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Atividade Física na Recuperação de Dependentes Químicos STEPHANIE CARDOSO, CASSANDRA ALVES, ROBERTA KLIEMANN, GLAUCIA SEVERO, IZADORA VELOSO, LUIZA RAFAELA,

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Apresentação em tema: "Atividade Física na Recuperação de Dependentes Químicos STEPHANIE CARDOSO, CASSANDRA ALVES, ROBERTA KLIEMANN, GLAUCIA SEVERO, IZADORA VELOSO, LUIZA RAFAELA,"— Transcrição da apresentação:

1 Atividade Física na Recuperação de Dependentes Químicos STEPHANIE CARDOSO, CASSANDRA ALVES, ROBERTA KLIEMANN, GLAUCIA SEVERO, IZADORA VELOSO, LUIZA RAFAELA, PATRÍCIA KNOD E CAROLINE STULP

2 O que é dependência? Do dicionário, dependência é sujeição, subordinação. A OMS define o conceito de dependência como sendo um estado psíquico e por vezes físico, caracterizado por comportamentos e respostas que incluem sempre a compulsão e necessidade de tomar a droga, de forma contínua ou periódica, de modo a experimentar efeitos físicos ou para evitar o desconforto da sua ausência, podendo a tolerância estar ou não presente. Dependência é o uso de drogas sem controle, com consequentes prejuízos para o individuo. O impulso que leva a pessoa a usar a droga de forma continua (sempre) ou periódica (frequentemente). O dependente é aquele que não consegue controlar o consumo de drogas, agindo de forma impulsiva e repetitiva. A dependência pode ser física (ou química) ou psicológica.

3 Dependência Psicológica A dependência psicológica se caracteriza pela relação entre a pessoa e o objeto de seu vício. Caso abstenha-se do uso daquela atividade, ela passará por estresse e mal-estar, então sente que deve utilizar a substância. São frequentemente presentes nas drogas que causam dependência psicológica efeitos como o relaxamento, alegria, euforia e sensação de poder e percepção maiores. A dependência psicológica indica a existência de alterações psíquicas que favorece a aquisição do hábito. A dependência psicológica baseia-se no desejo de continuar tomando uma droga para induzir o prazer ou aliviar a tensão e evitar o desconforto. As drogas que produzem dependência psicológica é particularmente comum com drogas que alteram o humor e as sensações e que afetam o sistema nervoso central.

4 Dependência Física ou Química Como as drogas alteram e desequilibram o funcionamento orgânico, o seu excesso e repetido consumo costuma provocar uma dependência física, ou seja, para se adaptar e poder funcionar de forma adequada, o organismo é obrigado a desenvolver uma série de mecanismos, fazendo com que o organismo não consiga funcionar corretamente sem o consumo da droga, depois de se estabelecer a dependência física. A dependência química ou física é uma condição orgânica que nasce da utilização constante de certas drogas psicoativas, as quais consequentemente provocam o aparecimento de sintomas que envolvem especialmente o Sistema Nervoso Central, o qual se torna dependente de uma dada substância, sofrendo assim os efeitos de uma abstinência repentina e prolongada. O uso abusivo do álcool, de drogas consideradas ilegais e da nicotina pode gerar esta reação corporal.

5 Formas de Identificação SINAIS DE DROGAS - O consumidor sempre mantém por perto a posse de equipamentos relacionados com drogas, como cachimbos, papel para cigarros, plantas peculiares ao vivo ou em desenho, coleção de latas de cervejas, tocos de cigarros, etc. Também fique atento aos odores das drogas, o cheiro de incenso ou de outros aromas que são usados como, encobrimento de vestígios. IDENTIFICAÇÃO COM A CULTURA DE DROGAS - Normalmente o usuário ou potencial consumidor, gosta de revistas ou slogans relacionados com drogas nas roupas. Não gostam de conversas e brincadeiras que se preocupam com o álcool e as droga.

6 Formas de Identificação SINAIS DE DETERIORAÇÃO FISICA - É comum no usuário, lapso de memória, curto alcance de atenção, dificuldade de concentração. Fraca coordenação física, fala indistinta ou incoerente. Aparência doentia, indiferença para com a higiene e a aparência pessoal. Olhos injetados, pupilas dilatadas. Distintas quedas nas notas do aluno, deveres não concluídos, aumento das faltas ou atrasos. MUDANÇAS NO COMPORTAMENTO - passa a ter uma desonestidade crônica (mentiras, furtos, fraudes). Problemas com à policia. Mudança de amigos, atitude evasiva ao falar sobre novas amizades. Ódio, hostilidade, irritabilidade e fingimento, crescentes e inadequados. Menor motivação, energia, autodisciplina, amor-próprio e diminuição do interesse por atividades extracurriculares e hobby.

7 Informações Gerais de como Identificar um Dependente Químico Olhos vermelhos e lacrimejantes (cheirantes de cola); Lábios constantemente lambidos para mantê-los úmidos, disso resultando rachaduras ou deslocamento da película labial (viciados em anfetaminas); Drástica perda de peso (heroína, ópio, crack e cocaína); Óculos escuros usados em ocasiões impróprias e em lugares desnecessários, para esconder a dilatação das pupilas; Passos vacilantes, desorientados (viciados em barbitúricos); Nariz vermelho, mucosa nasal irritada ou em carne viva (viciado em cocaína); Suor profundo e cheiro peculiar do corpo (viciado em anfetaminas); Camisa de mangas longas, usadas sempre para esconder a marca de injeção (cocaína ou drogas injetáveis); Tremor das mãos (viciado em anfetaminas).

8 Como Reconhecer um Dependente Mudança brusca no comportamento da criança ou do jovem; Irritabilidade sem motivo aparente e explosões nervosas; Inquietação motora, constantemente impaciente, inquieto, irritado e violento; Depressões, estado de angústia, suor, tudo sem motivo aparente; Queda do aproveitamento escolar ou desistência dos estudos; Insônia rebelde, fica fazendo caminhadas noturnas pela casa.

9 Sintomas Confusão; Continuação do uso de drogas mesmo quando sua saúde, trabalho ou família estão sendo prejudicados; Episódios de violência; Hostilidade quando confrontado sobre a dependência; Falta de controle sobre o uso de drogas – incapaz de parar ou reduzir a ingestão; Dar desculpas para usar drogas; Faltas ao trabalho ou escola ou redução no desempenho; Necessidade de usar drogas diariamente ou regularmente para ser funcional; Negligenciar alimentação;

10 Não se preocupar com a aparência física; Não participar de atividades devido ao abuso das drogas; Comportamento reservado para esconder o uso das drogas; Usar drogas mesmo quando sozinho; Exaustão: devido à má alimentação, poucas horas de sono, excesso de álcool ou drogas, fica cansado, sem motivação, preguiçoso e irresponsável; Pretensão: após tratamento de recuperação acha que está curado, perde o medo do álcool ou das drogas, qualquer um pode recair menos ele, volta a frequentar lugares de ativa para provar aos outros que não tem problema; Ausência aos grupos;

11 Desonestidade no trabalho, amigos e familiares; Descontrole financeiro: não admite que perdeu no uso de drogas; Pequenos furtos; Venda de objetos pessoais; Impaciência: exige demais dos outros e de si, quer tudo pra logo, na falta de álcool ou droga entra em desespero; Intolerância: discuti e disputa pequenos e ridículos pontos de vista achando ser o dono da verdade; Depressão; Auto piedade: julga suas falhas sempre justificando-se;

12 Exemplos de Dependência Química A dependência química é vista sempre permeada de rótulos, tabus e preconceitos. Há uma dificuldade em aceitá-la como doença tanto pela sociedade quanto pelo próprio dependente, sendo esta uma das maiores dificuldades encontradas no combate às drogas. A dependência pode ser classificada como leve, moderada e grave. A dependência é caracterizada como leve quando ocorre o uso experimental e prazeroso, marcada por episódios de impulsividade e irresponsabilidade, podendo sentir-se invulnerável. Como moderada, se o uso é mais frequente, ocasionando a perda de controle, oscilação do humor, isolamento, uso para escapar dos problemas, apesar dos efeitos adversos, mudanças na aparência, problemas na escola, culpa e vergonha sobre a perda de controle, brigas, comportamento defensivos e confronto com os pais.

13 Exemplos de Dependência Química Grave quando se faz uso continuamente para evitar a compulsão, perda de controle após o uso, episódios de overdose, negação, desonestidade, depressão crônica, medos e ansiedades, mentiras, conflitos familiares, blackouts e deterioração da memória, ressentimento, problemas legais, médicos e escolar, agitação e baixa autoestima. As atitudes das pessoas diante da droga poderão variar de acordo com as suas características pessoais. Propondo os seguintes modelos de dependência: Biológico de doença: pressupõe que o abuso e a dependência são determinados biologicamente, portanto, o único tratamento seria a abstinência; Modelagem social: supõe um comportamento aprendido a partir da influência social; Fatores de riscos múltiplos: história familiar, desempenho escolar, depressão, comportamentos delinquentes, entre outros; Sistêmico: postulam que os problemas quanto ao uso encontram-se na inte­ração do indivíduo com seu meio.

14 Causas São muitos os motivos que podem levar o indivíduo a dependência química, como a curiosidade, a influência de amigos, tentativa de vencer seus próprios limites, a busca de prazer; O uso de drogas é uma prática antiga e universal, porém, foi a partir dos anos 60 que o abuso tornou-se preocupação no mundo todo; Ocupando grandes espaços nos meios de comunicação, gerando um modismo em amplas faixas da sociedade; Cerca de 450 milhões de pessoas sofrem transtornos mentais ou neurológicos, ou ainda, psicossociais, como o álcool e drogas. Se tornando vítimas por causa da sua doença. E tornando-se alvos de estigma e discriminação, onde os transtornos mentais representam uma das principais causas de incapacitações.

15 Os transtornos se caracterizam por uma combinação de ideias, emoções, comportamentos e relacionamentos anormais com as outras pessoas. Onde a esquizofrenia, a depressão, o retardo mental, são algumas causa também. Outras causas são os de nível econômico, menor escolaridade; As condições sócio econômicas desfavoráveis são associadas a comportamento não saudável; Autoestima, aparência e ansiedade.

16 Formas de Tratamento Modalidade Ambulatorial Internação Internação Domiciliar Técnicas PsicológicoMedicamentosoReligião Métodos Grupos de Auto Ajuda Atividades Físicas

17 CAPS AD Na busca de melhorias na assistência à saúde mental, movimentos sociais surgem e, com eles, se torna público o debate sobre a situação precária dos hospitais psiquiátricos que representavam o único recurso destinado aos usuários com TMC. Nesse contexto, surgem em vários municípios os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), como dispositivos eficazes na diminuição de internações e na mudança do modelo assistencial. O CAPS é um serviço de saúde aberto e comunitário do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo do CAPS é oferecer atendimento à população de sua área de abrangência, realizando acompanhamento clínico e a reinserção social dos usuários pelo acesso ao trabalho, lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários.

18 O que pode ser feito de Atividade Física? Através de atividades físicas, se pode melhorar a saúde mental por razões fisiológicas (como a produção de endorfinas) e razões psicológicas (como distração e interação social). A Atividade Física regular é considerada como agente estressor e influencia diversos processos corporais, através de mecanismos neuro-humorais, que são dependentes do tipo, intensidade, tempo de duração, nível de condicionamento e bio-individualidade (genótipo e fenótipo). Na prescrição do exercício para usuários de cocaína, com comprometimento da função motora e dos estados de humor: As atividades mais indicadas podem ser prescritas até a intensidade do Limiar Anaeróbio moderado; Duração média de 30 a 60 minutos, realizadas de maneira intermitente ou intervalada, a fim de se evitar o estresse fisiológico e psicológico do exercício extenuante e prolongado; Seja iniciada com atividades simples, progredindo sua complexidade com o tempo de treino, a fim de normalizar a transmissão nervosa no circuito motor e no hipocampo.

19 Na prescrição do exercício para usuários de benzodiazepínicos, com comprometimento da capacidade intelectual, do humor e da coordenação motora: As atividades mais indicadas podem ser realizadas em intensidade moderada a muito intensa; Duração média de 30 a 60 minutos, podendo ser realizadas de maneira intermitente ou intervalada; Predomínio do metabolismo aeróbio, a fim de se evitar o estresse psicológico das atividades anaeróbias extenuantes e que, de uma maneira geral, estimulem a melhora do humor, a atenção, a memória e a coordenação motora;

20 Na prescrição do exercício para usuários de maconha, cujas principais alterações nervosas estão ligadas aos sistemas nervosos que controlam os processos intelectuais (ACh, NA, e peptídeos) e a atividade psicomotora: As atividades mais indicadas podem ser realizadas em intensidade moderada a muito intensa; Duração média de 30 a 60 minutos, podendo ser realizadas de maneira intermitente ou intervalada; Predomínio do metabolismo aeróbio, a fim de se evitar o estresse psicológico das atividades anaeróbias extenuantes e que, de uma maneira geral, estimulem a melhora do humor, a atenção, a memória e a coordenação motora.

21 Deve-se ainda, no ato da prescrição do exercício, considerar: Estado geral da saúde psicológica (sintomas da abstinência, como ansiedade, depressão, irritabilidade, distúrbios do sono, entre outros); Estado geral da saúde física (sintomas da abstinência, cardiopatias, angiopatias, pneumopatias, miopatias, endocrinopatias, neuropatias); Nível de condicionamento físico geral e da capacidade de trabalho; Estilo de vida atual e atividades anteriormente praticadas; Atividades mais prazerosas, objetivos em relação à prática dos exercícios e ainda as recomendações e restrições gerais, para a avaliação e prescrição do exercício; Sempre iniciar o programa de exercícios de forma progressiva, com adequação do volume e da intensidade, conforme o condicionamento cardiorrespiratório e metabólico do indivíduo.

22 Ação do Exercício Físico A droga é capaz de alterar a fisiologia de todo o organismo, provocando assim um distúrbio da homeostase, a influência do exercício sobre o mesmo sistema e sobre a sensação de bem estar sugerem que a droga seja substituída pela atividade física. Hormônio ENDORFINA - euforia e uma redução da ansiedade, tensão, raiva e confusão mental. Neurotransmissor SEROTONINA meta a modulação do humor. Alto: Euforia Baixo: Depressão e comportamentos instáveis como aumento de acidentes, alcoolismo e vícios. Toda AF aumenta a serotonina e, portanto, funciona como antidepressivo. ATIVIDADE COMO MOTIVAÇÃO

23 Entrevistas/ Casos O que tu acha das aulas de AF? Pra mim é bom. Todo mundo gosta, fica com a cabeça ocupada né?! O corpo fica melhor. Mais vontade de seguir o tratamento. Antes a gente não fazia isso dai. Só queria saber de droga, droga. Vai me ajudar bastante, principalmente aqui no Caps. Eu gosto de fazer, de vir fazer. Tem me ajudado bastante aqui, em casa. Tô mais disposto pra fazer os trabalho de casa. Por que tu acha importante fazer exercício? Bom pra não ficar parado né?! Que a gente faz aqui, em casa, de vez em quando faço um pouco de deslocamento pra vim aqui. É bom de fazer. A cabeça não fica pensando em drogas. Paciente CAPS AD, praticante das Oficinas de Esportes, sexo masculino, 23 anos.

24 Tu acha que as atividades físicas ajudam na tua recuperação? Tão ajudando bastante. Não penso mais em... Não vou dizer que não penso mais em drogas, penso ainda. Mas quando venho pra cá não penso em nada mais. Chego de manhã às 7h30. Tem dias que tem às 10h, tem dias que tem às 16h. Quando tem às 10h, não vejo a hora de chegar logo às 10h pra fazer. Ficar mais ocupado. Brinco. Minha cabeça fica bastante ocupado. A gente ri, se exercita. E tu acha que tua saúde também melhorou? Melhorou. Parei de fumar também. Eu vejo que eu tenho mais fôlego. A gente corre mais. Melhorou bastante.

25 O bandido que virou herói – Revista Runners World – Nov/2013

26 Cowboy do Asfalto – Runners World – Jan/2014

27 Referências Dependência e toxicomania - Secção 7 : Perturbações mentais - Manual Merck para a Família. MSD. Merck & Co., Inc. (2002). ALVARENGA, G. Abuso de drogas: dependência química e psicológica. [20-]. Disponivel em: drogas-dependencia-quimica-e-psicologica. Acesso em: 28 de abril de SANTANA, A. L. Dependência química. [20-]. Disponivel em: Acesso em: 28 de abril de

28 identificar-um-dependente SIELSKI, F. Filhos que usam drogas: um guia para os pais. Curitiba: Adrenalina,1999. FILHO, D. X. G. S.; GORGULHO, M. Dependência, compreensão e assistência às toxicomanias: uma experiência do PROAD. São Paulo: Casa do Psicólogo, FERREIRA S.E., TUFIK S., MELLO M. T. Neuroadaptação: uma proposta alternativa de atividade física para usuários de drogas em recuperação. Revista Brasileira Ciência e Movimento Brasília v. 9 n. 1 p.31-39, FRAGA A. B., WACHS F. (Org.) Educação Física e Saúde Coletiva: Política de Formação e Perspectivas de Intervenção. Editora UFRGS, 1ed., 2007.

29 MELO, M. T.; BOSCOLO, R. A.; ESTEVES, A. M.; TUFIK, S. O exercício físico e os aspectos psicobiológicos. Revista Brasileira de Medicina do esporte. São Paulo,2005, P.204. SZUPSZVNSKI, K. P. D.R; OLIVEIRA, M. S. O. Modelo Transteórico no tratamento da dependência química. Psicologia: Teoria e Prática. Porto Alegre, P WERNECK, F. Z.; FILHO, M. G. B.; Ribeiro, L. C. S. Mecanismos de melhoria do humor após o exercício: Revisitando a hipótese das endorfinas. R. bras. Ci. e Mov. São Paulo, BERENSTEIN, E. Reações fisiológicas e respostas psicológicas. ANAIS do III Fórum de Debate sobre Mulher & esporte. Mitos e verdades. Departamento de Esportes da EEFE –USP, Laboratório de Psicossociologia do Esporte – LAPSE. Grupo de Estudos e Pesquisas em Psicossociologia do Esporte – GEPPSE. São Paulo: 2004.


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