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Futures studies as social science: An analytic scheme and a case study Kent Ehliasson* Tel.: +46768 55 30 55; fax: +46477 48720. address:

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1 Futures studies as social science: An analytic scheme and a case study Kent Ehliasson* Tel.: ; fax: address: Department of Technology and Social Change, Linköping University, SE Linköping, Sweden Available online 10 October 2007 Por Alexandre Luna (ajhol)

2 Abstract Motivação: Percepção de que melhores métodos para Estudo de Futuro precisam ser desenvolvidos Visão do Autor  O conhecimento teórico nas questões sobre as quais os estudos se baseiam é, provavelmente, mais importante. Objetivo: Propõe formular um método de como “questões sociais fundamentais” (visões sobre sociedade e humanidade) são endereçadas em um Estudo de Futuro; Aplicação do Método em um Caso de Estudo Empírico (Companhia de Telecomunicações Ericsson) Análise dos pontos fortes e fracos do Método proposto. Resultados: O estudo mostrou que o método foi satisfatório e possui uma profundidade adequada em relação à eficácia desejada. Este trabalho mostrou que o método analítico é pertinente e suficiente para compreender e descrever o conteúdo e a orientação de futuros estudos.

3 Flight plan as social science Futures studies as social science: An analytic scheme and a case study 1.Introduction – 1/14 ~ 7% Theoretical Explanation – 4/14 ~29% 2.Basic assumptions about society: conflict versus consensus 3.Basic assumptions about human nature: active versus passive 4.Basic assumptions about human action: common interest vs. self-interest 5.Long-range planning at Ericsson Analysis – 6/14 ~ 43% 6.Analysis of Gran Tradizione 7.Analysis of Up and Away 8.Analysis of Service Mania 9.Conclusions and discussion – 2/14 ~ 14%

4 Introduction Ponto comum: Muitos Estudos de Futuro em diversas áreas visam aumentar a compreensão de como a sociedade irá funcionar no futuro; Problema: os estudos variam muito conforme a visão de sociedade que descrevem; Grande fraqueza: a falta de um maior embasamento teórico no campo das ciências sociais e filosofia –  Como falar de sociedade do futuro, sem abordar fundamentos sociais sólidos em voga*? Opinião do Autor: Um bom Estudo de Futuro deve ser consciente* e estar relacionado com estas Teorias Sociais vigentes!

5 Introduction Proposta: Artigo irá fundamentar-se em algumas hipóteses científicas para Análise de Estudo de Futuro; Abordagem: a partir de uma variedade de teorias possíveis, o Autor escolhe centrar-se nos pontos de vista do HOMEM e da SOCIEDADE; equilíbrio Equilíbrio: O desafio é encontrar um equilíbrio entre: o discernimento analítico, o material empírico* e a fundamentação teórica apoiadora do estudo; Material Empírico: Constituído de uma série de documentos que descrevem alguns Cenários Futuros que a Ericsson elaborou para 2005, em 1995, quando estava sofrendo grandes mudanças no seu contexto organizacional e no meio no qual estava inserida.

6 Elementos Estudo de Futuro como Ciência Social Capacidade Analítica Fundamentação Teórica Material Empírico

7 THEORETICAL EXPLANATION Futures studies as social science: An analytic scheme and a case study

8 2. About society: conflict x consensus Sociedade: uma congregação de pessoas, baseada em uma concepção coletiva de valores e do mundo, que serve como base para identificação do indivíduo numa determinada área geográfica [3]; Caráter da Sociedade, pressupostos: – Conflito: descreve a sociedade como um estado de conflito entre indivíduos ou grupos, onde cada agente utiliza seu poder de coerção para atingir seus objetivos; – Consenso: vê a sociedade como caracterizada pelo acordo e entendimento. caráter da sociedade. Justificativa: estas perspectivas antagônicas foram escolhidas por expressarem clara e significativamente os pressupostos básicos sobre o caráter da sociedade.

9 conflict 2.1 About society: conflict x consensus Thomas Hobbes 1.Cada pessoa é basicamente egoísta e é orientada a buscar o poder, pelo seu instinto de auto-preservação [11]; 2.Para evitar viver em estado de “ameaça” constante, Hobbes acredita que o homem deve desistir de parte de sua liberdade e entregar-se à um forte soberano, por meio de um tratado, um contrato social [12]; 3.Este soberano, a quem tenha sido dado poder para governar sociedade tem de manter a ordem pública, e ser forte o suficiente para proteger os indivíduos uns dos outros; 4. Esta visão de sociedade se caracteriza por uma situação de conflito aberto ou velado entre agentes dentro da sociedade,e entre os diferentes sistemas. 5.Observem que, apesar da sua visão do homem como fortemente egoísta, Hobbes também assume que as pessoas fazem um acordo mútuo para conviver em uma sociedade. Thomas HobbesKarl Marx e Friedrich Engels 1.Cada pessoa é basicamente egoísta e é orientada a buscar o poder, pelo seu instinto de auto-preservação [11]; 2.Para evitar viver em estado de “ameaça” constante, Hobbes acredita que o homem deve desistir de parte de sua liberdade e entregar-se à um forte soberano, por meio de um tratado, um contrato social [12]; 3.Este soberano, a quem tenha sido dado poder para governar sociedade tem de manter a ordem pública, e ser forte o suficiente para proteger os indivíduos uns dos outros; 4. Esta visão de sociedade se caracteriza por uma situação de conflito aberto ou velado entre agentes dentro da sociedade,e entre os diferentes sistemas. 5.Observem que, apesar da sua visão do homem como fortemente egoísta, Hobbes também assume que as pessoas fazem um acordo mútuo para conviver em uma sociedade. 1.Acreditam que a sociedade se caracteriza pela luta entre as classes sociais em que uma minoria oprime a maioria [13]; 2.Este conflito é uma expressão de luta política; 3.Conflitos entre indivíduos ou grupos sociais de diferentes classes criam tensões internas e contrates que conduzem a uma mudança através da violência; 4.Este conflito é inerentemente encontrado em todas as Estruturas Sociais, à exceção de uma sociedade comunista, pois as oposições de classe, neste modelo, teriam deixado de existir [14]; 5.O Sistema Econômico é o fundamento que tem maior influência sobre os demais sistemas; 6.Através desta visão materialista da história, Marx sustenta,que aspectos materiais, criam mudanças em níveis imateriais e ideológicos [15]

10 conflict 2.1 About society: conflict x consensus Síntese: Síntese: o caráter básico estrutura da sociedade – Pode-se concluir que os diferentes autores consideram o caráter básico e estrutura da sociedade como uma “constante de conflitos” entre: as diferentes classes sociais, grupos de interesses particulares, ou agentes (indivíduos). – Isto leva a tensões e conflitos entre os diferentes aspectos da sociedade. causas de conflito – As principais causas de conflito no seio da sociedade, encontram-se na natureza humana ou nas diversas estruturas sociais.

11 consensus 2.2 About society: conflict x consensus Emile Durkheim várias funções 1.Vê a sociedade como um organismo de auto-regulação e de um sistema em que a interação das peças dentro de um todo, necessita de especificação das várias funções [19]; 2.Cada parte da sociedade desempenha seu papel, para o cumprimento do papel da sociedade; 3.Neste contexto o papel da Família pode ser o de socializar novos cidadãos; 4.Bem como o papel da Religião seria o de criar integração social; equilíbrio 5.A base da vida social é que as diferentes partes da sociedade cooperem no sentido de criar equilíbrio; Emile DurkheimTalcott Parsons várias funções 1.Vê a sociedade como um organismo de auto-regulação e de um sistema em que a interação das peças dentro de um todo, necessita de especificação das várias funções [19]; 2.Cada parte da sociedade desempenha seu papel, para o cumprimento do papel da sociedade; 3.Neste contexto o papel da Família pode ser o de socializar novos cidadãos; 4.Bem como o papel da Religião seria o de criar integração social; equilíbrio 5.A base da vida social é que as diferentes partes da sociedade cooperem no sentido de criar equilíbrio; 1.Possui uma visão funcionalista da sociedade; como um todo 2.Assim como Durkheim, Parsons vê a sociedade como uma entidade orgânica composta por peças que contribuem para a existência da sociedade como um todo; acordos institucionais 3.Descreve a sociedade, construída como um sistema social, em torno de uma série de acordos institucionais [20]; cada pessoa sabe o que é esperado dela 4.Entende que a estabilidade de um sistema é baseado em normas e conformidade, que garantam que cada pessoa sabe o que é esperado dela, e que essas expectativas sejam continuamente atendidas [21]; padrões de interação 5.Acredita que a sociedade tem desenvolvido diferentes: papéis, regras e Instituições, que socializam pessoas nos esperados padrões de interação;

12 consensus 2.2 About society: conflict x consensus Síntese: Síntese: harmonia, consensoequilíbrio – Tanto Durkheim e Parsons estão convencidos de que a sociedade se caracteriza por uma ordem social estável e coerente baseada em harmonia, consenso e equilíbrio. diferentes sistemasda sociedade – Acordo e consenso existem dentro e entre os diferentes sistemas da sociedade, a partir de valores básicos comuns. – Viver de acordo com regras comuns constitui uma expressão de um acordo voluntário e esclarecido, através da aplicação de normas sociais de convivência, entre os membros da sociedade. cuja função é a de redefinir as fronteiras – Se surgirem conflitos, eles são raros fenômenos cuja função é a de redefinir as fronteiras do certo e errado, a fim de preservar consenso. Tendo uma função positiva na sociedade.

13 human nature 3. About human nature: active x passive Natureza Humana: pessoas e organizações sociais são descritos Natureza Humana: a razão básica para escolha da “natureza humana” como primeiro componente da visão humana em análise, é que esta têm uma importância decisiva na forma como as pessoas e organizações sociais são descritos em Estudos de Futuro; ativo: Escola Não-materialista Homem como ser ativo: Escola Não-materialista experiências – homem compreende o mundo através das idéias (percepção) que tem das coisas que o compõe. Assim como do conhecimento que desenvolve através idéias que tem de suas experiências neste processo [24]; – Assim o mundo pode ser visto como resultado da percepção e do pensamento humano; pode influenciar alterar própria vontade interior – O homem, é então, visto como um ser criativo e consciente, de que pode influenciar e alterar sua realidade através de sua própria vontade interior; passivo: Escola Materialista Homem como ser passivo: Escola Materialista estímulos externos – O homem responde com respostas específicas à estímulos externos [27]; situações semelhantes – Desta forma o homem aprende a repetir padrões de comportamento, quando submetido à situações semelhantes, já vivenciadas anteriormente; cadeia de suas experiências repetidas”, – Assim o homem é visto como “regido” por sua “programação genética” e pela “cadeia de suas experiências repetidas”, ou seja, governado por circunstâncias exteriores [28]; produto de eventos anteriores fora de seu controle – O homem é visto como um ser, cujo comportamento é um produto de eventos anteriores, cujas causas, estão fora de seu controle, como: condições tecnológicas e econômicas.

14 human action 4. About human action: common interest x self-interest Ação Humana: Ação Humana: a escolha deste segundo componente da visão humana em análise, se dá em função de: Estudos Futuros – que Estudos Futuros devem ser capazes de fazer estimativas adequadas de como as pessoas vão agir em situações não familiares, organização social. – como conseqüência, estes padrões de comportamento vão determinar a forma e o conteúdo da organização social.

15 human action 4. About human action: common interest x self-interest interesse comum: Agindo conforme interesse comum: bem comum – Implica que os efeitos, bem como o resultado das ações do homem são determinadas por considerações do bem comum; maior número de pessoas obter prazerevitar a dor – Mill [33] acredita que uma pessoa deve agir de forma a que assegure o mais alto grau de felicidade para o maior número de pessoas. Nesta visão, o homem se esforça para obter prazer e evitar a dor; prazer espiritual prazer físico – Mill [34] defende que uma menor quantidade de prazer espiritual é melhor do que uma quantidade maior de prazer físico  “It is better to be a human being dissatisfied than a pig satisfied; better to be Socrates dissatisfied than a fool satisfied”[ 35]; deve agir maximize a auto-realização – Sob uma ótica complementar, uma pessoa que deve agir de forma que maximize a auto-realização para o maior número de pessoas; possibilidades de conseqüências: – Para cada ação devem ser levadas em consideração as seguintes possibilidades de conseqüências: boas, más ou sem efeito; interesse comum coletivo interesse próprio – Levanta uma questão: “Qual a diferença entre interesse comum e coletivo interesse próprio?  as ações que se diz ter sido feito, tendo o bem comum em mente?!”

16 human action 4. About human action: common interest x self-interest interesse próprio: Agindo conforme interesse próprio: interesse pessoal – Neste caso, a finalidade, bem como o resultado da ação é baseada no interesse pessoal; auto-preservaçãoluta pelo poder – Hobbes [39], acredita que o homem é um ser essencialmente egoísta e atua sobre o princípio da auto-preservação, ou seja, na luta pelo poder; suas necessidades individuais sejam satisfeitassua vida tão boa quanto possível bem-estarauto-realização – Neste contexto o homem deve agir de forma que as suas necessidades individuais sejam satisfeitas, tornando a sua vida tão boa quanto possível, maximizando seu próprio bem-estar e auto-realização, sem compromisso com ninguém, apenas consigo mesmo; ”Homo Economicus”, racionalcalculista – Neste contexto, o homem é visto como ”Homo Economicus”, o que implica que ele é um ser de pensamento racional e calculista, que age exclusivamente com base nos seus próprios interesses [40]; Homo Economicus Teoria da “Mão invisível” – Smith [41], sustenta que, sob determinadas condições da economia de mercado, o interesse próprio do Homo Economicus, coincide com o interesse comum. Esta é a Teoria da “Mão invisível”; interesse comum coletivo interesse próprio – Sob a questão do “interesse comum e do coletivo interesse próprio”: interesse comum. as ações com a intenção de beneficiar o maior número de pessoas,dentro de todos os grupos, serão chamados de interesse comum. interesse especial. as ações empreendidas para beneficiar um grupo ou coletividade menor, será chamado de interesse especial.

17 ANALYSIS Futures studies as social science: An analytic scheme and a case study

18 5. Long-range planning at Ericsson A Ericsson foi escolhida por ser uma grande organização, que depende de tecnologia para suas operações e tem a capacidade de produzir seus próprios Estudos de Futuro; cenários futuros lucrativas oportunidades de negócio A meta para o Estudo de Planejamento da Ericsson para 2005, que começou em 1995, foi a de criar um número de possíveis cenários futuros que poderiam ser utilizados para identificar, a longo prazo, lucrativas oportunidades de negócio para a organização [42]; Sob esta ótica, o estudo resultou em 3 cenários: 1.Gran Tradizione (GT)  ordem influenciada por uma “sociedade baseada em conflito”; 2.Up and Away (UA)  ordem inspirada na visão de um “consenso social”; 3.Service Mania (SM)  opinião da sociedade, expressa através do equilíbrio entre a “sociedade baseada em conflito” do GT e da ordem inspirada no “consenso social” do UA;

19 Transição Estrutura Organizacional Ericsson 1995 Comunicações via Rádio Comunicações Públicas Negócios de Comunicação e redes ExtrasComponentes Sistemas de Microondas 1997 Sistemas Móveis Sistemas de Informação e comunicação Terminais Tempo Início do Estudo de Futuro 1996 – Conclusão e Implementação do Estudo de Futuro 1997 – Primeiros Resultados

20 6. Analysis of Gran Tradizione (GT) conflitosantagonismos O caráter básico da sociedade é definido por conflitos e antagonismos, em particular no Mundo Ocidental (Europa, E.U.A. e Japão); internacionaldentro de estados-nação afetam os sistemas Eles ocorrem em nível internacional e dentro de estados-nação e, em princípio, afetam os sistemas: político, social, econômicos e culturais de uma sociedade; pontos de acordo e consenso Mesmo assim, há “pontos de acordo e consenso” na ordem social; conseqüências positivas Em alguns casos, conflitos no sistema econômico podem gerar conseqüências positivas para os consumidores; luta por poder e influência Hobbes  Os agentes estão envolvidos numa luta por poder e influência (man as active, self-interest); forçada à passividade pela estrutura social Marx  Classe baixa sócio-econômica, forçada à passividade pela estrutura social (fuga ao entretenimento)[44] p.495 (man as passive); ser criativo influenciar e alterar sua situação conscientemente Por um lado, o homem é descrito como um ser criativo, que pode influenciar e alterar sua situação conscientemente, por ir à greve, por dar prioridade para a família e amigos, e por considerar o meio ambiente.

21 6. Analysis of Gran Tradizione (GT) como se o homem fosse governado por circunstâncias fora de seu controle Por outro lado, estas intenções são muitas vezes interrompidas por fatores exteriores, como: as decisões políticas, econômicas e limitação, que podem ser interpretadas, como se o homem fosse governado por circunstâncias fora de seu controle. dependente do contexto aspecto geográfico A visão do homem parece, então, ser dependente do contexto no qual está inserido, tornando relevante o aspecto geográfico envolvido; proteção ambiental crescimento econômico interesse comum interesse próprio Mundo Ocidental  pessoas tendem a priorizar proteção ambiental em a despeito do crescimento econômico. Ações de interesse comum (meio-ambiente) e de interesse próprio (família, grupos jovens) ; comercialismo crescimento econômico sustentado interesse próprioconsumidoras de bens e serviços; Países prósperos da Ásia  população alimenta “comercialismo“ e se esforça no sentido de um crescimento econômico sustentado. Ações de interesse próprio, consumidoras de bens e serviços;

22 Contexto geográfico da Análise GT

23 7. Analysis of Up and Away (UA) CenárioSimilaridadesDiferenças GT 1.Idéia de concorrência internacional, no Mundo Ocidental, particularmente na indústria de telecomunicações; 2.Mesmo que conflitos dominem a área econômica, exemplos simultâneos de cooperação entre companhias nesta linha de negócios não são incomuns; 3.Existência de uma consciência social e política, a respeito de problemas globais, como: pobreza, crimes e ambiente; 4.Concordância a respeito de um número de valores comuns; 5.Homem descrito como maior consumidor de bens e serviços; 1.Sociedade caracterizada por: conflito e instabilidade; 2.Cooperação menos profunda entre companhias, no caso de conflitos na área econômica; 3.Problemas globais são parte central da visão da sociedade; 4.Valores comuns: família e natureza; 5.Maior consumo ocorre entre população dos países Asiáticos prósperos; 6.Natureza Humana: ativo, por vezes forçado à passividade pela estrutura social; 7.Ação Humana: depende do contexto e situação; UA 1.Sociedade caracterizada por: consenso e estabilidade; 2.Cooperação menos profunda entre companhias, no caso de conflitos na área econômica; 3.Problemas são mencionados quase como um dever, sem ser dada qualquer maior importância para o caráter básico da sociedade; 4.Valores comuns: espírito empreendedor, abertura à mudanças e curiosidade; 5.Sociedade pode ser vista como um organismo, um sistema de auto- regulação, em que várias partes colaboram na missão do todo; 6.Maior consumo ocorre em geral, principalmente entre população do Mundo Ocidental; 7.Natureza Humana: atitudes ativa e passiva; 8.Ação Humana: fortemente influenciada pelo próprio interesse. Futurenet será controlada pelos Usuários. Grande Instituições Educacionais colocarão seus Cursos na Net (difundir conhecimento e pretensão de atrair mais estudantes). [Escopo amplo]

24 8. Analysis of Service Mania (SM) CenárioSimilaridadesDiferenças GT 1.Idéia de competição, luta e conflito entre o Sistema Econômico na sociedade, principalmente no Mundo Ocidental e em alguns países da Ásia [62]; 2.Exemplos de cooperação entre companhias [63]; 3.Existência de valores comuns que caracterizam as visões de sociedade; 1.Sociedade caracterizada por: conflito se contrastes; 2.Valores comuns: família e natureza; 3.Ação Humana: depende do contexto e situação; 4.Natureza Humana: ativo, por vezes forçado à passividade pela estrutura social; SM 1.Sociedade caracterizada por: um meio-termo entre GT e UA, através de um consenso político e social, particularmente no Mundo Ocidental e em partes da Ásia; 2.Valores comuns: demanda por bons serviços, alta consciência moral e foco na família; 3.Ação Humana: definida pelo interesse próprio, mas com conseqüências potencialmente positivas para outras pessoas, principalmente no que se refere ao funcionamento da economia de mercado (favorecendo interesses especiais). Redução da jornada de trabalho: mais tempo livre; 4.Natureza Humana: ativo e passivo, variando de acordo com o contexto e a situação;

25 CONCLUSIONS AND DISCUSSION Futures studies as social science: An analytic scheme and a case study

26 9. Conclusions and discussion Pontos FortesPontos Fracos 1.Estudos realizados em vários cenários que expressam visões complementares de Futuro; 2.O Estudo de Futuro da Ericsson fez uso consciente da visão da sociedade e, claro, havia três cenários de futuro. 3.Eles eram claramente distinguíveis uns dos outros. 4.O ponto de vista da sociedade foi um elemento central na determinação de qual tipo de técnica seria dominante na respectiva visão de futuro. 5.Estudos possuem uma teórica fundamentação clara; 1.Precisa demarcar claramente onde os diferentes níveis de sociedade começam e terminam; 2.As visões de sociedade estão estreitamente relacionadas com os pontos de vista do homem; 3.Os estudos não deixam claro se as causas do conflito estavam relacionadas com a sociedade ou com o indivíduo; 4.Pode-se distinguir perfeitamente as hipóteses sobre natureza e ação humana, mas o gap entre elas é muito amplo; 5.Do estudo houve uma falta de consciência de tal dimensão, caso contrário, teria, provavelmente, especificada e variados os seus pressupostos básicos sobre o homem; 6.Todos são iguais perante a análise (todas as pessoas são consumidores em potencial)  Teria sido interessante abordar o homem, com os diferentes perfis que possui na sociedade (funcionário, empresário, político, industrial, etc.)

27 9. Conclusions and discussion possui profundidade adequada O estudo mostra que o método aplicado foi satisfatório no processo de análise, e possui profundidade adequada, em relação a eficiência desejada. pertinentesuficiente Este trabalho tem mostrado que o método analítico é pertinente e suficiente para compreender e descrever o conteúdo e a orientação de futuros estudos. ferramenta útil Este tipo de análise pode mesmo ser usada como uma ferramenta útil na produção de visões futuras; papel positivo Ele também podem desempenhar um papel positivo na educação das pessoas que estão aprendendo a fazer estudos de futuros estudos como apoio ao planejamento.

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