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P ONTIFÍCIA U NIVERSIDADE C ATÓLICA DE G OIÁS C OMO REALIZAR UM PROCESSO TERAPÊUTICO EM CRIANÇAS D ISCIPLINA : E STÁGIO S UPERVISIONADO I Alunas: Elidiane.

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1 P ONTIFÍCIA U NIVERSIDADE C ATÓLICA DE G OIÁS C OMO REALIZAR UM PROCESSO TERAPÊUTICO EM CRIANÇAS D ISCIPLINA : E STÁGIO S UPERVISIONADO I Alunas: Elidiane Soares Natália Lima

2 C LÍNICA I NFANTIL : ASPECTOS ESTRUTURAIS... É fundamental salientarmos que consideramos o trabalho clinico um processo delineado a partir de uma demanda individual - Cada Terapeuta tem seu repertório discriminativo;

3 O BJETIVOS G ERAIS DA TERAPIA. 1- Identificar as principais variáveis envolvidas nos comportamentos – alvo da criança; 2- Habilitar pais e crianças a identificar seus comportamentos; 3- ensinar à criança repertórios alternativos àqueles considerados problemáticos – reforçadores; 4- orientar pais em suas condutas com seus filhos.

4 S EMELHANÇAS ENTRE A T ERAPIA COM A DULTOS E T ERAPIA COM C RIANÇAS E A DOLESCENTES Empirismo colaborativo, descoberta orientada, estabelecimento de agenda, evocação de feedback, registro de humor e tarefa de casa. estrutura da sessão pode ser flexivelmente aplicada;

5 D IFERENÇAS ENTRE A T ERAPIA COM A DULTOS E T ERAPIA COM C RIANÇAS E A DOLESCENTES Adesão a terapia (podem frequentar por determinação de juizado, escola, pais); A ação é estimulante! Por isso, associar habilidades de controle a ações concretas pode ajudar a prestar atenção, a lembrar e realizar o comportamento desejado;

6 É PAPEL DO T ERAPEUTA Ater-se aos aspectos do desenvolvimento da crianças; observar as idades das crianças bem como suas habilidades sócio cognitivas; Avaliar questões em seu ambiente; elaborar planos de tratamento; envolver a criança no processo e motiva-la; Reforçar comportamentos assertivos; Orientação das crianças e família, um dos pontos mais importantes;

7 Com crianças mais novas é indicado tarefas com menos fluência verbal, desenhos fantoches, brinquedos, jogos. Ler, contar historia pode ser usado para aumentar sua sofisticação, filmes, desenhos, musicas programas de televisão poderiam facilitar uma mediação verbal.

8 P RIMEIRA S ESSÃO 1- Coleta de dados: Entrevista inicial; Investigação da queixa inicial e secundárias; Pode ocorrer em mais de uma sessão; Presença da criança;

9 2- Estabelecimento do contrato clínico: Horários; honorários; faltas; férias; apresentação da forma de trabalhar do profissional; combinar frequência e formato das sessões de orientação com os pais;

10 P RIMEIRA S ESSÃO COM A C RIANÇA Construção de um bom vinculo com a criança; Criar um contexto agradável; Estabelecer algumas regras; Explicar o que é o trabalho clínico, seus objetivos e o que será feito nas sessões, alguns aspectos éticos e esclarecer dúvidas da criança;

11 Buscar informações sobre seus gostos, alguns hábitos e assuntos do seu interesse; Investigar elementos que trazem incomodo pra a criança; Observar seus comportamentos para formulação das primeiras hipóteses funcionais ;

12 O DECORRER DO TRABALHO C LÍNICO As regras envolvidas, características das sessões, atividades utilizadas, o tipo e a periodicidade de contato entre o terapeuta e pais/outros profissionais, varia bastante. É fundamental que o terapeuta planeje a sessão seguindo os objetivos terapêuticos ; Encontro com os pais;

13 O ENCERRAMENTO DO T RABALHO C LÍNICO I NFANTIL. Esgotamento do repertório do profissional Os benefícios do trabalho com a criança foram esgotados e os objetivos da terapia já foram concluídos. Finalizando o Processo; Reduzir as sessões; Retornar aos elementos principais e planejar estratégias para manutenção dos ganhos.

14 R EFERÊNCIAS Friedberg,Roberto D. & Mccclure,Jessica M. (2004). A pratica clínica de terapia cognitiva com crianças e adolescentes. Porto alegre: Artmed. Borjes, Nicodemas B. &Cassas, Fernando A.(2012 ). Clinica analítico comportamental aspectos teóricos e práticos. Porto alegre: Artmed. Comportamento e Cognição. Vols. De 1 a 18. Santo André: Esetec.


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