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Durante a evolução dos metazoários, surgiram dois sistemas de integração para coordenar as funções de vários órgãos especializados que apareceram nestes.

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3 Durante a evolução dos metazoários, surgiram dois sistemas de integração para coordenar as funções de vários órgãos especializados que apareceram nestes animais: os sistemas nervoso e endócrino. O tecido nervoso acha-se distribuído pelo organismo, formando uma grande rede de comunicações, sendo necessário seu conhecimento para compreensão de outros sistemas orgânicos. O conhecimento do sistema nervoso autônomo (SNA) é essencial para entender o controle reflexo de muitas funções mais críticas do organismo. Do mesmo modo, o conhecimento da barreira hematoencefálica e do sistema do líquido cerebroespinhal é fundamental para compreender a homeostase do sistema nervoso central (SNC). Introdu ç ão

4 Resumo das funções básicas Função Integradora Coordenação das funções do vários órgãos ( contração e secreção) Função SensorialSensações em geral e especiais. Função Motora Contrações musculares voluntárias ou reflexas. Função Adaptativa Adaptação do animal ao meio ambiente (sudorese, respiração) Introdu ç ão

5 DIVISÕES DO SISTEMA NERVOSO SOB O PONTO DE VISTA ANATÔMICO Sistema Nervoso Central Encéfalo Cérebro Cerebelo Tronco encefálico Mesencéfalo Ponte Bulbo Medula espinhal Sistema nervoso periférico nervos (espinhais e cranianos) gânglios terminações nervosa

6 Introdu ç ão DIVISÕES DO SISTEMA NERVOSO SOB O PONTO DE VISTA FISIOLÓGICO Sistema nervoso Somático aferente (sensitivo) eferente (motor) Sistema nervoso visceral aferente (sensitivo) eferente (motor) (SNA) Simpático Parassimpático

7 Introdu ç ão DIVISÕES DO SISTEMA NERVOSO SOB O PONTO DE VISTA EMBRIOLÓGICO Prosencéfalo Telencéfalo DiencéfaloTálamo Hipotálamo Cérebro córtex cerebral, núcleos da base, sistema límbico, rinencéfalo Mesencéfalotectum, tegumento e pedúnculos cerebrais Rombencéfalo MetencéfaloCerebelo Ponte MielencéfaloBulbo

8 O sistema nervoso somático aferente e eferente é também chamado de sistema nervoso de vida de relação, pois permite que o animal se relacione com o meio ambiente com atitudes voluntárias. Relaciona o organismo com o ambiente através dos receptores que informam,pelas vias aferentes, as condições externas e o sistema eferente em resposta, envia mensagens para os músculos esqueléticos determinando movimentos voluntários. Introdu ç ão CONSIDERAÇÕES SOBRE A DIVISÃO NO ASPECTO FISIOLÓGICO

9 O sistema nervoso visceral é também chamado de sistema nervoso de vida vegetativa, pois está relacionado com a constância do meio interno e corresponde a atitudes involuntárias. É responsável pela inervação e controle das estruturas viscerais, garantindo a constância do meio interno. O seu componente AFERENTE conduz impulsos nervosos originários dos receptores (visceroceptores) e áreas específicas do sistema nervoso. E o componente EFERENTE leva impulsos originados no centro nervoso até as glândulas, músculo liso e cardíaco. Introdu ç ão CONSIDERAÇÕES SOBRE A DIVISÃO NO ASPECTO FISIOLÓGICO

10 NEURÔNIO ou CÉLULA NERVOSA Unidade funcional, anatômica e estrutural do sistema nervoso. Consiste em quatro regiões distintas: corpo celular ou pericário: ( núcleo + citoplasma + organelas) dendritos: conduz os impulsos nervosos em direção ao corpo celular. axônio: conduz os impulsos nervosos a partir do corpo celular. terminal pré-sináptico (telodendro): contém vesículas com os neurotrasmissores. TIPOS CELULARES

11 Quanto à morfologia: BIPOLAR MULTIPOLAR PSEUDO-UNIPOLAR TIPOS BÁSICOS DE NEURÔNIOS:

12 Quanto à posição: NEURÔNIO AFERENTE: Responsável por levar informações da superfície do corpo para o interior. Relaciona o meio interno com o meio externo. NEURÔNIO EFERENTE: Conduzir o impulso nervoso do SNC ao efetuador (músculo ou glândula). NEURÔNIO INTERNUNCIAL OU DE ASSOCIAÇÃO: Faz a união entre os dois tipos anteriores e o corpo celular deste estará sempre dentro do SNC.

13 Quanto à velocidade de condução em: TIPO A (Alfa. Beta ou Gama) - Grande calibre mielinizadas. TIPO B = Médio calibre - pré-ganglionares do SNA. TIPO C = Pequeno calibre - pós-ganglionares do SNA. TIPOS BÁSICOS DE NEURÔNIOS: Alfa (α)proprioceptores dos músculos esqueléticos Beta (β)mecanorreceptores da pele Gama (γ)dor e frio Os RECEPTORES ALFA SÃO ESTIMULATÓRIOS (exceção para o músculo liso do intestino) e o BETA SÃO INIBIDORES (exceção para o músculo cardíaco) A EPINEFRINA E NOR-EPINEFRINA AGEM EM AMBOS OS RECEPTORES ( alfa e beta), mas os efeitos mais potentes da epinefrina são sobre os Alfas e da nor-epinefrina sobre os Betas.

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15 Sistema responsável pelo controle das funções viscerais como pressão arterial, motilidade do trato gastrointestinal, vesical e sudorese. Organização do sistema nervoso autônomo: este sistema é regulado por centros medulares, pelos núcleos do tronco encefálico como também pelo hipotálamo. Anatomicamente fazemos a distinção de três sistemas que compõe o sistema nervoso autônomo: SIMPÁTICO PARASSIMPÁTICO E ENTÉRICO. SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO

16 Conta com uma cadeia de gânglios simpáticos paravertebrais situadas bilateralmente ao lado da coluna vertebral torácica e lombar. Os neurônos pré-ganglionares, isto é, aqueles que interligam a medula espinhal com o gânglio nervoso, é curto, eferindo do corno lateral do H medular. As fibras pós-ganglionares, aquelas que partem dos gânglios, são longas atingindo os órgãos alvo do sistema nervoso autônomo simpático. SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO SIMPÁTICO

17 As fibras pré-ganglionares simpáticas FAZEM SINAPSES NUM GÂNGLIO NERVOSO LIBERANDO ACETILCOLINA (ACH), ATUANDO SOBRE RECEPTORES NICOTÍNICOS. Já as FIBRAS PÓS-GANGLIONARES SIMPÁTICAS FAZEM SINAPSES COM OS ÓRGÃOS ALVO COM LIBERAÇÃO DE NORADRENALINA E OU ADRENALINA, ATUANDO SOBRE RECEPTORES ADRENÉRGICOS ALPHA (α) E OU BETA (β), DEPENDENDO DO TECIDO ENVOLVIDO. SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO SIMPÁTICO

18 Apesar dessas considerações, há exceções: As fibras que inervam as glândulas sudoríparas fazem sinapses ganglionares e terminais (nos órgãos alvo) mediadas por ACh. Outra exceção as considerações anteriores é a inervação da glândula supra-renal: há fibras pré-ganglionares curtas liberando ACh porém não há sinapse ganglionar nervosa típica, a própria glândula supra-renal atua como gânglio nervoso com produção e liberação de catecolaminas. SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO SIMPÁTICO

19 Anatomicamente o sistema nervoso autônomo parassimpático situa-se na porção cranial e caudal da coluna vertebral. Geralmente as fibras pré-ganglionares são longas (contrário ao SNA Simpático) e as fibras pós-ganglionares são curtas já que os gânglios nervosos, neste sistema, situam-se próximos ao tecido alvo. A MAIOR PARTE DAS FIBRAS (75%) DO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO PARASSIMPÁTICO SÃO PROVENIENTES DO NERVO VAGO. SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO Sistema Nervoso Autônomo Parassimpático

20 Outros pares de nervos cranianos deixam o sistema nervoso compondo o sistema parassimpático: III (nervo óculomotor), VII (nervo facial) e IX (nervo glossofaríngeo). Os receptores ganglionares, a exemplo do sistema nervoso autônomo simpático, são colinérgicos nicotínicos enquanto que nas terminações (órgãos alvo) os receptores são muscarínicos (subdivididos ainda em diversos tipos, dependendo do órgão envolvido). SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO Sistema Nervoso Autônomo Parassimpático

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24 Efeitos do SNA Estimulação simpática Estimulação parassimpática Glândulas gastrointestinais vasoconstrição Estimulação de secreção Glândulas sudoríparassudaçãoNenhum Rim Diminuição da produção de urina Nenhum Ato sexual masculinoEjaculaçãoEreção Glicose sangüíneaAumentoNenhum Metabolismo basal Aumento em até 50% Nenhum Atividade mentalAumentoNenhum Secreção da medula supra-renal (adrenalina) AumentoNenhum Fígado Liberação de glicose Nenhum

25 SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO Efeitos do SNA Olho Estimulação simpática Estimulação parassimpática PupilaDilatadaContraída Músculo ciliar nenhumExcitado Efeitos do SNA Bexiga Estimulação simpática Estimulação parassimpática CorpoInibiçãoExcitação EsfíncterExcitaçãoInibição

26 Efeitos do SNA Coração: Estimulação simpática Estimulação parassimpática Músculo (miocárdio) Atividade aumentada Diminuição da atividade CoronáriasVasodilataçãoConstrição Efeitos do SNA Vasos sanguíneos sistêmicos: Estimulação simpática Estimulação parassimpática AbdominalConstriçãoNenhum MúsculoDilataçãoNenhum Pele Constrição ou dilatação Nenhum SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO

27 Efeitos do SNA Pulmões Estimulação simpática Estimulação parassimpática BrônquiosDilataçãoConstrição Vasos sangüíneos Constrição moderada Nenhum Efeitos do SNA Tubo digestivo Estimulação simpática Estimulação parassimpática Luz Diminuição do tônus e da peristalse Aumento do tônus e do peristaltismo Esfíncteres Aumento do tônus Diminuição do tônus SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO

28 As fibras simp á ticas e parassimp á ticas apresentam uma dilata ç ão bulbosa denominada varicosidades contendo ves í culas de noradrenalina e acetilcolina. O aumento da permeabilidade aos í ons c á lcio permite difusão do neurotransmissor para o interior do neurônio. SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO Secre ç ão e Remo ç ão dos Neurotransmissores

29 A maior parte da síntese ocorre no axoplasma. A acetil-CoA une- se à colina na presença da enzima colina acetiltransferase. Na fenda sináptica ocorrerá remoção do neurotransmissor por difusão, por recaptação pelas vesículas ou pela degradação enzimática (acetilcolinesterase – AChE). SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO S í ntese de ACh: acetil-CoA une-se à colina na presença da enzima colina acetiltransferase. remoção do neurotransmissor por difusão, por recaptação pelas vesículas ou pela degradação enzimática (acetilcolinesterase – AChE).

30 Inicia-se no axoplasma sendo completada nas ves í culas presentes nas termina ç ões sin á pticas. Diversas enzimas participam desta s í ntese: tirosina hidroxilase (converte a tirosina em DOPA), DOPA descarboxilase (converte DOPA em Dopamina), dopamina beta-hidroxilase (converte dopamina em noradrenalina) e, finalmente, a feniletanolamina n-metil transferase (converte a noradrenalina em adrenalina – sendo esta conversão exclusiva da medula da glândula supra-renal). SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO S í ntese de Noradrenalina: TirosinaDOPA tirosina hidroxilase Dopamina DOPA descarboxilase Noradrenalina dopamina beta-hidroxilase Na Supra-renal feniletanolamina n-metil transferase Adrenalina

31 - A remo ç ão de NORADRENALINA na fenda tamb é m ocorre por difusão, recapta ç ão pela ves í culas ou ainda pelas enzimas (MAO - monoaminoxidase e COMT- catecol ortometil tranferase). SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO Ação da MAO e COMT

32 Alpha 1 (α1): vasoconstrição, midríase, glicogenólise hepática, relaxamento da musculatura lisa do trato gastrointestinal, secreção salivar espessa, secreção de suor nas extremidades (suor frio). Os receptores α 1 existem, em grande quantidade, na musculatura lisa das arteríolas. A noradrenalina, ao se ligar aos receptores α 1 das arteríolas, produz vasoconstrição, fazendo com que exista uma tendência ao aumento de pressão arterial. Quando o indivíduo é hipertenso, deve-se dar o antagonista do receptor α 1, um vasodilatador, como o Prasozin, por exemplo, pois este é um bloqueador de α 1. Ele inibe, por competitividade, o receptor, pois realiza a ligação, mas não provoca o efeito vasoconstritor (noradrenalina). SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO Atividade Fisiológica dos Receptores Autonômicos

33 Alpha 2 (α2): inibem a liberação do neurotransmissor, atuando como um mecanismo de feedback negativo. Controlam a liberação de insulina pelo pâncreas endócrino. O receptor α 2 é conhecido como receptor pré-ganglionar, e também recebe o nome de auto-receptor (quando a noradrenalina, por exemplo, se liga ao receptor α 2, ele inibe a função da noradrenalina, modulando uma resposta como uma alça reflexa – retro-alimentação negativa). SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO Atividade Fisiológica dos Receptores Autonômicos

34 Beta 1 (β1): taquicardia, lipólise e relaxamento da musculatura lisa do trato gastrointestinal. Os receptores β 1, normalmente se localizam no coração, e têm influência direta no aumento da freqüência cardíaca e no aumento do inotropismo. Essa estimulação β 1 é cronotrópica positiva, ou seja, aumenta a freqüência cardíaca, e tem um efeito inotrópico positivo, ou seja, aumenta a força de contração, aumentando a velocidade de liberação e recaptação de cálcio no sistema cardíaco. SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO Atividade Fisiológica dos Receptores Autonômicos

35 Beta 2 (β2): vasodilatação, broncodilatação, relaxamento da musculatura lisa do trato gastrointestinal e glicogenólise hepática. Os receptores β 2 se localizam, fundamentalmente, na musculatura lisa das vias aéreas. Essas características podem demonstrar como os efeitos podem ser completamente diferentes. Os receptores β 1 aumentam a força de contração do miocárdio, ao passo que a estimulação β 2 relaxa a musculatura lisa brônquica e bronquiolar. Beta 3 (β3): lipólise. SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO Atividade Fisiológica dos Receptores Autonômicos

36 O tônus basal simpático contínuo: Adrenalina: 0,2µg/Kg/min Noradrenalina: 0,05µg/Kg/min SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO Atividade Fisiológica dos Receptores Autonômicos

37 Reflexo Barorreceptor: presentes no arco aórtico e no seio carotídeo, controlam a pressão arterial pela distensão vascular nessas regiões. Regulam a freqüência cardíaca e a pressão arterial. Reflexo Gastrointestinal: a salivação promove o aumento da secreção de colecistocinina (CCK) bem como de suco gástrico e entérico. Reflexo Vesical. Reflexo Sexual. SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO Reflexos Autonômicos

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39 Nos plexos mioentérico e submucoso, alguns neurônios são inervados por fibras nervosas simpáticas provenientes da cadeia paravertebral e dos gânglios colaterais como também por fibras nervosas parassimpáticas dos nervos vago ou pélvico esplâncnico; outros neurônios são independentes da regulação autonômica. As fibras nervosas neuropeptidérgicas intrínsecas e pós- ganglionares autônomas suprem com inervação macrófagos, linfócitos T, plasmócitos e outras células do sistema imunológico. Isso fornece uma rede reguladora que modula as defesas do trato gastrointestinal e a reação imune do tecido linfóide associado ao intestino (GALT). SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO Sistema Nervoso Autônomo Entérico

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41 O SNAI é representado por circuitos envolvidos na modula ç ão da intensidade do sistema imunol ó gico. H á participa ç ão tanto do sistema nervoso autônomo simp á tico como tamb é m do parassimp á tico. Devemos lembrar que o hipot á lamo regula as diversas fun ç ões neurovegetativas incluindo tamb é m a intensidade da resposta inflamat ó ria. SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO Sistema Nervoso Autônomo Imunológico

42 Na medula óssea e no timo as fibras simpáticas modulam a proliferação celular, a diferenciação e a mobilização. No baço e nos linfonodos, as fibras simpáticas modulam a reação inata imunológica e a magnitude do tempo das respostas imunológicas adquiridas, particularmente a escolha da resposta imune celular (Th1) e ou resposta imune humoral (Th2). As fibras autonômicas regulam também as respostas inflamatórias no tecido linfóide associado à mucosa do intestino (GALT – placas de peyer) e dos brônquios (BALT) bem como da pele. A inervação ampla neuropeptidérgica esta presente no parênquima dos órgãos linfóides. Os nervos simpáticos pós- ganglionares também suprem hepatócitos e adipócitos SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO Sistema Nervoso Autônomo Imunológico

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