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INICIAÇÃO Processo ou série de processos de natureza ritual, que efetivam e marcam a promoção de indivíduos a novas posições sociais (passagem às diferentes.

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2 INICIAÇÃO Processo ou série de processos de natureza ritual, que efetivam e marcam a promoção de indivíduos a novas posições sociais (passagem às diferentes fases do ciclo da vida e, em particular, sua incorporação à comunidade de adultos) ou o acesso a determinadas funções religiosas ou políticas (Dicionário Aurélio) Palavra que vem do latim: Palavra que vem do latim: in - ire = ir bem para dentro in - ire = ir bem para dentro in-iter = en-caminhamento intro-ducere = conduzir para dentro, introdução introdução

3 Envolve o todo da pessoa, que por um itinerário de aprendizagem, assimila convicções, doutrina e prática, crenças e valores, costumes e comportamentos novos e passa por uma renovação profunda do ser. É tempo de aproximação e imersão em novo jeito de ser; sinaliza uma mudança de vida, de comportamento, com a inserção novo grupo. O MISTÉRIO SOMENTE AOS INICIADOS É APRESENTADO O MISTÉRIO PRÓPRIO DO GRUPO.

4 Mistério = segredo que se manifesta somente aos iniciados. iniciados. Não se tem acesso ao mistério pelo ensino teórico por certas habilidades. Tem-se acesso aos mistérios pela iniciação a essas realidades maravilhosas por meio de experiências marcantes. São os ritos iniciáticos tão desenvolvidos na antiguidade e em sociedades modernas secretas ou esotéricas, em geral, ministrados a um círculo restrito e fechado de pessoas. Iniciação é sempre iniciação ao mistério; é mergulho pessoal no mistério.

5 INICIAÇÃO CRISTÃ Os discípulos de Jesus, após o primeiro século de anúncio, perceberam a importância dos ritos iniciáticos. O cristianismo foi até confundido com uma das tantas religiões iniciáticas que pululavam o Oriente Médio Mas era algo muito mais profundo: mistério de Cristo Jesus para participar do mistério de Cristo Jesus é preciso passar por uma experiência impactante de transformação pessoal e deixar-se envolver pela ação do Espírito. O processo de transmissão da fé tornou-se, sim, iniciático em sua metodologia.

6 Descobrir o mistério da pessoa de Jesus e os mistérios do Reino, assumir os compromissos de seu caminho, viver a ascese requerida pela moral cristã... são realidades muito exigentes; sem um verdadeiro processo de iniciação não se alcança seu verdadeiro sentido. A verdadeira conversão ou metanoia (mudança de mentalidade) supõe uma certa maturidade humana e toca as mais profundas tendências humanas.

7 É um processo de preparação, compreensão vital e de acolhimento dos grande segredos (mistérios) da vida nova, revelada em Jesus Cristo. O cristão convertido vai, aprofundando a acolhida do amor trinitário e se colocando na dinâmica do serviço aos irmãos. Neste itinerário, vai experimentando a fé nos gestos salvíficos, nas palavras de Jesus Cristo, vividos e comunicados pela Igreja através do testemunho de vida, da Palavra, dos Sacramentos e se abrindo à presença que não engana (Com adultos, catequese adulta, 103).

8 SÃO ETAPAS INDISPENSÁVEIS PARA MERGULHAR NO MISTÉRIO DE CRISTO E COMEÇAR A FAZER PARTE DA COMUNIDADE ECLESIAL EM ESPÍRITO E VERDADE. Experimentava-se, pela celebração, pelo rito, o valor do mistério de Cristo e da Igreja. Depois, explicava-se por meio de uma catequese chamada mistagógica (que inicia ao mistério). O rito, ao envolver a pessoa por inteiro, marca-a mais profundamente do que a simples instrução e interioriza o que foi aprendido e proclamado, realçando a dimensão de compromisso. O catecumenato foi um caminho antigo e eficiente, desenvolvido pelas comunidades cristãs, aprofundado pelos Santos Padres, acolhido e institucionalizado pela autoridade eclesiástica, núcleo do próprio desenvolvimento do ano litúrgico, gerado nesse processo.

9 Concílio Vaticano II restauração do catecumenato, retomada da dimensão mística, celebrativa da catequese que leva uma autêntica experiência cristã, na integridade de suas dimensões. Daí a necessidade de formas de catequese que estejam verdadeiramente a serviço da iniciação cristã. A iniciação não é missão só da catequese (aqui está, às vezes, nosso engano!): é trabalho de toda a comunidade, principalmente da dimensão litúrgica e dos ministros ordenados!

10 Ou educamos na fé, colocando as pessoas realmente em contato com Jesus Cristo e convidando-as para seu seguimento, ou não cumpriremos nossa missão evangelizadora (nº 287; cf ).

11 6. Sentido e alcance do processo de iniciação [1][1] 6.1 Um itinerário de exercício de vida cristã Superando uma catequese meramente doutrinal, a aspiração do itinerário iniciático é constituir-se num exercício gradual, mas completo, da vida cristã, entendida em todas as suas dimensões, tanto em seu aspecto de dom, quanto de compromisso: escuta da Palavra, aprofundamento orgânico e sistemático da mesma, introdução à experiência litúrgica e de oração, o testemunho de vida e compromisso com o serviço aos irmãos (obras de caridade), a vivência dos compromissos que resultam da conversão e do seguimento de Jesus Cristo (formação moral), a educação para a vida comunitária, com abertura ao pluralismo e diálogo, a iniciação à missão. Todas estas tarefas são necessárias, implicam-se mutuamente e, sobretudo devem estar profundamente alicerçadas na experiência humana, a fim de que a fé não permaneça na personalidade como um penduricalho (piercing, adereço, adorno...) a mais, algo marginal ou muito relativizado (cf. DGC 85-88). 6.2 Um itinerário de formação da fé cristã É necessário que seja um itinerário de formação orgânica, sistemática e básica da fé cristã. Toda catequese é um ato de tradição viva a serviço da transmissão da fé. Seu conteúdo é a revelação de Deus entendida como irrupção do amor de Deus e seu desígnio amoroso de salvação na vida das pessoas, a partir das grandes experiências de fé do Povo de Deus, da pessoa de Jesus e da comunidade eclesial ao longo dos séculos. Por isso, os conteúdos da iniciação cristã não são afirmações vãs ou idéias para ilustrar o pensamento, ou ainda simples normas de conduta. São realidades, acontecimentos do amor de Deus em Jesus pelo Espírito na Igreja e como tais devem ser experimentadas nos símbolos da fé, nos ritos sacramentais, no testemunho de vida dos santos, na herança espiritual, nas obras de caridade, na vida da comunidade. Tudo isso se expressa em linguagem bíblica, litúrgica, doutrinal, testemunhal, serviçal... Esta repercussão existencial da mensagem cristã na vida é resumida naquela célebre afirmação de Santo Agostinho ao diácono Deogratias: Explique de modo que a pessoa a quem você dirige escutando creia, crendo espere e esperando, ame! 6.3 Um itinerário progressivo e gradual Conforme a pedagogia divina que se revela por etapas e gradualmente, também o itinerário da iniciação à fé deve ser progressivo e gradual. É essa a tradição do itinerário catecumental. Estes vários passos são descritos minuciosamente no RICA e retomados pelo DGC: tempo do anúncio, entrada no catecumenato, o longo tempo do catecumenato, eleição e inscrição, purificação-iluminação, celebração dos sacramentos-mistérios da iniciação e o tempo da mistagogia. Tudo isso marcado pelos símbolos, ritos, orações e celebrações, e com forte participação das pessoas envolvidas: o catecúmeno, o catequista, o padrinho, os ministros dos sacramentos e sobretudo da comunidade. O grande mérito do RICA é ter cuidado da parte mais litúrgica e ritual do processo iniciático, que é parte integrante do processo catequético. Fica em aberto, toda a questão metodológica, principalmente no que se refere à catequese propriamente dita. Já há vários modelos, como já pudemos ver e tais experiências devem ser cada vez mais enriquecidas. [1] Para este item, faço uso do artigo de Manuel del Campo, Iniciación cristiana, La, in Nuevo Diccionario de Catequesis, Paulus, Madrid 1999, I volume, pp [1]


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