A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Prof. Henrique de Oliveira Castro. INTRODUÇÃO Utilização de Sistemas Fechados (STARKES, HELSEN e JACK, 2001) Utilização de Sistemas Abertos (HASTIE, 2001;

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Prof. Henrique de Oliveira Castro. INTRODUÇÃO Utilização de Sistemas Fechados (STARKES, HELSEN e JACK, 2001) Utilização de Sistemas Abertos (HASTIE, 2001;"— Transcrição da apresentação:

1 Prof. Henrique de Oliveira Castro

2 INTRODUÇÃO Utilização de Sistemas Fechados (STARKES, HELSEN e JACK, 2001) Utilização de Sistemas Abertos (HASTIE, 2001; SCHALL, 2001, 2004) Surgimento da Abordagem Ecológica (ARAÚJO et al., 2004; ARAÚJO, DAVIDS e SERPA, 2005)

3 INTRODUÇÃO TOMADA DE DECISÃO MEIO AMBIENTE TAREFA (ARAÚJO et al., 2004, 2005)

4 INTRODUÇÃO Teoria da Percepção Direta: Percepções de atos, superfícies, locais, objetos e eventos no ambiente. (GIBSON, 1966, 1979) AMBIENTEPESSOA OPORTUNIDADE DE AÇÃO AFFORDANCES Affordance: ponto de partida para estudos ecológicos do que os humanos percebem, o que eles sabem e aprendem e como decidem e agem (TURVEY, 1992)

5 INTRODUÇÃO LEIS E CONDIÇÕES SIMÉTRICAS NAS ESCALAS ECOLÓGICAS NATURAIS BIOLOGIA + FÍSICA + PSICOLOGIA = ESCALA ECOLÓGICA (TURVEY e SHAW, 1995) Informação e intencionalidade da tomada de decisão e ação são entendidas em termos físicos (baseados nos aspectos discretos e dinâmicos do comportamento humano) (SHAW, 2001; SHAW e TURVEY, 1999)

6 INTRODUÇÃO LEIS E CONDIÇÕES SIMÉTRICAS NAS ESCALAS ECOLÓGICAS NATURAIS Alterações sutis na ação (percepções de affordances) podem originar múltiplas variações nas tomadas de decisões futuras (controle do comportamento) (TURVEY e SHAW, 1995) PERSPECTIVA ECOLÓGICA CAPACIDADES COGNITIVAS DINÂMICAS (Emoção e Escolhas) SISTEMAS DINÂMICOS (Tempo de evolução – Controle do movimento e coordenação no sistema neurobiológico) (KUGLER, KELSO e TURVEY, 1980, 1982)

7 COGNIÇÃO E DINÂMICAS: o papel da modelagem qualitativa e heurística Relação entre Vida e Terra é fundamental para uma abordagem ecológica da relação da cognição no sistema neurobiológico. (TURVEY e SHAW, 1995) Sistema nervoso, corpo e ambiente estão continuamente e simultaneamente se influenciando todos os aspectos do sistema cognitivo estão em constante mudança. (VAN GELDER e PORT, 1995)

8 COGNIÇÃO E DINÂMICAS: o papel da modelagem qualitativa e heurística TEMPO: descrever e explicar o curso temporal de um comportamento. ESTADO TOTAL: modificação simultânea de aspectos do sistema (neurobiológico); mudança de ocasião para o próximo. FASE: fração de um período dentro de um ciclo; fornece novas informações sobre o sistema, considerando suas diferenças.

9 COGNIÇÃO E DINÂMICAS: o papel da modelagem qualitativa e heurística MODELAGEM QUANTITATIVA: análise dinâmica de alguns aspectos do desempenho cognitivo dentro e fora do fenômeno estudado. MODELAGEM QUALITATIVA E HEURÍSTICA: modelos matemáticos e/ou análises dinâmicas do comportamento e observação das suas variedades (semelhantes aos fenômenos naturais).

10 TOMADA DE DECISÃO: percepção e capacidade de ação Relação entre propriedades ambientais e energia do ambiente = ESPECIFICAÇÃO (GIBSON, 1979) Percepção regulando a ação: detectar informações específicas condicionantes para caminhos diferentes. (GIBSON, 1966) Teoria da cognição para comportamento meta-dirigido: interação e escolha objetiva, intenções, informação e controle da ação.

11 TOMADA DE DECISÃO: percepção e capacidade de ação INFORMAÇÃO ECOLÓGICA Informação refere-se ao montante de incertezas que foram reduzidas pelo aparecimento de um sinal. Percepções ambientais são mais importantes do que a percepção da diferença dos estímulos (TURVEY e SHAW, 1995) SISTEMAS INFORMADOS Extremamente informados Auto informados (SHAW e TURVEY, 1999)

12 DINÂMICAS ECOLÓGICAS DA TOMADA DE DECISÃO NÍVEL 1: INTERAÇÃO AGENTE-MEIO AMBIENTE Informações detectadas para melhorar a performance nas ações e regular o controle de ações futuras (WARREN, 1998) Problema: Identificar as variáveis da informação do seu comportamento, guiar e regular a ação. (WARREN et al., 2001)

13 DINÂMICAS ECOLÓGICAS DA TOMADA DE DECISÃO NÍVEL 2: DINÂMICAS DO COMPORTAMENTO Alterações em variáveis do comportamento; Analisar e identificar as diferenças nas equações do sistema e soluções de comportamento.

14 DINÂMICAS ECOLÓGICAS DA TOMADA DE DECISÃO Apesar de pontos convergentes e divergentes entre os dois níveis existe a complexa interação entre a intenção e a informação na tomada de decisão. TOMADA DE DECISÃO é tida como o processo funcional e emergente em que a seleção é feita entre caminhos convergentes para um objetivo pretendido.

15 DINÂMICAS ECOLÓGICAS DA TOMADA DE DECISÃO A atratividade das opções influencia na decisão. Quanto mais opções forem apresentadas, maior probabilidade de inconsistência entre a primeira e última escolhas, podendo resultar em resultados menos fidedignos e mais voltados para a atratividade. (JOHNSON e RAAB, 2003)

16 DINÂMICAS ECOLÓGICAS DA TOMADA DE DECISÃO DESEMPENHO CORRESPONDENTE ENTRE LIMITAÇÕES DA TAREFA EXPERIMENTAL E CONTEXTO COMPORTAMENTAL Um importante aspecto ambiental que envolve a Tomada de Decisão implica no constrangimento da tarefa. Tomada de Decisão é tipicamente baseada em um contínuo e ativo processo de exploração e informação relevante para o suporte das escolhas.

17 DINÂMICAS ECOLÓGICAS DA TOMADA DE DECISÃO DESEMPENHO CORRESPONDENTE ENTRE LIMITAÇÕES DA TAREFA EXPERIMENTAL E CONTEXTO COMPORTAMENTAL Em estudos de Tomada de Decisão tarefas experimentais tem que ser concebidas de forma a assegurar uma correspondência entre fenômenos de interesse manifestados individualmente e no desempenho da tarefa experimental. (ARAÚJO, DAVIDS e PASSOS, in press)

18 DINÂMICAS ECOLÓGICAS DA TOMADA DE DECISÃO DESEMPENHO CORRESPONDENTE ENTRE LIMITAÇÕES DA TAREFA EXPERIMENTAL E CONTEXTO COMPORTAMENTAL A abordagem ecológica sugere que cognição pode ser estudada pela participação de situações observadas e determinação da organização para necessidade de diferentes situações e intenções. (REED, 1996)

19 OBSERVAÇÕES EXPERIMENTAIS NA DINÂMICA ECOLÓGICA DA TOMADA DE DECISÃO NO ESPORTE TOMADA DE DECISÃO EM TAREFAS CONTÍNUAS NO BASQUETEBOL (ARAÚJO et al., 2002)

20 OBSERVAÇÕES EXPERIMENTAIS NA DINÂMICA ECOLÓGICA DA TOMADA DE DECISÃO NO ESPORTE TOMADA DE DECISÃO EM TAREFAS CONTÍNUAS NO BASQUETEBOL (ARAÚJO et al., 2002)

21 OBSERVAÇÕES EXPERIMENTAIS NA DINÂMICA ECOLÓGICA DA TOMADA DE DECISÃO NO ESPORTE AS DINÂMICAS DA TOMADA DE DECISÃO CATEGÓRICA NA VELA (ARAÚJO et al., 2003)

22 OBSERVAÇÕES EXPERIMENTAIS NA DINÂMICA ECOLÓGICA DA TOMADA DE DECISÃO NO ESPORTE AS DINÂMICAS DE TOMADA DE DECISÃO NA TAREFA DE HANDSTRIKING NO BOXE (HRISTOVSKI, DAVIDS e ARAÚJO, 2006)

23 OBSERVAÇÕES EXPERIMENTAIS NA DINÂMICA ECOLÓGICA DA TOMADA DE DECISÃO NO ESPORTE AS DINÂMICAS DE TOMADA DE DECISÃO NA TAREFA DE HANDSTRIKING NO BOXE (HRISTOVSKI, DAVIDS e ARAÚJO, 2006)

24 CONSEQUÊNCIAS PARA FUTUROS ESTUDOS A Tomada de Decisão do atleta deve ser eminente da antecipação e cíclica, baseada na percepção de informações chave da sua ação e ambiente externo. Interação Atleta – Tarefa - Ambiente. A eficácia das decisões é limitada pelo nível de sintonia entre o atleta e informações relevantes e controle dos seus movimentos. (JACOBS e MICHAELS, 2002)

25 CONSEQUÊNCIAS PARA FUTUROS ESTUDOS MODELO ECOLÓGICO DA TOMADA DE DECISÃO Tomada de Decisão é influenciada pela detecção e utilização da informação contextual. A aquisição da Tomada de Decisão é caracterizada pelo estreitamento da variabilidade da ação e da crescente sintonia com a informação. Explicar e regular os efeitos de restrições relevantes (experts).

26 CONSEQUÊNCIAS PARA FUTUROS ESTUDOS Detecção (medida) de padrões estáveis de interação entre pessoa e meio ambiente. Manutenção e transição de padrões estáveis de comportamento é resultado da interação de múltiplos fatores condicionantes. (BEEK et al., 2003; RUNESON, JUSLIN e OLSSON, 2000; VICENTE, 2003)

27 CONSEQUÊNCIAS PARA FUTUROS ESTUDOS PERSPECTIVA ECOLÓGICA PARA EXPERIMENTOS Manter a decisão da tarefa em que se pretende generalizar. Ter informações suficientes no diagnóstico da tarefa para deixar o indivíduo de uma forma que apóie o objetivo de acordo com sua experiência.

28 OBRIGADO!!!


Carregar ppt "Prof. Henrique de Oliveira Castro. INTRODUÇÃO Utilização de Sistemas Fechados (STARKES, HELSEN e JACK, 2001) Utilização de Sistemas Abertos (HASTIE, 2001;"

Apresentações semelhantes


Anúncios Google