A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Tosse Aguda Pronto Atendimento Fernando Lundgren HOF Infecções do Trato Respiratório Superior.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Tosse Aguda Pronto Atendimento Fernando Lundgren HOF Infecções do Trato Respiratório Superior."— Transcrição da apresentação:

1 Tosse Aguda Pronto Atendimento Fernando Lundgren HOF Infecções do Trato Respiratório Superior

2 Conflitos de Interesse CFM nº 1.59/00 de 18/5/2000 e ANVISA nº 120/2000 de 30/11/ Nos últimos doze meses recebi apoio da indústria farmacêutica, em forma de passagem ou apoio didático para participação em evento médico, ou pesquisa clínica. Novartis ; Boehringer-Inghelheim ; Pfizer ; GSK ; Aché; Astra Zeneca; Bayer, MSD 2. Sou funcionário de entidade governamental. Coordenador de Residência Médica em Pneumologia do HOF- PE Chefe do Serviço de Pneumologia do HOF-PE Membro do Comitê Estadual de Pneumologia 3. Sou membro de organização não-governamental destinada a defesa de interesses de profissionais de saúde. Presidente da comissão de DPOC da SBPT Líder do projeto GOLD para a DPOC Governor ACCP-Chest Data da última modificação 25 de junho de 2012

3 Sintomas respiratórios que levam a consulta médica de emergência. Tosse Secreção Falta de ar Desconforto respiratório Escarros com sangue Manual de Pneumologia – SBPT 2010

4 Tosse aguda menos de 2 semanas de duração Resfriado – infecção viral Rinosinusite Pertussis – adultos Rinite atópica Infecções do trato respiratório superior Bronquite aguda Pneumonia DPOC agudizada Bronquiectasia Tuberculose Infecções do trato respiratório inferiorAsma agudizada

5 História?Sinais e Sintomas? Imagem? Radiografia TAC Culturas? Secreção? Tissular? Sangue ? Bio-Marcadores? Leucocitose? VHS? PCR? Procalcitonina? PRO-BNP? Diagnóstico diferencial

6 ERJ - Woodhead et al. 26 (6): (2005) ResfriadoBronquite aguda Exacerbação da DPOC Pneumonia Adquirida na Comunidade – PAC Pneumonia Grave - SEPSIS

7 Quando usar antibiótico na UE? Processo infeccioso inicialmente é localizado Processo infeccioso passa a ter repercussão sistêmica Síndrome inflamatória sistêmica Hipotensão arterial Taquicardia Taquipnéia Hipoxemia Alteração do grau de consciência

8 Tosse - Abordagem Historia Exame fisico Exames Doença grave Pneumonia Asma DPOC ICC Doença não grave InfecciosaITR superiorRinosinusiteLaringiteITR inferiorBronquite Não infecciosa ExacerbaçãoAsmaBronquiectasiaAmbiental T T ANTIBIOTICOS QUANDO USAR?

9 Prevalência de Pneumococo Resistente a Penicilina r = 0.75 Albrich WC, Emerg Inf Dis 04 Quanto maior o uso de antibióticos em atendimento primário maior a possibilidade de se criar resistência a antibiótico hospitalar.

10 Tosse – Vias aéreas Rinosinusite Viral Bacteriana Laringite Viral BacterianaPertussis Bronquite Viral Bacteriana Irwin et al. Diagnosis and management of cough executive summary. Chest (2006) vol. 129 (1 suppl) pp. 1S

11 Rinosinusite aguda Tosse aguda menos de 15 dias Coriza Obstrução nasal Febre no início Manual de Pneumologia – SBPT 2010

12 Rinosinusites Diagnóstico Rinoscopia anterior Tomografia computadorizada de seios de face

13 Rinosinusite Foto: HOF - Pneumologia

14 Pólipo

15 Sintomas Anti-histaminico Associação anti- histaminico+ descongestionante Corticóide SistêmicoLocal Infeccioso Cobrir: Pneumococo Hemofilus influenza Morraxela (Quinilona oral;Β- lactâmico/Inibidor Betalactamase) Tratamento da Rinosinusite Manual de Pneumologia – SBPT 2010

16 Laringite aguda Viral Dor de garganta Sintomas nasais Tosse Pertussis Tosse convulsiva Apneia pós tosse Vomito após tosse Bradicardia Irwin et al. Diagnosis and management of cough executive summary. Chest (2006) vol. 129 (1 suppl) pp. 1S

17 Diagnóstico Pertussis Cultura de OrofaringeDosagem de anticorposPesquisa por PCR em Orofaringe

18 Tratamento Laringite Viral Antihistaminico Sedativo de tosse Pertussis Macrolideo – primeira semana (eritromicina) Antihistaminico; Corticoide sistêmico, Corticoide tópico; Antitoxina; Ipratrópio Singh and Lingappan. Whooping cough. Chest (2006) vol. 130 (5) pp. 1547

19 Bronquite aguda Tosse / Catarro Febre (< 4 dias) – Desconforto respiratório Acomete arvore traqueal e brônquica Apresentação aguda Sem antecedentes de episódios semelhantes Relacionada a mudança climáticas Principais agentes - Vírus respiratórios 70/1000 Consultas Thorax 2001;56:109–114 Sem Doença Pulmonar Prévia

20 Bronquite Aguda - Tratamento Não há indicação de uso de antibiótico Informar o paciente sobre uso não necessário Uso de sedativo de tosse. Antihistaminico? Uso de broncodilatadores nos casos de presença de roncos ou sibilos. (2/3 dos casos de BA, são classificadas posteriormente como asma*) Não usar mucolíticos, ou expectorantes. não existe evidência médica que suporte o seu uso. *Ann Allergy 1985; 55:568–570 Guidelines for the management of adult lower respiratory tract Infections. Woodhead et al. - Clinical Microbiology and Infection 2011, CMI, 17 (Suppl. 6), E1–E59

21 Diagnóstico Clínico Pneumonia Adquirida na Comunidade Sintomas de doença aguda : tosse associada a 1 ou > 1 expectoração, falta de ar, dor torácica ventilatório-dependente. Achados focais no exame físico: crepitações, som bronquial, aumento do frêmito tóraco-vocal Pelo menos um achado sistêmico: confusão mental, cefaléia, sudorese, calafrios, mialgias, temperatura 37,8º.C Infiltrado radiológico não presente previamente. Leucocitose > ou leucopenia < 4000/mm 3 Exclusão de outras condições Diretriz Brasileira de PAC- JBP 2010

22 Quando solicitar radiografia de tórax? Presença de sinais e sintomas de ITRIAnormalidades de sinais vitais Febre Hipoxemia Taquicardia > 100 Taquipnéia > 20 Confusão mental Nolt B; American Journal of Emergence Medicine (2007) 25;

23 PAC - Grave Masc. 29 anos, 39 º G, TA=90/50, FR=34, SpO2=90% = Fator conhecido, lesões de pele com pus sic há 10 dias. Tratado com Oxicalina por 20 dias – Alta Curado. Realizado lavado bronquico = Stafilococos aureas oxacilino sensível

24 Ambulatoriais Previamente hígidos Doenças associadas Antibióticos (3 meses) Quinolona ou Betalactâmico + Macrolídeo Quinolona ou Betalactâmico + Macrolídeo Macrolídeo Internadosnão-graves Quinolona ou Betalactâmico + Macrolídeo Admitidos em UTI UTI Com risco de Pseudomonas) Sem risco de Pseudomonas Betalactâmico + Quinolona ou Macrolídeo Betalactâmico* + Quinolona** Betalactâmico Betalactâmico

25 Bronquiectasias Quadro Clínico Tosse Produtiva Diária Secreção Abundante Odor Hemoptise Repetição Sépsis crônica Caquexia Alteração do humor ODonnel AEBA at al.Chest 1998;113(5):

26 Bronquiectasias

27 HOF - Pneumologia

28 Tratamento das bronquiectasias exacerbadas Quinolona (movifloxacino, levofloxacino, gemifloxacino) Betalactamico + Inibidor de betalactamase Antibiótico largo espectro ß2 longa ação (salmeterol, formoterol) Broncodilatador Prednisona oral 40 mg dia Corticóide sistêmico Protocolo do HOF - Pneumologia

29 DPOC Exacerbação Exacerbação é um agravo das condições do paciente, do seu estado de estabilidade e de sua situação diária, este agravo é agudo e necessita tratamento adicional ao utilizado. Duração dos sintomas – 2 ou 3 dias Exacerbação é um agravo das condições do paciente, do seu estado de estabilidade e de sua situação diária, este agravo é agudo e necessita tratamento adicional ao utilizado. Duração dos sintomas – 2 ou 3 dias S. Burge, J.A. Wedzicha Eur Respir J 2003; 21: Suppl. 41, 46s–53s. Peter Calverley Eur Respir J 2005; 26: 406–413 Tosse Secreção Falta de ar Aperto

30 Pronto atendimento Bronquite aguda DPOC não pensada Tabagista Assintomático Tosse Febre Falta de ar Chiado Tosse Febre Falta de ar Chiado Pensar DPOC Solicitar Espirometria quando estável Iniciar tratamento correto Pensar DPOC Solicitar Espirometria quando estável Iniciar tratamento correto

31 Exacerbação e Mortalidade Exacerbação com atendimento em emergência Exacerbação com atendimento em UTI Kim S, et al. COPD. 2006;3: % IAM Mortalidade 7,3% na UTI 26% 30 dias 69% 3 anos 14,5 meses sobrevida Berkius Acta Anaesthesiol Scand 2008; 52: 759–765 Arq.bras.cardiol 63(4):273-80, out. 1994

32 Tratamento Exacerbação da DPOC Iniciar ou Aumentar BDReavaliar em horasMelhoraRever manutençãoSem melhoraCorticóide oralAntibióticoAgravoHospital GOLD Current Opinion in Pulmonary Medicine :133–137

33 Antibióticos recomendados Grupo A: Exacerbação não infecciosa Grupo B: Exacerbação infecciosa Grupo C: Exacerbação grave com fatores de risco para P aeruginosa GOLD 2008 Tratamento OralAlternativas OralTratamento Parenteral Grupo A Pacientes com um único sinal cardinal não deve receber antibiótico Grupo B β-lactâmicos Inibidores da β-lactamase Fluoroquinolones (gemifloxacina, levofloxacina, moxifloxacina) β-lactam/β-lactamase inibidores (Co-amoxiclav, ampicillina/sulbactam) Cefalosporins (2 nd or 3 rd geração) Fluoroquinolonas (levofloxacina, moxifloxacina) Grupo CEm pacientes com risco para pseudomonas Fluoroquinolonas (ciprofloxacino, levofloxacino – dose alta) Fluoroquinolonas (ciprofloxacino, levofloxacino – dose alta or β-lactamico com atividade para P aeruginosa

34 Insuficiência cardíaca 14/8/ /8/2011

35 Insuficiência cardíaca Tosse seca Esforço Decúbito Tosse com secreção rósea Historia de doença cardiovascular Historia de falta de ar Esforço Decúbito

36 Conclusão: Causas de Tosse e Antibióticos: Dificuldade de diagnóstico diferencial existe Cuidados ao afastar doença grave como causa Evitar uso desnecessário de exames radiológicos Radiografia seios de face Evitar uso desnecessário de antibióticos Evitar uso de mucolíticos e expectorantes Programar acompanhamento com o paciente Rever sintomas


Carregar ppt "Tosse Aguda Pronto Atendimento Fernando Lundgren HOF Infecções do Trato Respiratório Superior."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google