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BRONQUITE INFECIOSA Camilo Xavier Gisele Bertol Rosa Graziela Pagani Amarante Leonardo Baptistella Margarida Yokemura Patrícia Bordignon Simone Galhardi.

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1 BRONQUITE INFECIOSA Camilo Xavier Gisele Bertol Rosa Graziela Pagani Amarante Leonardo Baptistella Margarida Yokemura Patrícia Bordignon Simone Galhardi Ubirajara Muliterno

2 CONCEITUAÇÃO CONCEITUAÇÃO É UMA VIROSE ALTAMENTE CONTAGIOSA QUE ACOMETE SOMENTE GALINHAS, DE TODAS AS IDADES. CARACTERIZADA POR: SINAIS RESPIRATÓRIOS; SEVERA DOENÇA RENAL ASSOCIADA A ESTIRPES NEFRÓTICAS; QUEDA NA PRODUÇÃO DE OVOS (ATÉ 50%) ASSOCIADA A E OS MESMOS COM DEFEITO DE CASCA (RUGOSA) E CLARA LIQUEFEITA.

3 DISTRIBUIÇÃO DISTRIBUIÇÃO DISTRIBUIÇÃO: A DOENÇA O VÍRUS ESTÁ PRESENTE EM TODOS OS PAÍSES QUE POSSUEM CRIAÇÃO INDUSTRIAL DE FRANGO PARA DE CORTE E GALINHAS DE PARA A POSTURA COMERCIAL. NO SUL DO BRASIL A OCORRÊNCIA INCIDÊNCIA É MAIOR DEVIDO AO CLIMA FRIO E AVIÁRIO FECHADO.

4 * CAUSADA POR UM CORONAVÍRUS QUE APRESENTA BAIXA RESISTÊNCIA NO AMBIENTE. * POSSUI ALTA PATOGENICIDADE E BAIXA VIRULÊNCIA. * POSSUI MAIS DE 20 SOROTIPOS, SENDO OS PRINCIPAIS: ETIOLOGIA ETIOLOGIA

5 BEAUDETTE 66579: EM OVOS FÉRTEIS MATA OS EMBRIÕES EM 48 HORAS, SENDO APATOGÊNICA PARA AS AVES; MASSACHUSSETTES (M41, IBV41, VR21): ACOMETE O TRATO RESPIRATÓRIO, REPRODUTIVO E EM MENOR GRAU O URINÁRIO. OBS: É ALTAMENTE PATOGÊNICA PARA O SISTEMA REPRODUTIVO DAS FÊMEAS; CONNECTICUT (IBV46, VR817): ACOMETE O TRATO RESPIRATÓRIO ARKANSAS: ACOMETE O TRATO RESPIRATÓRIO E REPRODUTIVO

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7 Amostras Nefrotrópicas Amostras Nefrotrópicas CEPAS GRAY, HOLTE ( isoladas nos EUA e Holanda); HOLLAND (H52 E H120): TEM SUA PATOGENICIDADE DIMINUÍDA QUANDO INOCULADA SUCESSIVAMENTE EM OVOS INOCULADOS O QUE EU PERMITE SUA APLICAÇÃO EM VACINAS.

8 FATORES PREDISPONENTES FATORES PREDISPONENTES Imunossupressão: * Doenças (Gumboro e Anemia Infecciosa das galinhas) * Estresse; * Vacina de Marek; * Antibioticoterapia.

9 SINAIS CLÍNICOS NOS PINTOS SINAIS CLÍNICOS NOS PINTOS OS SINAIS CLÍNOCS INCLUEM TOSSE, ESTERTORES, ESPIRROS, DESCARGAS NASAL E OCULAR; OS PINTOS MANIFESTAM DEPRESSÃO FICAM DEPRIMIDOS E SE AGLOMERAM PRÓXIMO A FONTE DE CALOR;

10 SINAIS CLÍNICOS NOS PINTOS SINAIS CLÍNICOS NOS PINTOS MORBIDADE PODE ATINGIR CHEGAR A 100%; MORTALIDADE DESPREZÍVEL (1% A 2%). ENTRETANTO, QUANDO A DOENÇA ESTIVER ASSOCIADA A OUTRA DOENÇA, AUMENTA CONSIDERAVELMENTE. EM CASOS DE CEPAS ESTIRPES NEFROTÓXICAS, PODEM PROVOCAR ALTAS MORTALIDADE (ATÉ 25%).

11 GALINHAS DE POSTURA E FRANGOS DE CORTE GALINHAS DE POSTURA E FRANGOS DE CORTE AS AVES TAMBÉM APRESENTAM QUADRO RESPIRATÓRIO COMO TOSSE, ESPIRROS E ESTERTORES. RARAMENTE OCORRE DESCARGA NASAL E OCULAR

12 DIMINUIÇÃO ACENTUADA DA POSTURA, PODENDO ATINGIR MAIS DE 50%. OS EFEITOS NA PRODUÇÃO PODEM DURAR 6 A 8 SEMANAS OU MAIS. GALINHAS DE POSTURA E FRANGOS DE CORTE GALINHAS DE POSTURA E FRANGOS DE CORTE

13 OS OVOS APRESENTAM DEFEITOS NA FORMAÇÃO DA CASCA (MOLE E RUGOSA – DEVIDO À DEFICIENTE A FALTA DE DEPOSIÇÃO DE CÁLCIO). A ALBUMINA APRESENTA-SE LIQUEFEITA. OS OVOS SÃO IMPRÓPRIOS PARA A INCUBAÇÃO, POIS APRESENTAM REDUÇÃO NA ECLODIBILIDADE DEVIDO AOS DEFEITOS QUE APRESENTAM; AUMENTA M A QUANTIDADE DE OVOS TRINCADOS (NORMAL 2% A 2,5%, ANORMAL 6% A 7%).

14 GALINHAS DE POSTURA E FRANGOS DE CORTE GALINHAS DE POSTURA E FRANGOS DE CORTE AUMENTA A POSTURA DE OVOS NA CAMA DO AVIÁRIO.

15 LESÕES EM AVES JOVENS LESÕES EM AVES JOVENS SACOS AÉREOS OPACOS, PODENDO CONTER MATERIAL CASEOSO; INFECÇÕES SECUNDÁRIAS POR E. COLI + MYCOPLASMA (PERIHEPATITE, PERICARDITE E MORTE DA AVE).

16 LESÕES EM AVES JOVENS LESÕES EM AVES JOVENS EXUDATOS SEROSO, CATARRAL OU CASEOSO NA TRAQUÉIA E SINUS NASAIS;

17 LESÕES EM AVES JOVENS ( micro ) LESÕES EM AVES JOVENS ( micro ) CÉLULAS CALICIFORMES TORNAM-SE HIPERATIVAS E IMPEDEM A RESPIRAÇÃO

18 LESÕES: GALINHAS DE POSTURA E FRANGOS DE CORTE LESÕES: GALINHAS DE POSTURA E FRANGOS DE CORTE AS GALINHAS QUE FORAM INFECTADAS COM O VÍRUS DA BI OU COM SEVERA REAÇÃO VACINAL, PODEM DESENVOLVER AEROSACULITES DEVIDO A INFECÇÕES ÃO POR AGENTES SECUNDÁRIOS (ESPECIALMENTE E. COLI, MG);

19 LESÕES EM AVES ADULTAS LESÕES EM AVES ADULTAS LESÕES HEMORRÁGICAS E ULCERATIVAS NA MUCOSA INTESTINAL E NAS TONSILAS CECAIS.

20 LESÕES EM AVES ADULTAS LESÕES EM AVES ADULTAS NEFRITE / NEFROSE (DEPÓSITO DE URATOS); UROLITÍASE (MAIS EM FRANGOS E POEDEIRAS)

21 LESÕES EM AVES ADULTAS LESÕES EM AVES ADULTAS GEMA PRESENTE NA CAVIDADE ABDOMINAL (PERITONITE);

22 CADEIA EPIDEMIOLÓGICA CADEIA EPIDEMIOLÓGICA Fontes de infecção: doentes, portadores e reservatórios (aves silvestres) Vias de Eliminação: *Secreções oronasais respiratórias, *Fezes.

23 CADEIA EPIDEMIOLÓGICA CADEIA EPIDEMIOLÓGICA Vias de Transmissão: Horizontal:Aerógena ( rápida 48 h ); Contato com fezes; Contato direto entre aves ( facilitada por idade múltiplas ). indireta: pessoal, veículos, bandejas, água, alimento com fezes aderidas e aves silvestres.

24 CADEIA EPIDEMIOLÓGICA CADEIA EPIDEMIOLÓGICA Transmissibilidade ão: Os portadores podem transmitir o vírus até 2 meses depois da infecção inicial. Aves recuperadas da infecção são permanecem susceptíveis à uma outra infecção por outro Sorotipo porque não existe imunidade cruzada.

25 CONTROLE E PREVENÇÃOCONTROLE E PREVENÇÃO Biosseguridade ( controle de pessoas, Controle de veículos, desinfecção de materiais, Telas nos aviários, troca de roupas e calçados, Vazio sanitário, cuidados com manejo ). Vacinação ( alguns sorotipos tem baixa proteção) Não apresentam proteção cruzada. Controle de Animais Silvestres.

26 DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DOENÇA DE NEWCASTLE: MORTALIDADE ALTA, SINTOMAS NERVOSO, SOROAGLUTINAÇÃO, INOCULAÇÃO EM OVOS EMBRIONADOS; CORIZA INFECCIOSA: EDEMA DE CABEÇA; PASTEURELOSE: É CRÔNICA,ISOLAMENTO DA PASTEURELLA MULTOCIDA; LTI: MUCO SANGUINOLENTO, SUJA O AVIÁRIO DE SANGUE;

27 DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL ASPERGILOSE: PROBLEMAS RESPIRATÓRIOS NA PRIMEIRA SEMANA DE VIDA, NÓDULOS AMARELADOS NOS PULMÕES; PNEUMOVIROSE: CABEÇA INCHADA, IDENTIFICAÇÃO DO VÍRUS SÍNDROME DA QUEDA DE POSTURA (EDS): NÃO APRESENTA SINTOMAS RESPIRATÓRIOS.

28 REPERCUSSÃONA SAÚDE PÚBLICA REPERCUSSÃO NA SAÚDE PÚBLICA NÃO EXISTEM ESTUDOS CONCLUSIVOS QUE O CONSUMO DE CARNE DE AVES AVES E OVOS POSSAM PRODUZIR RISCOS A SAÚDE DOS HUMANOS.

29 CONCLUSÃO CONCLUSÃO O vírus da BI está amplamente distribuído no país e apresenta diferente quadros clínicos, sendo em aves vacinadas ou não. O controle da doença em plantéis reside em detectar a origem, quais seus fatores primários e a existência de fatores complicantes.

30 Muito obrigado!!


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