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Curso para Agentes de Desenvolvimento Etapa I Básica.

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Apresentação em tema: "Curso para Agentes de Desenvolvimento Etapa I Básica."— Transcrição da apresentação:

1 Curso para Agentes de Desenvolvimento Etapa I Básica

2 Módulo II Agente do Desenvolvimento Curso para Agentes de Desenvolvimento

3 T3M2U3 Unidade 3 Território, Desenvolvimento e Competitividade

4 T4M2U3

5 T5M2U3 Referencial Local Cenário físico da atividade social, econômica, política e cultural, com um recorte geográfico definido. Fonte: Glossário RedeSist

6 T6M2U3 Referencial Território Um território compõe-se de qualquer porção geográfica que tenha uma identidade própria, que tenha uma rede de interconexões sociais, econômicas, culturais, ambientais, políticas e empresariais capazes de gerar uma inteligência coletiva com vida própria e um sentimento de pertencimento. Fonte: Valéria Vidal, Administradora

7 T7M2U3 Referencial “Ser territorial é ser local. E ser local é pertencer a um território”. Fonte: Valéria Vidal, Administradora

8 T8M2U3 Referencial Desenvolvimento Ato de desenvolver-se. [De des- + envolver. – mudar de posição para fora] des- [Origem da junção das preposições latinas de e ex ] Significa 'ação contrária'; 'negação'. envolver. [Do lat. involvere.] Mudança de posição para dentro. Fonte: Dicionário Aurélio.

9 T9M2U3 Referencial Desenvolvimento Processo que transforma uma situação atual em uma situação futura melhorada. Fonte: GTZ (1997:174).

10 T10M2U3 Referencial Desenvolvimento Ativação do potencial de desenvolvimento sócio- econômico local, sem comprometer os recursos para as futuras gerações. Fonte: Adaptado do Glossário RedeSist e do Relatório Brundtland

11 T11M2U3 Referencial Crescimento Desenvolvimento Expansão quantitativa (econômica) Expansão quantitativa e qualitativa (econômica, ambiental e social) Fonte: Glossário RedeSist

12 T12M2U3 Referencial Projeto de Desenvolvimento Local Processo interno, “de dentro para fora”, capaz de promover o dinamismo econômico e a melhoria da qualidade de vida da população local. Resulta da mobilização das energias da sociedade, explorando as suas capacidades e potencialidades específicas. Fonte: Adaptado de Buarque e Bezerra.

13 T13M2U3 Referencial Processo de Auto-Desenvolvimento Situação de Inconformismo Situação de Inconformismo Potencialidades não mobilizadas + Problemas socioeconômicos Potencialidades não mobilizadas + Problemas socioeconômicos Diagnose Participativa Construção de uma Agenda de Mudanças Elaboração de um Plano de Ação Informações Técnicas + Fórum de debates Informações Técnicas + Fórum de debates Instrumentos disponíveis + Consultas formais e informais às lideranças Instrumentos disponíveis + Consultas formais e informais às lideranças Consistência técnica + Processo de negociação Consistência técnica + Processo de negociação Processo de implementação Mecanismos de controle e avaliação Sistema de indicadores de processos e resultados Sistema de indicadores de processos e resultados Fonte: Haddad, 2008.

14 T14M2U3 Competitividade Qualidade de pretender uma coisa simultaneamente a outro. [Do latim competere + -tivo + -(i)dade.] Referencial Fonte: Dicionário Aurélio.

15 T15M2U3 Referencial “Hoje, o fator estratégico que define a competitividade econômica é a capacidade de inovação, que depende, por sua vez, do acesso à informação e ao conhecimento”. Fonte: Juarez de Paula, Sociólogo.

16 T16M2U3 Referencial Fonte: Joseph Schumpeter, Economista. Inovação (contexto Econômico) “Destruição criadora. Idéia, método ou objeto que é criado e que pouco se parece com padrões anteriores e que altera consideravelmente as condições prévias de equilíbrio, fazendo com que a economia saia de um estado de equilíbrio e entre em um processo de expansão”.

17 T17M2U3 Referencial INOVAÇÃO É A EXPLORAÇÃO COM SUCESSO DE NOVAS IDÉIAS Novo Produto Novo Processo Novos mercados, Novos modelos de negócio, Novos processos e métodos organizacionais Novos métodos de transporte e distribuição Novas fontes de suprimentos Novas formas de gestão e marketing Redes empresariais Parcerias entre setor público e privado Gestão compartilhada Etc.

18 T18M2U3 Reflexão Não basta que as empresas, isoladamente ou em grupos setoriais, melhorem sua competitividade. Caso o território não seja capaz de oferecer vantagens competitivas dinâmicas, as empresas não permanecerão ou não prosperarão, e o território não se desenvolverá.

19 T19M2U3 Vantagens competitivas estáticas são rapidamente neutralizadas pela concorrência. A solução é praticar as vantagens competitivas dinâmicas, ou seja, antes que a concorrência consiga neutralizar uma vantagem competitiva, deve-se desenvolver outra, mantendo-se o município, desta forma, dinamicamente competitivo Referencial VANTAGENS COMPETITIVAS DINÂMICAS

20 T20M2U3 Referencial Vantagens estáticas Disponibilidade de matéria-prima Disponibilidade de mão- de-obra barata Disponibilidade de terrenos, localização Vantagens dinâmicas Matéria-prima criada (p.ex. reflorestamento) Mão-de-obra qualificada e especializada Infraestrutura física e institucional muito eficiente

21 T21M2U3 Referencial Como criar uma vantagem competitiva? Desenvolver um perfil industrial específico - especialização regional Investir em qualificação de mão-de-obra em todos os níveis Criar entidades de apoio para o setor privado que reflitam o perfil específico (metrologia e ensaios, apoio tecnológico, financiamento, informações sobre mercados, etc.)

22 T22M2U3 Competitividade do Território Reflexão INOVAÇÃOINOVAÇÃO REDES DE EMPRESAS GOVERNANÇAGOVERNANÇA

23 T23M2U3 Reflexão Como está a competitividade do seu território? Como está a competitividade do seu território?

24 T24M2U3 “O desenvolvimento é produzido pelas pessoas. Não é um resultado automático do crescimento econômico. Resulta das relações humanas, do desejo, da vontade, das escolhas que as pessoas podem fazer para alcançar uma melhor qualidade de vida. Depende da adesão das pessoas, da decisão das pessoas de assumirem a condição de sujeitos sociais. Isso é o que chamamos de protagonismo. Não há desenvolvimento local sem protagonismo local.” Protagonismo Local Fonte: Juarez de Paula, Sociólogo. Referencial

25 T25M2U3 Prática Quais estratégias podem facilitar o envolvimento e comprometimento da comunidade com um projeto de desenvolvimento? Quais estratégias podem facilitar o envolvimento e comprometimento da comunidade com um projeto de desenvolvimento?

26 T26M2U3 Caso NOMISMA O Sucesso dos Projetos de Desenvolvimento

27 T27M2U3 Caso NOMISMA Felicidade [Do lat. Felice + itate] – Atitude de satisfação. Satisfação [Do lat. Satisfactione] – Sentimento decorrente de uma realização. Atitude provocada pelo sentimento decorrente de uma realização. Fonte: Dicionário Jurídico de Latim e Grego.

28 T28M2U3 Caso NOMISMA Realização Desenvolvimento PESSOAL ECONÔMICO SOCIAL

29 T29M2U3 Caso NOMISMA Condições para o Desenvolvimento: Investir recursos financeiros Elevar o nível tecnológico Aumentar a capacidade de inovação Desenvolver a gestão e a operação Outros.. Capacidade de cooperação entre pessoas, grupos e organizações Capital Social

30 T30M2U3 Caso NOMISMA Capital Social Capacidade de trabalhar junto para atingir objetivos comuns. “a chave esquecida do desenvolvimento” Bernard Kliksberg economista argentino

31 T31M2U3 Caso NOMISMA 1.Capacidade de ter objetivos de médio e longo prazos, superando o imediatismo. 2.Capacidade de gerar coesão em torno desses objetivos, superando o individualismo. 3.Capacidade de manter constância de propósito na busca dos objetivos, superando o descontinuísmo. Como reconhecê-lo num grupo ? James Coleman: Capital Social

32 T32M2U3 Reflexão Claudio Moura Castro Educador brasileiro Capital social é o grau de unidade e coesão social da população, bem como a confiança na sua capacidade de gerar desenvolvimento e superar obstáculos. Este capital social cria uma energia moral e política, gerando protagonismos de múltiplos atores da sociedade. Capital social é o grau de unidade e coesão social da população, bem como a confiança na sua capacidade de gerar desenvolvimento e superar obstáculos. Este capital social cria uma energia moral e política, gerando protagonismos de múltiplos atores da sociedade.

33 T33M2U3 Caso NOMISMA Cooperação [Do lat. Cooperatione] Ato ou efeito de cooperar; operar em conjunto. Associação consciente de partes para uma finalidade comum que, embora dispensável, traz vantagens para ambas. Fonte: Dicionário Aurélio.

34 T34M2U3 Caso NOMISMA Segundo o Instituto Alemão de Desenvolvimento – IAD, necessita de: Troca de informações Desenvolvimento de visão estratégica Definição de áreas de atuação Análise conjunta e solução comum Definição das contribuições de cada parte Cooperação

35 T35M2U3 Caso NOMISMA Segundo o NOMISMA (IT), significa: Abandonar o individualismo Saber tolerar Saber ceder Aceitar o “concorrente” como semelhante Confiar Cooperação

36 T36M2U3 Caso NOMISMA “Expectativa positiva de que a outra pessoa não irá agir de maneira oportunista em uma dada situação, seja por palavras, ações ou decisões”. Confiança Fonte: Stephen P. Robbins, Professor Emérito de Gestão na Universidade de San Diego, Califórnia

37 T37M2U3 Caso NOMISMA Dimensões da Confiança Integridade Honestidade e caráter moral Competência Conhecimentos, habilidades e atitudes Coerência Prática do discurso Lealdade Disposição de proteção e defesa Abertura Auto-exposição Fonte: Stephen P. Robbins

38 T38M2U3 DESENVOLVIMENTO PESSOAL E ECONÔMICO E SOCIAL DO TERRITÓRIODESENVOLVIMENTO PESSOAL E ECONÔMICO E SOCIAL DO TERRITÓRIO Caso NOMISMA FelicidadeFelicidade RealizaçãoRealização CooperaçãoCooperação ConfiançaConfiança

39 T39M2U3 Dinâmica “O Maracujá Milagroso”


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