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Caracterização do Comportamento Alimentar dos Doentes Obesos Inscritos para Cirurgia Bariátrica. Inês Ramos 1, Sandra Torres 1, & Filipa Vieira 1, 2 1-

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1 Caracterização do Comportamento Alimentar dos Doentes Obesos Inscritos para Cirurgia Bariátrica. Inês Ramos 1, Sandra Torres 1, & Filipa Vieira 1, 2 1- Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto 2- Hospital da Prelada- Dr. Domingos Braga da Cruz, Porto INTRODUÇÃO Actualmente, a obesidade é considerada uma doença crónica, cujos níveis de prevalência têm vindo a aumentar exponencialmente. Este estudo tem como objectivo caracterizar o tipo de comportamento alimentar presente em doentes com obesidade mórbida e que se encontrem inscritos para a cirurgia bariátrica. MÉTODO A amostra é constituída por 47 mulheres com idades compreendidas entre os 21 e os 65 anos (M = 42 anos, D.P= 12,52), inscritas para cirurgia bariátrica no Hospital da Prelada. Todos os participantes preencheram o Questionário Holandês do Comportamento Alimentar (Van Strien, Fritjers, Bergers & Defares, 1986; adaptado para português por Viana & Sinde, 2003), composto por três escalas: restrição alimentar; ingestão externa e ingestão emocional. Cada escala foi cotada entre 1-5 (Nunca- Muito Frequentemente). Este instrumento permite aceder não só ao acto de ingestão alimentar mas também às atitudes e factores psicossociais implícitos na selecção e decisão na alimentação. Ingestão Emocional Ingestão alimentar derivada, essencialmente, por estados emocionais. Ingestão Externa Ingestão alimentar provocada, não por indícios fisiológicos internos, mas sim, devido a estímulos externos (e.g., aspecto, aroma e sabor dos alimentos). Restrição Alimentar Ingestão alimentar controlada, independentemente dos indícios fisiológicos internos. Neste tipo de ingestão está presente uma preocupação permanente com o corpo. Os resultados deste estudo apontam para que, na prática clínica, no tratamento deste tipo de patologia deve ser dada uma especial atenção aos três factores de comportamento alimentar. Cada um dos três factores alerta para as diferentes dimensões que necessitam de ser trabalhadas não só a nível da prevenção mas também a nível da terapêutica. Estas dimensões englobam aspectos de cariz mais emocional, de auto-controle (e.g., restrição/desinibição alimentar) e aspectos de cariz mais cognitivo (e.g., preocupação com o peso e insatisfação com a imagem corporal). RESULTADOS Não existem diferenças significativas ao longo dos três factores de comportamento alimentar. CONCLUSÃO Esperava-se encontrar, nesta amostra do estudo, uma predominância do factor- Restrição Alimentar- pois neste tipo de amostra tem se verificado uma maior insatisfação a nível ponderal bem como a nível da imagem corporal. Logo, o seu padrão alimentar seria restritivo, pois resistem a comer aquilo que desejam devido a esta insatisfação. O factor- Restrição Alimentar- caracteriza-se por apresentar um padrão alimentar que intercala entre ciclos de dieta e restrição e ciclos de desinibição alimentar. A restrição alimentar, neste tipo de amostra, é mais significativa do que na população em geral, por isso estariam mais sensibilizados e carentes para qualquer estímulo do ambiente.


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