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Capítulo Dezessete Produção Global e Gestão da rede de Fornecimentos.

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1 Capítulo Dezessete Produção Global e Gestão da rede de Fornecimentos

2 Para descrever dimensões diferentes da estratégia global da Produção. Examinar os elementos de fornecimentos globais e a sua Gestão. Mostrar como a qualidade afecta a corrente de fornecimento global. Ilustrar como as redes de fornecimentos de fornecedores funcionam. Explicar como a gestão de inventários é a chave principal da rede de fornecimento global. Apresentar diferentes alternativas para transportar os produtos ao longo da rede de fornecimentos dos fornecedores para os clientes. 17-2

3 Gestão da rede de fornecimentos: a coordenação de materiais, da informação e fundos desde o fornecedor de matérias primas ao cliente final. Logística (gestão de materiais): é a parte do processo da rede de fornecimento responsável pelo planeamento, implementação e controlo da eficiência e, também, da armazenagem eficiente da entrada de bens. Relaciona a informação do seu ponto de origem até ao seu ponto de consumo, a fim de conhecer as exigências dos seu clientes. A rede de fornecimentos é bastante abrangida; Quanto maior for a proporção da empresa, maior é a dificuldade de controlar a rede de fornecimento. 17-3

4 17-4 Ambiente Operacional Factores Físicos e Sociais Operações Objectivos Estratégia Ambiente Competitivo Meios Modos Funções Alternativas Operacionais Marketing Exportação e Importação Produção e Gestão da Cadeia de valor Global Contabilidade e Taxas Finanças Recursos Humanos

5 Rede Global de Fornecimento: Ligação dos fornecedores com os clientes, esclarecendo cada etapa do processo entre as matérias primas e o bem ou serviço dado ao consumidor final. O sucesso da estratégia global da produção depende: compatibilidade configuração coordenação Controlo Os Fornecedores podem fazer parte da estrutura da organização vertical da empresa ou podem ser independentes, organizações externas 17-5

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7 Compatibilidade: no contexto da estratégia de produção, consiste no grau de consistência entre as decisões directas no investimento estrangeiro e a sua estratégia competitiva. Produção no estrangeiro: Actividades de Produção que ocorrem nas instalações da empresa fora das fronteiras do seu país de origem, isto é, investimento directo no estrangeiro feito especificamente com a finalidade de servir o mercado doméstico de uma empresa. Maquilaora: Uma operação originalmente desenvolvida entre os E.U.A. e o México onde os componentes são enviados do México para os E.U.A. sem custos de taxas, são montados nos E.U.A. e enviados novamente para o país de origem sob a forma de produto acabado. 17-7

8 Minimização de Custos e a movimentação para a globalização forçam as multinacionais a perseguirem economias de escalas em termos de produção, frequentemente produzindo em países com custos de mão de obra muito baixos. As variáveis chaves de decisão incluem: eficiência/custo: custos reduzidos de produção dependência: o grau de confiança dos produtos da empresa, do seu serviço de entrega e da garantia do preço qualidade: confiança na qualidade, nível de serviços, velocidade de entrega, provisões de manutenção. flexibilidade: a habilidade para fazer modelos diferentes e tipos diferentes de produtos e de ajustar o volume de inovação em relação á procura. inovação: a habilidade de desenvolver e manter uma lógica tecnológica. 17-8

9 As três configurações básicas que as Multinacionais consideram no curso para o desenvolvimento da sua estratégia global de produção são: Produção centralizada num único país (aproximação global da exportação) Produção regional em regiões específicas (aproximação regional do marketing e produção regional) Produção local nos países onde estão inseridos no mercado (uma aproximação do marketing e produção multidoméstico) Racionalização representa a especialização da produção do produto ou processa em diferentes partes do mundo de forma a obter vantagens nos custos de mão de obra, no capital e nas matérias primas. 17-9

10 Coordenação: a ligação e integração dos participantes e actividades existentes na rede de fornecimentos (global) transforma num sistema unificado Controlo: aceita sistemas tais como organizações estruturadas e o seu desempenho está empenhado para ajudar e assegurar as estratégias que estão a ser executadas, monitorizadas e revistas. Também serve para medir o desempenho 17-10

11 Uma estratégia (global) detalhada da rede de fornecimento deve incluir os seguintes elementos: Exigências do cliente ao serviço Processos do negócio Implementação de um desenho Sistema de informação de uma rede de distribuição Projecto organizacional e Gestão do inventário exigências de treinamento outsourcing e relação logística Objectivos do desempenho com outras empresas Medida de desempenho relacionamento entre o cliente chave e o fornecedor A Gestão da rede de fornecimento global inclui e integra participantes e actividades que se encontra dentro e além da empresa na questão do melhoramento da satisfação do cliente

12 Intercâmbio de dados electrónicos: o movimento electrónico do dinheiro e da informação através dos computadores e das telecomunicações possibilita uma comunicação eficaz com os fornecedores, com intermediários realça cada vez mais o valor para o cliente. Planeamento dos recursos da empresa: o uso de programas de fluxos de informação das diferentes partes do negócio e das diferentes partes do mundo. E-comércio: o uso da internet para ligar os fornecedores com as empresas e as empresas com os clientes 17-12

13 A extranet: o uso da internet para a ligação de uma organização com os seus círculos externos Troca confidencial de tecnologia: um modelo em linha de colaboração que traz para os fornecedores, distribuidores, revendedores e clientes um forma de criar transacções de comércio e partilhar informação a respeito da produção, disponibilidade, etc. Enquanto muitas redes podem ser controladas pela internet, outros não podem devido à falta de tecnologia

14 Qualidade: conforme as especificações, do valor, da aptidão para o uso, do suporte pós-venda e da imagem do produto Nível da qualidade aceitável: a razão que permita que o nível de tolerância em relação aos defeitos podem ser corrigidos através das garantias e do seu serviço Defeitos Zero: uma ideia aperfeiçoada pelos fabricantes japoneses que recusaram tolerar qualquer tipo de defeitos Kaizen: o processo japonês de melhoria contínua, que requer identificar os problemas e a contratações de colaboradores de todos os níveis da organização para ajudar a eliminar os problemas 17-14

15 Gestão da qualidade total: um processo cujo objectivo será eliminar todos os defeitos A Gestão da qualidade total força três princípios básicos e focaliza em eliminar todos o s problemas: Satisfação dos clientes envolvimento dos empregados melhorias contínuas a todos os níveis na organização Sigma Seis: um sistema altamente focalizado na qualidade-controlo, projectando ao seu sistema de produção a eliminação de defeitos, reduzir o tempo de ciclo do produto e redução de custos Dirigentes que adoptaram a filosofia de zero defeitos afirmam que os custos de produção a longo prazo são menores 17-15

16 Os três níveis de padrões de qualidade incluem: O nível geral O Deming Award (por demonstrar excelente qualidade) O Malcolm Baldrige National Quality Award (por demonstrar estratégias de qualidade e realizações) Certificação ISO 9000 (toda a documentação do desempenho do trabalhador que afecta a qualidade e da instalação de mecanismos para que sejam realizados) O nível Indústria específico (largos padrões industriais projectados para os fornecedores) O nível da companhia (padrões desenhados por empresas individuais para que os seus fornecedores ) 17-16

17 International Organization for Standardization (ISO): fundado em 1947 em genebra, na Suiça, para facilitar a coordenação e unificação dos padrões internacionais ISO 9000: um conjunto de padrões com qualidades com a intenção de promover a qualidade em todos os níveis numa organização ISO 9000:2000: um conjunto de cinco padrões universais destinados aos padrões técnicos dos EUA que são aceites a nível mundial ISO 14000: preocupação com a gestão do ambiente e quais as medidas que as empresas tomam para melhorar o seu desempenho ambiental 17-17

18 Sourcing: o processo de segurar matérias-primas, componentes e abastecimentos internamente ou externamente através dos processos produtivos da empresa Outsourcing: a procura da decisão de compra de fornecimentos internos e externos As três configurações principais que emergem da função global de sourcing são: Integração vertical outsourcing através de conjuntos industriais Outsourcing independente 17-18

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20 As empresas perseguem estratégias globais de sourcing de forma a obter: Redução de custos Melhoramento da qualidade Aumento da exposição à tecnologia mundial Melhoria do processo de entrega de fornecimento (logística) Reforçar a capacidade de restaurar o stock suplementando o stock doméstico com fornecimento externo Acesso aos materiais que só estão disponíveis no estrangeiro Estabelecer presença num mercado estrangeiro Satisfazer as exigências do exterior Reagir a prática de sourcing dos competidores 17-20

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22 Decisão de fabricar ou compra: determinar que actividades produtivas devem ser executadas internamente (fabricar) e as que devem ser subcontratadas a empresas independentes (compra) Os relacionamentos que uma firma estabelece com os seus fornecedores externos são largamente baseados pela: Sua estratégia competitiva Natureza dos seus produtos O ambiente competitivo O nível de experiência dos seus fornecedores A potencialidade dos seus fornecedores O grau de confiança que a empresa coloca nos seus fornecedores 17-22

23 O progresso da opção de compra basea-se nas seguintes quatro fases: somente compras domésticas Compra no estrageiro baseado na sua necessidade Compra no estrangeiro como parte de uma estratégia de procura *Integração de uma estratégia global de procura (*Neste momento, a empresa pode estar com o dilema de centralização vs. descentralização) 17-23

24 As opções globais do sourcing incluem: Atribuindo deveres internacionais ao adquiri-los para os agentes domésticos Uso de subsidiárias estrangeiras ou agentes de negócios Estabelecendo escritórios estrangeiros através da aquisições. Atribuição de responsabilidades para o sourcing global para uma ou mais unidades específicas do negócio Integração e coordenação do sourcing em uma base mundial 17-24

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26 Gestão do Inventário: o planeamento e controlo dos níveis e fluxos do armazenamento das mercadorias, das matérias primas e dos produtos acabados Just-in time manufacturing (JIT): um sistema que reduz o custo de inventário havendo entregas de entradas mesmo quando são precisos no processo de produção Zonas do comércio estrangeiro: áreas designadas onde os bens podem ser armazenados, inspeccionados, e ou manufacturados sem serem sujeitos aos procedimentos formais até entrarem em determinados países A distância, o tempo, associados a ambientes estrangeiros irão surgir complicações no processo da gestão do inventário 17-26

27 O transporte internacional de bens é extramamente complicado no que diz respeito à: Documentação Escolha dos Transportadores A decisão de ter serviços internos ou externos (outsource/ insource) A gestão de Logística requer a habilidade de recolher, seguir e processar grandes quantidades de informação. Para ser eficaz as companhias de logística devem implementar tecnologias de topo, incluindo sistemas de comunicações, aplicações de códigos de barra e sistemas automáticos da manipulação dos materiais Certos intermediários podem ter um papel muito importante no serviço da logística 17-27

28 Os objectivos importantes compartilhados pela produção global e pela rede principal de fornecimentos são, simultaneamente, razões para baixos custos e aumenta a qualidade, através da eliminação dos defeitos nos dois processos. As empresas deverão focalizar em fazer produtos e executar actividades que são críticas para a sua operação e nas que dão uma vantagem competitiva. As estratégias de redução de custos e a tendência para a procura da eficiência global leva as multinacionais a produzirem no exterior na procura da redução de custos operacionais, especialmente na Ásia e na Europa do leste

29 A empresas atravessarão uma tendência de adquirir uma maior variedade de aproximações e configurações à medida que tornam-se cada vez empenhadas no mercado global. Quando uma empresa procura entradas dos fornecedores em torno do mundo, a distância, o tempo e a incerteza da política internacional e da ambiente económico pode dificultar o controlo exacto da gestão dos inventários. As empresas estão virando para a potencialidade da internet, tendo resultados eficientes, a ligação com os fornecedores e fabricantes e a ligação com os fabricantes e clientes torna-se cada vez mais eficaz


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