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Aplicação Riscos – 3.792 e Guia de Melhores Práticas AGENDA Cenário Desafios para um Fundo de Pensão.

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2 Aplicação Riscos – e Guia de Melhores Práticas AGENDA Cenário Desafios para um Fundo de Pensão

3 Aplicação Riscos – e Guia de Melhores Práticas AGENDA Cenário Desafios para um Fundo de Pensão

4 Desafios Os fluxos de caixa não são conhecidos com exatidão:  Dinâmica populacional, mortalidade, teto do INSS, etc.  Opcionalidades como resgate antecipado, portabilidade, flexibilidade na conversão de benefícios As taxas de juros, inflação e os retornos dos investimentos variam de acordo com o prazo e ao longo do tempo. Não existem instrumentos para hedgear perfeitamente 100% do fluxo de caixa e no futuro isso pode ser inviável (custos)

5 Desafios Os fluxos de caixa não são conhecidos com exatidão:  Dinâmica populacional, mortalidade, teto do INSS, etc.  Opcionalidades como resgate antecipado, portabilidade, flexibilidade na conversão de benefícios  Devem ser feitas estimativas As taxas de juros, inflação e os retornos dos investimentos variam de acordo com o prazo e ao longo do tempo.  Deve-se tentar tirar proveito dessas oscilações e conviver com elas de forma racional Não existem instrumentos para hedgear perfeitamente 100% do fluxo de caixa e no futuro isso pode ser inviável (custos)  Faz-se hedge parcial e assumem-se riscos dentro de limites aceitáveis: diversificação dos ativos de risco produz retornos elevados com menor risco

6 Fluxo de Caixa não é constante

7 ALM: PASSIVO – Reservas

8 Alocação Estratégica: Análise da Liquidez Projetada

9 Alocação Estratégica: Análise do Resultado Acumulado Projetado

10 ALM: Otimização da Alocação A carteira otimizada provém das premissas adotadas para o cenário econômico, da estrutura do passivo, da otimização da função utilidade, e das restrições impostas: Restrições da Política de Investimentos Restrições legais Ativos elegíveis:  Classes de ativos  Títulos Reinvestimento da liquidez

11 Aplicação AGENDA Cenário Riscos – e Guia de Melhores Práticas

12 Guia de Melhores Práticas e Resolução O fato da Resolução CMN nº 3792/2009 dispensar a Fundação do cálculo da Divergência Não Planejada (DNP) entre o resultado dos investimentos e o valor projetado para os mesmos, ratifica a importância da implementação de um modelo próprio, em que sejam observados riscos ressaltados e outros inerentes ao Plano de Benefícios. Guia de Melhores Práticas: “O papel do supervisor, exercido pela PREVIC, com base nos princípios da Supervisão Baseada em Riscos, visa orientar, instruir, integrar e comprometer as EFPC, seus dirigentes, empregados, participantes, patrocinadoras e instituidoras com vistas a prover maior segurança e garantir a sustentabilidade dos planos, via pagamento dos benefícios contratados.” “Os riscos inerentes aos investimentos são, entre outros: riscos de mercado, crédito, descasamento entre ativos e passivos, liquidez, operacional, terceirização, legal e sistêmico.”

13 Guia de Melhores Práticas e Resolução Mercado Atuarial e Liquidez Crédito Operacional Terceirização Legal Sistêmico Ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições ativas e passivas.

14 Guia de Melhores Práticas e Resolução Mercado Atuarial e Liquidez Crédito Operacional Terceirização Legal Sistêmico Possibilidade de indisponibilidade para pagamento de obrigações e/ou redução de demanda de mercado.

15 Guia de Melhores Práticas e Resolução Mercado Atuarial e Liquidez Crédito Operacional Terceirização Legal Sistêmico Possibilidade de uma contraparte não honrar os compromissos assumidos, gerando uma possível perda do valor esperado.

16 Guia de Melhores Práticas e Resolução Mercado Atuarial e Liquidez Crédito Operacional Terceirização Legal Sistêmico Gestão realizada de forma preventiva através da adoção de normas e procedimentos de controles internos.

17 Guia de Melhores Práticas e Resolução Mercado Atuarial e Liquidez Crédito Operacional Terceirização Legal Sistêmico Terceirização total ou parcial dos investimentos. Delega responsabilidades a gestores externos, porém não isenta a Entidade de responder legalmente perante os órgãos fiscalizadores.

18 Guia de Melhores Práticas e Resolução Mercado Atuarial e Liquidez Crédito Operacional Terceirização Legal Sistêmico Relacionado a autuações, processos ou eventuais perdas financeiras decorrentes de questionamentos jurídicos, não execução de contratos e do não cumprimento das normas.

19 Guia de Melhores Práticas e Resolução Mercado Atuarial e Liquidez Crédito Operacional Terceirização Legal Sistêmico Possibilidade de que o sistema financeiro seja contaminado por eventos pontuais, como a falência de um banco ou de uma empresa

20 AGENDA Cenário Desafios para um Fundo de Pensão Riscos – e Guia de Melhores Práticas Aplicação

21 Exercício - Dados

22 Simulação

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24 PONTOS DE ATENÇÃO Os resultados representam o % de movimentação de toda a estrutura a termo da curva para o fechamento do ano; Em todas as carteiras simuladas, a abertura de até 0,25% da taxa implica em desempenhos melhores dos benchmarks atrelados à inflação; O CDI projetado para o período é de aproximadamente IPCA + 4,3%, ou seja, não supera a meta atuarial.

25 Simulação

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28 PONTOS DE ATENÇÃO O fechamento de taxa a partir de 0,1% faz com que todos os passivos a mercado de 15 ou 25 anos superem em rentabilidade todos os indicadores; A abertura de taxa traz superávit aos planos com passivos de 15 ou 25 anos; O IMA-B ou IMA-B 5+, quando comparados ao CDI, protegem mais o plano (com passivo de 25 anos) para um fechamento de taxa ou abertura até 0,25%

29 AGENDA Desafios para um Fundo de Pensão Riscos – e Guia de Melhores Práticas Aplicação Cenário

30 Brasil O mercado deve se manter cauteloso em 2014 devido ao período eleitoral; A piora na percepção da economia brasileira se deve a três fatores domésticos:  Inflação crônica  Assimetria entre a política monetária e a política fiscal, uma de aperto e outra expansionista.  Deterioração das contas externas (superávit comercial praticamente desapareceu no acumulado do ano e com isso o déficit em conta corrente subiu rapidamente e deixou de ser financiado totalmente por capitais de longo prazo);  Cenário de incertezas em ano eleitoral, previsão de retirada dos estímulos do Fed e PIB fraco deverão manter o real pressionado.

31 Cenário Internacional CHINA: preocupação com defaults corporativos, com possível risco sistêmico e regional; ZONA DO EURO: processo de recuperação ainda lento com projeções de crescimento para 2014 e 2015 próximas de 1,5%; EUA: levantamento de dados positivos da recuperação econômica, ainda que lentamente, indicam continuidade da redução dos estímulos monetários:  Níveis de emprego em elevação gradual. Taxa de desemprego passa a ser desconsiderada como um dos parâmetros para expansão da Política Monetária;  Inflação abaixo da meta do FED (2%) e só deve ser alcançada em 2015 pelas projeções;  Último encontro do FED (março/2014) reduziu em mais US$10 bilhões o programa de compra de bônus mensal (US$ 55 bilhões)

32 DISCLAIMER Este documento destina-se a uso interno da empresa e somente pode ser reproduzido mediante autorização formal do Risk Office Todas as observações apresentadas neste documento não devem ser entendidas como recomendação de investimento ou desinvestimento Os resultados apresentados foram calculados valendo-se de dados de mercado e de metodologias estatísticas/ probabilísticas Este documento é um resumo dos cálculos executados


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