançada: 22

23 De um modo geral, o processo de fabricaçao da ceramica compreende as etapas de preparação da matéria-prima e da massa, formação das peças, tratamento térmico e acabamento. No processo de fabricação muitos produtos são submetidos a esmaltação e decoração. 23 Preparação da Matéria-Prima Preparação da Massa Formação das Peças Acabamento Tratamento Térmico Esmaltação e Decoração

24 1º Preparação da Matéria-Prima: grande parte das matérias-primas utilizadas na indústria cerâmica tradicional é natural, encontrando-se em depósitos espalhados na crosta terrestre. Após a mineração, os materiais devem ser beneficiados, isto é desagregados ou moídos, classificados de acordo com a granulometria e muitas vezes também purificadas. O processo de fabricação, propriamente dito, tem início somente após essas operações. As matérias-primas sintéticas geralmente são fornecidas prontas para uso, necessitando apenas, em alguns casos, de um ajuste de granulometria. 24

25 2º Preparação da Massa: os materiais cerâmicos geralmente são fabricados a partir da composição de duas ou mais matérias-primas, além de aditivos e água ou outro meio.Dessa forma, uma das etapas do processo de fabricação é a dosagem das matérias- primas e dos aditivos. Os diferentes tipos de massas são preparados de acordo com a técnica a ser empregada para dar forma às peças. As massas podem ser classificadas em: Suspensão; massas secas ou semi-secas; massas plásticas: 25

26 3º Formação das Peças: existem diversos processos para dar forma às peças cerâmicas, e a seleção de um deles depende fundamentalmente de fatores econômicos, da geometria e das características do produto. 4º Tratamento Térmico: o processamento térmico é de fundamental importância para obtenção dos produtos cerâmicos, pois dele dependem o desenvolvimento das propriedades finais destes produtos. Esse tratamento compreende as etapas de secagem e queima. 26

27 5º Acabamento: normalmente, a maioria dos produtos cerâmicos é retirada dos fornos, inspecionada e remetida ao consumo. Alguns produtos, no entanto, requerem processamento adicional para atender a algumas características, não possíveis de serem obtidas durante o processo de fabricação. O processamento pós-queima recebe o nome genérico de acabamento e pode incluir polimento, corte, furação, entre outros. 27

28 28 6º Esmaltação e Decoração: muitos produtos cerâmicos, como louça sanitária, louça de mesa, isoladores elétricos, materiais de revestimento e outros, recebem uma camada fina e contínua de um material denominado de esmalte ou vidrado, que após a queima adquire o aspecto vítreo. Esta camada vítrea contribui para os aspectos estéticos, higiênicos e melhoria de algumas propriedades como a mecânica e a elétrica. Muitos materiais também são submetidos a uma decoração, a qual pode ser feita por diversos métodos, como serigrafia, decalcomania, pincel e outros. Neste caso são utilizadas tintas que adquirem suas características finais após a queima das peças.

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30 "O químico britânico Joseph Aspdin foi a primeira pessoa a fabricar cimento em bases científicas, ele batizou seu produto de Cimento Portland devido a semelhança com uma pedra encontrada na ilha de Portland. O texto abaixo é uma cópia da patente de sua invenção outorgada pelo Rei Jorge IV em 1824". 30

31 Quando o calcário é aquecido a temperaturas acima de ºC, ele se decompõe em dióxido de carbono CO2 e óxido de cálcio CaO (cal queimada): CaCO3 + Calor CaO + CO2 Cal queimada quando misturada com água e deixada ao ar livre absorve o CO2 revertendo a reação química acima e endurece. Cal umedecida e misturada a areia é uma argamassa conhecida desde a antiguidade e muito usada para fabricação de tijolos. 31

32 Cimento - é uma pequena porcentagem de argila, queimada juntamente com o calcário e que endurece na presença de água. O cimento é normalmente utilizado sob a forma de concreto. O concreto é uma mistura de cimento, areia e pedra e normalmente utilizado para preencher formas na moldagem de vigas e estruturas 32

33 33 O cimento é preparado com 75-80% de calcário e % de argila. A matéria prima é extraída das minas, britada e misturada nas proporções corretas. Esta mistura é colocada em um moinho de matéria prima (moinho de crú) e posteriormente cozidas em um forno rotativo a temperatura de 1450ºC.

34 34 Finalmente o clinquer é reduzido a pó em um moinho (moinho de cimento) juntamente com 3-4% de gesso. O gesso tem a função de retardar o endurecimento do cliquer pois este processo seria muito rápido se água fosse adicionada ao cliquer puro.

35 Dois métodos utilizados : processo seco e o processo úmido. Nos dois métodos os materiais são extraídos das minas e britados de forma mais ou menos parecidas, a diferença porém é grande no processo de moagem, mistura e queima. Dos dois métodos produz-se clinquer e o cimento final é idêntico nos dois casos. 35

36 36 A mistura é moída com a adição de aproximadamente 40% de água, entra no forno rotativo sob a forma de uma pasta de lama.

37 Este foi o originalmente utilizado para o inicio de fabricação industrial de cimento e é caracterizado pela simplicidade da instalação e da operação dos moinhos e fornos. Além disso consegue-se uma excelente mistura e produz muito pouca sujeira necessitando de sistemas bem primitivos de despoeiramento. 37

38 38 A mistura é moída totalmente seca e alimenta o forno em forma de pó. Para secar a mistura no moinho aproveita-se os gases quentes do forno ou de gerador de calor.

39 O processo seco tem a vantagem determinante de economizar combustível já que não tem água para evaporar no forno. Comparativamente, um forno de via úmida consome cerca de 1250 kcal por kg de clinquer contra 750 kcal de um forno por via seca. O forno de um processo por via seca é mais curto que um forno por via úmida, porém suas instalações de moagem e do forno são muito mais complexas. 39

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