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Caríssimos, Estamos no Tríduo Pascal. Hoje vamos meditar nas horas aterradoras do sofrimento de Jesus tanto no jardim das Oliveiras, chamado de Getsêmani,

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Apresentação em tema: "Caríssimos, Estamos no Tríduo Pascal. Hoje vamos meditar nas horas aterradoras do sofrimento de Jesus tanto no jardim das Oliveiras, chamado de Getsêmani,"— Transcrição da apresentação:

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3 Caríssimos, Estamos no Tríduo Pascal. Hoje vamos meditar nas horas aterradoras do sofrimento de Jesus tanto no jardim das Oliveiras, chamado de Getsêmani, como na casa de Pilatos e no Gólgota. É o amor divino, apaixonado do Senhor por cada um de nós. Carinhosamente, Graziela

4 Primeiramente Ele nos oferece o presente de seu próprio corpo e sangue. Fala-nos, dizendo-nos que vai para o Pai e que não devemos temer. Avisa-nos que o mundo nos odiará e perseguirá, consola-nos prometendo o Espírito Santo e deixando-nos sua paz e sua alegria. Ele quis permanecer conosco no Sacramento da Eucaristia.

5 Saindo para o lugar chamado Getsêmani Ele foi vencido pela tristeza. Chama Pedro, Tiago e João para rezar. Diz-lhes: “A minha alma está numa tristeza mortal; ficai aqui e vigiai.” (Mc 14,34).

6 Ajoelha-se e depois prostra-se com a face em terra e ora: “Tudo Te é possível; afasta de mim este cálice! Contudo, não se faça o que eu quero, senão o que Tu queres.” (Mc 14, 35-36)

7 Levanta-se e encontra seus discípulos dormindo. Diz-lhes: “Não pudestes vigiar uma hora! Vigiai e orai para que não entreis em tentação.” O Espírito na verdade está pronto, mas a carne é fraca.” (Mc 14,37-38)

8 Um anjo do céu vem confortá-lo porque agora Ele entrava numa verdadeira agonia e seu sofrimento era tão intenso que seu suor se torna sangue e corre em gotas pela terra. (Lc 22, 43-44) Os nossos pecados. O pecado do mundo pesava assustadoramente sobre seu grande coração.

9 Vai ao encontro dos inimigos. Está de pé diante deles. Jesus diz a Judas: “Amigo, a que vieste?” (Mt 26,50). “Judas, com um beijo, entrega o Filho do homem.” (Lc 22,48). E aos outros: “A quem procurais?” “A Jesus” e Ele diz: “Sou eu” e tal força emana de sua presença que todos, amedrontados, caem por terra.

10 Tudo isto aconteceu porque era necessário que se cumprissem os oráculos dos profetas. Então os discípulos o abandonaram e fugiram. (Mt 26,56) “...foi ferido por causa de nossas iniquidades.” (Is 53,5)

11 Conduziram-no primeiro a Anás, por ser sogro de Caifás, que era o sumo-sacerdote daquele ano. O sumo-sacerdote indagou a Jesus acerca dos seus discípulos e da sua doutrina. No interrogatório um servo fere-o no rosto. Bateram no Senhor. Esbofetearam-no. Eram golpes violentos. Atormentaram-no durante toda a noite. (Jo 18, 13-23)

12 Pela manhã o levaram a Pilatos. De Pilatos a Herodes e novamente a Pilatos. Pilatos pronunciou então a sentença e manda-o flagelar. Jesus não diz uma só palavra. Os carrascos continuam a bater, açoitam-no. Davam-lhe na cabeça com uma vara, cuspiam nele e punham-se de joelhos como para homenageá-lo (Mc 15,19). Humilham-no. Tecem uma coroa de espinhos e a põe sobre a sua cabeça. Cobrem-no com um manto de púrpura.

13 Condenado, carrega a cruz até o Gólgota. Foi uma eternidade chegar até lá. A rua, o caminho morro acima é acidentado e pedregoso. A oscilação do madeiro em seu ombro faz correr mais sangue e da sua cabeça coberta de espinhos, respinga gotas de suor e sangue. O sangue toma-lhe a vista e Ele mal pode ver onde coloca os pés. Cai algumas vezes por pura fraqueza e cada vez o madeiro o esmaga mais cruelmente contra o chão.

14 O cortejo prossegue com dificuldade. Finalmente chega perto de Maria. Ela vê o seu Filho surrado, quebrantado, desumanizado como um cadáver, cair mais uma vez. O seu olhar cruza com o de Jesus – olhos intensamente amantes. Maria e João são afastados pelos soldados. A Mãe sofre com o Filho, mesmo sem poder carregar nem Seu corpo quebrantado nem Seus ferimentos físicos.

15 Chegam ao Gólgota. Os carrascos repartem suas vestes, O estendem sobre a Cruz, apontam os cravos em seus pulsos e em seus pés e o martelo violentamente os faz penetrarem na carne.

16 “Durante horas Ele ficou suspenso entre o céu e a terra, terrivelmente só.” Ele reza: “Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem”. Ele perdoa: “”Em verdade te digo: hoje estarás comigo no paraíso.”. Ele faz seu testamento: “Mulher, eis aí teu filho”. E ao discípulo: “Eis aí tua mãe.”

17 Clama com voz de triunfo: “Tudo está consumado. “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. E, dizendo isso, expirou.

18 Site: Blog:

19 Texto – Bíblia Música – Tristesse - Chopin Imagem – Google Formatação - Graziela


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