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OFICINA PEDAGÓGICA PROPOSTA DE TRABALHO ADRIANA GHIZZI MARIANO SUPERVISORA DE ENSINO.

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1 OFICINA PEDAGÓGICA PROPOSTA DE TRABALHO ADRIANA GHIZZI MARIANO SUPERVISORA DE ENSINO

2 JUSTIFICATIVA Considerando os desafios educacionais postos pela sociedade atual, ressalto a necessidade de se introduzir mudanças profundas na escola, revendo sua função básica e redimensionando a responsabilidade dos educadores.

3 Justificativa A análise da atividade docente ante as novas demandas sociais deixa evidente as limitações da formação inicial e a importância de um programa de formação continuada visando ao desenvolvimento profissional do professor e a sua participação no processo de mudança da escola, focalizando a aprendizagem docente nas diferentes áreas e linguagens, para garantir a aprendizagem significativa dos alunos

4 Justificativa Nesse contexto, a formação continuada ganha novo significado, como elemento desencadeador, estimulador e articulador para desenvolver práticas significativas por todos, vencendo as barreiras do processo de formação continuada.

5 Justificativa A formação continuada contribui com a construção e o fortalecimento de uma escola de qualidade, ao discutir as três dimensões do conteúdo: procedimental, atitudinal e conceitual, ao focalizar boas situações de aprendizagem, ao analisar os documentos e registros escolares, incluindo os resultados da avaliação externa e interna da escola.

6 Justificativa A trajetória de formação continuada deve contemplar toda a equipe escolar, incentivando a atualização de estudos e práticas do corpo docente, relativas ao Projeto Pedagógico, à nova proposta de currículo e a elementos do processo de ensino e aprendizagem.

7 Justificativa O PCOP e o Supervisor de Ensino são agentes de formação, inseridos em um contexto de formação continuada, formando com a direção e o PC da escola o quarteto gestor da mesma, contando com a orientação do Dirigente Regional de Ensino.

8 Conclusões Diante dos resultados da avaliação interna e da externa, dando continuidade às ações de Formação propostas pela SEESP apresento como proposta diferenciada e articulada o meu trabalho de conclusão do curso de Gestão da Rede Pública/REDEFOR, destacando as principais conclusões:

9 Conclusões É possível envolver os gestores e docentes em um processo de formação continuada, utilizando-se a metodologia da pesquisa-ação para rever, analisar e transformar a prática docente e para ressignificar suas antigas concepções sobre a formação em serviço.

10 Conclusões A escola e sua equipe devem estar preparadas para ocupar o espaço de formação com compromisso, competência humana, teórica, técnica e política. A consolidação de uma gestão escolar de cunho democrático e participativo requer competência cognitiva e afetiva, respaldada na contextualização de valores, hábitos, atitudes e conhecimentos, para o desenvolvimento de atitudes coletivas, pois é importante cultivar o espírito de coesão, a partir da formação da equipe escolar, em torno de objetivos comuns.

11 Conclusões A promoção de uma gestão educacional democrática e participativa está associada ao compartilhamento de responsabilidades no processo de tomada de decisão entre os diversos níveis e segmentos de autoridade do sistema educacional. Desse modo, as unidades de ensino poderiam, em seu interior, praticar a busca de soluções próprias para seus problemas e, portanto, mais adequadas às suas necessidades e expectativas, segundo os princípios de autonomia e participação, seguindo a metodologia da pesquisa-ação.

12 Conclusões A escola é o local onde a interação entre os seus vários atores deve estar sintonizada em objetivos educacionais comuns, estabelecidos por meio da elaboração de um projeto coletivo, a fim de promover a formação não só daqueles que vão aprender, mas também daqueles que são responsáveis pela sua aprendizagem. A efetivação desses objetivos só se dará se todos que estão envolvidos no processo educativo se sentirem responsáveis por estabelecerem meios e ações para promover as mudanças necessárias que atendam às exigências da sociedade e, em especial, da comunidade na qual a escola está inserida.

13 Conclusões A qualidade da educação não depende apenas de uma gestão democrática, mas de um planejamento participativo e de um projeto pedagógico eficiente e contextualizado com a realidade da escola.

14 Conclusões A gestão por processos permite que todos os participantes do processo educativo tenham a compreensão da relevância do seu trabalho, conheçam os fatores que facilitam ou dificultam sua realização e os efeitos que uma etapa não cumprida ou mal realizada pode provocar. Além disso, é também possível ter uma visão do todo, conhecer os objetivos e metas da escola e o tipo de aluno que se pretende formar.

15 Gestores Analisando as afirmações destacadas convocamos os diferentes atores, Supervisor de Ensino, Diretor da Escola, PC e o PCOP, que colaboram na formação contínua e continuada nas escolas para formar o quarteto gestor.

16 Gestor Segundo Costa (2011, p.6) ao gestor de redes pressupõe habilidades e competências, principalmente, de articulação entre os atores e agentes. Costa, André Lucirton. O papel do Supervisor e a gestão da rede de escolas públicas da SEESP Módulo 3. Elementos para um novo modelo de Supervisão Regional. Tema 1. Aspectos Institucionais: diagnósticos e formulação de propostas. Curso de Gestão da Rede Pública para Supervisores – REDEFOR/USP/SEESP

17 OBJETIVOS Refletir sobre o processo educativo que ocorre na Diretoria de Ensino e a necessidade de formação frente aos indicadores educacionais; Refletir sobre o processo educativo nas escolas, consubstanciado nas práticas curriculares e de gestão escolar; Atender às demandas das escolas prioritárias, assegurando atendimento prioritário e simultâneo a: unidades escolares que requerem acompanhamento sistemático, em especial as com baixo rendimento no SARESP e componentes curriculares que reclamam mais orientação e acompanhamento;

18 Objetivos Realizar uma política de formação continuada de educadores e gestores que atuam em todos os níveis e modalidades de ensino; Privilegiar a escola como local das ações de formação continuada do educador (professor e equipe gestora); Atuar integradamente com os órgãos centrais da SEESP, organizando uma rede de formação de formadores, evitando-se o improviso e fragmentações.

19 METODOLOGIA Propõe-se uma metodologia de formação continuada referenciada na pesquisa-ação realizada pelos integrantes do processo.

20 ESTRATÉGIAS: DE FORMAÇÃO - tematização da prática e dupla conceitualização – Homologia de processos DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO - relatos das experiências vivenciadas na Diretoria de Ensino e nas Escolas serão objetos de análises e discussões, num movimento dialógico e colaborativo sobre o fazer e o pensar; sobre a prática e a teoria; a ação e a reflexão acerca das práticas curriculares e de gestão escolar. As Orientações Técnicas Descentralizadas deverão ser objeto de relatório circunstanciado, em documento próprio, contendo informações sobre os objetivos, proposta de trabalho, atividades pedagógicas desenvolvidas e avaliação dos resultados.

21 EIXO NORTEADOR Gestão Escolar e Currículo.

22 TEMÁTICA/CONTEÚDO Currículo real e o formal das diferentes disciplinas, anos e séries; Tematização da prática e dupla conceitualização; Gestão por processos, ARA, SPM Modalidades organizativas; As 3 dimensões do conteúdo: conceitual, atitudinal e procedimental; Avaliação; outros.

23 AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO Analisar e avaliar com o Sr. Dirigente, Supervisores e PCOPs o desenvolvimento das ações de formação e acompanhamento, utilizando diferentes instrumentos para registro e análise, incluindo projetos de melhoria, como por exemplo: P1- Formação Continuada para gestores – Metodologia da pesquisa-ação Garantir a participação do quarteto gestor, para organizar o Plano de Ação da Diretoria de Ensino e da escola, buscando a Gestão Democrática e participativa. P2- Aprendizagem Baseada em Problemas - PBL Aperfeiçoar a construção do conhecimento dos docentes, em parceria com o quarteto gestor, focalizando o processo de ensino e aprendizagem. P3 - HTPC um espaço de formação docente atualizado Utilizar diferentes estratégias de formação e as TICs para promover a profissionalização docente.


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