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Jesus aporta um novo horizonte à vida, uma dimensão mais profunda, uma verdade mais essencial. A sua vida é um convite a viver a existência a partir da.

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2 Jesus aporta um novo horizonte à vida, uma dimensão mais profunda, uma verdade mais essencial. A sua vida é um convite a viver a existência a partir da raiz última, que é um Deus que só quer para os seus filhos e filhas uma vida mais digna e feliz. O contacto com Ele convida a desprender-se de posturas rotineiras e postiças; liberta de enganos, medos e egoísmos que paralisam as nossas vidas; introduz em nós algo tão decisivo como a alegria de viver, a compaixão pelos últimos ou o trabalho incansável por um mundo mais justo. Jesus ensina a viver com simplicidade e dignidade, com sentido e esperança. José Antonio Pagola. “Jesus. Uma abordagem histórica” Mateus, 5, Autora: Asun Gutiérrez. Música: Mendelssohn. Concierto para violín. Andante

3 No tempo de Jesus era enorme o número de leis e tradições. Qualquer pessoa podia ser legalmente acusada e condenada. As leis tinham-se convertido em motivos de inquietação e tortura moral e, muitas vezes, em instrumento de escravidão, tirania e fanatismo. Tinham encoberto, suplantado e desfigurado o verdadeiro rosto do Deus do amor. O texto evangélico, que forma o núcleo do sermão da montanha, está situado nesse contexto.

4 Jesus não Se apresenta como mais um legislador, que propõe umas leis mais perfeitas. O que faz é proclamar uma nova forma de actuar, baseada no Evangelho, nas bem-aventuranças. Trata-se de actuar segundo a mensagem evangélica, mais além da mera prática da lei. Jesus supera a Lei antiga numa linha de maior aprofundamento e autenticidade. Propõe viver a lei de modo diferente, a partir do seu espírito e não a partir da letra. Expõe-se a relação entre evangelho e lei. Debate que voltará a colocar-se com frequência ao longo da história. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Não penseis que vim revogar a lei os os Profetas; não vim revogar, mas completar. Em verdade vos digo: antes que passem o céu e a terra, não passará da Lei a mais pequena letra ou o mais pequeno sinal, sem que tudo se cumpra. Portanto, se alguém transgredir um só destes mandamentos, por mais pequenos que sejam, e ensinar assim aos homens, será o menos no reino dos Céus. Mas aquele que os praticar e ensinar será grande no reino dos Céus,

5 Porque Eu vos digo: se a vossa justiça não superar a dos escribas e fariseus, não entrareis no reino dos Céus. A difícil missão de Jesus foi denunciar a hipocrisia do legalismo e tirar o véu que impedia conhecer, ver e amar a Deus e ao próximo. Denunciou a escravidão da letra da lei e proclamou o ar fresco da liberdade do Espírito. Continuam a existir leis e normas que, em vez de ajudar a crescer como pessoas e como cristãos, acabam por asfixiar e afastar as pessoas de se mesmas, dos outros e de Deus. Hoje, como antigamente, Jesus desperta-nos para que caiamos na conta de que o que importa é a pessoa, que toda a lei deve estar ao serviço dela e do evangelho e que, se se oculta ou desvirtua o seu espírito, deve ser mudada ou abolida. Sempre foi e continua a ser perigoso confundir evangelho e lei.

6 Ouvistes que foi dito aos antigos: ‘Não matarás; quem matar será submetido a julgamento’. Eu, porém, digo-vos: todo aquele que se irar contra seu irmão será submetido a julgamento. Quem chamar imbecil a seu irmão será submetido ao Sinédrio, e quem lhe chamar louco será submetido à geena do fogo. Jesus fala-nos de potenciar a vida, à qual se opõe a injustiça, a pobreza, a opressão. A pobreza é um atentado contra a vida. “Alimenta aquele que morre de fome, porque, se não o alimentas, estás a matá-lo” (G.S. 69). Também o insulto, a ofensa, a injúria, a perseguição, a desqualificação, a falta de respeito, o desprezo, vão matando pouco a pouco as pessoas. Para não matar, há que amar.

7 Portanto, se fores apresentar a tua oferta sobre o altar e ali te recordares que o teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa lá a tua oferta diante do altar, vai primeiro reconciliar- te com o teu irmão e vem depois apresentar a tua oferta. Reconcilia-te com o teu adversário, enquanto vais com ele a caminho, não seja caso que te entregue ao juiz, o juiz ao guarda, e sejas metido na prisão. Em verdade te digo: não sairás de lá, enquanto não pagares o último centavo. O que Jesus pede não se consegue com a mera observância de leis e ritos, mas com a boa relação com os outros. Para Jesus as pessoas e as suas necessidades são mais importantes que o sábado (Mc 2, 27); e a paz, o acolhimento, a harmonia, a solidariedade com os outros têm prioridade sobre todo o acto de culto. Não se trata de não se vingar, mas de perdoar. Não é questão de não odiar, mas de amar a todos. O espírito do sermão da montanha é sempre mais e melhor.

8 Ouvistes que foi dito: ‘Não cometerás adultério’. Eu, porém, digo-vos: todo aquele que olhar para uma mulher com maus desejos já cometeu adultério com ela no seu coração. Se o teu lho direito é para ti ocasião de pecado, arranca-o e lança-o para longe de ti, pois é melhor perder-se um dos teus olhos do que todo o corpo ser lançado na geena. E se a tua mão direita é para ti ocasião de pecado, corta-a e lança-a para longe de ti, pois é melhor que se perca um só dos teus membros, do que todo o corpo ser lançado na geena. Também foi dito: ‘Quem repudiar sua mulher dê-lhe certidão de repúdio’. Eu, porém, digo-vos: todo aquele que repudiar sua mulher, salvo em caso de união ilegítima, fá-la cometer adultério. E quem se casar com uma repudiada comete adultério. O ideal a que se aspira é viver, desfrutar, testemunhar... um projecto de amor crescente, incondicional, profundo, enriquecedor, para toda a vida. E compreender as pessoas que, por muitos motivos, não podem levá-lo a cabo. Recordando que não nos corresponde, em nenhum caso, julgar nem condenar ninguém.

9 Ouvistes ainda que foi dito aos antigos: ‘Não faltarás ao que tiveres jurado, mas cumprirás diante do Senhor o que juraste’. Eu, porém, digo-vos que não jureis em caso algum: nem pelo Céu, que é o trono de Deus; nem pela terra, que é o escabelo dos seus pés; nem por Jerusalém, que é a cidade do grande Rei. Também não jures pela tua cabeça, porque não podes fazer branco ou preto um só cabelo. A vossa linguagem deve ser: ‘Sim, sim; não, não’. O que passa disto vem do Maligno. O critério, para os cristãos, não é o que dizem ou fazem os outros, nem o que é costume social, mas o que faz e diz Jesus, convidando-nos à verdade, à transparência, à sinceridade, no nosso trato connosco mesmos e com os outros. Utilizo palavras, reflexo do meu sentimento, sinceras, construtivas, positivas, conciliadoras, de ânimo, de apoio, de bênção com as pessoas com que me relaciono?

10 Escolhe amar em vez de odiar, criar em vez de destruir, louvar em vez de criticar, curar em vez de ferir, actuar em vez de adiar, crescer em vez de conservar, partilhar em vez de açambarcar, semear em vez de colher, viver em vez de morrer... E saberás por que é que a minha palavra é palavra de vida e o meu Evangelho Boa Notícia; por que de nada serve, ainda que se use, pôr em vestido velho um remendo de pano novo e vinho novo em odres velhos. Deixa já de sonhar em saldos, e não tentes comprar o Reino! O cristão não se arrasta sob o o peso da lei: corre livremente impulsionado pelo amor. O cristão não se arrasta sob o o peso da lei: corre livremente impulsionado pelo amor. Ulibarri Fl.


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