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A maior sabedoria...... É a bondade Psicologia Educacional Profª Ms. Claudia Barbosa Desenvolvimento Humano Jean Piaget.

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1 A maior sabedoria É a bondade Psicologia Educacional Profª Ms. Claudia Barbosa Desenvolvimento Humano Jean Piaget

2 Implicações educacionais da teoria Piagetiana do desenvolvimento cognitivo Uma implicação educacional significativa dessa teoria é que o crescimento em qualquer um dos estágios depende da atividade. O desenvolvimento do poder do cérebro não está fixado no nascimento, mas é uma função da atividade apropriada durante qualquer estágio particular. As crianças devem ocupar-se com atividades apropriadas e não apenas em sentar-se e escutar ou observar outros. A equação de PIAGET - Inteligência = Atividade - vale tanto para crianças como para adolescentes. Para alunos maiores de 11 anos, é óbvia a necessidade de dispor de experiências escolares para promover o pensamento lógico-formal. A abordagem “mãos à obra” é altamente recomendável, muito mais que a observação passiva de filmes, peças teatrais, concertos musicais, visitas a museus, etc.

3 Para explicar como e por que ocorre o desenvolvimento cognitivo, PIAGET usa quatro conceitos básicos: são estruturas mentais com que os indivíduos intelectualmente se adaptam e organizam o ambiente.” Os esquemas podem ser examinados por meio do comportamento observável da criança; é do esquema que brota o comportamento. Ao nascer, o bebê tem esquemas de natureza reflexa correspondentes às atividades reflexas motoras de agarrar, sugar, etc. Nas palavras de PIAGET, o bebê terá, então, dois esquemas de sugar: um para estímulos que produzem leite e um para estímulos que não produzem leite. A criança modifica seus esquemas e também constrói novos esquemas. Os esquemas refletem, no indivíduo, seu nível atual de compreensão e conhecimento do mundo. Os esquemas mentais do adulto resultam dos esquemas da criança e são mais numerosos e complexos.

4 “consiste em encaixar um novo objeto num esquema mental ou sensório-motor já existente”. É o processo cognitivo de colocar novos objetos em esquemas existentes. Pela assimilação, os estímulos são “forçados” a se ajustarem aos esquemas da pessoa. A assimilação ocorre continuamente - um ser humano está continuamente processando um grande número de estímulos. Esse processo possibilita ampliação dos esquemas. A assimilação explica o crescimento da inteligência (uma mudança quantitativa na vida mental).

5 é o aspecto da atividade cognitiva que envolve a modificação dos esquemas para corresponderem aos objetos da realidade. Na acomodação, a pessoa é “forçada” a mudar seus esquemas ou criar novos esquemas para acomodar os novos estímulos. Ambas as ações resultam no desenvolvimento da estrutura cognitiva (uma mudança qualitativa da vida mental). Os processos de assimilação e de acomodação, ocorrendo durante anos, irão transformar os esquemas primitivos do bebê em esquemas mais sofisticados, tais como os dos adultos. Um bebê entra em contato, pela primeira vez, com uma argola suspensa por um cordão. Ele toca, olha, agarra, suga, balança a argola, etc. Em razão de interações com vários outros objetos no passado, a criança já possui esquemas que mobilizam e dirigem essas ações. PIAGET diria que a argola é assimilada aos esquemas de olhar, tocar, agarrar, sugar, etc. Mas o bebê não vai apenas repetir comportamentos adquiridos anteriormente.(FLAVELL)

6 a) Os esquemas são ampliados para assimilar o novo objeto: a criança aprende que, além dos outros objetos, as argolas também podem ser olhadas, agarradas, sugadas, etc. b) Os esquemas são modificados à medida que o novo objeto requer alguma variação na maneira de agarrar, empurrar, sugar, etc. Assim, a criança aprende que os objetos do tipo argola são sugados de uma maneira um pouco diferente de outros objetos sugados no passado e que os objetos do tipo argola causam uma impressão visual e tátil diferente dos objetos vistos e tocados no passado. A criança acomodou seus esquemas ao novo objeto, possibilitando acomodações novas e diferentes aos objetos que serão encontrados no futuro. As novas acomodações levam a outras mudanças na organização intelectual, e o ciclo se repete.

7 Porém, num único encontro entre o bebê e a argola, a mudança nos esquemas é muito limitada. Há muitos aspectos da argola aos quais a criança não se acomodará nem assimilará, por não haver nada nos esquemas presentes na criança que, naquele momento, permita isso. Por exemplo, ela não poderá apreender a argola como um objeto que pode rolar do mesmo modo que um aro, que pode ser usado como uma pulseira, que pertence à classe abstrata dos círculos, etc.

8 “É um processo ativo pelo qual uma pessoa reage a distúrbios ocorridos em sua maneira comum de pensar, através de um sistema de compreensão; isto resulta em nova compreensão e satisfação, ou seja, em equilíbrio”. Os dois mecanismos de assimilação e acomodação são modos de funcionamento de nossa vida mental para garantir um estado de equilíbrio ou de adaptação ao nosso meio. Esses dois mecanismos são acionados quando há mudanças no nosso ambiente ou alteração no nosso organismo. O organismo está constantemente buscando um estado de equilíbrio, de satisfação; esse processo ativo é denominado equilibração.

9 Uma criança, de escola elementar, acredita que o melhor meio de encher uma bandeja para cubos de gelo, é usar água quente. Num experimento, ela vê que uma bandeja com água fria congela mais depressa. Dissonância cognitiva é o sentimento de termos duas informações conflitantes (segundo a teoria de L. Festinger). Quando uma convicção torna-se perturbadora, precisamos reconciliar a nova informação com a velha teoria. Convencidos de que nosso modo anterior de pensar é falso, encaixamos uma solução melhor na teoria de mudança de temperatura. Equilibramos e aceitamos o fato de que a convicção anterior não era lógica ou científica. Equilibração é, então, o aparecimento de uma nova estrutura cognitiva que reconcilia os conflitos de um estágio anterior. Se ela teve experiência suficiente e está há tempo suficiente no estágio “das operações concretas”, estará pronta para “equilibrar” - ou seja, aceitar a nova solução para o problema da bandeja dos cubos de gelo. Assim, a equilibração leva a pessoa a um modo de funcionamento mental mais elevado. É como o processo de resolução de um conflito cognitivo, ou solução de uma dissonância cognitiva.

10 Os construtivistas reconhecem que o conflito cognitivo leva as pessoas a um nível mais elevado de conhecimento e, por isso, recomendam aos educadores produzirem conflito cognitivo nos alunos, como uma forma de motivação do trabalho escolar. “Por exemplo, se uma criança está manipulando objetos que flutuam e objetos que afundam, um professor pode perguntar à criança quais objetos flutuam e quais afundam e por quê. O professor pode, então, fazer estas perguntas: 'o que acontecerá se colocarmos uma agulha na água?' ou 'o que acontecerá se colocarmos uma caixa de metal na água?'. As crianças que acreditam que os metais afundam em qualquer condição provavelmente farão a previsão de que a agulha e a caixa irão afundar. Testando estas crenças, a criança descobrirá que esses objetos flutuam. Experiências como estas, guiadas pelas questões levantadas pelos professores, são boas para produzir conflito cognitivo”.

11 A descrição do desenvolvimento intelectual passando pelos estágios sensório-motor, pré-operacional, das operações concretas e das operações formais é reconhecida como válida para todas as crianças. Estudos transculturais confirmam a existência da mesma estrutura mental básica em todas as crianças. Independente da raça, nacionalidade, valor cultural ou grau de industrialização, elas constróem estruturas lógico-matemáticas e espaço- temporais na mesma seqüência geral. Porém, a idade em que eles aparecem apresenta grande variação (influenciadas por fatores ligados à criança e a seu ambiente social). O ambiente exerce um papel importante em retardar ou promover o desenvolvimento. Dentro da mesma cultura, as crianças que vivem em cidades tendem a se desenvolver mais rapidamente do que as que vivem no campo. Os fatores sociais têm um papel importante no padrão de desenvolvimento da criança, mas a natureza exata de sua contribuição não é conhecida. Valores sociais, tais como considerar sua autonomia, discutir temas e dar valor à sua criatividade, devem ser considerados.

12 O que é "construído" é inteligência e conhecimento. Para Piaget, estas palavras têm um significado algo diferente do que usualmente têm para nós. Piaget usa ambos os termos para referir-se à mesma coisa: a inteligência adaptativa do indivíduo ou o conhecimento que o habilita a adaptar-se a um maior número de situações. Este conhecimento é "conhecimento" no sentido amplo, e isto, para Piaget, é a mesma coisa que "inteligência". É diferente do conhecimento no sentido restrito, no qual o termo refere-se a uma pequena informação. "conhecimento", no sentido amplo, é o mesmo que "inteligência" e, no sentido restrito, refere-se a uma pequena informação.

13 Se tentarmos ensinar às nossas crianças da pré-escola que Brasília é a capital do Brasil, o máximo que poderíamos obter seria uma repetição mecânica. As crianças não entenderiam a afirmação porque não têm o quadro geral de conhecimento que necessitam para colocar esta afirmação. Elas precisam de um quadro geral de geografia e de organização política para compreender esta frase. Com 4 anos de idade, mesmo morando em Brasília, não compreenderiam que moram numa cidade e num país "ao mesmo tempo". A palavra "capital" pode significar uma pessoa, um edifício, uma fonte ou nada. Para compreender "Brasília capital' e "Brasil" é necessária a capacidade de "classificação". A relação entre essas palavras precisa ser entendida como o é por nós que conhecemos a relação entre Londres e Inglaterra, Paris e França, Lisboa e Portugal, etc.

14 Na 6ª série poderiam compreender um pouco melhor que Brasília é a capital do Brasil. Entretanto, mais tarde, lendo jornais, estudando Geografia, História e Educação Cívica e indo com pessoas mais velhas, a Brasília, a mesma criança estará apta para extrair ricas afirmações da frase: Brasília é, capital do Brasil. Se interrogada sobre do que a palavra Brasília a faz lembrar, ela poderá dizer: "palácio da Alvorada", "praça dos Três Poderes”, etc. Estas associações exemplificam o ponto de vista de PIAGET, segundo o qual “desde que o conhecimento seja organizado numa totalidade estrutural coerente, nenhum conceito pode existir isolado”. Cada conceito é sustentado e colorido por uma rede completa de outros conceitos. Para PIAGET, o significado do conhecimento específico depende do desenvolvimento do conhecimento no sentido amplo. A criança compreende e aprende novas coisas através de seu amplo quadro de conhecimento (sua inteligência).

15 Um exemplo foi dado por uma psicóloga, cujo filho de 4 anos perguntou: “Por que o sol é tão quente?” Tentando responder a seu filho de uma maneira que ele pudesse entender, a mãe disse: “Porque o sol é como uma grande bola de fogo”. A pergunta seguinte foi: “Quem atirou ela lá?” A razão desse tipo de pensamento da criança pré- operacional, diferente do pensamento adulto, é que o conhecimento é construído na mente pela assimilação do conhecimento anterior: o conhecimento é sempre um todo organizado em que cada nova idéia é encaixada.

16 DOIS TIPOS DE ESCOLA O ENSINO TRADICIONAL E O CONSTRUTIVISTA A tradição da decorebaA construção metódica Método: Transmissão de informações, via oral, na sala de aula, sem intercâmbio externo ou experimentação ativa. Resultado: Espera-se que o aluno reproduza aquilo que é transmitido e assim ele é avaliado. Erros: Os erros recebem punição, há até certo tempo, inclusive física; hoje, com notas baixas e reprovações. Método: Integração com o mundo externo e com o mundo interno do aluno. Resultado: Provocar o gosto de aprender e a auto-suficiência na busca de respostas. Erros: Indicam o estágio em que a criança está. A avaliação valoriza o que o aluno transforma e elabora.

17 DOIS TIPOS DE ESCOLA O ENSINO TRADICIONAL E O CONSTRUTIVISTA Aluno: É visto como depositário e alvo das informações. Professor: Cumpre o papel de transmissor do conhecimento. Escola: É o lugar onde se reproduz a herança cultural. Aluno: É tomado como um ser pensante, com desenvolvimento próprio. Professor: Procura ser um orientador que facilita a aprendizagem criando situações estimulantes e motivadoras de respostas. Escola: É o espaço para transmissão do saber e integração do indivíduo à sociedade e à cultura. A tradição da decoreba A construção metódica


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