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D EFEITOS DO T UBO N EURAL ( DTN ): M IELOMENINGOCELE - C UIDADOS ESPECIAIS RELACIONADOS À ESTOMATERAPIA Enfa. Profa. Doutoranda em Enfermagem Tânia Santana.

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1 D EFEITOS DO T UBO N EURAL ( DTN ): M IELOMENINGOCELE - C UIDADOS ESPECIAIS RELACIONADOS À ESTOMATERAPIA Enfa. Profa. Doutoranda em Enfermagem Tânia Santana Menezes Barbosa

2 T UBO NEURAL No desenvolvimento embrionário, a partir da 3ª e 4ª semana inicia-se a formação da placa neural que dará origem ao tubo neural. Estrutura embrionária que dá origem ao sistema nervoso central (encéfalo e medula espinhal)

3 DEFEITOS DO FECAMENTO DO TUBO NEURAL ( DFTN ) MENINGOCELEESPINHA BÍFIDA MIELOMENINGOCELE content/uploads/2011/08/espinha-bifida.png

4 DFTN- INCIDÊNCIA DFTN acomete de 1 a 1,5:1000 nascimentos Dentre os defeitos de fechamento do tubo neural a Mielomeningocele (MMC) é a mais freqüente e a mais grave (85%). ( SOUZA, et al., 2007) e.htm

5 DFTN: ETIOLOGIA É desconhecida, com características multifatoriais. Sabe-se que mulheres com dieta pobre em ácido fólico (vitamina B9) possuem uma maior chance de terem filhos afetados pela doença. #A Febrasgo recomenda o consumo de suplementos de AF- 400 microgramas diária A chance de recorrência é de 5% para um segundo filho, 10% para um terceiro filho e 25% para um quarto filho do mesmo casal. #Federação Brasileira de Associação da Ginecologia e Obstetrícia J. pediatr. (Rio J.). 1995; 71(6): : disrafismo espinhal, hidrocefalia, mielomeningocele, malformação de Chiari II, spina bifida.

6 DFTN - DIAGNÓSTICO O diagnóstico pode ser feito: - no período pré-natal através de USG morfológica (onde se observa alargamento do canal vertebral), USG Obstétrica e a ressonância do feto - dosagem de alfa-fetoproteina (glicoproteína sintetizada pelo fígado, valor elevado é forte indício de malformação), - eletroforese de acetilcolinesterase no líquido amniótico. ACTA FISIATR 2007; 14(3):

7 PROCEDIMENTO CIRÚRGICO- INTRA ÚTERO Já existe o tratamento cirúrgico intra-útero, em países europeus e nos Estados Unidos, com resultados promissores. Internet no ano de 2001, exibe um caso de cirurgia fetal, para espinha bífida, na 21ª semana de vida, correspondente ao 5º mês de gestação.

8 DEFEITOS DO FECHAMENTO DO TUBO NEURAL ( DFTN ) Quando a extremidade superior do tubo neural não se fecha, o feto apresenta malformações no cérebro e calota craniana. Estas malformações são conhecidas como anencefalia e encefalocele. EncefaloceleAnencefalia

9 ESPINHA BÍFIDA É uma grave anormalidade congênita do sistema nervoso, desenvolve-se nos três primeiros meses de gestação e representa um defeito na formação do tubo neural. Uma das lesões congênitas mais comuns da medula espinhal é causada pelo fechamento incompleto da coluna vertebral. e.htm

10 DEFEITOS DO FECHAMENTO DO TUBO NEURAL ( DFTN ) Meningocele: Nesse caso, os arcos vertebrais não se fundiram como esperado, e existe herniação das meninges, que forma uma saliência que contém líquido cefalorraquidiano (LCR). O acometimento está restrito a pele, ossos e dura-máter. Este é um fenômeno considerado raro; e.htm

11 DEFEITOS DO FECHAMENTO DO TUBO NEURAL ( DFTN ) Mielomeningocele: Mais grave e mais comum do que a meningocele, a mielomeningocele acomete pele, ossos, dura-máter, medula espinhal e raízes nervosas, que podem se encontrar externa ao canal vertebral; e.htm

12 MIELOMENINGOCELE: COMPROMETIMENTO Ocorre nos lombares (L1 a L5) que controlam os movimentos dos membros inferiores; Os segmentos sacrais (S1 a S5) controlam parte dos membros inferiores e o funcionamento da bexiga e intestino ROCCO; SAITO; FERNANDES, (hipotonia dos MMII)

13 MIELOMENINGOCELE: TRATAMENTO É cirúrgico da nas primeiras horas de vida, no máximo até 72 horas para evitar meningite neonatal. e.htm

14 MIELOMENINGOCELE: C OMPLICAÇÕES HIDROCEFALIA A sensibilidade pode estar prejudicada (sensação de pressão, fricção, dor, calor, frio); Pode ocasionar lesões de pele, Incontinência urinária e fecal. Pode apresentar graus variáveis de paralisia Ausência de sensibilidade abaixo do nível da lesão medular. Possíveis deformidades ortopédicas: pé torto, deslocamento da coxa-femural, diminuição das amplitudes articulares, deformidades do tronco, entre outras. htm

15 MIELOMENINGOCELE: C OMPLICAÇÕES E PROCEDIMENTOS ESPECIAIS DISFUNÇÃO NEUROMUSCULAR, levando a malformações graves do trato: Intestinal Vesical a1_1/ostomias/Ostomias_2.jpg

16 U M ESTOMA NORMAL DEVE TER AS SEGUINTES CARACTERÍSTICAS : Coloração rosa forte ou vermelho vivo, úmido Formato regular, Ser brilhante e geralmente com a presença de muco; Não apresentar alterações, tais como: edema, sangramento, ulceração e nódulos em sua mucosa O estoma urinário é vermelho e retrai num período de oito a seis semanas, podendo muitas vezes ficar nivelado à pele

17 MIELOMENINGOCELE: RECOMENDAÇÕES O fechamento da bolsa (cobrir o tecido nervoso exposto) logo após o nascimento. Realizar a derivação ventrículo peritoneal (DVP) precoce. A derivação precoce reduz a ocorrência de herniação cerebral - conhecida como Malformação de Chiari I e II. Cuidados com as sondagens vesicais Treinamento da família A piora do quadro neurológico causa alterações cognitivas.

18 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM CUIDADOS COM A PELE DO NEONATO DERMATITE ASSOCIADA A INCOTINÊNCIA -DAI PRÉ e PÓS OPERATÓRIO IMEDIATO/MEDIATO PROGNÓSTICO/REABILITAÇÃO

19 A PELE DO RN Imaturidade barreira epidérmica Imaturidade função imunológica Disfunção imunorregulação cutânea Alteração de barreiras cutâneas Elevado Risco de Infecção Elevado Risco de Infecção

20 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM DERMATITE ASSOCIADA A INCONTINÊNCIA (DAÍ) URINÁRIA E/OU FECAL

21 CUIDADOS COM A PELE DO NEONAT0: DIAGNÓSTICO Diagnóstico de Enfermagem: integridade da pele prejudicada - relacionada por incontinência urinária e fecal evidenciada por dermatite – Dermatite Associada a Incontinência –DAI Lesão por umidade Diagnóstico de Enfermagem: integridade da pele prejudicada - relacionada por incontinência urinária e fecal evidenciada por dermatite – Dermatite Associada a Incontinência –DAI Lesão por umidade TERMOS UTILIZADOS para NEONATOS: Erupção Cutânea Dermatite Irritativa Dermatite Perineal Dermatite Amoniacal Dermatite de Fraldas Assaduras TERMOS UTILIZADOS para NEONATOS: Erupção Cutânea Dermatite Irritativa Dermatite Perineal Dermatite Amoniacal Dermatite de Fraldas Assaduras

22 CUIDADOS COM A PELE DO NEONAT0: INTERVENÇÕES DE IMPACTO Proteção da pele com uso de creme barreira ou pomada – óxido de zinco, Ácidos graxos; petrolatum; óleo mineral e de girassol; lanolina;vitaminas A e D. Intensificar a troca de fraldas Uso de algodão embebido em água morna sem sabão Secar com ar comprimido evitando fricção durante a higiene Uso de Nistatina ou corticóide nos casos associados a fungos Escolha da fralda certa MUDANÇA DE DECÚBITO

23 PREVENÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÃO Lavagem das mãos Uso de álcool gel Desinfecção concorrente Monitoramento Gerenciamento de risco Uso de Equipamentos de Proteção Individuais (EPIs) Intervenções de Enfermagem

24 GERENCIAR OS RISCOS Risco para UPP/Lesão de pele ESCALA DE BRADEN Q

25 TERMORREGULAÇÃO Cuidados de enfermagem com a regulação térmica são essências para hidratação da pele

26 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PRÉ e PÓS OPERATÓRIO IMEDIATO/MEDIATO

27 Cirurgias Limpas.. sem sinais de inflamação, sem contato com trato respiratório, genital, gastrointestinal e urinário O fechamento deve ser primário com drenagem quando necessária fechada Cirurgias Potencialmente Contaminadas entra nos tratos respiratório, genital, gastrintestinal ou urinário em condições controladas e sem contaminação acidental. Cirurgias Contaminadas Feridas abertas com quebra de técnica asséptica, contaminação do trato gastrintestinal, urinário e biliar Urina infecciosa Bile infectada Tec. Inflamatório purulento Cirurgias infectadas Lesões traumáticas antigas com tecido desvitalizado, corpo estranho Contaminação fecalóide, quando há perfuração de víscera. AVALIAÇÃO PRÉ OPERATÓRIA GUIDELINE FOR PREVENTION OF SURGICAL SITE INFECTION, Infect Control Hosp Epidemiol 2OO9; 20(4):

28 PROCEDIMENTO CIRÚRGICO: PRÉ E PÓS Limpeza com SF 0,9% Cobertura a base de silicone Limpeza com SF 0,9% Solução antimicrobiana Cobertura a base de silicone Cuidados gerais Avaliação e controle da DOR Suporte ventilatório Nutrição adequada Curativos e avaliação da FO Monitorização Aquecimento Mudança de decúbito Uso de dispositivos

29 CURATIVOS ESPECIAIS Películas transparentes de poliuretano: Proteção de traumas Fixação de dispositivos Tratamento de lesão da pele Coberturas de espuma a base de silicone (feridas secas ou com exsudato) Películas transparentes de poliuretano: Proteção de traumas Fixação de dispositivos Tratamento de lesão da pele Coberturas de espuma a base de silicone (feridas secas ou com exsudato) VANTAGENS: Grandes áreas (40 – 60%) por longo período Não interfere com monitorizações, Melhora integridade e função de barreira epidérmica, Protege contra trauma Não predispõe a infecção Problemas: custo elevado VANTAGENS: Grandes áreas (40 – 60%) por longo período Não interfere com monitorizações, Melhora integridade e função de barreira epidérmica, Protege contra trauma Não predispõe a infecção Problemas: custo elevado

30 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PROGNÓSTICO

31 PROGNÓSTICO RESERVADO

32 CONSIDERAÇÕES FINAIS Resolução - RDC nº 344, de 13 de dezembro de recomenda a fortificação de produtos alimentícios com ferro e ácido fólico. OMS e OPAS, 2002 A equipe de Reabilitação é composta por profissionais de diferentes formações acadêmicas, cujo objetivo é o de proporcionar a integração social da criança para que esta se torne um adulto com melhor adaptação possível a sua limitação. Cabe a equipe transdisciplinar o papel de apoiar, orientar e acompanhar as famílias dessas crianças desde o seu internamento, ao longo do seu crescimento e desenvolvimento

33 C ONSIDERAÇÕES FINAIS A proteção e a preservação da pele destes recém-nascidos são um importante passo para a saúde neonatal, devendo ser encarada pelos profissionais de saúde como uma área com enorme importância na planificação e prestação de cuidados. O manuseio apropriado da pele é uma prática desafiadora, responsável por repercussões no sistema de vida desses RECÉM-NASCIDOS até a vida ADULTA.

34 CUIDANDO..... por melhor qualidade de vida A LONGO PRAZO.

35 REFERÊNCIAS Rev. Eletr. Enf. [Internet] abr/jun;14(2): Available from: Manual para prevenção de lesões de pele: recomendações baseadas em evidências: Rita de Cássia Domansky, Eliene Lima Borges. RJ: Editora Rubio, J. pediatr. (Rio J.). 1995; 71(6): : disrafismo espinhal, hidrocefalia, mielomeningocele, malformação de Chiari II, spina bifida. Esc Enferm. USP 2010; 44(3): ww.ee.usp.br/reeusp/ GAIVA, Maria Aparecida Munhoz; NEVES, Ádila de Queiroz; SIQUEIRA, Fabíola Mara Gonçalves de. O cuidado da criança com espinha bífida pela família no domicílio. Esc. Anna Nery, Rio de Janeiro, v. 13, n. 4, Dec Fernandes AC. Malformações do tubo neural. In: Hebert S, Xavier R, Pardini Jr AG, Barros Filho TEP. Ortopedia e traumatologia: princípios e prática. 3 ed. Porto Alegre: Artmed; p

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