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EDITORIAL 1)Opinião de um jornal 2)Acontecimento importante (abrangência nacional ou internacional) 3)Não está associado a um ponto de vista pessoal (não.

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1 EDITORIAL 1)Opinião de um jornal 2)Acontecimento importante (abrangência nacional ou internacional) 3)Não está associado a um ponto de vista pessoal (não há necessidade de assinar) 4)Ênfase na discussão e análise dos fatos 5)Argumentos que sustentam a posição assumida

2 EXEMPLO 1 : Do hábito de calar No círculo governista, foi louvado como um ato de sapiência a declaração do presidente Fernando Henrique Cardoso de que cala por convicção, e não por medo _ em relação às críticas que vem sofrendo do senador Antônio Carlos Magalhães. Exortações à parte, poucas vezes FHC produziu uma definição tão realista de seu comportamento político ao longo de mais de seis anos de governo. INTRODUÇÃO: fato noticioso + comentário

3 O silêncio convicto do presidente tem sido um forte amálgama a manter minimamente coeso o concerto das forças partidárias que sustentam seu governo. Neste momento, esse calar tem um objetivo claro: o de minimizar os atritos com o PFL, derrotado nas eleições parlamentares que ocorreram na semana passada, e, assim, permitir uma transição segura até o fim do mandato. DESENVOLVIMENTO : causa

4 Mas o hábito de calar do presidente, irmão do de abafar escândalos, tem atuado também como obstáculo à reforma dos costumes políticos. As batalhas, como a troca de acusações entre ACM e outros governistas na sessão de ontem no Senado, afloram apenas no nível epidérmico da aliança. Não alteram o seu caráter profundo, o de ser um pacto que envolve velhas oligarquias regionais, admitindo sem mais a prevalência do fisiologismo, do caciquismo e de outras formas nefastas de fazer política. DESENVOLVIMENTO : consequência

5 O excessivo pragmatismo que domina o governo, a começar por FHC, não permite enxergar que há algo nas denúncias de corrupção recentes que transcende a luta pessoal entre ACM e outras lideranças. São casos graves como as acusações que pesam sobre a origem do patrimônio do presidente do Senado, Jader Barbalho, o escândalo na concessão de crédito pela SUDAM, os indícios de que correu dinheiro na decisão de deputados de deixar suas legendas e aderir ao PMDB, o suposto desvio de dinheiro das obras do aeroporto de Salvador e a suspeita de irregularidades na gestão dos portos. As vísceras de duradoura e promíscua relação de poder estão expostas. Mas não há firme disposição de investigar.

6 A opção por silenciar, nessa situação, pode ser muito eficaz para costurar a governabilidade. Mas é mais um ato a reforçar a imagem de que este governo é leniente no que tange a tornar a luta pelo poder no Brasil mais digna e mais moderna. Folha de São Paulo, 21/02/2001. CONCLUSÃO: posição final definida Port/35.pdf

7 EXEMPLO 2 Fracasso A invasão de uma fazenda de propriedade do embaixador brasileiro na Itália, no Noroeste do Estado, está servindo para atritar mais ainda as relações entre os governos estadual e federal. Não bastassem outras diferenças, os sem-terra descobriram que a luta pela terra em Minas pode ser utilizada não para assentar algumas centenas de famílias, mas também para desgastar o governo. Como antes em Unaí, quando ameaçaram a fazenda dos filhos do presidente, o objetivo é criar um caso que confronte o governo. Nos dois casos, o MST escolheu propriedades federais. Anteriormente, esbarraram na possível imunidade da Presidência, mas agora voltam-se contra uma autoridade que não poderia contar com nenhum tipo de proteção, a não ser a oferecida pelo governo mineiro.

8 Ambas as fazendas são produtivas e nenhum motivo, a não ser os interesses políticos, poderia justificar a agressão. O programa de reforma agrária no Brasil está fracassando por causa desse conflito. Falta parceria entre o governo e os interessados com o fim de realizá-la. O MST usa o movimento social para chantagear o governo, que acaba cedendo e financiando a oposição a ele. A reforma agrária poderia beneficiar milhões de sem-terra e toda a população com uma fonte alternativa de abastecimento. O governo, no entanto, está acuado pelas ações do MST. Já jogou R$12 bilhões no programa, a fundo perdido, e a sociedade não teve nenhum retorno. O fracasso é também social, porque sem produção não há melhoria de qualidade de vida. O Tempo, 06/04/2001.


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