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L ARINGOTRAQUEÍTE I NFECCIOSA Mariana Fortunato Luisa Richter Daiane Ertel Renata Gaspar Flávio Cunha Diogo Hoffman.

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1 L ARINGOTRAQUEÍTE I NFECCIOSA Mariana Fortunato Luisa Richter Daiane Ertel Renata Gaspar Flávio Cunha Diogo Hoffman

2 D ISTRIBUIÇÃO G EOGRÁFICA Cosmopolita BRASIL – surtos no Sudeste, depois no Sul e atualmente presente no Sul e Sudeste.

3 ETIOLOGIA AGENTE ETIOLÓGICO: Herpesvirus CARACTERÍSTICA DE IMPORTÂNCIA PATOGENICIDADE: PATOGENICIDADE: baixa VIRULÊNCIA: alta (estirpe selvagem) e baixa (estirpe de vacina) VIRULÊNCIA: alta (estirpe selvagem) e baixa (estirpe de vacina). RESISTÊNCIA AO AMBIENTE: RESISTÊNCIA AO AMBIENTE: Sobrevive por 10 dias em t° 13-23°C, por 217 dias entre 4-10°C e 661 dias quando dessecado. Pode permanecer viável por várias semana na cama, dejetos ou carcaças.

4 INDICADORES DE SAÚDE MORBIDADE – MORBIDADE – pode ser elevada (90-100%), moderada (15%), ou baixa (10-15%) MORTALIDADE – MORTALIDADE – variável (10-20%), ou moderada ou baixa (2%) LETALIDADE – LETALIDADE – variável entre 25-50%

5 SINAIS CLÍNICOS Conjuntivite hemorrágica Depressão Respiratória Lacrimejamento Dispnéia Tosse Espirros Exsudato Sanguinolento da traquéia Alta Mortalidade Diminuição de Produção de Ovos em postura comercial, sem alterar qualidade dos ovos

6 FATORES PREDISPONENTES Principalmente a partir de 4 semanas de idade em frangos, e aves jovens e adultas quando da mudança de alojamento. Em aves adultas: estresse como calor, muda forçada, transporte prolongado. Ocorre em qualquer época do ano, mas principalmente fim de primavera e início de verão. Na mesma área granjas de matrizes e poedeiras (aves vacinadas próximas à aves não vacinadas)

7 LESÕES

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12 CADEIA EPIDEMIOLÓGICA FONTE DE INFECÇÃO FONTE DE INFECÇÃO Aves doentes, portadores latentes do vírus de campo e vacinadas; reservatórios (Aves de fundo de quintal) VIAS DE ELIMINAÇÃO VIAS DE ELIMINAÇÃO Secreções oro nasal VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE TRANSMISSÃO – aerógena, equipamentos, veículos e pessoas. Disseminação lenta dentro do galpão e entre galpões. PORTAS DE ENTRADA – mucosa do t PORTAS DE ENTRADA – mucosa do trato respiratório superior e conjuntiva ocular. SUSCEPTIBILIDADE – SUSCEPTIBILIDADE – Galinhas, faisões e perdizes. Não está esclarecida a susceptibilidade ligado a idade, linhagem genética ou sexo.

13 INGRESSO DA DOENÇA NO PAÍS E NA GRANJA No País: Importação de aves (contrabando) contaminadas; Na Granja: Entrada de aves infectadas; Equipamentos e objetos contaminados, entrada de veículos e gaiolas não sanitizadas, entrada de pessoas sem troca de roupa e calçados (falhas de biosseguridade).

14 OBRIGADO!


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