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Profa. Dra. Kira Tarapanoff Orientadora pela Universidade de Brasília Prof. Dr. Luc Quoniam Directeur de thèse désigné pour lUniversité du Sud Toulon-Var.

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1 Profa. Dra. Kira Tarapanoff Orientadora pela Universidade de Brasília Prof. Dr. Luc Quoniam Directeur de thèse désigné pour lUniversité du Sud Toulon-Var Lillian Maria Araújo de Rezende Alvares Brasília, 3 de março de 2010 Universidade de Brasília PPGCInf Université du Sud Toulon-Var École Doctorale Tese submetida ao Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação da Universidade de Brasília e à École Doctorale da Université du Sud Toulon-Var no âmbito da Convention de Cotutelle de Thèse para obtenção do título de Doutora em Ciência da Informação

2 Revisão de Literatura Novos Indutores da Competitividade Organizações de Aprendizado Educação Corporativa Capacitação no Ambiente da ME EPP Educação Corporativa Virtual na ME EPP

3 Novos Indutores da Competitividade

4 Sociedade do Conhecimento Mudanças no Paradigma da Produção 1962 Machlup 1993 Drucker 1999 Castells 2004 OCDE 2005 Dahlman e Frischtak 1978 Kuhn 1992 Lundvall 1997 Freeman e Soete 1997 Tapscott 1999 Castells 2000 Paula, Cerqueira e Albuquerque 2002 Morin Sociedade do Conhecimento

5 ´ 60: Pesquisa de Machlup, emergência da indústria do conhecimento Drucker: O conhecimento tornara-se recurso decisivo e essencial à economia, superando em importância os fatores clássicos de produção - terra, capital e trabalho Castells: Sociedade do Conhecimento Tecnologias de Informação e Comunicação Organismos internacionais: Relaciona-se à idéia da inovação No Brasil: Necessidade de promover estratégias de acesso e uso efetivo do conhecimento disponível para não perder novas ondas de desenvolvimento ´ 60: Pesquisa de Machlup, emergência da indústria do conhecimento Drucker: O conhecimento tornara-se recurso decisivo e essencial à economia, superando em importância os fatores clássicos de produção - terra, capital e trabalho Castells: Sociedade do Conhecimento Tecnologias de Informação e Comunicação Organismos internacionais: Relaciona-se à idéia da inovação No Brasil: Necessidade de promover estratégias de acesso e uso efetivo do conhecimento disponível para não perder novas ondas de desenvolvimento

6 Mudanças no Paradigma da Produção Profunda mudança na produção, com reflexo direto no comportamento empresarial, cultural, ambiental, político e social. O regime tecnológico intensivo em energia e voltado para a produção em massa X Tecnologia microeletrônica, intensivo em informação e customização Castells: penetrabilidade; crescente convergência de tecnologias; informação como matéria-prima; lógica em rede; flexibilidade. Tapscott: Economia Digital Profunda mudança na produção, com reflexo direto no comportamento empresarial, cultural, ambiental, político e social. O regime tecnológico intensivo em energia e voltado para a produção em massa X Tecnologia microeletrônica, intensivo em informação e customização Castells: penetrabilidade; crescente convergência de tecnologias; informação como matéria-prima; lógica em rede; flexibilidade. Tapscott: Economia Digital

7 KBE Informação Inovação e Tecnologia 1992 Lundvall 2000 Paula, Cerqueira e Albuquerque 2002 Morin 1841 List 1911 Schumpeter 1988 Dosi 1991 Bygrave e Hofer 1991 Reynolds 1995 Christensen 1995 Lojkine 1996 Ocde 1996 Lemos 1997 Freeman 1997 Nonaka e Takeuchi 1997 Malecki 1999 Castells 2004 Manual 2005 Cassiolato 2007 Pintec Economia Baseada no Conhecimento

8 Atividades intensivas em conhecimento: tecnologias avançadas, mão-de-obra altamente qualificada, mudanças tecnológicas de forma acelerada e transformações em todas as indústrias, altamente competitivas. KBE é o uso sistemático da ciência na produção: (i) preexistência do SNI; (ii) infra-estrutura de conhecimento; (iii) infra-estrutura informacional TIC; e (iv) sofisticação da divisão do trabalho, com a participação de parcelas expressivas do contingente em atividades de produção, difusão e transmissão de conhecimentos. Morin: KBE efetiva, diversidade, complexidade e inovação caracterizam o período atual e, por isso, a educação tem um papel essencial. Atividades intensivas em conhecimento: tecnologias avançadas, mão-de-obra altamente qualificada, mudanças tecnológicas de forma acelerada e transformações em todas as indústrias, altamente competitivas. KBE é o uso sistemático da ciência na produção: (i) preexistência do SNI; (ii) infra-estrutura de conhecimento; (iii) infra-estrutura informacional TIC; e (iv) sofisticação da divisão do trabalho, com a participação de parcelas expressivas do contingente em atividades de produção, difusão e transmissão de conhecimentos. Morin: KBE efetiva, diversidade, complexidade e inovação caracterizam o período atual e, por isso, a educação tem um papel essencial.

9 Informação, Inovação e Tecnologia Resultado: inovação contínua e capaz de acompanhar a velocidade das mudanças que ocorrem no ambiente SNI KDP: capacidade do sistema em produzir inovações no tempo julgado conveniente com um determinado estoque de conhecimento Freeman: processos que levam à inovação e os problemas associados, já ressaltava a importância do aprendizado para a sua ocorrência OCDE: Economia de Aprendizagem, caracterizada pela necessidade por trabalhadores cada vez mais qualificados. Resultado: inovação contínua e capaz de acompanhar a velocidade das mudanças que ocorrem no ambiente SNI KDP: capacidade do sistema em produzir inovações no tempo julgado conveniente com um determinado estoque de conhecimento Freeman: processos que levam à inovação e os problemas associados, já ressaltava a importância do aprendizado para a sua ocorrência OCDE: Economia de Aprendizagem, caracterizada pela necessidade por trabalhadores cada vez mais qualificados.

10 Capacitação e Emprego Terminologias Apropriadas a KBE 1776 Smith 1867 Marx 1945 Hayek 1991 Galbraith 1994 OECD 1998 Viana 1998 McKinsey 2004 Toffler Capital Intelectual Ativos Intangíveis Capital Humano Conhecimento e Economia

11 Hayek: Divisão do conhecimento, conhecimento de fatos relevantes está disperso entre várias pessoas Toffler: Condição fundamental para KBE é dispor de uma população instruída, A aprendizagem é a melhor forma para indivíduos e organizações estarem aptos a enfrentarem as mudanças em curso, intensificarem a geração de inovações e prepararem-se para integrar, mais rapidamente, a economia baseada no conhecimento. ] Viana: a competência humana constitui o centro do desenvolvimento econômico em qualquer sociedade, destacando a aprendizagem e o conhecimento em qualquer formação sócio-econômica ao longo da história. Hayek: Divisão do conhecimento, conhecimento de fatos relevantes está disperso entre várias pessoas Toffler: Condição fundamental para KBE é dispor de uma população instruída, A aprendizagem é a melhor forma para indivíduos e organizações estarem aptos a enfrentarem as mudanças em curso, intensificarem a geração de inovações e prepararem-se para integrar, mais rapidamente, a economia baseada no conhecimento. ] Viana: a competência humana constitui o centro do desenvolvimento econômico em qualquer sociedade, destacando a aprendizagem e o conhecimento em qualquer formação sócio-econômica ao longo da história.

12 Capacitação e Emprego Quanto mais rápida é a introdução de conhecimento na produção, (especialmente TI), maior a demanda por trabalhadores mais habilitados. Políticas que estimulem a melhoria da produtividade da mão-de-obra é a nova tônica das economias baseadas no conhecimento. Relatório McKinsey: o Brasil pode dobrar o PIB per capita em dez anos e melhorias na educação podem contribuir imensamente para a melhoria do capital humano e conseqüentemente para a produção. A responsabilidade da formação do trabalhador não precisa recair somente no setor público. A capacitação no emprego torna-se um importante complemento na educação formal. Quanto mais rápida é a introdução de conhecimento na produção, (especialmente TI), maior a demanda por trabalhadores mais habilitados. Políticas que estimulem a melhoria da produtividade da mão-de-obra é a nova tônica das economias baseadas no conhecimento. Relatório McKinsey: o Brasil pode dobrar o PIB per capita em dez anos e melhorias na educação podem contribuir imensamente para a melhoria do capital humano e conseqüentemente para a produção. A responsabilidade da formação do trabalhador não precisa recair somente no setor público. A capacitação no emprego torna-se um importante complemento na educação formal.

13 Terminologia Capital Intelectual 1993 Wiig 1996 Brooking 1998 Sveiby 1998 Edvinson e Malone 1998 Stewart 1999 Marçula 2000 Duffy Ativos Intangíveis 1998 Sveiby 2000 Teece Capital Humano 1962 Schultz 1983 Becker 1994 Sandroni 1997 Moretto 2000 Bordieu 2001 Jóia

14 Terminologia Capital Humano: Capacidade de trabalho Capital de Relacionamento Capital Estrutural (i) capital organizacional; (ii) capital de inovação; e (iii) capital de processos. Capital Físico Capital Monetário Capital Intelectual: Capital Humano + Capital de Relacionamento + Capital Estrutural Ativos Intangíveis: relacionados com conhecimentos, patenteamento, competências laborais, informações estratégicas disponíveis, rede de relacionamentos e processos proprietários Capital Humano: Capacidade de trabalho Capital de Relacionamento Capital Estrutural (i) capital organizacional; (ii) capital de inovação; e (iii) capital de processos. Capital Físico Capital Monetário Capital Intelectual: Capital Humano + Capital de Relacionamento + Capital Estrutural Ativos Intangíveis: relacionados com conhecimentos, patenteamento, competências laborais, informações estratégicas disponíveis, rede de relacionamentos e processos proprietários

15 Gestão do Conhecimento Tipologia 1974 Henry 1993 Wigg 2004 Leite Gestão do Conhecimento

16 Para atender às questões sobre como lidar com o conhecimento e os conceitos associados de capital humano, capital intelectual e ativos intangíveis na economia tornaram-se de tal forma relevantes na gestão da organização, que não tardaram os primeiros entendimentos sobre Gestão do Conhecimento. ´70 Henry: Construção de políticas públicas para a produção, disseminação, acessibilidade e uso de informação. ´80 Wigg: construção sistemática, explícita e intencional do conhecimento e sua aplicação para maximizar a eficiência e o retorno sobre os ativos de conhecimento da organização. Para atender às questões sobre como lidar com o conhecimento e os conceitos associados de capital humano, capital intelectual e ativos intangíveis na economia tornaram-se de tal forma relevantes na gestão da organização, que não tardaram os primeiros entendimentos sobre Gestão do Conhecimento. ´70 Henry: Construção de políticas públicas para a produção, disseminação, acessibilidade e uso de informação. ´80 Wigg: construção sistemática, explícita e intencional do conhecimento e sua aplicação para maximizar a eficiência e o retorno sobre os ativos de conhecimento da organização.

17

18 Gestão do Capital Intelectual 1993 Powell 1997 Barclay e Murray 1998 Stewart 2000 Sullivan 2002 Bukowitz e Williams 2009 Knowledge Transfer International Gestão do Conhecimento Estratégia que transforma o capital intelectual da organização em maior produtividade, novos valores e aumento de competitividade

19 Gestão de Ativos Intangíveis 1996 Petrash 1997 Hibbard 1998 Sveiby 1999 Davenport e Prusak 2000 Rowley Gestão do Conhecimento Arte de criar valor a partir dos bens intangíveis de uma organização

20 Árvores do Conhecimento 2000 Lévy e Authier Gestão do Conhecimento Visualizar as tendências de evolução das competências da organização, permitindo expor os saberes e habilidades e, assim, serem um importante coadjuvante na decisão sobre necessidades de formação e de mobilidade interna.

21 Processo 1995 Sprenger 1995 Spek e Spijkervet 1996 Diepstraten 1997 Weggeman 1998 Gurteen 1999 Harris 1999 Harris et al 2001 Zolingen, Streumer e Stooker 2002 Wilson 2006 Choo Gestão do Conhecimento Estrutura com o objetivo de coordenar as metas e os processos da organização, com vistas a que o conhecimento possa auxiliar no aprendizado e na criação de valor da própria organização

22 Criação do Conhecimento Organizacional 1966 Polanyi 1996 Mackintosh 1997 Nonaka e Takeuchi 1999 Marsick e Watkins Gestão do Conhecimento Interação contínua e dinâmica entre o conhecimento tácito e o explícito

23 Gestão do Intelecto Profissional 2000 Quinn, Anderson e Finkelstein 2004 Comitê Executivo do Governo Eletrônico Gestão do Conhecimento organizam o intelecto profissional de uma organização em quatro níveis: (i) conhecimento cognitivo (ii) habilidades avançadas (iii) compreensão sistêmica (iv) criatividade auto-motivada

24 A partir dos Ativos de Informação 1993 Drucker 1997 Bair e Stear 2001 Rodrigues aquisição sistemática e objetiva de informação e sua aplicação, como novo fundamento para o trabalho, para a produtividade e para o desenvolvimento mundial. Gestão do Conhecimento

25 Prática Organizacional Largamente como um guia de implantação de GC nas organizações, é ampla coleção de práticas organizacionais relativas à geração, captura, disseminação e promoção do compartilhamento do conhecimento na organização e no mundo 2002 OECD Gestão do Conhecimento

26 Perspectiva de Aprendizado 1987 Lave e Wenger 1989 Brown, Collins e Duguid 2001 Brown e Duguid GC é o aprendizado ou a aquisição de conhecimento, pois é esse que torna os bens intelectuais utilizáveis. O conhecimento reside mais nas pessoas do que em sistemas de informação, e por isso o aprendizado tornou-se o principal desafio do gerenciamento de conhecimento. Gestão do Conhecimento

27 Aprendizagem Situada s/d Forrester e Jantzie 1971 Piaget 1976 Bruner 1979 Dewey 1984 Vygotsky 1984 Kolb 1987 Lave e Wenger 1988 Luria e Leontiev 1990 Knowles 1993 Damarin 1995 Boland e Duguid e Tenkasi 1995 Lankard 1998 Câmara de Educação Básica 2001 Brown e 2005 Pedrosa et al 2007 Antonello 2007 Viggiano Gestão do Conhecimento

28 Aprendizagem Situada Século XX: novos modelos educacionais para a aprendizagem de adultos Adultos precisam saber por que têm que aprender algo, precisam aprender experimentando, encaram a aprendizagem como a resolução de problemas e aprendem melhor quando os conteúdos têm utilidade imediata. Aprendizagem Experiencial e a Aprendizagem Informal - Situada e Incidental Na AIS, a aprendizagem ocorre a partir da imersão do sujeito na cultura e ambiente organizacionais, a partir da inserção do sujeito no ambiente da ação e da produção No campo da aprendizagem-ação uma das abordagens mais ricas Século XX: novos modelos educacionais para a aprendizagem de adultos Adultos precisam saber por que têm que aprender algo, precisam aprender experimentando, encaram a aprendizagem como a resolução de problemas e aprendem melhor quando os conteúdos têm utilidade imediata. Aprendizagem Experiencial e a Aprendizagem Informal - Situada e Incidental Na AIS, a aprendizagem ocorre a partir da imersão do sujeito na cultura e ambiente organizacionais, a partir da inserção do sujeito no ambiente da ação e da produção No campo da aprendizagem-ação uma das abordagens mais ricas

29 Aprendizagem Situada Está enraizado no mundo de todos os dias e suportado pelas atividades diárias. É o resultado da intersecção entre (i) conteúdo; (ii) contexto; (iii) comunidades de práticas; e (iv) participação individual. Precisa ser: (i) apresentado num contexto real; (ii) estar em uma estrutura compartilhada de conhecimento; (iii) contar com um sistema apto a conter em si o conhecimento; (iv) obter uma mudança no papel tradicional de todos; e (v) manter objetivos bem definidos em relação ao desenvolvimento de competências. Está enraizado no mundo de todos os dias e suportado pelas atividades diárias. É o resultado da intersecção entre (i) conteúdo; (ii) contexto; (iii) comunidades de práticas; e (iv) participação individual. Precisa ser: (i) apresentado num contexto real; (ii) estar em uma estrutura compartilhada de conhecimento; (iii) contar com um sistema apto a conter em si o conhecimento; (iv) obter uma mudança no papel tradicional de todos; e (v) manter objetivos bem definidos em relação ao desenvolvimento de competências.

30 Comunidades de Prática e de Aprendizagem 1998 Wenger 2002 Lemos 2005 Lima 2007 Gannon-Leary e Fontainha Gestão do Conhecimento

31 Comunidades de Prática C omunidades que reunem pessoas unidas informalmente por interesses comuns no aprendizado e, principalmente, na sua aplicação. Formada por: Domínio : representa a área de interesse, a razão de ser da comunidade Prática: representa os métodos, os instrumentos, os documentos, enfim, tudo o que a comunidade pratica para a aquisição do conhecimento Comunidade: representa as relações entre os membros, as práticas de compartilhamento e o sentimento de pertencimento ao grupo Comunidades virtuais podem ter como objetivo principal a aprendizagem, sendo o e-learning uma conseqüência natural C omunidades que reunem pessoas unidas informalmente por interesses comuns no aprendizado e, principalmente, na sua aplicação. Formada por: Domínio : representa a área de interesse, a razão de ser da comunidade Prática: representa os métodos, os instrumentos, os documentos, enfim, tudo o que a comunidade pratica para a aquisição do conhecimento Comunidade: representa as relações entre os membros, as práticas de compartilhamento e o sentimento de pertencimento ao grupo Comunidades virtuais podem ter como objetivo principal a aprendizagem, sendo o e-learning uma conseqüência natural

32 Web O'Reilly 2007 Sales a Web é a plataforma dominante; as informações são a força motriz do desenvolvimento; a nova arquitetura de participação cria uma importante rede de efeitos; inovação na montagem de sistemas e portais, com características de distribuição e colaboração cria fontes abertas de desenvolvimento; o ciclo beta perpétuo, de permanente desenvolvimento é adotado definitivamente. Gestão do Conhecimento

33 Organizações de Aprendizado

34 Capacitação Empresarial 1920 Marshall 1994 OCDE 1996 Nonaka, Takeuchi e Umemoto 2004 Kerstenetzky

35 Capacitação Empresarial O processo de aprendizagem hoje é mais do que adquirir a educação formal. O aspecto fundamental do aprendizado atual é a transformação do conhecimento tácito em conhecimento explícito, codificado, para que todos possam ter acesso. As próprias instituições tornam-se, elas mesmas, organizações de aprendizado, continuamente adaptando, organizando e adquirindo novas tecnologias. O processo de aprendizagem hoje é mais do que adquirir a educação formal. O aspecto fundamental do aprendizado atual é a transformação do conhecimento tácito em conhecimento explícito, codificado, para que todos possam ter acesso. As próprias instituições tornam-se, elas mesmas, organizações de aprendizado, continuamente adaptando, organizando e adquirindo novas tecnologias.

36 Competências Produtividade de Conhecimento 1978 Argyris e Schön 1990 Senge 1990 Prahalad e Hamel 1995 Mumford 1995 Le Boterf 1997 De Geus 1998 Wenger 1998 Garvin et al 2000 Mintzberg, Ahlstrand e Lampel 2001 Fleury e Fleury 2003 Rae 2005 Witzel 2005 Tarapanoff 2007 Gregg 2002 Prince e Stewart 2004 Harrison e Kessels 2005 Jansink 2007 CNI Aprendizado Organizacional

37 Era: inclui as dimensões do conhecer, do entender e do fazer Argyris e Schön: um processo de identificação e correção de erros Wenger: Deve estar integrado com outras atividades em comunidades de prática. Garvin et al: aprendizagem por meio da solução de problemas aprendizagem por meio da experimentação formação da memória aprendendo com os outros, transferência de conhecimentos Era: inclui as dimensões do conhecer, do entender e do fazer Argyris e Schön: um processo de identificação e correção de erros Wenger: Deve estar integrado com outras atividades em comunidades de prática. Garvin et al: aprendizagem por meio da solução de problemas aprendizagem por meio da experimentação formação da memória aprendendo com os outros, transferência de conhecimentos

38 Competências Le Boterf: Três eixos - pessoa, formação educacional e experiência profissional Saber como mobilizar, integrar e transferir os conhecimentos, recursos e habilidades, em um contexto profissional determinado. Perspectiva industrial X perspectiva da economia do conhecimento Tarapanoff: novas competências atuar no desenvolvimento de competências essenciais ser inovador no modo de compartilhamento e distribuição do conhecimento ter como premissa a disseminação do conhecimento em qualquer momento e em qualquer lugar Le Boterf: Três eixos - pessoa, formação educacional e experiência profissional Saber como mobilizar, integrar e transferir os conhecimentos, recursos e habilidades, em um contexto profissional determinado. Perspectiva industrial X perspectiva da economia do conhecimento Tarapanoff: novas competências atuar no desenvolvimento de competências essenciais ser inovador no modo de compartilhamento e distribuição do conhecimento ter como premissa a disseminação do conhecimento em qualquer momento e em qualquer lugar

39 Educação Corporativa

40 Contexto de Surgimento Histórico 1985 Eurich 1999 Éboli 1999 Meister 2004 Hytti e OGorman 2006 Aguiar 1983 Hawthorne, Libby e Nash 1985 Eurich 2000 Thompson 2000 Corporate University Xchange Contexto de Surgimento

41 Necessidades das empresas por perfis profissionais com competências específicas Emergência da organização não-hierárquica, enxuta e flexível Consolidação da economia do conhecimento Redução do prazo de validade do conhecimento Empregabilidade para a vida toda em lugar do emprego para a vida toda Empresas que tratam: Conhecimento como vantagem competitiva Aprendizado contínuo como essencial Gestão do Conhecimento como elemento da estratégica empresarial Necessidades das empresas por perfis profissionais com competências específicas Emergência da organização não-hierárquica, enxuta e flexível Consolidação da economia do conhecimento Redução do prazo de validade do conhecimento Empregabilidade para a vida toda em lugar do emprego para a vida toda Empresas que tratam: Conhecimento como vantagem competitiva Aprendizado contínuo como essencial Gestão do Conhecimento como elemento da estratégica empresarial

42 Contexto de Surgimento Além das razões evidentes da melhoria da competitividade: Educação compensatória, Orientação do processo de capacitação Recrutamento, ampliando as possibilidades de capacitação. No Brasil Desejo de vincular o aprendizado e o desenvolvimento às principais metas empresariais Criar uma abordagem sistemática ao aprendizado e ao desenvolvimento; Difundir cultura e valores comuns em toda a organização; Desenvolver a empregabilidade dos funcionários. Além das razões evidentes da melhoria da competitividade: Educação compensatória, Orientação do processo de capacitação Recrutamento, ampliando as possibilidades de capacitação. No Brasil Desejo de vincular o aprendizado e o desenvolvimento às principais metas empresariais Criar uma abordagem sistemática ao aprendizado e ao desenvolvimento; Difundir cultura e valores comuns em toda a organização; Desenvolver a empregabilidade dos funcionários.

43 Conceitos Educação Continuada 1994 White e Pierce 1998 Meister 1999 Thomas 1999 Gibb 2001 Prince e Beaver 2001 Fleury e Oliveira Jr Moore 2002 El-Tannir 2002 Fulmer 2002 McCarthy Allen 2002 Taylor e Phillips 2002 Prince e Stewart 2003 Blass 2004 Éboli Tarapanoff 2008 WACUC 1929 Whitehead 1999 Meister 2000 Gostschall 2002 Morrison 2002 El-Tannir 2004 Delors Histórico

44 1913, trinta e cinco das maiores corporações americanas se reuniram para formar a National Association for Corporation Schools (NASC) 1914: colégio corporativo... é uma escola conduzida pela empresa... para o trabalho... ou uma escola comercial com classes universitárias ou às vezes, palestras universitárias ou crédito universitário; ou uma escola técnica com curso de extensão (EURICH, 1995). 1919: General Motors Institute ´50 houve: de fato, a primeira universidade corporativa, conforme o entendimento contemporâneo Electric Crotonville Management Development Institute, em 1955, pela General Eletric. 1913, trinta e cinco das maiores corporações americanas se reuniram para formar a National Association for Corporation Schools (NASC) 1914: colégio corporativo... é uma escola conduzida pela empresa... para o trabalho... ou uma escola comercial com classes universitárias ou às vezes, palestras universitárias ou crédito universitário; ou uma escola técnica com curso de extensão (EURICH, 1995). 1919: General Motors Institute ´50 houve: de fato, a primeira universidade corporativa, conforme o entendimento contemporâneo Electric Crotonville Management Development Institute, em 1955, pela General Eletric.

45 Conceitos EC: relacionada aos objetivos, prioridades e missão organizacional Meister: processo organizacional, um guarda-chuva estratégico para desenvolver e educar funcionários, clientes, fornecedores e comunidade, a fim de cumprir as estratégias empresariais. Éboli: desenvolver talentos humanos em prol dos negócios, bem como, promover a Gestão do Conhecimento organizacional (geração, assimilação, difusão e aplicação), por meio de um processo de aprendizagem ativa e contínua. Thomas (1999), é um veículo para o desenvolvimento da organização voltada para o aprendizado e a Gestão do Conhecimento como a atividade central. EC: relacionada aos objetivos, prioridades e missão organizacional Meister: processo organizacional, um guarda-chuva estratégico para desenvolver e educar funcionários, clientes, fornecedores e comunidade, a fim de cumprir as estratégias empresariais. Éboli: desenvolver talentos humanos em prol dos negócios, bem como, promover a Gestão do Conhecimento organizacional (geração, assimilação, difusão e aplicação), por meio de um processo de aprendizagem ativa e contínua. Thomas (1999), é um veículo para o desenvolvimento da organização voltada para o aprendizado e a Gestão do Conhecimento como a atividade central.

46 Educação Continuada Delors: q uatro competências: aprender a conhecer aprender a fazer aprender a viver juntos aprender a ser Morrison: Liderança Mercado Gestão Cidadania. Delors: q uatro competências: aprender a conhecer aprender a fazer aprender a viver juntos aprender a ser Morrison: Liderança Mercado Gestão Cidadania.

47 Classificações 1999 Walton 2002 Lenderman e Sandelands 2002 Fulmer 2007 MDIC

48 Classificações Fulmer: Universidade Corporativa com Programa Educacional Dirigido Universidade Corporativa de Suporte às Mudanças Universidade Corporativa para Desenvolvimento de Lideranças Universidade Corporativa para Desenvolvimento de Negócios Universidade Corporativa para Relacionamento com a Cadeia Produtiva Universidade Corporativa para Desenvolvimento de Carreiras Fulmer: Universidade Corporativa com Programa Educacional Dirigido Universidade Corporativa de Suporte às Mudanças Universidade Corporativa para Desenvolvimento de Lideranças Universidade Corporativa para Desenvolvimento de Negócios Universidade Corporativa para Relacionamento com a Cadeia Produtiva Universidade Corporativa para Desenvolvimento de Carreiras

49 Capacitação no Ambiente da ME EPP

50 ME EPP Baixa intensidade de capital; Alta taxa de natalidade e de mortalidade; Forte presença de proprietários Registros contábeis pouco adequados; Utilização de mão-de-obra não qualificada ou semi-qualificada; Baixo investimento em inovação tecnológica; Maior dificuldade no acesso ao financiamento de capital de giro; Pouca capacidade de desenvolver parceria com técnicos e acadêmicos; As necessidades são de nível mais elementar; O próprio empresário é o responsável por todas as áreas da empresa; Falta entendimento nas empresas sobre a importância da inovação; Normalmente, as ações visam a resultados de curto prazo; Desconhecimento das oportunidades tecnológicas; Baixa intensidade de capital; Alta taxa de natalidade e de mortalidade; Forte presença de proprietários Registros contábeis pouco adequados; Utilização de mão-de-obra não qualificada ou semi-qualificada; Baixo investimento em inovação tecnológica; Maior dificuldade no acesso ao financiamento de capital de giro; Pouca capacidade de desenvolver parceria com técnicos e acadêmicos; As necessidades são de nível mais elementar; O próprio empresário é o responsável por todas as áreas da empresa; Falta entendimento nas empresas sobre a importância da inovação; Normalmente, as ações visam a resultados de curto prazo; Desconhecimento das oportunidades tecnológicas;

51 Capacitação Inovação Empreendedorismo 2006 CNI 2007 Sebrae 2003 IBGE 2005 Sebrae 2006 CNI 1929 Whitehead 2002 Gibb 2004 Jones e English 2005 Sebrae 2006 Simara ME EPP

52 Capacitação Sebrae: 2 principais fatores condicionantes à sobrevivência: Restrição de crédito e de capital humano. Crescimento das ME EPP que capacitam seus empregados 49,4% para 66,7% em 2003 Capacitação aparece como prioridade de investimento da empresa - 61,8% desejam investir em capacitação nos próximos anos. Redução no número médio de horas de treinamento de empregados Menos de oito horas por empregado foram utilizados em capacitação. Do total de ME EPP, apenas 21% dedicaram mais de 25 horas de treinamento por empregado 81% preferem fazê-lo no próprio estabelecimento. Em termos regionais, não há diferença significativa Sebrae: 2 principais fatores condicionantes à sobrevivência: Restrição de crédito e de capital humano. Crescimento das ME EPP que capacitam seus empregados 49,4% para 66,7% em 2003 Capacitação aparece como prioridade de investimento da empresa - 61,8% desejam investir em capacitação nos próximos anos. Redução no número médio de horas de treinamento de empregados Menos de oito horas por empregado foram utilizados em capacitação. Do total de ME EPP, apenas 21% dedicaram mais de 25 horas de treinamento por empregado 81% preferem fazê-lo no próprio estabelecimento. Em termos regionais, não há diferença significativa

53 Inovação Fatores que dificultam a inovação na ME EPP excesso de burocracia; dificuldades no acesso a informações ausência de parcerias ausência de assessoramento para cumprimento da legislação ambiental informalidade das empresas baixa capacitação gerencial e tecnológica dos recursos humanos; falta de visão das empresas, o que faz com que só se adote uma inovação quando o benefício é evidente falta de incentivo governamental falta de tradição em investir em desenvolvimento tecnológico Fatores que dificultam a inovação na ME EPP excesso de burocracia; dificuldades no acesso a informações ausência de parcerias ausência de assessoramento para cumprimento da legislação ambiental informalidade das empresas baixa capacitação gerencial e tecnológica dos recursos humanos; falta de visão das empresas, o que faz com que só se adote uma inovação quando o benefício é evidente falta de incentivo governamental falta de tradição em investir em desenvolvimento tecnológico

54 Empreendedorismo 7º lugar dentre as 34 nações x Percepção dos empreendedores Clima Econômico Políticas Governamentais Acesso a infra-estrutura física Apoio Financeiro Percepção dos especialistas Educação e Treinamento Políticas Governamentais Apoio Financeiro 7º lugar dentre as 34 nações x Percepção dos empreendedores Clima Econômico Políticas Governamentais Acesso a infra-estrutura física Apoio Financeiro Percepção dos especialistas Educação e Treinamento Políticas Governamentais Apoio Financeiro Condições mais citadas que afetam o empreendedorismo no Brasil:

55 Educação Corporativa em ME EPP 1999 Thomas 2001 Brown e Duguid 2002 McCarthy 2002 Dealtry 2004 Éboli 2007 Steffens e Novotne 2007 Allen

56 EC na ME EPP Thomas e McCarthy: Aprendizado ao longo da vida Criação de novos conhecimentos Suas definições não estão vinculadas nem ao porte nem à necessidade de manter a EC fisicamente na instituição, como afirma a maioria dos autores O alicerce da EC está na estratégia empresarial e na alta gerência. GC por uma perspectiva de aprendizado, conforme apresentado por Brown e Duguid (2001). Thomas e McCarthy: Aprendizado ao longo da vida Criação de novos conhecimentos Suas definições não estão vinculadas nem ao porte nem à necessidade de manter a EC fisicamente na instituição, como afirma a maioria dos autores O alicerce da EC está na estratégia empresarial e na alta gerência. GC por uma perspectiva de aprendizado, conforme apresentado por Brown e Duguid (2001).

57 Modelo de Steffens e Novotne

58 Educação Corporativa Virtual na ME EPP

59 Educação a Distância 2007 Moore e Kearsley 1993 Amundsen 1998 Legislação Brasileira 1999 Tarouco 1999 Niskier 1999 Santos 2001 Cardoso e Pestana 2002 Kimball 2003 BIBB 2006 Ricardo

60 Educação a Distância Tarouco: separação entre professor e aluno no espaço e tempo, no qual o controle do aprendizado é realizado mais intensamente pelo aluno do que propriamente pelo instrutor e a comunicação entre alunos e professores é mediada por documentos ou por alguma forma de tecnologia Tarouco: separação entre professor e aluno no espaço e tempo, no qual o controle do aprendizado é realizado mais intensamente pelo aluno do que propriamente pelo instrutor e a comunicação entre alunos e professores é mediada por documentos ou por alguma forma de tecnologia

61 Educação a Distância Sequenciamento de Santos: Interface Conteúdo Avaliação Cardoso e Pestana: meios para a ocorrência da EAD: unidirecional, quando se dispõe de uma única via para a transmissão da informação para o aluno; bidirecional, quando se dispõe de duas vias, uma destinada à transmissão da informação para o aluno e outra à interação aluno- professor. Sequenciamento de Santos: Interface Conteúdo Avaliação Cardoso e Pestana: meios para a ocorrência da EAD: unidirecional, quando se dispõe de uma única via para a transmissão da informação para o aluno; bidirecional, quando se dispõe de duas vias, uma destinada à transmissão da informação para o aluno e outra à interação aluno- professor.

62 E-learning 2001 Sora 2003 BIBB 2005 Macpherson, Homan e Wilkinson 2007 Leary e Berge

63 E-learning T ecnologias de ensino à distância: o Economias de escala o Ampliação da qualidade do conhecimento ofertado. o Integração com centros de excelência no ensino e pesquisa o Estimula os participantes no que diz respeito à inclusão digital das micro e pequenas empresas e ao uso das TIC nos processos de gestão, trabalho e no gerenciamento do próprio aprendizado ao longo da vida. T ecnologias de ensino à distância: o Economias de escala o Ampliação da qualidade do conhecimento ofertado. o Integração com centros de excelência no ensino e pesquisa o Estimula os participantes no que diz respeito à inclusão digital das micro e pequenas empresas e ao uso das TIC nos processos de gestão, trabalho e no gerenciamento do próprio aprendizado ao longo da vida.

64 E-learning

65 Proposta de E-learning para ME EPP 1975 March e Olsen 2000 Olsen 2002 Rosenberg 2002 Hall 2005 Hamburg 2006 Seitzinger 2007 Leary e Berge 2007 Steffens e Novotne

66 Proposta de E-learning Nas pequenas organizações para garantir o e-learning deve haver: Combinação do e-learning e cultura de aprendizado com metas estratégicas e atividades da organização, sendo essa a mais crítica, pois combina o alinhamento da visão de e-learning com a visão compartilhada e estratégica da organização Encorajamento do uso de tecnologias de informação na web de maneira inovadora e atualizada Um profissional de recursos humanos. Nas pequenas organizações para garantir o e-learning deve haver: Combinação do e-learning e cultura de aprendizado com metas estratégicas e atividades da organização, sendo essa a mais crítica, pois combina o alinhamento da visão de e-learning com a visão compartilhada e estratégica da organização Encorajamento do uso de tecnologias de informação na web de maneira inovadora e atualizada Um profissional de recursos humanos.

67 Fim


Carregar ppt "Profa. Dra. Kira Tarapanoff Orientadora pela Universidade de Brasília Prof. Dr. Luc Quoniam Directeur de thèse désigné pour lUniversité du Sud Toulon-Var."

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