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TIFO AVIÁRIO Alessandra de Lacerda Alves Fernanda Prado Giovani Pegoraro Karyna Giacomini Marcelo Michelon Marcos Noebauer Rosita Jung Silvia Regina Bedin.

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1 TIFO AVIÁRIO Alessandra de Lacerda Alves Fernanda Prado Giovani Pegoraro Karyna Giacomini Marcelo Michelon Marcos Noebauer Rosita Jung Silvia Regina Bedin

2 CONCEITUAÇÃO • É uma infecção bacteriana aguda que acomete, principalmente, aves adultas, caracterizada por diarreia esverdeada, hepato e esplenomegalia e elevada mortalidade.

3 DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA • Está amplamente disseminada nas criações de aves do mundo todo, principalmente em aves de fundo de quintal e poedeiras comerciais, embora possa acometer aves reprodutoras.

4 ETIOLOGIA • AGENTE ETIOLÓGICO: Salmonella Gallinarum • CARACTERÍSTICAS DE IMPORTÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA: – Patogenicidade: é alta em aves adultas, interferindo no desempenho e produtividade. – Virulência: alta nas aves adultas e média baixa em aves jovens; nas linhagens leves a virulência é menor do que nas pesadas ou de corte. – Resistência ao ambiente: possui alta resistência às condições gerais do ambiente, podendo permanecer viável por muitos meses; é destruída pela ação da luz solar em 24 horas. Sobrevive por mais de 200 dias em roupas contaminadas mantidas em ambiente escuro. É sensível à maioria dos desinfetantes em geral, como amônia, cloro e à base de fenóis.

5 INDICADORES DE SAÚDE • MORBIDADE: geralmente elevada; • MORTALIDADE: pode variar de 10 a 80%; • LETALIDADE: 90%.

6 SINAIS CLÍNICOS E FATORES PREDISPONENTES • Fatores Predisponentes: – Criação de aves em idades múltiplas; – Contato com aves de fundo de quintal; – Criação e incubação de diferentes espécies juntas; – Falta de biosseguridade (acesso de pessoas, veículos e equipamentos contaminados); – Ausência de controle de roedores; – Não praticar all in all out

7 SINAIS CLÍNICOS E FATORES PREDISPONENTES • Sinais Clínicos: – Mortalidade no incubatório (transmissão vertical); – Prostração, apatia, anorexia, eliminação de fezes esverdeadas ou amarelo-esverdeadas; – Aumento da mortalidade súbita; – Queda na postura.

8 LESÕES MACROSCÓPICAS • Congestão de órgãos internos; • Hepatomegalia e esplenomegalia; • Focos de necrose de coloração bronze- esverdeado no fígado; • Peritonite, pericardite, enterite (duodeno); • Ruptura de folículo ovariano ou atresia folicular (aves de postura); • Rins aumentados, amarelados, contendo material caseoso ou hemorrágico.

9 LESÕES MICROSCÓPICAS • Congestão e necrose focal no fígado, baço e ceco; • Hiperplasia linfóide; • Granulomas no peritônio e ovário.

10 CADEIA EPIDEMIOLÓGICA • Fonte de infecção: portadores e reservatórios. • Via de eliminação: fezes, urina, ovo/embrião. • Via de transmissão: na maioria das vezes o homem é o carreador; contato próximo de aves doentes com susceptíveis; água, ração, cama, equipamentos contaminados; transmissão transovariana. • Porta de entrada: via oral; mucosa reprodutiva (inseminação – pouco frequente).

11 CADEIA EPIDEMIOLÓGICA • Susceptibilidade: em aves domésticas, as galinhas são mais susceptíveis, segue-se o peru, e, com menor frequência faisões, galinhas d’angola, papagaios e pardais.

12 COMO A DOENÇA INGRESSA NUM PAÍS OU GRANJA • Ausência ou deficiência na implementação de um programa sanitário; • Falhas na biosseguridade.

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18 OBRIGADO!


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