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TRATAMENTOS DAS FERIDAS DA ANESTESIA À SUTURA. Tipo de ferimento • Antes de qualquer procedimento certifique-se do tipo de ferimento que está atendendo.

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1 TRATAMENTOS DAS FERIDAS DA ANESTESIA À SUTURA

2 Tipo de ferimento • Antes de qualquer procedimento certifique-se do tipo de ferimento que está atendendo • 1º ferimento domiciliar sutura e liberação • 2º Ferimento por acidente de trabalho que pode ocorrer com o paciente: indo para, no trabalho Voltando do Todo acidentado no trabalho deve receber decla- ração do médico de que foi atendido e contendo o diagnóstico e o tempo previsto para sua recuperação e encaminhado, junto com a CAT fornecida pela em- presa, ao INPS

3 PROTEJA-SE A SI E AO PACIENTE CONTRA INFECÇÕES • Lave as suas mãos e unhas. • Use luvas de procedimento antes de tocar no paciente. • Parar imediatamente a hemorragia intensa com torniquete se possível. • Limpar o ferimento, retirando o sangue e a sujidade, para ficar com uma idéia da extensão do ferimento,com gaze e soro fisiológico. • Troque de luvas, por ESTÉREIS, se tiver que dar uma anestesia local no ferimento, por: Desinfecção dolorosa Necessidade de sutura • As agulhas hipodérmicas e de sutura, bem como outros instrumentos cortantes, deverão ser colocados nas caixas de amarelas (DESCARPAC) depois de usados. Esta caixa deverá ser entregue a um farmacêutico quando estiver cheia e enviada para incineração. Panos e gazes contami- nadas deverão ser colocados em sacos de plástico selados.

4 ANESTESIA LOCAL ANESTESIA LOCAL É necessário: • Luvas. • Iodo povidine tópico e gazes para degermação. • Infiltração de lidocaína 2%, (20mg/ml), 5 ml ou menos para ferimentos pequenos em uma seringa de 5ml. • NB: Tenha cuidado para não confundir com lidocaína com adrenalina que não pode ser utilizada em circulação terminal, pois leva a necrose de tecido. A dose máxima para um adulto não deve exceder 20 ml, que corres- ponde a 400mg. • Agulha de cor verde 25 x 8 para aspirar o anestésico e outra cinza 25 x 7 para injetar. • Caixa de agulhas usadas para desprezar

5 ANESTESIA LOCAL Insira a agulha na BORDA da lesão com um ângulo de 30º a 45º ANTES FAÇA DEGERMAÇÃO DA BORDA COM IODOPOVIDINE

6 EXPLORAR DO FERIMENTO • Após a anestesia devemos ampliar a degerma- ção para o interior do ferimento, com Iodo Po- vidine tópico e em seguida explorar a ferida com o dedo a procura de corpo estranho como terra, asfalto, metais, madeira e vidro este úl- timo é mais difícil de se encontrar apenas com a visão, pois toma a coloração do sangue e não pode ser visto apenas sentido pelo TATO.

7 Tipos de fios • Fios Inabsorvíveis: Mono Nylon Algodão ( sutura seca para pele e couro cabeludo) Seda Aço inoxidavel Aço inoxidavel Fios Absorvíveis Categut ( sutura úmida para mucosas) Fios Absorvíveis Categut ( sutura úmida para mucosas) Vicryl ( Poligalactina) Dexon (Ac poliglicólico) Vicryl ( Poligalactina) Dexon (Ac poliglicólico) Locais de Suturas Boca:absorvível Lábio: Absorvível interno e Inabsorvível externo Pele: Inabsorvível Mono Nylon Couro Cabeludo: Inabsorvível Algodão

8 Sutura de Ferimentos de Face Nos ferimentos de face em que é acometido: Nos ferimentos de face em que é acometido: • Supercílio: a sutura deve ser feita sem trico- tomia para que os planos sejam muito bem a- póstos. • Lábios: A presença de lesão muscular deve ser procurada e reparada a linha cutâneo-mucosa deve ser identificada e inicialmente suturada com pontos de reparo.

9 Sutura de Ferimentos de Face • Orelha: deve-se ter cuidado redobrado com a cartilagem, pois esta deve ser inicialmente suturada com pontos de reparo para depois suturarmos a pele que deve recobrir toda car- tilagem e iniciamos antibióticoterapia, para evitar a CONDRITE que a destrói.

10 SUTURANDO O FERIMENTO SUPERFICIAL

11 SUTURANDO O FERIMENTO PROFUNDO: 2º PLANO • - Se o ferimento for profundo, deverá ser suturado em duas camadas, de modo a garantir que no interior não se formem bolsas que poderão ser uma fonte de infecções • Quando tiver que suturar a um nível profundo, deverá usar FIO absorvível. Quando suturar à superfície, deverá usar FIO Inabsorvível. Fio absorvível CATGUT FIO INABSORVIVEL NYLON OU ALGODÃO PARA COURO CABELUDO O MELHOR FIO É O ALGODÃO 2:0

12 COLOCAÇÃO DE DRENOS • Todo ferimento profundo em que não conseguir-mos aproximar totalmente o tecido sub-cututâneo deverá ser drenado com DRENO DE PENROSE de modo a não permitir acumulo de secreções e posterior supura- ção; este deve ser tracionado diariamente até sair por completo • Após a colocação do dreno fazer curativo compressivo usando gases e faixa crepe

13 OUTROS MÉTODOS DE SUTURAR O FERIMENTO O adesivo de sutura (Histoacryl TM) pode ser usado em pequenos cortes até 3 cm de comprimento e uns poucos milímetros de profundidade, não pode en- trar para o interior do ferimento e não pode entrar em contacto com membranas ou com os olhos. Quando os lados estiverem unidos, o ferimento deve manter-se descoberto e não se deve molhar.

14 OUTROS MÉTODOS DE SUTURAR O FERIMENTO: Fita de Sutura ADESIVA • A fita de sutura pode ser usada em pequenos cortes que tenham menos de 1 cm de profundidade. • A fita de sutura é colocada de tal forma que as bordas do ferimento são obrigadas a juntarem-se firmemente ao longo do ferimento. • Junte firmemente as bordas do ferimento e coloque as fitas adesivas separadas cerca de 0.5 cm a 1 cm.

15 REMOÇÃO DE PONTOS • Pontos na superfície da pele devem se manter durante cinco a dez dias, dependendo da espessura da camada sub-cutânea e do fornecimento de sangue à pele. Como regra, pontos na ca- beça devem permanecer durante cinco dias, enquanto que pontos em outras áreas devem permanecer sete dias. • Antes de retirar os pontos limpe a cicatriz do ferimento com gaze embebida em chlorhexidine ou Iodo Povidine.

16 FERIMENTOS QUE DEVRÃO FICAR ABERTOS Todo ferimento • que tiver ocorrido há mais de 8 hs: deverá ser mantido aberto e tratado com curativos diários para que cicatrize por 2ª intenção • que tiver sido ocasionado por mordida de Cão ou Ga- to: pois se infectam com muita facilidade, se em lo- cais nobres; face, mãos podem ser dados pontos de aproximação dos tecidos. • Se faltar pele e ESTIVER SUJO NÃO PODENDO RECE- BER ENXERTO NO MOMENTO. • Ferimentos resultantes de esmagamentos. • ferimentos de bala.

17 CICATRIZAÇÃO DE UM FERIMENTO Os ferimentos curam-se em duas fases. • A primeira fase dura até cinco dias: Durante esta fase, os glóbulos brancos do sangue dirigem-se para o local do ferimento para combater corpos estranhos e infec- ções. O ferimento libera uma secreção amarela e fina. A pele em torno do ferimento tem uma cor vermelho cla- ro, está inchada e ligeiramente dolorida. • A segunda fase dura entre sete a catorze dias depois da primeira fase: Durante esta fase, é construído tecido ci- catrizante. No inicio, a superfície do ferimento é verme- lha, granulada, macia, sangra facilmente e é muito re- sistente contra as infecções. Não secreta mais. A pele em volta das bordas do ferimento continua a ser verme- lha clara e inchada, mas vai diminuindo. • A cicatrização do ferimento é atrasada: se houver uma infecção, tecidos mortos, acumulação de sangue ou fluidos ou se a circulação sanguínea for pobre.

18 ATENÇÃO • Verifique se a vacinação contra o té- tano encontra-se em dia. • O estado da ferida deve ser verifica- do diariamente

19 • Muito Obrigado!


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