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 1. Elementos contextuais a) Destinatários b) Dinâmica territorial (bairro, unidade de vizinhança, comunidade, cidade etc.) c) Dinâmica de Setores (dança,

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Apresentação em tema: " 1. Elementos contextuais a) Destinatários b) Dinâmica territorial (bairro, unidade de vizinhança, comunidade, cidade etc.) c) Dinâmica de Setores (dança,"— Transcrição da apresentação:

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2  1. Elementos contextuais a) Destinatários b) Dinâmica territorial (bairro, unidade de vizinhança, comunidade, cidade etc.) c) Dinâmica de Setores (dança, teatro, música, educação patrimonial, desenvolvimento comunitário etc.)  2. Diagnóstico a) Definição da situação que sofrerá a intervenção  b) Árvore de problemas e árvore de objetivos  A primeira etapa: construção da árvore de problemas  Segundo passo. Conversão da árvore de problemas em árvore de objetivos Valor da árvore de problemas com a árvore de objetivos Definição dos objetivos

3 1. Objetivo geral 2. Objetivos específicos 3. Fundamentação/Justificativa 4. Descrição (alvo, local, os participantes) 5. Atividades 6. Cronograma de atividades 7. Recursos a) Pessoas (equipe) b) Recursos materiais c) Recursos financeiros 8. Gerenciamento de riscos 9. Gerenciamento de comunicação 10. Resumo dos gestores de projeto e implementação

4  Grupo de pessoas que compartilham certas características comuns.  Qualquer iniciativa que venha a surgir como um projeto envolve algum tipo de receptor e, na maioria dos casos, satisfazer suas necessidades é o objetivo final do projeto. Por conseguinte, é essencial caracterizar os destinatários, pois cada iniciativa tem um público específico.  A eficácia da ação depende em grande medida do conhecimento do destinatário.

5  Análise dos fatores inerentes ao território de referência do projeto que podem influenciar a sua definição. Trata-se, portanto, de entender e destacar as particularidades do território em que se realizará o projeto e e que determinam a maneira como ele se dará.  Entende-se por território o espaço natural ou administrativo em que pretendemos intervir. Pode ser uma praça, um bairro, um município, província, região ou estado, um país, o globo.  O importante é delimitar a área de análise e observar nessa área o desenvolvimento econômico, social, cultural, demográfico, político e outros necessários para a identificação.  Para essa análise, pode-se recorrer a dados demográficos, indicadores sociológicos e/ou económicos, dados culturais gerais como mapa de infra-estruturas culturais, níveis de oferta cultural, níveis de consumo cultural e impactos da mídia local e geral.

6  É a análise dos fatores inerentes ao setor cultural em que o projeto está enquadrado e que podem influenciar a sua definição.  Entende-se por setor o espaço conceitual temático em que esperamos a intervir.  Pode tratar-se de um setor reconhecido hegemonicamente da cultura como o patrimônio cultural e natural, as artes visuais, artes cênicas, música, o setor audiovisual ou a literatura. Pode ser a festa, a cultura popular, o turismo cultural, os meios de comunicação, a cooperação internacional, a moda ou a participação pública, para citar alguns.  O comportamento e a dinâmica de crescimento e desenvolvimento do setor será o tema de análise.  Para entender e analisar as características dos destinatários / beneficiários, território e do setor, usam-se várias fontes de informações, incluindo pesquisas de campo e entrevistas.

7 Definição da situação em que se irá intervir O diagnóstico é a descrição e análise dos elementos que moldam e influenciam na realidade em que atua um grupo de pessoas. Um diagnóstico tenta servir de base para definir os objetivos, por isso é um insumo básico para o planejamento do projeto cultural. Tem como objetivo identificar de forma precisa o cenário em que o projeto cultural se insere, para, a partir daí, definir os objetivos que o projeto vai perseguir.

8 1 - Identificação do destinatário ou destinatários / beneficiários do projeto. 2 - Determinar os principais problemas que afetam os destinatários / beneficiários, sejam indivíduos ou grupos sociais. 3 - Análise e escolha do problema central 4 - Análise e descrição das causas do problema central. 5 - Identificação dos principais efeitos do problema 6 - Apresentação da descrição e análise

9 EFEITOS PROBLEMA CENTRAL CAUSAS BAIXO DESENVOLVIMENTO EXPRESSIVO DOS ALUNOS FALTA DE EXPRESSIVIDADE E EXPRESSÃO MUSICAL AUSÊNCIA DE PÚBLICOS PARA APRESENTAÇÕES MUSICAIS INEXISTÊNCIA DE OFERTA DE ENSINO DE MÚSICA NA EDUCAÇÃO FORMAL INEXISTÊNCIA DE OFERTA FORMATIVA MUSICAL NO BAIRRO INEXISTÊNCIA DE OFERTA MUSICAL NA PROGRAMAÇÃO DO CENTRO CULTURAL DO BAIRRO BAIXO DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES MUSICAIS DOS ALUNOS DOS COLÉGIOS DA REDE PÚBLICA NO BAIRRO

10 O tronco corresponde ao problema central As raízes correspondem às causas do problema. A copa da árvore corresponde aos efeitos ou conseqüências do problema

11 1. Transformar as situações especificadas na árvore de problemas em afirmações positivas. 2. Rever e analisar a lógica e coerência das relações que se estabelecem entre objetivos específicos (mudanças planejadas) e realizações esperadas (os efeitos de tais alterações, transformados em resultados objetivamente observáveis ​​.) 3. Rever os objetivos específicos em função do objetivo geral e adicionar novos objetivos, se necessário. 4. Elimine objetivos desnecessários. 5. Apresentar a análise como uma árvore

12 RESULTADOS ESPERADOS MAIOR DESENVOLVIMENTO EXPRESSIVO DOS ALUNOS MELHORIA NA EXPRESSIVIDADE E EXPRESSÃO MUSICAL INCREMENTO DE PÚBLICO PARA MANIFESTAÇÕES MUSICAIS OBJETIVO GERAL DESENVOLVER AS HABILIDADES MUSICAIS DE ALUNOS DE ESCOLAS PÚBLICAS DO BAIRRO POR MEIO DE UM PLANO COMUNITÁRIO DE FOMENTO DA MÚSICA OBJETIVOS ESPECÍFICOS ATI VIDADES CRIAÇÃO DE UMA ORQUESTRA JOVEM COM ALUNOS DOS COLEGIOS PÚBLICOS DO BAIRRO GERAÇÃO DE OFERTA MUSICAL NA PROGRAMAÇÃO DO CENTRO CULTURAL DO BAIRRO INTEGRAR E CAPACITAR O DIRETOR DA ORQUESTRA ADQUIRIR INSTRUMENTOS MUSICAIS FAZER A GESTÃO DA PROGRAMAÇÃO DE MUSICA AQUISIÇÃO E GESTÃO TÉCNICA DA SALA DE MÚSICA

13  A copa corresponde aos resultados e conquistas  As raízes correspondem aos objetivos específicos  O tronco corresponderá ao objetivo geral (problema central transformado em realidade desejada e desejável)

14  A estrutura básica do projeto é dada na árvore de objetivos.  Estrutura básica que dá coerência ao projeto pois surge do diagnóstico da realidade em que trabalhamos.  Série de elementos que se relacionam entre si de forma lógica (objetivo geral / objetivo específico / atividades / tempo / recursos). 

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16 OBJETIVO GERAL/TÍTULO DO PROJETO O QUE OBJETIVOS ESPECÍFICOS COMO JUSTIFICATIVA POR QUE ATIVIDADES QUAIS LOCALIZAÇÃO, TERRITÓRIO ONDE DESTINATÁRIO PARA QUEM CRONOGRAMA QUANDO EQUIPE/STAKEHOLDERS COM QUEM RECURSOS QUANTO

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18 Responsabilidade Coordenar e integrar atividades de múltiplas linhas funcionais Autoridade Poder de negociação Habilidades Comunicação interpessoal, familiaridade com as atividades de linha e conhecimentos específicos Manter equilíbrio entre funções técnicas, gerenciais e artísticas Enfrentar os riscos Sobreviver às restrições organizacionais

19 Diálogo com a diversidade cultural Ambientes organizacionais mais complexos Necessidade crítica por profissionais com habilidades interpessoais Crescimento do número de projetos nacionais e multinacionais Dependência de tecnologia Demanda por controle

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21 Subprojeto 1A Subprojeto 1B Subprojeto 2ASubprojeto 2B Projeto 1 Projeto 2 Atividades de fundo a vários projetos relacionados ou semelhantes. objetivos comuns Programa Partes de um projeto. Tamanho menor para facilitar a gestão.


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