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Adaptação Sergio Russo Matioli Departamento de Genética e Biologia evolutiva IB - USP.

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1 Adaptação Sergio Russo Matioli Departamento de Genética e Biologia evolutiva IB - USP

2 Adaptações

3 Adaptação O fato de que os organismos estão adaptados aos seus ambientes é reconhecido pelos fil ó sofos desde h á muito tempo e antecede o trabalho de Darwin em muitos s é culos.

4 William Paley ( ) Cl é rigo e te ó logo inglês, escreveu a obra Natural Theology: or, Evidences of the Existence and Attributes of the Deity, Collected from the Appearances of Nature em 1802, que se tornou um paradigma da Teologia natural.

5 O Argumento de Paley Se você encontra uma pedra, você poderia dizer que ela simplesmente esteve sempre a í, sem que se ache isso um absurdo. Se, por outro lado, você encontra um rel ó gio, você somente pode concluir que foi feito por um fabricante de rel ó gios.

6 O Argumento de Paley O racioc í nio com rela ç ão ao rel ó gio poderia ser estendido aos seres vivos dada a sua complexidade. Um dos exemplos de Paley é a estrutura dos olhos, comparada à de um instrumento constru í do com prop ó sito claro, o telesc ó pio.

7 Adaptação A adaptação é, segundo a Teologia natural, resultado do processo de cria ç ão dos seres vivos a partir de um projeto de uma entidade sobrenatural. Al é m da explica ç ão criacionista, a ú nica outra alternativa para a existência de adapta ç ão é a sele ç ão natural.

8 E o lamarckismo? A teoria da evolução por heran ç a de caracteres adquiridos não oferece explica ç ões para a existência de adapta ç ões, uma vez que estas apareceriam espontaneamente.

9 E o lamarckismo? Imagine que haja herança dos caracteres adquiridos. Como então explicar a dire ç ão adaptativa do uso ou desuso de ó rgãos? Qual é o processo que implica essa dire ç ão?

10 Mutações dirigidas Imagine que haja mutações dirigidas. Como explicar a dire ç ão adaptativa das muta ç ões? Qual é o processo que implica essa dire ç ão? As muta ç ões dirigidas tamb é m são insatisfat ó rias pela mesma razão que a heran ç a de caracteres adquiridos o é.

11 A ortogênese

12 A ortogênese … E a in é rcia! Foto de esqueleto (esquerda) e reconstrução art í stica (abaixo) do alce irlandês gigante Megaceros giganteus, extinto h á cerca de 7700 anos. Segundo alguns pesquisadores do come ç o do s é culo XX, teria sido extinto por causa da ortogênese inercial.

13 A adaptação e a sele ç ão natural As seleção pode explicar todas as adapta ç ões. Entretanto ela não pode explicar toda a evolu ç ão, uma vez que h á mudan ç as evolutivas que não implicam sele ç ão natural, tal como aquelas produzidas por deriva gen é tica.

14 A adaptação e a sele ç ão natural Resistência de bact é rias a antibi ó ticos Resistência de HIV a drogas Mudança nas proporções de formas camufladas

15 A sele ç ão natural pode explicar mesmo todas as adapta ç ões? Adaptações complexas Desvantagens de condi ç ões intermedi á rias

16 Adaptações complexas Se fosse poss í vel demonstrar a existência de qualquer ó rgão complexo que não pudesse ser formado por meio de numerosas pequenas modifica ç ões sucessivas, minha teoria desmoronaria completamente. (Darwin, 1859).

17 Adaptações complexas

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19 Formas intermedi á rias de estruturas Para quê serviriam meia asas ?

20 Pr é -adapta ç ões ou exapta ç ões Homologia de apêndices de insetos Propriedades termoregulat ó rias e de capacidade de planagem em apêndices achatados

21 Magnitude de mutação e efeito fenot í pico

22 O ac ú mulo de pequenas modifica ç ões

23 Adaptações anacrônicas

24 Genes modificadores

25 O Morfoespaço

26 Modelagem matem á tica da forma de uma concha

27 Distribuição das conchas reais no morfoespa ç o

28 Relações alom é tricas

29 Fêmea (acima) e macho (abaixo) de adultos de Cyrtidiopsis dalmanni, encontrados no sudoeste asiático. É d í ptero da fam í lia Diopsidae. Note a separa ç ão que existe entre os olhos nessa esp é cie. Restrições alom é tricas

30 Resultados de seleção para a rela ç ão cabe ç a/corpo

31 Restrições hist ó ricas

32 Trajet ó ria do nervo lar í ngeo (ramo do nervo vago, X nervo craniano).

33 Restrições hist ó ricas

34 Posição do vaso deferente

35 Restrições hist ó ricas Olho de lula (Mollusca, Cephalopoda, esquerda) e humano (direita)

36 Restrições hist ó ricas

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