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JURAMENTO HIPOCRÁTICO JURAMENTO HIPOCRÁTICO “Eu juro por Apolo Médico e Asclepius e Higéia e Panacea e todos os deuses e deusas, fazendo-os minhas testemunhas.

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1 JURAMENTO HIPOCRÁTICO JURAMENTO HIPOCRÁTICO “Eu juro por Apolo Médico e Asclepius e Higéia e Panacea e todos os deuses e deusas, fazendo-os minhas testemunhas que eu seguirei este juramento e pacto de acordo com minha habilidade e julgamento:” deusas, fazendo-os minhas testemunhas que eu seguirei este juramento e pacto de acordo com minha habilidade e julgamento:”

2 Os quatro componentes do raciocínio clínico raciocínio clínico 1- Componente biológico 2- Componente empírico H. Wulff Pensamento científico O que eu sei da doença? Estudos terapêuticos? Estudos não terapêuticos?

3 3- Componente empático-hermenêutico 4- Componente ético Pensamento humanístico H. Wulff Os quatro componentes do raciocínio clínico raciocínio clínico

4 Os quatro componentes do raciocínio clínico raciocínio clínico 4- Componente ético Qual decisão trará melhores conseqüências para o meu paciente? Quais seriam as conseqüências gerais se todos agissem da mesma maneira em situação similar? Será que eu vi o meu paciente em uma dimensão adequada, não somente como objeto de minhas considerações científicas, mas também como uma pessoa (como eu)? H. Wulff

5 3-Componente empático-hermenêutico A- hermenêutica: “arte de interpretar” B- empatia: fatores limitantes doença! sociais culturais C- “abordagem humanística exige que a doença do paciente seja vista dentro do doença do paciente seja vista dentro do contexto da vida do paciente” contexto da vida do paciente” H. Wulff

6 Os quatro componentes do raciocínio clínico raciocínio clínico 4- Componente ético Qual decisão trará melhores conseqüências para o meu paciente? meu paciente? Quais seriam as conseqüências gerais se todos agissem da mesma maneira em situação similar? Será que eu vi o meu paciente em uma dimensão adequada, não somente como objeto de minhas considerações científicas, mas também como uma pessoa (como eu)? H. Wulff

7 ALTERAÇÕES DA RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE NOS ÚLTIMOS 50 ANOS 1- Doenças crônicas se tornam a maior causa de procura por atendimento médico e morte; por atendimento médico e morte; 2- Acesso à saúde se torna um direito; 3- Revolução terapêutica e tecnológica; 4- Aumento dos custos com o atendimento médico; 5- Mudanças na organização e financiamento do sistema de saúde; de saúde; Modificado de Eric Cassel

8 6- Mudanças na avaliação do desempenho médico: baseada na evidência, processos e desempenhos; baseada na evidência, processos e desempenhos; 7- Surgimento do movimento bioético; 8- Mudanças na relação profissionais da saúde-pacientes: importância da autonomia! importância da autonomia! 9- Mudanças no currículo das escolas médicas; 10- Pacientes melhor informados: meio de comunicação de massa e INTERNET. de massa e INTERNET. ALTERAÇÕES DA RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE NOS ÚLTIMOS 50 ANOS Modificado de Eric Cassel

9 MUDANÇAS SOCIAIS QUE AFETARAM A RELAÇÃO MUDANÇAS SOCIAIS QUE AFETARAM A RELAÇÃO MÉDICO PACIENTE NOS ÚLTIMOS 50 ANOS MÉDICO PACIENTE NOS ÚLTIMOS 50 ANOS 1- Organizações de grupos de minorias; 2- Mudanças na organização e financiamento do sistema de saúde; de saúde; 3- Democratização das informações e do uso de computadores: INTERNET! computadores: INTERNET! 4- Pressões legais; 5- Aumento do distância entre ricos e pobres: “pobres cada vez mais pobres e ricos cada vez mais ricos”. cada vez mais pobres e ricos cada vez mais ricos”. Modificado de Eric Cassel

10 Bondade, simpatia, paciência e interesse pessoal. : Bondade, simpatia, paciência e interesse pessoal. : Conhecimento científico, desenvolvimento tecnológico EVOLUÇÃO DA MEDICINA: VARIÁVEIS DOS MÉDICOS ? // 500 aC 1000 //

11 PROFISSIONAL DA ÁREA DA SAÚDE ATO PROFISSIONAL

12 PROFISSIONAL DA ÁREA DA SAÚDE ATO PROFISSIONAL OBJETIVO O BEM DO PACIENTE

13 O bem do paciente 1- 0 bem médico, biomédico ou clínico O bem que pode ser atingido pela intervenção médica em um estado particular de uma doença. Pellegrino & Thomasma

14 O bem do paciente 2- 0 melhor interesse do paciente A alteração na qualidade de vida que uma intervenção médica pode produzir; concilia a ação médica com os planos, objetivos e metas dos pacientes. Pellegrino & Thomasma

15 O bem do paciente 3- O bem do paciente como uma pessoa humana. O bem que busca a capacidade da pessoa em raciocinar, escolher e expressar suas vontades. Pellegrino & Thomasma

16 O bem do paciente 4. O bem último ou definitivo “ Telos” (finalidade) da vida humana através da percepção do paciente: o sentido e o destino da existência humana. Pellegrino & Thomasma

17 PROFISSIONAL DA ÁREA DA SAÚDE ATO PROFISSIONAL OBJETIVO O BEM DO PACIENTE agrega valores científicoseéticos

18 Uso correto da tecnologia Valores científicos Formação básica Educação continuada

19 Valores éticos respeitar o paciente em seus valores fundamentais

20 BIOÉTICA CiênciaTecnologiaÉtica PROFISSIONAL DA ÁREA DA SAÚDE

21 BIOÉTICA Cientificamente competentes Cientificamente competentes Tecnicamente competentes Eticamente competentes OS PROFISSIONAIS DA ÁREA DA SAÚDE DEVEM SER:

22 BIOÉTICA Incompetência: Incompetência: Científica/tecnológica Caráter imperíciaimprudêncianegligência

23 RESPEITO A SUA AUTONOMIA PACIENTE PROCURAR O BEM RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE

24 TECNOLOGIA MÉDICA ALTERAÇÕES DA RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE NOS ÚLTIMOS 50 ANOS X DILEMAS PARA O PRÓXIMO MILÊNIO PRÓXIMO MILÊNIO

25 Modelos Dilemas RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE

26 beneficente centrado no paciente negócio contratual científico paternalista interpretativo deliberativo biologicamente reducionista modelos

27 RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE Beneficente Beneficente Centrado no paciente Interpretativo Deliberativo Modelos Aceitáveis

28 Modelo beneficente: características mais importantes 1- o objetivo da medicina é beneficente primeira preocupação: necessidades e problemas de seus pacientes evitar o mal (deliberado) atuar beneficentemente tem precedência sobre autonomia e paternalismo

29 Modelo beneficente: características mais importantes 1- o objetivo da medicina é beneficente 2- prioridade para a condição existencial do paciente 3- não existe uma classificação automática de valores médicos e pacientes identificam, classificam, discutem e negociam valores melhores interesses dos pacientes sempre têm precedência

30 Modelo beneficente: características mais importantes 4- busca do consenso prudência nos objetivos morais preservar ao máximo os valores dos médicos e dos pacientes 5- axiomas

31 Modelo beneficente: características mais importantes 5- axiomas Tanto o médico como o paciente devem ser livres para tomar as decisões baseadas no conhecimento de fatos e agir de maneira plena como agentes morais.

32 Modelo beneficente: características mais importantes 5- axiomas Médicos têm responsabilidade maior na relação médico-paciente porque existe uma diferença inerente de informação e poder entre eles, e é o paciente que está doente e, portanto, fragilizado.

33 Modelo beneficente: características mais importantes 5- axiomas médicos devem ser moralmente íntegros médicos devem respeitar e compreender a ambigüidade moral das decisões que enfrentam, mas não por isto devem deixar de procurar o que é bom e certo em cada decisão

34 paternalista:dependendo das circunstâncias! negócio contratual científico Modelos Modelos perigosos perigosos RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE biologicamente reducionista

35 Variáveisestáveis ao longo do tempo RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE Médico/profissionais da saúde Paciente Institucionais Dilemas morais

36 CulturaValoresReligião Objetivos pessoais Objetivos profissionais Obrigações com a sociedade Códigos de Ética Profissionais Educação RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE Variáveis dinâmicas Médico/profissional da saúde

37 Pacientes Educação CulturaValoresReligião Suporte social Suporte financeiro CrençasFamília RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE Variáveis dinâmicas

38 Interações com o pessoal da área de atendimento aos pacientes Políticas institucionais Desenvolvimento médico, científico e tecnológico Ética Economia, leis e políticas RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE Variáveis dinâmicas Instituições

39 Definição: dois caminhos moralmente aceitáveis mas mutuamente excludentes podem ser seguidos Dilemas Abordagem principialista favorece sua discussão RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE

40 Como resolver um dilema moral? RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE

41 Conhecimento + Valores morais Obs: “bom senso” por si só não basta! RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE Como resolver um dilema moral? 1- Individualmente: reflexão moral

42 TECNOLOGIA MÉDICA DEFINIÇÕES Tecnologia médica: Tecnologia médica: uso de objetos, dirigidos por procedimentos,que são aplicados contra os males das doenças. P. ex.: raio X, diálise, antibióticos. Técnica médica: Técnica médica: procedimentos mediados através dos sentidos humanos e não por objetos. P. ex.: percussão, palpar o pulso, psicoanálise. Reiser, SJ; Encyclopedia of Bioethics

43 TECNOLOGIA MÉDICA Objetivos médicos da Tecnologia Médica prevenir diagnosticar curar aliviar

44 TECNOLOGIA MÉDICA uso racional da tecnologia médica 1- segurança 2- eficácia / eficiência 3- melhora em relação ao tradicional 4- utilidade

45 TECNOLOGIA MÉDICA uso racional da tecnologia médica 1-segurança avaliação de ensaios clínicos referências bibliográficas número de pacientes avaliados acompanhamento de pacientes avaliação por CEP

46 TECNOLOGIA MÉDICA uso racional da tecnologia médica 1-segurança 2 eficácia / eficiência a- o novo procedimento gera um desfecho confiável para o fim que está sendo empre- gado? gado? b- sensibilidade e especificidade aceitáveis ?

47 TECNOLOGIA MÉDICA uso racional da tecnologia médica 1-segurança 2 eficácia / eficiência c- como a nova tecnologia se compara com a já existente em termos de sensibilidade, especificidade, custo financeiro, sofrimento, dificuldade operacional, qualidade de manu- tenção, etc...?

48 TECNOLOGIA MÉDICA uso racional da tecnologia médica 1-segurança 2 eficácia / eficiência d- impacto na equipe médica : tem impacto real na tomada de decisão ou na escolha de outras tecnologias ? e- impacto no manejo do paciente: qual sua utilidade real em relação risco, custo, benefício?

49 TECNOLOGIA MÉDICA uso racional da tecnologia médica 3- comparação com tecnologias tradicionais a- literatura (realidade externa) b- prática (realidade interna) c- ensaios (quando cabível) d- papel de centros universitários: tecnologia de alto custo e- custo inicial x custo final (p. ex. transplante renal)

50 TECNOLOGIA MÉDICA uso racional da tecnologia médica 4- utilidade 4- utilidade método método educação básica risco-dano operador formação profissional benefício educação continuada benefício educação continuada individual alocação recursos individual alocação recursoscoletivo justiça discriminação discriminação

51 AVANÇOS TECNOLÓGICOS SIGNIFICAM MELHORIA EM SAÚDE? SIM, MAS... SIM, MAS...

52 AVANÇOS TECNOLÓGICOS SIGNIFICAM MELHORIA EM SAÚDE? Problemas resultantes do avanço da tecnologia despersonalização da relação médico-paciente: Porque conversar-examinar-ouvir se a tecnologia Porque conversar-examinar-ouvir se a tecnologia pode propiciar um diagnóstico mais rapidamente?

53 AVANÇOS TECNOLÓGICOS SIGNIFICAM MELHORIA EM SAÚDE? Problemas resultantes do avanço da tecnologia Redução do conceito de doença: físicoemocional social biológico cultural

54 AVANÇOS TECNOLÓGICOS SIGNIFICAM MELHORIA EM SAÚDE? A tecnologia médica pode criar problemas? A tecnologia médica pode criar problemas? Sim !

55 Sim:Aumenta custos Variável médico Competência Variável médico Competência Risco AVANÇOS TECNOLÓGICOS SIGNIFICAM MELHORIA EM SAÚDE? A tecnologia médica pode criar problemas? Pressiona médicos, pacientes e a sociedade Benefício Utilidade = Futilidade Variável bem Bem do Paciente? Aspectos legais

56 AVANÇOS TECNOLÓGICOS SIGNIFICAM MELHORIA EM SAÚDE? Poder Poder Antigamente: o poder do médico advinha de seu conheci- mento do corpo e da doença, do seu envol- vimento com o doente e sua doença,e da eficiência no diagnóstico e tratamento. Atualmente: a tecnologia confere um poder aos médicos com muito menor investimento no seu relacio- namento e envolvimento com os pacientes.

57 “O médico nunca dá ao escravo qualquer explicação de suas queixas, nem pergunta por elas; ele administra algum tratamento empírico com um ar de conhecimento no modo brusco de um ditador, e então ele se dirige com pressa ao próximo escravo....” As Leis, Livro IV Platão

58 Platão “O médico trata sua doença indo cuidadosamente através dos fatos, desde o início de uma maneira científica e assume a confiança do paciente e da família. Assim ele aprende algo do paciente. Ele nunca completa uma prescrição até que ele obtenha o apoio do paciente, e quando ele o faz, ele objetiva produzir completo retorno à saúde persuadindo o paciente a segui- la.” “O médico trata sua doença indo cuidadosamente através dos fatos, desde o início de uma maneira científica e assume a confiança do paciente e da família. Assim ele aprende algo do paciente. Ele nunca completa uma prescrição até que ele obtenha o apoio do paciente, e quando ele o faz, ele objetiva produzir completo retorno à saúde persuadindo o paciente a segui- la.”

59 “ Profissionalismo em medicina requer que o médico sirva aos interesses do paciente acima do seu auto- interesse. Profissionalismo diz respeito ao altruísmo, confiança, excelência, dever, honra, integridade e respeito pelos outros. Os elementos do profissionalismo compreendem um compromisso com os mais altos padrões de excelência na prática da medicina e na geração do conhecimento, um compromisso de buscar os interesses e bem estar dos pacientes e um compromisso a ser receptivo às necessidades de saúde da sociedade”. Profissionalismo American Board of Internal Medicine em 1995


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