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UM NOVO MODELO DE SER E FAZER IGREJA. SERIA ISSO POSSÍVEL EM PLENO SÉCULO XXI ? SERIA ISSO POSSÍVEL EM PLENO SÉCULO XXI ?

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Apresentação em tema: "UM NOVO MODELO DE SER E FAZER IGREJA. SERIA ISSO POSSÍVEL EM PLENO SÉCULO XXI ? SERIA ISSO POSSÍVEL EM PLENO SÉCULO XXI ?"— Transcrição da apresentação:

1 UM NOVO MODELO DE SER E FAZER IGREJA. SERIA ISSO POSSÍVEL EM PLENO SÉCULO XXI ? SERIA ISSO POSSÍVEL EM PLENO SÉCULO XXI ?

2 Essa pergunta, de enorme importância, é respondida de forma enfática pelos bispos reonidos em Aparecida: SIM. Uma resposta que assume ares de absoluto e, por causa disso, não pode e não deve ser relativizado. Somos convocados a repensar nossa forma de ser e fazer Igreja e, consequentemente, de ser e viver como discípulos missionários de Jesus. Essa pergunta, de enorme importância, é respondida de forma enfática pelos bispos reonidos em Aparecida: SIM. Uma resposta que assume ares de absoluto e, por causa disso, não pode e não deve ser relativizado. Somos convocados a repensar nossa forma de ser e fazer Igreja e, consequentemente, de ser e viver como discípulos missionários de Jesus.

3 Muitas vezes desejamos transformar a Igreja e as pessoas ao nosso redor, mas nunca pensamos em iniciar o processo de transformação por nós mesmos. A Igreja se faz em comunidade. Ninguém pode ficar de fora. Ninguém cresce sozinho. Uma Igreja, nas palavras do apóstolo Paulo, é um corpo. Estamos, portanto, interconectados. Somos dependentes um do outro e nessa interdependência colocamos tudo o que somos e que temos para o bem da Igreja e do próximo. Muitas vezes desejamos transformar a Igreja e as pessoas ao nosso redor, mas nunca pensamos em iniciar o processo de transformação por nós mesmos. A Igreja se faz em comunidade. Ninguém pode ficar de fora. Ninguém cresce sozinho. Uma Igreja, nas palavras do apóstolo Paulo, é um corpo. Estamos, portanto, interconectados. Somos dependentes um do outro e nessa interdependência colocamos tudo o que somos e que temos para o bem da Igreja e do próximo.

4 A ESPIRITUALIDADE DO CRISTÃO LEIGO AS TRANSFORMAÇÕES QUE APARECIDA EXIGE PARA UM NOVO MODELO DE ESPIRITUALIDADE AS TRANSFORMAÇÕES QUE APARECIDA EXIGE PARA UM NOVO MODELO DE ESPIRITUALIDADE Textos base: João 4, 1-42 e Lucas 10, Textos base: João 4, 1-42 e Lucas 10, 25-37

5 O QUE É ESTIRITUALIDADE Espiritualidade pode ser compreendida como a consciência da ação criadora e permanente da Trindade Santa na vida da pessoa, da comunidade humana e no cosmos. Espiritualidade pode ser compreendida como a consciência da ação criadora e permanente da Trindade Santa na vida da pessoa, da comunidade humana e no cosmos.

6 “Esta ação tem seu foco em especial no coração humano através da lei natural nele inscrita por Deus. Por isso o ser humano se sente desejoso e atraído de Deus por natureza (DA. 108 e 109). “Esta ação tem seu foco em especial no coração humano através da lei natural nele inscrita por Deus. Por isso o ser humano se sente desejoso e atraído de Deus por natureza (DA. 108 e 109).

7 É nesta atração e desejo de Deus que nasce a espiritualidade. Mas, nem todos se dão conta desta ação. É nesta atração e desejo de Deus que nasce a espiritualidade. Mas, nem todos se dão conta desta ação. Deus está nesta sala, nesta cidade, mas como ele é maior que a sala, a cidade, elas não podem contê-lo, então a sala a cidade... Estão n’Ele, “Ele é o lugar”. Deus está nesta sala, nesta cidade, mas como ele é maior que a sala, a cidade, elas não podem contê-lo, então a sala a cidade... Estão n’Ele, “Ele é o lugar”. Ele, o Outro, é o lugar, o infinito. Deus não se localiza num ponto preciso, mas revela-se em alguns pontos e seres. Ele, o Outro, é o lugar, o infinito. Deus não se localiza num ponto preciso, mas revela-se em alguns pontos e seres.

8 CARACTERÍSTICAS ESSENCIAIS DE UMA ESPIRITUALIUDADE CRISTÃ TRANSFORMADORA O Documento de Aparecida aponta uma série de características que indicam uma espiritualidade em transformação: abertura do coração; abertura do coração; ver e ouvir a palavra; ver e ouvir a palavra; dialogar com o Senhor; dialogar com o Senhor; mergulhar na trindade; mergulhar na trindade; encontro com Jesus; encontro com Jesus; conversão permanente; conversão permanente; entusiasmo; entusiasmo; amor incondicional; amor incondicional; seguimento de Jesus; devoção a Maria; seguimento de Jesus; devoção a Maria; eucaristia; caridade; justiça; alegria; comunhão; eucaristia; caridade; justiça; alegria; comunhão; contemplação do rosto de Cristo e da humanidade; contemplação do rosto de Cristo e da humanidade; cuidado para não formar cristãos pessimistas, conformistas, alienados e ativistas. cuidado para não formar cristãos pessimistas, conformistas, alienados e ativistas.

9 Um elenco tão grande de características nos fazem pensar que, do ponto de vista da espiritualidade, nunca estamos prontos, mas, sim, sempre a caminho. Um elenco tão grande de características nos fazem pensar que, do ponto de vista da espiritualidade, nunca estamos prontos, mas, sim, sempre a caminho.

10 A ESPIRITUALIDADE DA COMUNHÃO “ A vida deve ser marcada pelo encontro com a Trindade o qual nos é proporcionada pela pessoa de Jesus de Nazaré” (DA. 109, 242 e 369). “ A vida deve ser marcada pelo encontro com a Trindade o qual nos é proporcionada pela pessoa de Jesus de Nazaré” (DA. 109, 242 e 369). “ É a experiência pessoal e comunitária, do Deus que é todo ele comunhão e união, iniciada no batismo que nos ajuda vencer o egoísmo”(DA 240). “ É a experiência pessoal e comunitária, do Deus que é todo ele comunhão e união, iniciada no batismo que nos ajuda vencer o egoísmo”(DA 240). “ A Conferência de Medellín e de Puebla dizem que a experiência das CEBs ajudam o povo a conhecer mais a Palavra de Deus e educar a fé com mais comprometimento. Mas, é presciso ter o cuidado de manter a comunhão eclesial” (DA 178). “ A Conferência de Medellín e de Puebla dizem que a experiência das CEBs ajudam o povo a conhecer mais a Palavra de Deus e educar a fé com mais comprometimento. Mas, é presciso ter o cuidado de manter a comunhão eclesial” (DA 178).

11 ESPIRITUALIDADE DA MISERICÓRDIA E DA MISSÃO “ A leitura orante da vida através da Palavra de Deus favorece a experiência pessoal de Jesus. Ela gera conversão, como (...) de Nicodemos em Jo 3,1-21, da Samaritana em Jo 4, 1-42, do Cego de nascimento em Jo 9, de Zaqueu em Lc 19, 1-10, (...) que ao se encontrarem com Jesus foram recriados porque se abriram à graça da misericórdia do pai (...)”(DA 249). “ A leitura orante da vida através da Palavra de Deus favorece a experiência pessoal de Jesus. Ela gera conversão, como (...) de Nicodemos em Jo 3,1-21, da Samaritana em Jo 4, 1-42, do Cego de nascimento em Jo 9, de Zaqueu em Lc 19, 1-10, (...) que ao se encontrarem com Jesus foram recriados porque se abriram à graça da misericórdia do pai (...)”(DA 249).

12 ESPIRITUALIDADE DA SOLIDARIEDADE A guinada mais urgente na Igreja hoje é a vivência de grupos e comunidades eclesiais, marcadas pela experiência da oração e solidariedade com o irmão.

13 . “A FIDELIDADE AO EVANGELHO EXIGE DE NÓS QUE PROCLAMEMOS (...) A DIGNIDADE DA PESSOA EM TODOS OS ESPAÇOS DO MUNDO, INCLUSIVE NA MISSÃO E NA VIDA DA IGREJA” (DA 390). “A FIDELIDADE AO EVANGELHO EXIGE DE NÓS QUE PROCLAMEMOS (...) A DIGNIDADE DA PESSOA EM TODOS OS ESPAÇOS DO MUNDO, INCLUSIVE NA MISSÃO E NA VIDA DA IGREJA” (DA 390). Discernidos pela Palavra de Deus, ter a coragem de suscitar a sede de água viva da Samaritana, e o amor-ternura do Bom Samaritano, tentando superar a rigidez legalista do sacerdote e do levita, evitando a hipocrisia. Discernidos pela Palavra de Deus, ter a coragem de suscitar a sede de água viva da Samaritana, e o amor-ternura do Bom Samaritano, tentando superar a rigidez legalista do sacerdote e do levita, evitando a hipocrisia.

14 ESPIRITUALIDADE DA INTIMIDADE SEM SER INTIMISTA A verdadeira oração pessoal na intimidade e comunhão com o Senhor faz o orante sair do intimismo e do individualismo. A verdadeira oração pessoal na intimidade e comunhão com o Senhor faz o orante sair do intimismo e do individualismo. “ É uma intimidade de amigo e de irmão que escuta, se relaciona e forma comunidade” (DA 132). “ É uma intimidade de amigo e de irmão que escuta, se relaciona e forma comunidade” (DA 132). “Os leigos devem buscar a santidade no cotidiano” “Os leigos devem buscar a santidade no cotidiano”

15 ESPIRITUALIDADE A SERVIÇO DA VIDA E DA INCLUSÃO Jesus defende o direito dos excluídos (...) o ser humano é sempre sagrado. Jesus defende o direito dos excluídos (...) o ser humano é sempre sagrado. Em Jo 10,10 Jesus fala de vida plena: eu vim para dar vida (DA 112). Em Jo 10,10 Jesus fala de vida plena: eu vim para dar vida (DA 112). A mulher que se encontra com Jesus e o homem que socorre o ferido são samaritanos: povo afastado, de fama duvidosa, e objeto de suspeita. A mulher que se encontra com Jesus e o homem que socorre o ferido são samaritanos: povo afastado, de fama duvidosa, e objeto de suspeita. “ Isto contradiz o projeto do Pai que quer vida plena como um direito de todos e nos desafia a sublinhar a inseparável relação entre o amor de Deus e o amor ao próximo, que nos convida a superar as desigualdades sociais e as diferenças no acesso aos bens” (DA 358). “ Isto contradiz o projeto do Pai que quer vida plena como um direito de todos e nos desafia a sublinhar a inseparável relação entre o amor de Deus e o amor ao próximo, que nos convida a superar as desigualdades sociais e as diferenças no acesso aos bens” (DA 358). “ O magistério social da igreja nos indica que não podemos aceitar uma oferta de vida em Cristo sem um dinamismo de libertação, humanização, reconciliação e inserção social” (DA 359). “ O magistério social da igreja nos indica que não podemos aceitar uma oferta de vida em Cristo sem um dinamismo de libertação, humanização, reconciliação e inserção social” (DA 359).

16 Cada leigo e leiga individualmente deve ser perante o mundo uma testemunha da ressurreição e vida do Senhor Jesus e sinal de Deus vivo. Todos juntos e cada um na medida das suas possibilidades devem alimentar o mundo com frutos espirituais (Gál 5,22). Devem difundir no mundo aquele espírito pela qual são animados os pobres, os mansos, e os pacíficos que o Senhor no evangelho proclamou bem-aventurados (Mt 5,3-9). Numa palavra, “o que a alma é no corpo, isto sejam no mundo os Cristãos”. (Compêndio do Vat. II) Cada leigo e leiga individualmente deve ser perante o mundo uma testemunha da ressurreição e vida do Senhor Jesus e sinal de Deus vivo. Todos juntos e cada um na medida das suas possibilidades devem alimentar o mundo com frutos espirituais (Gál 5,22). Devem difundir no mundo aquele espírito pela qual são animados os pobres, os mansos, e os pacíficos que o Senhor no evangelho proclamou bem-aventurados (Mt 5,3-9). Numa palavra, “o que a alma é no corpo, isto sejam no mundo os Cristãos”. (Compêndio do Vat. II)

17 ESPIRITUALIDADE DE AÇÃO DE GRAÇAS “ A Eucaristia é o ponto alto da vida cristã. É ela que faz a comunidade paroquial (...) viver em encontro com Cristo Salvador, unir os irmãos em mutirão a fim de fazer uma igreja que seja Samaritana. O amor a eucaristia faz com que valorizemos o Sacramento da Confissão (DA 175, 176, 177). “ A Eucaristia é o ponto alto da vida cristã. É ela que faz a comunidade paroquial (...) viver em encontro com Cristo Salvador, unir os irmãos em mutirão a fim de fazer uma igreja que seja Samaritana. O amor a eucaristia faz com que valorizemos o Sacramento da Confissão (DA 175, 176, 177). Assim nós participamos da história atual da Salvação. Assim nós participamos da história atual da Salvação. leitura: Romanos 12 leitura: Romanos 12

18 “ Gente simples, Fazendo coisas pequenas Em lugares não importantes Conseguem coisas extraordinárias”. “ Gente simples, Fazendo coisas pequenas Em lugares não importantes Conseguem coisas extraordinárias”. (Refrão de origem africana) (Refrão de origem africana)

19 Referências bibliográficas Documento de Aparecida Texto conclusivo da V Conferência Documento de Aparecida Texto conclusivo da V Conferência TRANSFORMAÇÕES – uma maneira diferente de ser e fazer igreja TRANSFORMAÇÕES – uma maneira diferente de ser e fazer igreja Em busca de LUCIDEZ J. B. Libanio Em busca de LUCIDEZ J. B. Libanio COMPÊNDIO DO VATICANO II COMPÊNDIO DO VATICANO II GUIA DO ESPAÇO SAGRADO Claudio Pastro GUIA DO ESPAÇO SAGRADO Claudio Pastro

20 ORGANIZAÇÃO CARLOS EMAR MARIUCCI CARLOS EMAR MARIUCCI


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