A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

INFORMATIVO CIDADE ANIMAL ANO 1. N.1 ABRIL/2007 LEIHSMANIOSE VISCERAL CANINA Fig.1 – Leihsmania chagasi parasitando células da medula óssea O QUE É LEISHMANIOSE?

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "INFORMATIVO CIDADE ANIMAL ANO 1. N.1 ABRIL/2007 LEIHSMANIOSE VISCERAL CANINA Fig.1 – Leihsmania chagasi parasitando células da medula óssea O QUE É LEISHMANIOSE?"— Transcrição da apresentação:

1 INFORMATIVO CIDADE ANIMAL ANO 1. N.1 ABRIL/2007 LEIHSMANIOSE VISCERAL CANINA Fig.1 – Leihsmania chagasi parasitando células da medula óssea O QUE É LEISHMANIOSE? A leishmaniose visceral é uma doença parasitária infecciosa grave, causada pelo protozoário Leishmania chagasi. É conhecida popularmente como Calazar. Pode infectar o cão e o homem. INCIDÊNCIA Em expansão no Brasil e no Mundo, a leishmaniose visceral é uma doença causada principalmente pela degradação ambiental e pela ocupação indevida dos espaços. 90% dos casos de leishmaniose humana da América Latina foram diagnosticados aqui no Brasil, onde a doença tem provocado em média 100 a 200 casos de óbitos por ano, principalmente na região Nordeste. No Ceará, 18 pessoas morreram de leishmaniose visceral somente no primeiro semestre de Este número é maior do que a quantidade de óbitos por dengue hemorrágica em 2006 (oito mortes) no Estado. Estima-se que para cada caso humano existam em média 200 cães infectados. A doença atinge principalmente crianças de até 10 anos e idosos, em sua maioria em condições precárias de moradia e de nutrição. TRANSMISSÃO A leishmaniose visceral é transmitida ao homem por meio de picada do mosquito Lutzomya longipalpis, conhecido popularmente como mosquito palha ou birigui. São pequenos mosquitos de 1 a 3 mm de comprimento, de coloração clara e facilmente reconhecidos pelos seu comportamento de voar em pequenos saltos e pousar com as asas entreabertas. Com hábitos noturnos e vespertinos, atacam o homem e os animais principalmente no início da noite e ao amanhecer. Fig.2 –Lutzomya longipalpis, mosquito transmissor da leihsmaniose Podem ser encontrados tanto dentro de residências, como fora delas, em galinheiros, jardins, lixeiras, canis, pomares e outros locais sombreados. Os insetos picam principalmente na estação chuvosa quando invadem as residências. Ao picar o cão ou o homem, o mosquito contaminado transmite o protozoário causador da doença. O cão uma vez infectado torna-se um reservatório do parasita, sendo, portanto, uma fonte de contaminação constante para outros cães e para o homem.

2 SINTOMAS Em humanos, os sintomas são febre, aumento de volume do fígado e do baço, emagrecimento, complicações cardíacas e circulatórias, desânimo, prostração, apatia e palidez, tosse, diarréia, respiração acelerada, hemorragias e sinais de infecção secundária. Quando não tratada, a doença evolui, podendo levar à morte até 90% dos doentes. No cão, a doença pode se manifestar logo após a transmissão ou pode levar de 3 meses até alguns anos para provocar os sintomas. Aumento do volume dos linfonodos, lesões na pele, conjuntivite, excessiva perda de pêlos, úlceras com sangramentos, falta de apetite, crescimento exagerado das unhas, emagrecimento e mucosas pálidas são os principais sintomas. Entretanto, existem animais infectados assintomáticos, que não desenvolvem nenhum tipo de alteração clínica e geralmente representam 20 a 40% de uma população soropositiva. Estes animais representam uma importante e silenciosa fonte de infecção para outros cães e seres humanos, e nos quais a leishmaniose acabará se manifestando. TRATAMENTO O tratamento no cão é mais difícil do que no homem, pois a leishmaniose canina mostra-se mais resistente à terapia. Pode-se conseguir a cura clínica do animal, mas não a eliminação do parasita. O cão continua sendo um reservatório da doença. O tratamento reduz a carga parasitária no organismo do animal e reduz a transmissão da doença para outros cães e para o homem. Entretanto, a realização do tratamento em um cão deve ser avaliada e conduzida por um Médico Veterinário, em consenso com o seu proprietário. Os animais tratados devem ser monitorados freqüentemente para evitar as recidivas da doença e o risco de transmissão. MEDIDAS DE CONTROLE E PREVENÇÃO As medidas de controle do vetor são as melhores opções na luta conta a doença. No ambiente, indica-se o uso de inseticidas nos domicílios e seus arredores; a eliminação correta do lixo, dentre outras medidas de higiene e conservação ambiental que evitam a proliferação do mosquito; evitar o convívio de cães positivos com o homem e plantação de arbustos de citronela, repelente natural do mosquito. Cidade Animal – Clínica Veterinária e Pet Shop - Rua Cônego Braveza, 1070 – Esquina com João Leonel (próximo CTC) Fone: / No cão, indica-se a proteção do animal com inseticidas ou repelentes contra o flebótomo. A coleira Scalibor, permite a liberação da deltametrina, um potente inseticida contra o mosquito, por um longo período de até 4 meses. Testada e aprovada mundialmente, a coleira é hoje o método mais eficiente e seguro para evitar a transmissão da leihsmaniose. Fig.3 –Cão com a coleira Scalibor Fig.5 –Apresentação comercial da coleira Scalibor Fig.4 – Arbusto de citronela


Carregar ppt "INFORMATIVO CIDADE ANIMAL ANO 1. N.1 ABRIL/2007 LEIHSMANIOSE VISCERAL CANINA Fig.1 – Leihsmania chagasi parasitando células da medula óssea O QUE É LEISHMANIOSE?"

Apresentações semelhantes


Anúncios Google