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PLANEJAMENTO DA QUALIDADE AULA 2 Profª Esp. Natália Pacheco.

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1 PLANEJAMENTO DA QUALIDADE AULA 2 Profª Esp. Natália Pacheco

2 Planejamento...  A atividade de planejamento é considerada fundamental no esforço de produzir qualidade. Essa área, inclusive, tem recebido grande atenção no modelo atual de Gestão da Qualidade.  “Planejar a qualidade significa tomar decisões antes que as máquinas parem por defeitos, antes que montes de refugos sejam gerados, antes que os nos deixem sem abastecimento, antes que nossos consumidores reclamem, antes que os custos disparem. Planejar a qualidade significa também escolher a melhor forma de FAZER AS COISAS, SELECIONAR os recursos mais adequados para cada ação, ENVOLVER a mão de obra mais bem qualificada” (PALADINI, 2012).

3 OS PROTAGONISTAS  EMPRESA (PRODUTOS/SERVIÇOS)  COLABORADORES/FUNCIONÁRIOS (MEDIADOR)  FORNECEDORES (MATÉRIAS PRIMA)  CLIENTES (GERADOR DE RESULTADOS)  MEIO AMBIENTE (SOCIAL, ECONÔMICO, NATURAL) – (REFLEXOS)

4 6 FASES DO PLANEJAMENTO

5 1. POLÍTICA DA QUALIDADE  ELABORADA PELA ALTA ADMINISTRAÇÃO;  PLANO PARA TOMADA DE DECISÕES;  DETERMINA-SE OS OBJETIVOS  AS ESTRATÉGIAS;  ABRANGÊNCIA.

6 2. DIAGNÓSTICO AVALIAÇÃO PRECISA, DETALHADA E SISTEMÁTICA: 1) RECURSOS DISPONÍVEIS; 2) POTENCIAL DO RECURSOS HUMANOS; 3) POTENCIAL DOS RECURSOS MATERIAIS; 4) CARÊNCIAS OBSERVADAS NO SISTEMA; 5) AVALIAÇÃO ESTRUTURAL (FÁBRICA, DOS PROCESSOS PRODUTIVOS, SETORES DE APOIO...)

7 3. ORGANIZAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO  A INFRAESTRUTURA DISPONÍVEL PARA A QUALIDADE;  AS ATRIBUIÇÕES DE TODOS QUE ESTARÃO ENGAJADOS NO PROCESSO;  ESTRUTURA DO SETOR DE QUALIDADE;  ORGANIZAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES ESPECÍFICOS PARA A GESTÃO DA QUALIDADE;  ELABORAÇÃO DO PROCESSO GERENCIAL DA QUALIDADE;  AÇÕES DE IMPACTO EXTERNO;  A ALOCAÇÃO, A FORMAÇÃO E A QUALIFICAÇÃO DOS RH’S;

8 4. PLANEJAMENTO ESPECÍFICO  ESTRUTURAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO;  ETAPAS DA IMPLANTAÇÃO;  DEFINIÇÃO DAS ATIVIDADES;  ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES DA EQUIPE;  CRONOGRAMAS;  PLANOS DE INSPEÇÃO;

9 5.IMPLANTAÇÃO  FASE OPERACIONAL – EXECUÇÃO DAS ATIVIDADES ANTERIORES;  REVISA-SE TODAS AS FASES ANTERIORES;  TUDO DEVE SER DOCUMENTADO;  ESTRUTURA-SE ASSIM: OS MANUAIS DE QUALIDADE (ROTEIRO PRÁTICO PARA EFETIVAÇÃO).

10 6. AVALIAÇÃO  REUNIÕES PARA DISCUSSÕES SOBRE OS PROCESSOS;  AVALIAR OS RESULTADOS;  REALINHAR OBJETIVOS, METAS, FERRAMENTAS ETC...  DIFICULDADES A SEREM CONTORNADAS;  AUDITORIAS;

11 ATIVIDADE PRÁTICA  Organizem-se em trios ou quartetos;  Escolha uma destas reportagens e identifique em quais etapas do planejamento elas sofreram modificações e em quais ainda poderão sofrer.  Para entregar;

12 CONTROLE DA QUALIDADE

13 A EVOLUÇÃO...

14 1ª etapa (1900) CONTROLE DA QUALIDADE PELO OPERADOR  UM TRABALHADOR OU UM GRUPO PEQUENO ERA RESPONSÁVEL PELA FABRICAÇÃO DO PRODUTO POR INTEIRO, PERMITINDO QUE CADA UM CONTROLASSE A QUALIDADE DE SEU SERVIÇO.

15 2ª etapa (1918) CONTROLE DA QUALIDADE PELO SUPERVISOR  UM SUPERVISOR ASSUMIA A RESPONSABILIDADE DA QUALIDADE REFERENTE AO TRABALHO DA EQUIPE, DIRIGINDO AS AÇÕES E EXECUTANDO AS TAREFAS ONDE FOSSE NECESSÁRIO E CONVENIENTE EM CADA CASO

16 3ª etapa (1937) CONTROLE DA QUALIDADE POR INSPEÇÃO  ESTA FASE SURGIU COM A FINALIDADE DE VERIFICAR SE OS MATERIAIS, PEÇAS, COMPONENTES, FERRAMENTAS E OUTROS ESTÃO DE ACORDO COM OS PADRÕES ESTABELECIDOS. DESTE MODO SEU OBJETIVO É DETECTAR OS PROBLEMAS NAS ORGANIZAÇÕES.

17 3ª etapa (1960) CONTROLE ESTATÍSTICO DA QUALIDADE  ESTA ETAPA OCORREU ATRAVÉS DO RECONHECIMENTO DA VARIABILIDADE NA INDÚSTRIA. NUMA PRODUÇÃO SEMPRE OCORRE UMA VARIAÇÃO DE MATÉRIA- PRIMA, OPERÁRIOS, EQUIPAMENTOS ETC. A QUESTÃO NÃO ERA DISTINGUIR A VARIAÇÃO E SIM COMO SEPARAR AS VARIAÇÕES ACEITÁVEIS DAQUELAS QUE INDICASSEM PROBLEMAS

18 5ª etapa (1980) CONTROLE DA QUALIDADE  A QUALIDADE PASSOU DE UM MÉTODO RESTRITO PARA UM MAIS AMPLO, O GERENCIAMENTO. MAS AINDA CONTINUOU COM SEU OBJETIVO PRINCIPAL DE PREVENIR E ATACAR OS PROBLEMAS, APESAR DE OS INSTRUMENTOS SE EXPANDIREM ALÉM DA ESTATÍSTICA, TAIS COMO: QUANTIFICAÇÃO DOS CUSTOS DA QUALIDADE, CONTROLE DA QUALIDADE, ENGENHARIA DA CONFIABILIDADE E ZERO DEFEITOS.

19 OS FUNDAMENTOS DO CONTROLE DA QUALIDADE PARA FEINGBAUM

20 Biografia: Armand Vallin Feingbaum  Nascimento: 1922 nos EUA;  1946 era perito da GE (General Eletric) em Nova Iorque;  1951 termina o doutorado e lança o livro (best-seller): Total Quality Control (TQC);  1958 nomeado diretor mundial da GE e vice-presidente da American Society for Quality Control (ASQC);  1968 fundou a General Systems;

21 9 M’s que afetam a qualidade:  MARKETS (MERCADOS): COMPETIÇÃO E VELOCIDADE DAS MUDANÇAS;  MONEY (DINHEIRO): MARGENS DE LUCRO ESTREITAS E INVESTIMENTOS;  MANGEMENT (GERÊNCIA): QUALIDADE DO PRODUTO E ASSISTÊNCIA TÉCNICA;  MAN (PESSOAS): ESPECIALIZAÇÃO E ENGENHARIA DE SISTEMAS;  MOTIVATION (MOTIVAÇÃO): EDUCAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO PARA A QUALIDADE;  MATERIALS (MATERIAIS): DIVERSIDADE E NECESSIDADES DE EXAMES COMPLEXOS;  MACHINES (MÁQUINAS): COMPLEXIDADE E DEPENDÊNCIA DA QUALIDADE DOS MATERIAIS;  METHODS (MÉTODOS): MELHORES INFORMAÇÕES PARA A TOMADA DE DECISÃO;  MOUNTING PRODUCT REQUIREMENT (MONAGEM DO PRODUTO-REQUISISTOS): FATORES QUE PODEM INTERFERIR NA PRODUÇÃO OU NOS RESULTADOS;

22  QUALIDADE É UM PROCESSO PARA A TOTALIDADE DA EMPRESA  QUALIDADE É AQUILO QUE O CLIENTE DIZ QUE É  QUALIDADE E CUSTOS SÃO UMA SOMA E NÃO UMA DIFERENÇA  QUALIDADE REQUER CONSTANTE EMPENHO TANTO NO TRABALHO INDIVIDUAL QUANTO NO DE EQUIPE  QUALIDADE É UMA FORMA DE GERENCIAMENTO  QUALIDADE E INOVAÇÃO SÃO MUTUAMENTE DEPENDENTES

23  QUALIDADE É UMA ÉTICA  QUALIDADE É A BUSCA DA EXCELÊNCIA  QUALIDADE REQUER APERFEIÇOAMENTO CONTÍNUO  QUALIDADE É O CUSTO QUE MAIORES RESULTADOS APRESENTA E É A MAIS RECENTE FORMA DE EMPREGAR CAPITAL PARA OBTER PRODUTIVIDADE  QUALIDADE É IMPLEMENTADA COMO UM SISTEMA DE CONEXÃO TOTAL ENTRE CLIENTES E FORNECEDORES.

24 MÉTODOS

25 COMO? QUEM? ONDE? COM O QUE? PRA QUÊ? POR QUÊ?

26  PODEMOS AFIRMAR ENTÃO, QUE PARA GERENCIAR A QUALIDADE PRECISAMOS CONHECER DETALHADAMENTE O QUE IREMOS DESENVOLVER, COM QUE FERRAMENTAS E POR QUAIS MÉTODOS ALCANÇAREMOS NÍVEIS CONTÍNUOS DE QUALIDADE?

27 MÉTODO PELO CONTROLE DA QUALIDADE: PDCA OU MASP  METODOLOGIA DE ANÁLISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS (ADAPTADO NO BRASIL POR FALCONI);  ORGANIZA UMA TRANSFORMAÇÃO DIRECIONADA À MELHORIA CONTÍNUA E AO CONTROLE DA QUALIDADE TOTAL;  SOLUÇÃO DE PROBLEMAS;  PREVISÃO DE NOVOS PROBLEMAS;

28

29 5 FERRAMENTAS BÁSICAS PARA A GESTÃO DA QUALIDADE

30 1. CINCO SENSOS (5S)  IMPLEMENTA A ORDEM ORGANIZACIONAL;  ELEVA A CAPACIDADE DE DISCERNIMENTO DO INDIVÍDUO;

31 2. MÉTODO 5W2H  DIVIDE O PROCESSO EM ETAPAS;  DETECTANDO FALHAS;  PROSPECTANDO MUDANÇAS;  ALINHANDO NOVOS PROCESSOS;

32 3. MÉTODO 5 PORQUÊS  ANÁLISE DO PROBLEMA PARA BUSCAR A CAUSA;  PROMOVE SOLUÇÕES;  NOVAS CONDUTAS;  NOVOS PROCESSOS E SISTEMAS;

33 4. MÉTODO DO FLUXOGRAMA  DESENVOLVIDA PARA “DESENHAR O FLUXO” DE PROCESSOS POR MEIO DE FORMAS E PEQUENOS DETALHES;  PERMITE IDENTIFICAR PONTOS QUE PODEM OCORRER PROBLEMA;

34 5. HARMONOGRAMA  DIAGRAMA DESCRITIVO DO PROCESSO DE FUNCIONAMENTO;  INDICAM FLUXOS DE TRABALHO;  OPERAÇÕES REALIZADAS;  AS UNIDADES ORGANIZACIONAIS ENVOLVIDAS;  OS SEUS EXECUTORES;  OS INSTRUMENTOS PARA EXECUÇÃO;  OS EQUIPAMENTOS;  AS PESSOAS;  O TEMPO


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