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Exortação Apostólica Pós-sinodal. Introdução Verbum Dei Verbum in Ecclesia Verbum in mundo Conclusão.

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1 Exortação Apostólica Pós-sinodal

2 Introdução Verbum Dei Verbum in Ecclesia Verbum in mundo Conclusão

3 “A palavra do senhor permanece eternamente. E esta é a palavra do evangelho que vos foi anunciada” (1 Pd 1,25). Para que a nossa alegria seja perfeita. É preciso reabrir ao homem atual o acesso a Deus, a Deus que fala e nos comunica o seu amor para que tenhamos vida em abundância (Cf. Jo 10,10). Da DV ao Sínodo sobre a Palavra de Deus. O Sínodo dos Bispos sobre a palavra de Deus. Há um Pentecostes também hoje... a caminho. O Prólogo do Evangelho de João como guia da reflexão do exortação.

4 Verbum Dei: O Deus que fala: Deus em diálogo, o Logos pré-existente (a palavra sempre existiu) revela-nos o próprio Deus. O Logos fez-se carne; fala pela criação (Dimensão cósmica da palavra, ‘os céus narram a glória de Deus’); na história pelos profetas; pelos apóstolos, tradição viva e nas Sagradas Escrituras. O cristianismo é a religião da Palavra de Deus. A vida de Jesus como realização das Escrituras. A Palavra dá o sentido último das coisas, pois foi dita e deve ser lida à luz do Espírito Santo. Escrituras são fruto da Tradição (viva e escrita). Inspiração e verdade das Escrituras (DV 11 e VD 19).

5 Verbum Dei: A resposta do homem a Deus que fala. Chamados a entrar na Aliança com Deus. Superando toda distância nos tornamos parceiros. Deus escuta o homem e responde às suas perguntas. Responde a sede que está no coração do homem. Dialoga-se com Deus através da palavra: Salmos A Palavra de Deus pede a obediência da fé; o pecado será não escutar a Palavra de Deus, subtrair-se ao diálogo. Maria como “Mater Verbi Dei” e Mater fidei” é o modelo.

6 Verbum Dei: A Hermenêutica da Sagrada Escritura na Igreja. A Igreja lugar originário da hermenêutica bíblica. A autêntica interpretação – hermenêutica da Bíblia só pode ser feita na fé eclesial; a Escritura nasceu na comunidade de fé dos primeiros cristãos; a Bíblia é o livro da Igreja. É impossível interpretar as Escrituras sem a fé infusa de Cristo e a Escritura deve ser lida e interpretada com o mesmo Espírito com que foi escrita. O estudo dos livros sagrados é a alma da Teologia. A pesquisa bíblica é válida mas não prescinde do Magistério.

7 Verbum Dei: A Hermenêutica da Sagrada Escritura na Igreja. Considerar a Bíblia só como história e a hermenêutica secularizada, onde o divino não interfere na história, podem levar a dúvidas sobre os mistérios da fé; no entanto, Fé e Razão se harmonizam na abordagem. O sentido literal e o espiritual, unidos e articulados. É necessário a superação da ‘letra’. Há uma unidade, uma relação intrínseca entre Antigo e Novo Testamento, onde Cristo faz a unidade. As páginas ‘obscuras’ da Bíblia: violência e imoralidades só serão entendidas em contexto de pedagogia divina na história.

8 Verbum in Ecclesia: A Palavra de Deus e a Igreja A Igreja primitiva acolheu a Palavra, a recolheu e a codificou para as gerações que vieram depois. Cristo tem uma presença sempre atual na vida da Igreja, comunidade que o escuta e anuncia a palavra de Deus. A Igreja comunidade é o âmbito privilegiado onde se encontra e experimenta Jesus Cristo nas Escrituras.

9 Verbum Dei: A Hermenêutica da Sagrada Escritura na Igreja. Cristãos e Judeus têm muito caminho a fazerem juntos na interpretação das Escrituras. A interpretação fundamentalista da Escritura não respeita o texto sagrado na sua natureza autêntica. É preciso diálogo entre Pastores, teólogos e exegetas. Bíblia e Ecumenismo: traduções e estudos em comum constituem um caminho para união. Os estudos teológicos bíblicos levem sempre em consideração o tripé: Tradição, Palavra e Magistério.

10 Verbum in Ecclesia: Liturgia lugar privilegiado da Palavra de Deus. A celebração torna-se uma contínua, plena e eficaz proclamação da Palavra de Deus. Especialmente na celebração dos Sacramentos, mormente na Eucaristia: mesa da palavra e do pão. Assim a palavra torna-se sacramento, gera o sacramento. Destaca o uso do Lecionário, a proclamação (ministério laical do leitor), a importância da homilia. Também na Reconciliação, na Unção, nas bênçãos a Escritura esteja presente; recorda-se a liturgia das horas, onde acontece a leitura continuada da Palavra.

11 Verbum in Ecclesia : Sugestões e propostas concretas para a Liturgia (64-70)  Faça-se a celebração mais frequente da Palavra de Deus: (peregrinações, retiros, festas, penitência...).  Descubra-se o significado do silêncio, da escuta de Deus: o silêncio faz parte da celebração.  Proclame-se solenemente a Palavra: Evangeliário, lecionário, canto, entrada solene...  Dê-se lugar de destaque a Palavra no Templo: cuide-se da acústica, do lugar da proclamação, tenha-se um ambão fixo em harmonia com o altar; haja um lugar de honra onde se colocar a Palavra fora das celebrações.  Observe-se a exclusividade dos textos bíblicos na liturgia, bem como o canto litúrgico seja biblicamente inspirado.

12 Verbum in Ecclesia: A Palavra de Deus na vida eclesial  É preciso encontrar a Palavra de Deus na Sagrada Escritura pela leitura e estudo.  Toda pastoral deve ser animada pela Palavra e levar ao encontro com Cristo; os pequenos grupos favorecem.  Há uma relação íntima entre Bíblia e o Catecismo da Igreja; a dimensão bíblica da catequese.  Palavra de Deus e o chamado vocacional: a palavra suscita e alimenta as vocações: leigos, sacerdotes, religiosos...  Redescobrir a leitura orante da Bíblia (86)  Fundamentação bíblica da devoção mariana.

13 Verbum in mundo: A missão da Igreja: anunciar a palavra de Deus ao mundo  A Palavra sai do Pai e volta ao Pai, o Filho que revela o Pai nos leva ao Pai.  É preciso anunciar ao mundo o ‘logos’ da esperança, em Cristo está a salvação das nações, a razão da esperança.  Da Palavra deriva a missão da Igreja: a Palavra é para todas as nações, está no âmbito da verdade.  A Palavra anuncia o Reino de Deus, a possibilidade de um novo mundo, de um novo tipo de convivência.  Daí a necessidade da missão ‘ad gentes’: sinal de maturidade eclesial, um anúncio explícito.  Todos os batizados são responsáveis pelo anúncio, mas a Palavra pede uma nova evangelização dos batizados.

14 Verbum in mundo: Palavra de Deus e compromisso no mundo  A Palavra pede compromisso pela justiça: denuncia as ambiguidades e promove a solidariedade e a igualdade; esse compromisso é constitutivo da evangelização.  O anúncio leva a reconciliação e paz entre os povos.  A Palavra se transforma em caridade ativa, traduz em gestos de amor a palavra escutada  Anúncio da Palavra aos jovens, como resposta às suas questões específicas; jovens evangelizem jovens.  A Palavra tem algo a dizer aos migrantes, aos doentes.  A Palavra e os pobres, os primeiros que têm direito ao anúncio, necessitados de pão e também de palavras de vida; urge distinguir entre a pobreza que se deve escolher e a que se deve combater.

15 Verbum in mundo: Palavra de Deus e culturas O valor da cultura para a vida da pessoa, como espaço em que ela cresce, vive, se realiza. A Escritura interage com a cultura, no passado e hoje; e leva a superação de valores da própria cultura. É necessário fazer a Bíblia conhecida nas escolas e universidades, com estudos e professores qualificados. A Bíblia é inspiradora das artes: pintura, música... A Palavra e os MCS: uso adequado dos novos meios – internet, blogs, twitter... - que levem ao encontro pessoal A Palavra que se incultura, assume expressões e traduções locais.

16 Verbum in mundo: Palavra de Deus e diálogo inter-religioso O valor do diálogo interreligioso: diálogo na verdade. Diálogo com os Muçulmanos, que começa com o mútuo conhecimento. Diálogo com outras religiões: conhecer e fazer-se conhecer. Liberdade religiosa, fruto do diálogo: direito irrenunciável.

17 Conclusão Deus falou: “na base de toda a espiritualidade cristã autêntica e viva, está a Palavra de Deus anunciada, acolhida, celebrada e meditada na Igreja” (121). “o nosso deve ser cada vez mais o tempo de uma nova escuta da Palavra de Deus e de uma nova Evangelização” (122). A Palavra deve nos levar a alegria, fruto do Espírito, que “nossa alegria seja completa”. Nosso modelo: Maria mãe da palavra e mãe da alegria (Mater Verbi et Mater laetitiae).


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