A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da FMABC Disciplina de Ginecologia – Prof. Dr. César Eduardo Fernandes Carolina Keese R1 Rafael Belfort R2 Rafael.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da FMABC Disciplina de Ginecologia – Prof. Dr. César Eduardo Fernandes Carolina Keese R1 Rafael Belfort R2 Rafael."— Transcrição da apresentação:

1 Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da FMABC Disciplina de Ginecologia – Prof. Dr. César Eduardo Fernandes Carolina Keese R1 Rafael Belfort R2 Rafael Costa Hime R3

2 Rafael Hime - R3 Orientadora: Prof. Dra. Lúcia Helena de Azevedo Titular : Prof. Dr. César Eduardo Fernandes

3  Climateric – 2012  Journal of the International Menopause Society  Fundada em 1998  Fator de impacto: 1986  Referências: 81 ( )

4  Howard N. Hodis  Diretor da Unidade de pesquisa em aterosclerose  Keck School of Medicine, University of Southern California.  Fundada em 1885  Mais de 7000 alunos  102 publicações: aterosclerose, TH, HIV.  Sem conflitos de interesse

5  Antes dos 60 anos  Até 10 anos de menopausa  Terapia Hormonal por 6 anos ou mais

6  WHI  Diminuição na mortalidade e nas doenças cardiovasculares com uso da TH em mulheres na “janela de oportunidade”  HERS  Mulheres com doenças cardiovasculares  Não houve fator protetor com uso da TH  ERA  Mulheres com aterosclerose  TH não reduziu a progressão da doença Hsia J, et al. Arch Intern Med. 2006; 166: Hulley S, et al. JAMA. 1998;280: Herrington DM. N Engl J Med. 2000;343:

7  EPAT  Aterosclerose subclínica  Redução na progressão em pós menopausadas saudáveis  Mulheres mais jovens que HERS e ERA  Tempos de menopausa menor que 10 anos Hodis HN, et al. Ann Intern Med. 2001; 135:

8  Metanálise com 23 trabalhos com TH  Todas idades: sem significância  <60 anos ou <10 anos de menopausa: positivo  Similar a estudos observacionais  DOPS  Mulheres com 50 anos e 7 meses de menopausa  Uso de 17B Estradiol +ac noretisterona  Resultados semelhante a metanálise e WHI Salpeter SR., et al. J Gen Intern Med. 2006; 21: LaCroix AZ, et al. JAMA,. 2011; 305:

9  RUTH  Uso de raloxifeno (SERMS)  Mulheres com menos de 60 anos x placebo com redução de 41% nas doenças cardiovasculares e mortalidade  WISH  Uso de isoflavonas  Progressão de aterosclerose subclínica  Houve redução na evolução Collins P, et al. Circulation. 2009; 119: Hodis HN, et al. Stroke. 2011; 42:

10  Redução de lípídios e uso de aspirina não encontrou diminuição nas doenças cardiovasculares nem na mortalidade  Uso de estatinas:  Estudo JUPITER  Beneficio no uso de rosuvastatina em homens não demostrado em mulheres  Metanálise  Inclui o estudo JUPITER  Estatinas não reduzem risco cardiovascular nem mortalidade Brugts JJ, et al. BMJ. 2009; 338:b2376 Mora S, et al. Circulation. 2010; 121:

11  Câncer de Mama/AVC/TEP  Ocorrência rara e ainda menor se uso da TH na janela de oportunidade  Estatinas aumenta risco para Ca de mama em algum trabalhos  TH não aumenta risco de Ca de mama  Uso de estatina aumenta risco de diabetes melitus, já TH diminui. Hodis HN, et al. N Engl J Med. 2003; 349: Mora S, et al. Circulation. 2010; 121: Hodis HN, et al. Clinical Obstetrics and Gynecology. 2008; 51:

12  ELITE  Estudo para comprovação da “Timing Hypothesis”  Mulheres sem doença cardiovascular, 6-10 anos de menopausa, com uso de estradiol x placebo  Medida da carótida e déficit cognitivo  KEEPS  Mulheres 6-36 meses de menopausa randomizadas com uso de estrogenio equino conjugado, estradiol transdérmico e placebo  Medida da carótida e déficit cognitivo

13  Doença cardiovascular e mortalidade  Tempo de menopausa: até 10 anos  Idade: < 60 anos  Tempo de tratamento: 6 ou mais anos  Inicio da TH antes da lesão endotelial

14  Climateric – 2012  Journal of the International Menopause Society  Fundada em 1998  Fator de impacto: 1986  Referências: 29 ( )

15  V.M.Kuba  Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinolofia Luiz Capriglione – IEDE, Rio de Janeiro, Brasil

16  Diidrogesterona diminui beneficios cardiovasculares do estradiol?

17  Previnem hiperplasia endometrial na TH  Diminuiem efeito favorável do estradiol no perfil lipidico  Perfil Androgênico: Levonorgestrel/Noretindrona  Diidrogesterona  Semelhante a progesterona endógena  Livre de efeitos androgênicos/ anabólicos Foster RH, et al. Drugs Aging. 1997; 11:309-32

18  Principais fatores de risco cardiovascular  Escore atribuido a diferentes fatores de risco: sexo, idade, diabetes, tabagismo, pressão arterial, colesterol e HDL, que somado apresenta risco de doença cardiovascular e morte Reissigová J, et al. Cent Eur J Public Health. 2005;13:180-6

19

20  Estudo longitudinal Retrospectivo no Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia  Julho de 2007 a Agosto de 2008

21 acompanhados por 2 anos 41*41**41*** 190 exluidos (sem seguimento por 2 anos) 9 fumantes excluidos *Pacientes histerectomizadas usando 17B Estradiol percutâneo **Paciente com útero usando 17B Estradiol + didrosgesterona (por 12 dias ao mês) ***Pacientes menopausadas sem uso de TH

22  Grupo placebo tinham maior sobrepeso, porém não houve alteração no peso ao fim do estudo em nenhum grupo  Grupos semelhantes de acordo com fatores de risco (grupo controle com menor média de idade).  Diminuição da pressão arterial no grupo 1 e 2, não observada no grupo 3  Sem alteração no HDL e diminuição no LDL nos grupos 1 e 2 não observada no grupo 3  Colesterol total em menores níveis nos grupos 1 e 2, sem diferença entre grupos

23  Glicemia semelhante em todos os grupos inicialmente, com redução no grupo 2 ao longo do estudo  Sem diferença nos niveis de triglicerideos nem na relação TAG/HDL  Framingham: igual entre os 3 grupos, com diminuição ao longo do estudo no grupo 2

24  Estudos WHI e HERS  Estrogenios equinos conjugados e ac de medroxiprogesterona  Porque diminui risco cardiovascular?  Progestagênio?  Via de administração do estrogênio?  Diminuição da pressão arterial  Diminuição da angiotensina pelo estrogênio  Resistência a insulina  Diminuição dos níveis glicemicos  Não foi pesquisada no estudo  Foi usado relação de trigliceridos/HDL como estimativa de resistencia a insulina  Sem redução neste índice Anderson GL, et al. Clin Trials. 2007;4: Graff-Iversen S, et al. Eur J Cardiovascular Prev Rehabil. 2008;15:83-8

25  Alteração do perfil lipidico  Hipoestrogenismo com diminuição de receptores hepaticos e alta atividade de lipoproteina lipase favorecendo acumulo de LDL e IDL  TH reestrutura transporte de colesterol, favorecendo aumento de HDL Haines CJ,et al. Maturitas. 1995;22:219-25

26  Houve benefício no uso de estradiol percutâneo isolado com redução do risco cardiovascular  No grupo em uso de 17B estradiol+didrogesterona houve maior redução do risco cardiovascular, com alteração no score de Framingham, demostrando possível efeito adjuvante do progestagênio

27  Trabalho nacional  Amostra de centro de endocrinologia  Perda da amostra  Uso de estradiol transdérmico  Não tem primeira passagem hepática  Menos impacto na pressão arterial  Menor alteração em fatores de coagulação  Melhora de perfil lipidico menor que via oral  Redução do Score de Framingham apenas no grupo com uso de progestagênio.

28  É a principal causa de morte;  Importante causa de incapacitação;  Elevação dos custos com a saúde;  Aterosclerose: - curso insidioso, - detecção com sintomas;  Morte, infarto ou AVC: - freqüentemente ocorrem antes que qualquer medida possa ser instituida - medidas terapêuticas posteriores são muitas vezes inaplicáveis ou paliativas;  A incidência: - forte influência das mudanças do estilo de vida e de fatores fisiológicos modificáveis;  As modificações dos fatores de risco mostram inequívocas diminuições da mortalidade e morbidade. European Heart Journal, 2003,24,

29 Mortalidade em Mulheres (EUA, 1996) Mortalidade em Mulheres (EUA, 1996) BrancasNegrasDCCAVC Câncer de pulmão mama por habitantes American Heart Association, 1999.

30 Doença Coronariana na Mulher l Infarto do miocárdio silencioso: 36% das mortes por DCC l Mortalidade no primeiro ano após o infarto mulheres (45%) X homens (25%) mulheres (45%) X homens (25%) l Decréscimo na mortalidade homens (30%) X mulheres (20%) homens (30%) X mulheres (20%) American Heart Association, 2002.

31 Doença Cardiovascular (Brasil, 1998) Principal causa de morte acima dos 35 anos Principal causa de morte acima dos 35 anos 31% do total de mortes em mulheres 31% do total de mortes em mulheres AVC e DCC AVC e DCC Redução da mortalidade por DCC ( ) Redução da mortalidade por DCC ( ) 12,7% nos homens 11,6% nas mulheres 11,6% nas mulheres DATASUS - Ministério da Saúde.

32  Fatores de risco comportamentais  Nutrição  Atividade física  Tabagismo  Outros fatores de risco  Sobrepeso e obesidade  Pressão Arterial  Lipídeos plasmáticos  Diabetes  Síndromes metabólicas  Medicamentos profiláticos  Aspirina, betabloqueadores,anticoagulantes, etc (de acordo com as anormalidades presentes)


Carregar ppt "Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da FMABC Disciplina de Ginecologia – Prof. Dr. César Eduardo Fernandes Carolina Keese R1 Rafael Belfort R2 Rafael."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google