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Prevalência de Asma diagnosticada por médico em Escolares brasileiros (6-7 e 13-14 anos) - Estudo ISAAC BRASIL, 1996 Curitiba Itabira Recife.

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7 Prevalência de Asma diagnosticada por médico em Escolares brasileiros (6-7 e anos) - Estudo ISAAC BRASIL, 1996 Curitiba Itabira Recife Salvador São Paulo Uberlândia % Solé et al, 1997

8 Prevalência De Asma No Brasil A prevalência de doenças alérgicas vem aumentando muito no Brasil sendo atualmente de 35% da população A asma atinge hoje 25% da população entre as idades de 6 a 14 anos(dados do ISAAC-1998) É a segunda causa de internações hospitalares: internações em 1996 e gastos com o SUS de 76 milhões de reais A mortalidade dobrou de 0.3 para 0.6/ habitantes no período de 1970 para Climed-APReis

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13 Corticosteróide Inalatórios - 3,1% 2 Aerossol dosimetrado 12,5% 2 Solução 8,6% 2 oral 40,2% Brometo Ipratrópio 6,9% Cromonas 0,5% Cetotifeno 2,8% Xantinas 25,3% Vendas de medicamentos utilizados para asma em unidades - Brasil Solé et al, 1999 Fonte: IMS/PMB, 1999

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15 Asma como Doença Sistêmica Características inflamatórias pulmonares estão presentes no nariz, na pele e na medula óssea Cerca de 70% dos pacientes com asma também apresentam sintomas de rinite alérgica Os eosinófilos infiltram os tecidos afetados na asma, na rinite alérgica e na dermatite atópica

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30 Boushey,HA-AAAAI-2003

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33 Classificação Asma persistente grave Asma persistente moderada Asma persistente leve Asma intermitente

34 Classificação da Asma pela Intensidade LEVE: Crises : 1 a 2 semana. Poucos sintomas intercrises. Leve alteração nas provas respiratórias. MODERADA: Crises repetitivas. Tosse e leve chiado intercrises. Provas respiratórias 60% a 80% normal.. GRAVE: Crise constante. Tosse contínua e chiado. Provas Respirató- rias < 60% normal. Extraído de PNEA-Programa Nacional de Educação de Asma. APReis

35 Classificação por Escores de Sintomas Nas Atividades AUSENTE 0 LEVE FACILMENTE TOLERADO 1 MODERADO INTERROMPE A ATIVIDADE 2 FORTE DIFICULTA A FALA 3

36 Consenso Brasileiro no Manejo da Asma Tratamento da Asma-Esquema Geral Avaliação da Gravidade Leve Moderada Grave Controle Ambiental e Educação Beta Agonistas Inalados Corticosteróide Inalados Terapia Adicional Consenso Brasileiro de Tratamento da Asma 2.002

37 Inaloterapia

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46 Pearlman D.S. et al.Cur Med Res Opin 2002;18:445-55

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55 Eur Resp J 2001;18(Suppl):33

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62 Corticosteróides Inalados

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67 Budesonida Fluticasona Beclometasona Flunisolida Corticóides Inalados- Estudos comparativos Potência tópica Tempo de dissolução >8 h 6 min 5 h < 2 min Biodisp. inalada ~20 ? Afinidade receptor 9,4 22 0,5 1,9 T 1/2 em horas ND 1,6 Biodisp. oral 6-13 <

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69 Segurança-Efeitos Colaterais P-Existe redução de densidade óssea com uso prolongado? R-Não está associado com redução óssea em crianças asmáticas P-Existe risco elevado de desenvolver cataratas? R-O risco de cataratas subcapsulares ou nucleares é mínimo e insignificante em crianças P-Existe risco de desenvolver glaucoma? R-Não existe suficiente estudo para esta resposta P-Pode afetar o ritmo de crescimento das crianças? R-Pode ser afetado no início mas se recupera ao longo do tempo P-Pode afetar na altura final das crianças? R-A altura final das crianças tratadas não é diferente das outras Systematic Review of literature evidence-Chest 2003;124:

70 Uso Combinado e Seqüencial de Formoterol e Budesonida no Tratamento da Obstrução de Vias Aéreas

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78 TRATAMENTO DA ASMA DESENHO: 2760 pacientes de 4 a 80 anos e por 1 ano: Grupo 1(925): BU+FOR de manutenção e resgate conforme necessidade Grupo 2((1909): BU+FOR de manutenção e terbutalina de resgate Grupo 3(926): BU de manutenção e terbutalina de resgate RESULTADOS: A variáveis foram: exacerbações graves, visitas a Hospital de Urgência, corticóide sistêmico, redução de PFE. O melhor resultado foi no grupo BUD + FOR(P<0.005) Os efeitos colaterais foram mínimos e idênticos nos 3 grupos Devido a facilidade de uso do inalador do BUD + FOR este é proposto como o ideal melhorar adesão, facilidade de uso, tratamento ideal de manutenção, possibilidade de uso para resgate sem aumentar o risco para dose excessiva tanto para o corticóide quanto para o β2 de longa duração. Barnes, PJ.A single inhaler for asthma?Am.J.Respir.Care Med.2005

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80 F I M O B R I G A D O

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82 Brian Lipworth-AAAAI-2004

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