A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

A Escola de Relações Humanas. Origens Crise de 29 – do Liberalismo ao Intervencionismo - A busca por maior eficiência: pesquisadores e psicólogos ressaltaram.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "A Escola de Relações Humanas. Origens Crise de 29 – do Liberalismo ao Intervencionismo - A busca por maior eficiência: pesquisadores e psicólogos ressaltaram."— Transcrição da apresentação:

1 A Escola de Relações Humanas

2 Origens Crise de 29 – do Liberalismo ao Intervencionismo - A busca por maior eficiência: pesquisadores e psicólogos ressaltaram a importância do conjunto dos fatores humanos e materiais para avaliação da produtividade. - O desenvolvimento das ciências comportamentais: Surgimento de novas teorias sobre o comportamento humano (Lewin). - As conclusões da experiência de Hawthorne (1927): As condições físicas não é o único fator que influencia a produtividade.

3 Os pressupostos da abordagem de relações humanas Integração do indivíduo ao grupo: o trabalhador desajustado socialmente terá baixa eficiência. Participação nas decisões: de acordo com a situação, o homem deve participar das decisões, pois assim a motivação será maior.

4 Os pressupostos da abordagem de relações humanas O Homem Social -O comportamento não pode ser reduzido à simples aspectos mecanicistas. -O homem é condicionado pelo sistema social e pelas demandas de ordem biológica. -Todo homem tem necessidades de segurança, afeto, aprovação social, prestígio e auto-realização.

5 Os pressupostos da abordagem de relações humanas Conteúdo do trabalho Para que os trabalhadores estejam motivados, o trabalho deve deixar de ser repetitivo e monótono, passando a ser mais estimulante.

6 Elton Mayo e a experiência de Hawthorne Elton Mayo ( ) -Australiano -Coordenou a experiência na fábrica de relés da Western Eletrics, no bairro de Hawthorne, Chicago em Publicou os livros: -The human problems of industrial civilization em 1933, onde relacionou as conclusões da pesquisa de Hawthorne. -The social problems of industrial civilization em 1945, onde se contrapõe às teorias da Administração Científica / Clássica.

7 Experiência de Hawthorne Essa experiência aconteceu na fábrica da Western Eletric Company (ATà partir de 1927 e foi comandada por Elton Mayo. Seu objetivo: determinar qual a relação existente entre a intensidade da iluminação e a eficiência dos operários (produtividade).

8 Experiência de Hawthorne A experiência deu-se em 4 fases: 1a. Fase: Foram estudados dois grupos de trabalho, que operando em condições idênticas, tiveram sua produção constantemente avaliada. Um grupo teve suas condições ambientais mantidas e outro teve sua iluminação intensificada. Nesta fase não foram identificadas variações significativas de produção. Grupo de Controle (condições mantidas) Grupo Experimental (condições alteradas)

9 Experiência de Hawthorne 2a. Fase: Nesta fase, foram selecionadas e convidadas 6 moças de nível médio, constituindo se o grupo experimental, sendo que 5 delas montavam relés e a sexta apenas fornecia as peças necessárias. O grupo de controle era constituído pelo restante do Departamento. Após diversas variações nas condições de trabalho, obtiveram resultados crescentes de produtividade.

10 Experiência de Hawthorne 3a. Fase: Programa de entrevistas buscando maiores conhecimentos sobre as atitudes e sentimentos do trabalhador (foram entrevistados operários). Descobriu-se a existência da organização informal (grupos informais).

11 Experiência de Hawthorne 4a. Fase: Separação de um pequeno grupo experimental para avaliação de sua interferência no comportamento do grupo maior. Percebeu-se claramente o sistema de recompensa e punição dos grupos informais.

12 A Experiência de Hawthorne 1a. Fase: Grupo de observação e grupo de controle para conhecer o efeito da iluminação na produtividade. 2a. Fase: Grupo experimental e grupo de controle para conhecer os efeitos de mudanças nas condições de trabalho: 1. Estabelecer a capacidade de produção em condições normais. 2. Isolamento do grupo experimental na sala de provas. 3. Separação do pagamento por tarefas do grupo experimental. 4. Intervalos de 5 minutos na manhã e na tarde. 5. Aumento dos intervalos de descanso para 10 minutos. 6. Três intervalos de 5 minutos pela manhã e o mesmo pela tarde.

13 7. Retorno a dois intervalos de 10 minutos (manhã + tarde). 8. Saída do trabalho às 16:30 e não mais às 17: Saída do trabalho às 16:00 horas. 10. Retorno à saída às 17:00 horas. 11. Semana de 5 dias com sábado livre. 12. Retorno às condições do 3º período. 3a. Fase: Início do Programa de Entrevistas. 4a. Fase: Experiência: Análise da organização informal do grupo. A Experiência de Hawthorne

14 Conclusões da Experiência de Hawthorne 1.o nível de produção é resultante da integração social O nível de produção não é determinado pela capacidade física ou fisiológica do empregado, mas pela capacidade social do trabalhador que, quanto mais integrado socialmente ao grupo, mais produzirá; 2.o comportamento social dos empregados se apóia totalmente no grupo O operário não age isoladamente, mas sim como membro do grupo; 3.as recompensas e as sanções sociais são importantes Tanto as recompensas como as sanções aplicadas pelo grupo tinham para o operário um efeito muito superior àquelas aplicadas pela empresa; 4.os grupos informais são diversos A empresa passou a ser visualizada como uma organização social composta de diversos grupos informais,

15 Conclusões da Experiência de Hawthorne 5.as relações humanas são intensas e constantes Os indivíduos dentro da organização participam de grupos sociais e mantêm-se em uma constante interação social; seu comportamento é influenciado pelo meio ambiente e pelas normas existentes; 6.a importância do conteúdo do cargo afeta o moral do trabalhador O conteúdo e a natureza do trabalho têm enorme influência sobre o moral do trabalhador; trabalhos simples e repetitivos tornam-se monótonos e maçantes, afetando de forma negativa o trabalhador e reduzindo sua eficiência; 7.deve se dar ênfase aos aspectos emocionais Os elementos emocionais do comportamento humano passam a merecer uma observação e acompanhamento especial.

16 A Civilização Industrializada e o Homem 1.O trabalho é uma atividade tipicamente grupal. 2.O operário não reage como indivíduo isolado, mas como membro de um grupo social. 3.A tarefa básica da Administração é formar uma elite de administradores capaz de compreender as pessoas e de se comunicar através de chefes democráticos, persuasivos e simpáticos. 4. Passamos de uma sociedade estável para uma sociedade adaptável. 5. O ser humano é motivado pela necessidade de estar junto, de ser reconhecido e de receber adequada comunicação.

17 Função econômica: Equilíbrio produzir bens ou serviços externo Organização Industrial As funções básicas da organização Função social: Equilíbrio dar satisfações aos interno seus participantes

18 Comparação entre a Teoria Clássica e a Teoria das Relações Humanas Trata a organização como máquina. Enfatiza as tarefas ou a tecnologia. Inspirada em sistemas de engenharia. Autoridade centralizada. Linhas claras de autoridade. Especialização e competência técnica. Acentuada divisão do trabalho. Confiança nas regras e regulamentos. Clara separação entre linha e staff. Trata a organização como grupos humanos. Enfatiza as pessoas e grupos sociais. Inspirada em sistemas de psicologia. Delegação de autoridade. Autonomia dos empregados. Confiança e abertura. Ênfase nas relações entre pessoas. Confiança nas pessoas. Dinâmica grupal e interpessoal.

19 Os níveis do moral e atitudes resultantes Fanatismo Euforia Atitudes positivas Satisfação Otimismo Cooperação Coesão Colaboração Aceitação dos objetivos organizacionais Boa vontade Identificação Atitudes negativas Insatisfação Pessimismo Oposição Negação Rejeição dos objetivos organizacionais Má vontade Resistência Dispersão Disforia Agressão Moral Elevado Moral Baixo

20 Ângulos de visualização de liderança segundo os Humanistas 1.Liderança como um fenômeno de influência interpessoal; 2.Liderança como um processo de redução da incerteza de um grupo; 3. Liderança como uma relação funcional entre líder e subordinados; 4. Liderança como um processo em função do líder, dos seguidores e de variáveis da situação.

21 Alerta dos Humanista quanto a comunicação das Empresas: 1.Deve assegurar a participação das pessoas na solução dos problemas. 2.Deve incentivar franqueza e confiança entre indivíduos e grupos nas empresas. Princípios Principais da Comunicação 1.Proporcionar informação e compreensão necessárias para que as pessoas possam se conduzir em suas tarefas. 2.Proporcionar atitudes que promovam a motivação, cooperação e satisfação nos cargos. Comunicação

22 Características da Organização Informal 1.Relação de coesão ou de antagonismo. 2.Status. 3.Colaboração espontânea 4.A possibilidade da oposição à organização formal. 5.Padrões de relações e atitudes. 6.Mudanças de níveis e alterações dos grupos informais. 7.A organização informal transcende a organização formal. 8.Padrões de desempenho nos grupos informais.

23 Características de um Grupo 1. Finalidade, ou seja, um objetivo comum. 2. Estrutura dinâmica de comunicações. 3. Coesão interna.

24 A evolução conceitual Características Teoria ClássicaTeoria das Relações Humanas 1. AbordagemEngenharia humana: - adaptação do homem à máquina e vice-versa Ciência social aplicada: - adaptação do homem à organização e vice-versa 2. Modelo de homemEconômico-racional: - vantagens financeiras Racional-emocional: - motivado por sentimentos 3. Comportamento do indivíduoAnimal isolado: - reage como indivíduo - atomismo tayloriano Animal social: - carente de apoio e participação - reage como membro de grupo 4. Comportamento funcional do indivíduo Padronizável: - a melhor maneira Não-padronizável: - diferenças individuais 5. IncentivoFinanceira (material): - maior salário Psicológica: - apoio, elogio e consideração 6. FadigaFisiológica: - estudo de T&M Psicológica: - monotonia, rotinização 7. Unidade de análiseCargo: - tarefa, T&M Grupo: - relações humanas 8. Conceito de organizaçãoEstrutura formal: - conjunto de órgãos e cargos Sistema social: - conjunto de papéis 9. Representação gráficaOrganograma: - relações entre órgãos Sociograma: - relações entre pessoas

25 Críticas à Escola de Relações Humanas A negação do conflito entre empresas e indivíduos Para a escola de Relações Humanas, os objetivos da empresa e dos indivíduos são os mesmos, o que nega a existência deste conflito. Limitação dos experimentos A escola de Relações Humanas foi baseada em pesquisas com um número pequeno de variáveis, além de se limitar o estudo a Concepção utópica do trabalhador Achava-se que o trabalhador feliz era mais produtivo. Felicidade e produtividade nem sempre andam juntos.

26 Críticas à Escola de Relações Humanas Ênfase exagerada nos grupos informais A influência dos grupos representa apenas um dos fatores capazes de alterar a produtividade do trabalhador. Espionagem disfarçada A participação dos trabalhadores era utilizada pela administração para se inteirar dos movimentos trabalhistas reivindicatórios. Ausência de novos critérios de gestão Não indicação de forma mais prática o que deve ou não ser feito para obter melhores resultados empresariais.

27 Grupo Organização Participação Objetivos da Indivíduo Social Informal nas decisões Organização Formal Enfoque manipulativo das Relações Humanas Administração Incentivos Sistema de Padrões de Sociais Comunicações Liderança


Carregar ppt "A Escola de Relações Humanas. Origens Crise de 29 – do Liberalismo ao Intervencionismo - A busca por maior eficiência: pesquisadores e psicólogos ressaltaram."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google