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FLUXO DE INVESTIMENTOS FINANCEIROS NO MUNDO. Mediante a intensa e complexa dinâmica das rela ç ões comerciais entre os pa í ses, entidades governamentais.

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1 FLUXO DE INVESTIMENTOS FINANCEIROS NO MUNDO

2 Mediante a intensa e complexa dinâmica das rela ç ões comerciais entre os pa í ses, entidades governamentais e empresas privadas têm buscado arduamente formas de se manter nesse elo obtendo lucro e destaque em seus segmentos. Como resultado disto, desde as primeiras negocia ç ões internacionais, se estabeleceu uma rede de investimentos capaz de aproximar regiões geogr á ficas localizadas em continentes distantes um do outro e interligar pa í ses desenvolvidos daqueles que estão em crescimento 1. AN Á LISE DO CRESCIMENTO E PRINCIPAIS MOTIVOS QUE INFLUENCIAM NO FLUXO DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS MUNDIAIS Os efeitos da globaliza ç ão na economia mundial têm ditado o rumo do fluxo de investimentos estrangeiros de cada pa í s e os seus respectivos destinos receptores. Ao longo dos anos, este fluxo tem crescido gradativamente, variando em momentos de crise financeira e apontando novas regiões escolhidas como centros de investimento. A UNCTAD ou Conferência das Na ç ões Unidas para o Com é rcio e Desenvolvimento, fundada desde o ano de 1964, é o ó rgão mundial criado para discutir e promover o desenvolvimento econômico por meio do incremento ao com é rcio mundial, focando as oportunidades de com é rcio, investimentos e evolu ç ão dos pa í ses em desenvolvimento, ajudando-os a enfrentar/superar os desafios da globaliza ç ão e a alcan ç ar condi ç ões equitativas as dos pa í ses desenvolvidos. Atrav é s de seus relat ó rios atualizados ao final de cada encontro dos pa í ses membros é poss í vel acompanhar o comportamento deste fluxo de investimentos e entender os motivos que levam muitas empresas a se internacionalizar. At é os anos 80, percebe-se que os fluxos de capitais se concentravam nos pa í ses desenvolvidos, j á que os mesmos primeiramente entenderam a importância em facilitar a abertura para novos mercados financeiros, isto é, transformar sua linha de produ ç ão, de forma geral, em um bom atrativo para ser aceito por outros pa í ses. Ao final dos anos 90, a situa ç ão se inverteu. Muitos dos pa í ses em desenvolvimento foram aprimorando sua pol í tica comercial e conseguiram atrair grande parte dos investimentos mundiais. No per í odo de 2000 a 2006, de acordo com dados da UNCTAD, os investimentos externos tiveram um grande aumento. Isso se deveu em fun ç ão de uma nova ordem econômica internacional que promoveu: - o livre-com é rcio, um acordo estabelecido para beneficiar os pa í ses envolvidos que permite uma maior movimenta ç ão das suas mercadorias com a redu ç ão das taxas alfandeg á rias; - a desregulamenta ç ão de v á rios setores, onde as regras governamentais não perdem sua autonomia, mas se tornam mais flex í veis e favorecem ao livre-com é rcio entre os pa í ses; - uma forte participa ç ão do setor privado na economia, onde fusões e aquisi ç ões de empresas permitem uma maior influencia nas transa ç ões comerciais entre elas. Isso se deu, em particular, à s privatiza ç ões de empresas de energia el é trica, telecomunica ç ões, servi ç os financeiros e servi ç os p ú blicos como mostra a CEPAL – Comissão Econômica para a Am é rica Latina e o Caribe de Com vari á veis que envolvem as vantagens comparativas (quando um pa í s se especializa na produ ç ão de determinado bem que possua maior eficiência, portanto maior vantagem, e adquire os que não dispõe de tantos recursos para produzi- los), os investimentos estrangeiros diretos que é caracterizado pelo deslocamento de empresas de um pa í s para outro (franquias, filiais, distribuidores, etc) no sentido de expandir suas opera ç ões, aspectos microeconômicos (diretamente ligados ao desempenho da firma) e macroeconômicos (referentes as caracter í sticas dos pa í ses receptores), o fluxo de investimentos estrangeiros norteia-se por duas linhas de racioc í nio: a mais tradicional que justifica o fluxo pelo o retorno financeiro que ele é capaz gerar ao pa í s investidor e a teoria moderna que vai mais al é m, tentando entender o que motiva as empresas a se internacionalizar (investiga os benef í cios dos fatores locacionais onde se dar á o investimento com os atributos espec í ficos de cada organiza ç ão). Triches e Pezzi resumem de forma coerente alguns dos principais fatores locacionais que atuam como agentes motivadores do fluxo de investimentos estrangeiros no mundo: Eles tanto podem ter origem na empresa quanto em pa í ses de destino do produto. Dentre os principais fatores locacionais, podem-se citar: dota ç ão de fatores, tamanho do mercado, potencial de crescimento do mercado, “ clima ” de investimentos, custo de transporte, barreiras comerciais, disponibilidade de infraestrutura, economias de escala e aparato tecnol ó gico. (2007, p.27) Como mencionado na cita ç ão, estes fatores representam grande parte da motiva ç ão inicial de empresas/pa í ses em ingressar no mercado estrangeiro, firmar parcerias com outros pa í ses e alavancarem sua economia. Detalhando alguns destes fatores se têm: Ø Dota ç ão de fatores: referindo-se aqueles pa í ses que por deter mais recursos naturais, tecnologia, entre outros, assumem uma vantagem na produ ç ão e exporta ç ão do seu produto incrementando os seus lucros; Ø Tamanho do mercado: inicialmente com mercado menores, onde se pode adquirir maior experiência ao menor custo, passando a conquistar novas zonas em que seus produtos cheguem mais r á pido, se integrem a cultura do lugar e ganhem maior valor competitivo entre os concorrentes; Ø “ Clima ” de investimentos: quando a pol í tica comercial do pa í s de destino quando estas reduzem suas barreiras (tarif á rias ou não) estimulando a entrada de investimentos em seu dom í nio; Ø Custo de transporte: analisar bem o modal de transporte que ser á escolhido para a distribui ç ão do seu produto, atentando para a distância geogr á fica, as formas de armazenamento e a embalagem selecionada; Ø Aparato tecnol ó gico: ao se internacionalizar as organiza ç ões vêem uma alternativa significativa de crescimento administrativo e operacional em sua estrutura. Outro fator crucial é a experiência e o benchmarking tecnol ó gico que ela ter á em sua linha de produ ç ão, uma vez que estar á aprimorando seus produtos para o consumo maior e mantendo contato com modelos mais avan ç ados de outros pa í ses. Al é m destes fatores, outros pontos relevantes que incentivam essas empresas a se internacionalizar são: acessar novos recursos naturais; incrementar o seu custo de oportunidade, j á que o risco do neg ó cio reduz a medida que se consegue diversificar os mercados fornecedores e consumidores; adquirir “ in loco ” o conhecimento necess á rio para adaptar/atualizar o seu produto de acordo com as necessidades dos consumidores estrangeiros; ter maior facilidade para contornar restri ç ões estabelecidas pela concorrência dom é stica; e contar com o apoio de determinadas pol í ticas governamentais que estimulam a expansão internacional das empresas. 2. RELA Ç ÃO DO FLUXO DE INVESTIMENTOS COM A INTERNACIONALIZA Ç ÃO DE EMPRESAS No contexto de produ ç ão internacionalizada o fluxo de investimentos estrangeiros no mundo reflete diretamente o interesse e a capacidade que as empresas possuem em querer ampliar seus neg ó cios no mercado externo. Pode-se observar que o processo de internacionaliza ç ão de uma empresa abrange aspectos micro e macroeconômicos. Est á an á lise aborda: o tipo de produto da empresa, seus resultados de venda local e nacional, a capacidade administrativa e operacional da organiza ç ão de planejar suas a ç ões e dinamizar sua linha de produ ç ão para atender uma demanda internacional, analisar a cultura e os h á bitos dos mercados estrangeiros, conseguir projetar sua imagem e obter aceita ç ão favor á vel de seu produto, a forma com optar á por ingressar no com é rcio exterior (se por conta pr ó pria ou atrav é s de um cons ó rcio de exporta ç ão, por exemplo), entre tantos outros fatores. Nessa perspectiva, alguns autores contextualizam a internacionaliza ç ão de empresas como um dos fenômenos mais promissores, que perdura j á h á algum tempo e que tem gerado resultados significativos para o crescimento e a consolida ç ão das organiza ç ões que se voltam ao com é rcio exterior. Partindo do pressuposto inicial do ato de exportar, Nicola Minervini expõe com muita propriedade alguns dos motivos que vêm incentivando in ú meros empres á rios e ganhando a aceita ç ão dos governos em suas pol í ticas comerciais: a) Necessidade de operar em um mercado de volumes que garantam uma dimensão industrial da empresa (alcan ç ando uma economia de escala que lhe dê competitividade) (...) e) Possibilidade de pre ç os mais rent á veis. H á produtos que o mercado interno não valoriza de maneira suficiente (imagine objetos de artesanato latino-americanos). No exterior, os pre ç os podem ser muito mais interessantes. i) Para melhorar a imagem com fornecedores, bancos e clientes. Uma empresa que exporta necessariamente adquire um maior prest í gio, status (pois a exporta ç ão é ve í culo para competitividade). Isso se reflete em suas opera ç ões no mercado interno. (1997, p.5-6). Analisando estes dados percebe-se a diversidade de razões que levam muitas empresas a desenvolver uma capacidade comercial voltada para o mercado externo. A partir disto, se tem uma base de como funciona o sistema de internacionaliza ç ão para as organiza ç ões, uma vez que se passa não apenas a executar tais a ç ões de forma padrão na sua rotina, mas saber planejar cada m é todo e gerenci á -los com maior efic á cia. O fluxo de investimentos estrangeiros estabelecido pela rede das rela ç ões comerciais entre determinados pa í ses é alimentando, em sua essência, por essa teoria de internacionaliza ç ão. Essa rede tem a capacidade de abranger desde pequenas e m é dias empresas (atrav é s, dentre outras formas, dos cons ó rcios de exporta ç ão onde elas podem se unir com um ú nico representante no exterior barateando os seus custos e aumentando seu poder de negocia ç ão) at é as transnacionais que o pr ó prio nome j á diz dispõem dos recursos financeiros e gerenciais para atuar e se manter em outros territ ó rios. Muitos questionam a aceita ç ão de empres á rios rec é m chegados ao mercado e o posicionamento favor á vel de autoridades p ú blicas ao processo de internacionaliza ç ão, alegando que os custos inerentes as opera ç ões não compensam a sua realiza ç ão. Entretanto, o relat ó rio conjunto de v á rios ó rgãos federais brasileiros como CAMEX – Câmara de Com é rcio Exterior, MDIC – Minist é rio do Desenvolvimento, Ind ú stria e Com é rcio, MF – Minist é rio da Fazenda, entre outros, contra- argumenta de maneira coerente esse pensamento: A entrada e a opera ç ão em outros pa í ses acarretam custos maiores à s empresas, em compara ç ão com a atua ç ão no mercado interno. Se existisse concorrência perfeita, mobilidade completa dos fatores e tecnologia dispon í vel no mercado internacional, não haveria incentivo para a internacionaliza ç ão da produ ç ão e as empresas locais seriam tão competitivas quanto as estrangeiras. (2009, p.8) (grifo nosso). Resultado de uma economia mundial globalizada, o fluxo de investimentos estrangeiros tem crescido gradativamente a cada ano e, num ritmo de diversifica ç ão de produtos e servi ç os oferecidos, s ó tem confirmado o sucesso das empresas que decidiram e decidem por se internacionalizar. Os benef í cios, mesmo que à s vezes um pouco tardios, permitem a elas prote ç ão contra taxas de câmbio desfavor á veis, redu ç ão de riscos pela variedade de mercados, acesso facilitado aos sistemas de comercializa ç ão dos destinos receptores dos investimentos, menor dependência do mercado interno (em conseq ü ência maior poder competitivo local), maior obten ç ão de lucros e disponibilidade financeira para reinvestimentos na produ ç ão e na inova ç ão, etc. 3. COMPORTAMENTO DOS DADOS DO CRESCIMENTO COM O MOMENTO ECONÔMICO ATUAL Na d é cada de 90 os olhos dos investidores estrangeiros estavam voltados para os pa í ses desenvolvidos. A falta de interesse nos pa í ses emergentes deveu-se, principalmente: - A crise financeira do sudeste asi á tico (Tailândia, Mal á sia, Indon é sia, Filipinas e Cor é ia do Sul) de 1997 que teve como causas a desvaloriza ç ão de suas moedas em rela ç ão ao d ó lar e, em conseq ü ência, a queda de seus ativos nos mercados acion á rios. Tal fato fez com que houvessem sa í das de capital do pa í s, reduzindo suas reservas externas; - No final de 1994, o M é xico passou por s é rias dificuldades para quitar seus compromissos externos. A partir da í sua moeda foi desvalorizada e a economia entrou em recessão. - A crise financeira da R ú ssia que estourou em 1998, devido à tentativa mal planejada de transformar sua economia planificada (onde o governo interfere nos agentes econômicos) numa economia de livre-com é rcio. Por quererem acelerar essa transi ç ão, seus governantes não conseguiram diminuir suas d í vidas externas, desemprego e infla ç ão e aumentar seu PIB. - A crise financeira do Brasil em 1998 refletiu a falta de confian ç a dos investidores nos pa í ses emergentes. Vendo que os pa í ses em desenvolvimento, que se destacavam na é poca, estavam passando por crises financeiras, eles optaram por converter seus recursos em moedas fortes (d ó lares) e aplicar em pa í ses mais seguros que oferecessem menos risco. Ao fim dos anos 90 as coisas come ç aram a mudar. Os pa í ses desenvolvidos at é então tidos como os mais seguros para aplica ç ão de investimentos deixaram de ser mais atrativos do que determinados pa í ses emergentes. V á rios são os fatores que contribu í ram para isto, mas o principal foi o apoio dos seus respectivos governos em tra ç ar uma pol í tica comercial mais flex í vel e facilitadora na movimenta ç ão de mercadorias e servi ç os. Entre os anos de 1994 at é 2006, de acordo com dados da UNCTAD 2006), observou-se o seguinte comportamento dos principais pa í ses desenvolvidos quanto ao recebimento dos investimentos estrangeiros: - 1° lugar est á os EUA – at é o ano de 2000 detinha 314 bilhões de d ó lares em investimentos, mas teve um decr é scimo devido aos atentados terroristas de 11 de setembro 2011; - 2° lugar est á à Alemanha – se valendo da implanta ç ão da moeda ú nica na União Europ é ia era at é então a maior economia do continente recebendo no ano de 2000 investimentos em torno de 198 bilhões de d ó lares; - Em 3° lugar aponta o Canad á – pegava carona nos lucros por se localizar pr ó ximo aos EUA e por aderir diversos tratados comerciais como o NAFTA (Acordo de Livre Com é rcio da Am é rica do Norte), atingindo o valor em 2000 de 66 bilhões de d ó lares de investimentos; - E em 4° se encontrava o Reino Unido – sendo o 4° maior exportador de produtos de alta tecnologia do mundo, obteve 118 bilhões de d ó lares em investimentos no ano de No mesmo per í odo, tamb é m de acordo com relat ó rios da UNCTAD 2006, se teve a rela ç ão de alguns pa í ses em desenvolvimento que receberam parte dos investimentos externos mundiais. Tal fato ocorreu principalmente pela redu ç ão de tarifas e elimina ç ão de barreiras não tarif á rias (aquelas criadas sem afetar o aumento de impostos sobre as importa ç ões, fretes, seguros, etc) e altera ç ões na legisla ç ão referente à remessa de capitais (lucros e royalties) para o exterior, permitindo uma rela ç ão maior entre matriz e filial estrangeira. Desses pa í ses se destacaram: - O Brasil que atingiu 32,8 bilhões de d ó lares em investimentos no ano de 2000, explicados pela melhoria dos indicadores macroeconômicos da economia do pa í s, como redu ç ão na taxa de infla ç ão e na taxa de juros; - O Chile que alcan ç ou 3,2 bilhões em investimentos no mesmo ano, tendo principal justificativa a reorganiza ç ão da sua economia, passando de setor tradicional, como a minera ç ão, para o de servi ç os; - A China obteve 40,7 bilhões em investimentos, o maior lucro entre os pa í ses subdesenvolvidos no ano de Atraindo, em sua maioria, os investimentos de pa í ses ocidentais industrializados, o governo chinês priorizou sua pol í tica de abertura de mercado, focando nos setores de agricultura, de energia, telecomunica ç ões, transporte, mat é rias-prima e de firmas de alta tecnologia; - E o M é xico que atingiu 16,5 bilhões de d ó lares em investimentos neste per í odo. Principal razão é a sua posi ç ão estrat é gica no NAFTA, refor ç ando os setores de eletrônica, biotecnologia, entre outros, e sua economia possui custos de produ ç ão menores quando comparados com os demais pa í ses do Bloco. 4. PRINCIPAIS Á REAS E DESTINOS DOS INVESTIMENTOS Conforme ú ltimo relat ó rio divulgado pela UNCTAD 2010, algumas novidades aconteceram no ritmo do Fluxo de Investimos em rela ç ão à s principais á reas/destinos receptores. Como mencionado anteriormente, duas causas estão motivando pa í ses desenvolvidos a procurar os mercados emergentes: a primeira diz respeito à s vantagens encontradas em mercados que estão se expandindo em conjunto com pol í ticas favor á veis ao livre-com é rcio; j á a segunda, são os recursos naturais ofertados por estes pa í ses em desenvolvimento. Neste ú ltimo relat ó rio da UNCTAD, em 2010, as economias emergentes da Á sia, Am é rica Latina, Á frica e a R ú ssia foram destino 595,3 bilhões de d ó lares, enquanto que os pa í ses ricos receberam 526,6 bilhões. Isso mostra que a crise econômica norte americana de 2008/2009 que afetou direta ou indiretamente in ú meros pa í ses por todo o globo ainda não foi sanada e os pa í ses em desenvolvimento menos envolvidos estão tendo mais chances de se recuperar e at é de superar as expectativas de estudiosos quanto a sua reinser ç ão na economia mundial. Numa listagem de 1 a 10, se tem os principais destinos dos investimentos estrangeiros no ano passado: Ø 1° lugar – EUA: apesar de manter no topo dos destinos que mais recebem investimentos, ainda não é o suficiente para fazer o pa í s o retornar aos n í veis de investimento pr é -crise. O pa í s recebeu 186,1 bilhões de d ó lares em 2010, 43% a mais do que em Os setores que mais tiveram investimentos foram os farmacêutico e o de telecomunica ç ões; Ø 2° lugar – China: com crescimento vertiginoso em sua economia o pa í s atraiu 101 bilhões em investimentos em 2010, 6,3% a mais que no ano anterior e os setores mais requisitados foram o de ó leos e lubrificantes e a ind ú stria automobil í stica; Ø 3° lugar – Hong Kong: o setor automobil í stico e a ind ú stria el é trica foram respons á veis por colocar o pa í s nessa coloca ç ão. Teve um crescimento quase de 30% em investimentos atingindo 62,6 bilhões de d ó lares no ano passado; Ø 4° lugar – Fran ç a: apesar do setor de telecomunica ç ões do pa í s atrair boa parte dos investidores em 2010, obtendo 57,4 bilhões de d ó lares, houve queda de 3,7% no fluxo de investimentos em rela ç ão ao ano de 2009; Ø 5° lugar – B é lgica: entre 2009 e 2010 o volume de investimentos estrangeiros no pa í s aumentou 49,5%, ou seja, passou de 33,8 bilhões para 50,6 bilhões de d ó lares. O setor que mais atraente foi o farmacêutico; Ø 6° lugar – Reino Unido: em toda Europa, s ó a Inglaterra conseguiu manter o fluxo de investimentos externos com margem positiva dentre os pa í ses desenvolvidos, alcan ç ando 46,2 bilhões de d ó lares. Tal fato deveu-se aos setores de telecomunica ç ões, mecânica, seguros e ferrovias; Ø 7° lugar – R ú ssia: o setor de telecomunica ç ões coloca mais um pa í s emergente no ranking, gerando 39,7 bilhões de d ó lares em investimentos no ano passado; Ø 8° lugar – Cingapura: sendo o menor pa í s do Sudeste Asi á tico, obteve um crescimento de 122,7% em seus investimentos estrangeiros, alcan ç ando 37,4 bilhões de d ó lares em Ø 9° lugar – Alemanha: assim como a Fran ç a, em 2010, teve um decr é scimo de 3,5% em seus investimentos, obtendo apenas 34,4 bilhões de d ó lares em investimentos estrangeiros. Os principais alvos de fusões e aquisi ç ões por empresas internacionais foram a ind ú stria automobil í stica e a farmacêutica; Ø 10° lugar – BRASIL: pela 1° vez o pa í s aparece no ranking, superando o ritmo de crescimento nos investimentos estrangeiros da China com 16,3%. Os setores de minera ç ão e petroqu í mica atra í ram em ,2 bilhões de d ó lares. 5. PRINCIPAIS PA Í SES INVESTIDORES O pensamento de globaliza ç ão no mundo é uma id é ia de uniformizar caracter í sticas regionais e não deixar d ú vidas nos consumidores, porque aqueles que não buscarem a tecnologia estarão exclu í dos do grande sistema que tem a finalidade de gerar um pensamento universal. H á uma grande preocupa ç ão humana mundial com uma nova forma de pensamento, e nas gera ç ões com uma posi ç ão mais compreensiva com outra maneira de se viver, buscando grandes desenvolvimentos tecnol ó gicos, produtivos e é ticos procurando uma forma eficiente de destinar recursos e canalizar-los para pa í ses emergentes. É fato que os investidores querem est á seguros quanto ao retorno de seus investimentos de maneira geral. Com um crescimento da produ ç ão industrial e a tecnol ó gica a uma grande eleva ç ão de vendas. Os investidores buscam informa ç ões nas grandes agências mundiais que classificam o grau ou risco pa í s, entre eles podemos citar Fitch, Moody ’ s e Standard & Poors. Estas agências informam aos grandes grupos investidores, entre eles os bancos e fundos de investimentos, quais os melhores pa í ses para efetuarem as suas aplica ç ões ou aquisi ç ões de empresas, mas sempre observando as nomenclaturas adotadas para a classifica ç ão de cada pa í s, pois estas sempre temem levar um calote. O desafio enfrentado por estas agências é relatar ao mercado as situa ç ões em que se encontram as economias e as pol í ticas de determinados pa í ses como o Brasil, por exemplo. Est á tendência anuncia uma nova forma de associa ç ão com as empresas multinacionais, com uma nova atitude frente ao investimento realizado. As corpora ç ões multinacionais são grandes e seus recursos financeiros e pol í ticos enormes para entrar numa guerra oligopolista s é ria. A expansão das empresas internacionais compreende um duplo movimento, por um lado difunde o capital e a tecnologia, por outro lado centraliza o controle estabelecendo uma rede integrada verticalmente na qual se especializam em diferentes n í veis de atividades. O sistema multinacional de empresas não concede nem a independência nacional nem igualdade. Em compensa ç ão, mant é m muitos pa í ses como filiais produtivas, não s ó quanto a suas fun ç ões econômicas, mais recorrendo a toda a gama dos pap é is sociais, pol í ticos e culturais. As subsidi á rias das corpora ç ões multinacionais no pa í s de opera ç ões e seus executivos principais desempenham um influente papel na via pol í tica, social e cultural do pa í s que os recebe. A rela ç ão produtiva e comercial no mundo vem ocorrendo de forma muito importante. Enquanto o PIB mundial cresceu 15 vezes em termos nominais, de 1970 a 2007, as exporta ç ões mundiais aumentaram 42 vezes. Os investimentos brasileiros no exterior têm crescido fortemente. No ano de 2006, as empresas brasileiras investiram mais de US$ 28 bilhões em outros pa í ses. No mesmo ano, pela primeira vez, o fluxo de investimentos brasileiros no exterior superou os investimentos estrangeiros no Brasil, ocasionado principalmente pela aquisi ç ão da mercadoria Canadense Inco pela Vale do Rio Doce. As maiores corpora ç ões mundiais estão localizadas nos pa í ses desenvolvidos, em empresas como a General Motors, Exxon, Shell e a Ford Motors foram as mais geradoras dos maiores totais de ativos no estrangeiro, com cerca de 1,38 trilhão de d ó lares, j á a maior parte das transnacionais nos pa í ses em desenvolvimentos foram procedidos da Á sia. As empresas que tiveram destaque foram as Chinesas China National Petroleum Corp e a de Hong Kong a Hutchison Whampoa, gigantesca corpora ç ão de telecomunica ç ões, varejo e hotelaria em ativos toais: as duas empresas juntas somam 194,55 bilhões de d ó lares em 2004, j á os pa í ses com maior capital de investimentos externos diretos recebidos foram os Estados Unidos, com suas economias desenvolvidas, e a China como os pa í ses em desenvolvimento. 6. PRINCIPAIS VOLUMES INVESTIDOS CONSIDERA Ç ÕES FINAIS REFERÊNCIAS MINERVINI, Nicola. Exportar: competitividade e internacionaliza ç ão. São Paulo: Makron Books, PEZZI, Janete; TRICHES, Divanildo. As empresas transnacionais e os investimentos estrangeiros diretos: uma an á lise comparativa entre os pa í ses selecionados a partir dos anos Perspectiva econômica online, Dispon í vel em: php?e=11&s=9&a=85. Acesso em 25 de Mai 2011 (Artigo). CORREA, Daniela; LIMA, Gilberto Tadeu. Internacionaliza ç ão produtiva de empresa brasileiras: caracteriza ç ão geral e indicadores. Publica ç ões USP, Dispon í vel em: ado/190407_gilberto_tadeu.pdf. Acesso em: 21 de Mai 2011 (Artigo). COM É RCIO EXTERIOR, Minist é rio do Desenvolvimento, Ind ú stria e. Internacionaliza ç ão de empresas brasileiras. Termo de referência, Dispon í vel em: pdf. Acesso em: 25 de Mai 2011 (Artigo). TAVARES, Eduardo. Os pa í ses que mais atra í ram investimentos diretos em Publica ç ão Exame.com, Dispon í vel em: os-paises-que-mais-atrairam-investimentos-diretos- em-2010?p=1#link. Acesso em: 26 de Mai 2011 (Artigo). ADMINISTRA Ç ÃO, O portal da. Emergente atrai mais investimentos externos que ricos. Publica ç ão Administradores.com. br Dispon í vel em: se/economia-e-financas/emergente-atrai-mais- investimentos-externos-que-ricos/42062/. Acesso em: 21 de Mai (Artigo).

3 CRESCIMENTO DO FLUXO UNCTAD - Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento: -Criada em 1964; -Objetivo principal de promover e discutir o desenvolvimento econômico mundial; -Importância dos seus relatórios.

4 Uma das principais mudanças está associada ao aumento da mobilidade de capital, possibilitado pela crescente desregulamentação e pela abertura dos mercados financeiros nacionais. Além disso, o padrão do movimento internacional de capitais se inverteu CRESCIMENTO DO FLUXO

5 Assim, os fatores que determinam os investimentos estrangeiros na economia global são a integração verticalizada dos processos produtivos, o avanço da integração econômica e regional, a desregulamentação dos mercados financeiros,além de uma taxa positiva sobre o retorno dos investimentos CRESCIMENTO DO FLUXO

6 Década de 80 – fluxo de capitais voltados para os países desenvolvidos; Parte da década 90 – fluxo de capitais começam a se direcionar para os países em desenvolvimento; A partir de 2006 – há uma mistura nos destinos dos fluxos, tendo um aumento significativo.

7 MOTIVOS DO CRESCIMENTO -As variáveis: -vantagens comparativas – onde um pais se especializa em produzir de modo mais eficiente determinado produto; - IDE (investimentos estrangeiros diretos); -aspectos microeconômicos e macroeconômicos.

8 MOTIVOS DO CRESCIMENTO Dotação de fatores: referindo-se aqueles países que por deter mais recursos naturais, tecnologia, entre outros, assumem uma vantagem na produção e exportação do seu produto incrementando os seus lucros; “Clima” de investimentos: quando a política comercial do país de destino quando estas reduzem suas barreiras (tarifárias ou não) estimulando a entrada de investimentos em seu domínio; Custo de transporte Aparato tecnológico Acessar novos recursos naturais Incrementar o seu custo de oportunidade Tamanho do mercado Aumento da Competitividade

9 MOTIVOS DO CRESCIMENTO Adquirir “in loco” o conhecimento necessário para adaptar/atualizar o seu produto de acordo com as necessidades dos consumidores estrangeiros; ter maior facilidade para contornar restrições estabelecidas pela concorrência doméstica; e contar com o apoio de determinadas políticas governamentais que estimulam a expansão internacional das empresas

10 INTERNAZIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS Relação com o Fluxo de Investimentos: -perspectiva econômica e comportamental. Alguns aspectos relevantes nessa relação: -capacidade de oferta um produto/serviço ou produzi-lo no destino escolhido; -capacidade gerencial e operacional de adequar a empresa para atuar no mercado externo; -o desafio de diminuir a distância psíquica ;

11 INTERNAZIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS Alguns métodos de internacionalização: -consórcios de exportação; -joint venture; -filias. Benefícios em destaque: -consolidação da imagem/marca; -aumento significativo dos lucros; -potencial competitivo internacional.

12 MOMENTO ECONÔMICO ATUAL Alguns fatos que alteraram o fluxo de investimentos: -de acordo com a UNCTAD, a partir de 2006 alguns países emergentes (Brasil, Chile, China, México, entre outros) passam a receber mais investimentos; -crise financeira de 2008: muitos países desenvolvidos, até então considerados seguros, se tornam instáveis para os investimentos;

13 MOMENTO ECONÔMICO ATUAL Países Emergentes – alguns fatores que não os tornava atrativos: -dívida externa do México (1994); -crise financeira no sudeste asiático (1997); -transição mal planejada da economia Russa (1998); -crise financeira do Brasil (1998); -Razões em comum que afastavam os investimentos: instabilidade econômica e política comercial “fechada” para o exterior.

14 PRINCIPAIS DESTINOS DOS INVESTIMENTOS De acordo com o IED realizado com 236 multinacionais e 116 agências promoção de investimentos prever um aumento dos investimentos em Principais Países: 1º - EUA 2º - China 3º - Hong Kong 4º - França 10º - Brasil 10º - Brasil

15 A falta de interesse nos países emergentes A crise financeira do sudeste asiático (Tailândia, Malásia, Indonésia, Filipinas e Coréia do Sul) No final de 1994, o México passou por sérias dificuldades para quitar seus compromissos externos. A crise financeira da Rússia que estourou em 1998, devido à tentativa mal planejada de transformar sua economia planificada

16 Mudança de cenário A crise financeira do Brasil em 1998 refletiu a falta de confiança dos investidores nos países emergentes. Ao fim dos anos 90 as coisas começaram a mudar, o apoio dos seus respectivos governos em traçar uma política comercial mais flexível e facilitadora na movimentação de mercadorias e serviços. De acordo com o IED realizado com 236 multinacionais e 116 agências promoção recuperação da economia aumento dos investimentos para até 2012.

17 1º - Investimentos nos EUA ainda não voltaram ao nível pré-crise São Paulo - Em 2010 os Estados Unidos receberam 186,1 bilhões de dólares em investimentos estrangeiros diretos, permanecendo na liderança do ranking da Unctad. A cifra representa um aumento de 43% em relação aos 129 bilhões de dólares investidos em A recuperação, entretanto, ainda não é suficiente para fazer o país retornar aos níveis de investimento pré-crise, segundo a Unctad. Os setores que mais receberam investimentos via fusões e aquisições foram o farmacêutico e o de telecomunicações.

18 2º- Estrangeiros investiram U$ 101 bi na China em 2010 São Paulo - A China ainda é um dos destinos mais importantes para os recursos de empresas interessadas em investir no exterior. O ritmo acelerado do crescimento do país atraiu 101 bilhões de dólares em 2010, contra 95 bilhões no ano anterior (aumento de 6,3%). Os setores mais atraentes do país em 2010 foram o de óleos e lubrificantes e a indústria automobilística.

19 3º-Autoindústria atraiu capital estrangeiro para Hong Kong São Paulo - Em terceiro lugar na lista da Unctad está Hong Kong. O território atraiu 62,6 bilhões de dólares no ano passado, quase 30% a mais do que em 2009 (48,4 bilhões de dólares). O crescimento econômico de Hong Kong atraiu principalmente empresas estrangeiras interessadas em investir no setor automobilístico e na indústria elétrica.

20 10-Investimentos estrangeiros no Brasil aumentaram 16% São Paulo - Na décima posição do ranking da Unctad aparece o Brasil. O país teve um ritmo de crescimento do volume de investimentos estrangeiros maior do que a China. Em 2010 foram investidos 30,2 bilhões de dólares em setores como mineração e petroquímica. No ano anterior este valor havia ficado em 25,9 bilhões (crescimento de 16,3%).

21 PRINCIPAIS INVESTIDORES Segundo levantamento do MICT, os investimentos industriais das empresas estrangeiras concentram-se nos setores automobilísticos, químico, de informática e telecomunicações. EMPRESAINDÚSTRIAPAÍS DE ORIGEM General MotorsVeículos MotoresEUA HyndaiVeículos MotoresCoréia PetrobrasPetróleoBrasil China MobileTelecomunicaçõesChina

22 PRINCIPAIS VOLUMES Investimentos nos EUA ainda não voltaram ao nível pré-crise Em 2010 os Estados Unidos receberam 186,1 bilhões de dólares em investimentos estrangeiros diretos, permanecendo na liderança do ranking da Unctad. A cifra representa um aumento de 43% em relação aos 129 bilhões de dólares investidos em Os setores que mais receberam investimentos via fusões e aquisições foram o: farmacêutico e o de telecomunicações. Estrangeiros investiram U$ 101 bi na China em 2010 A China ainda é um dos destinos mais importantes para os recursos de empresas interessadas em investir no exterior. O ritmo acelerado do crescimento do país atraiu 101 bilhões de dólares em 2010, contra 95 bilhões no ano anterior (aumento de 6,3%). Os setores mais atraentes do país em 2010 foram: óleos e lubrificantes e a indústria automobilística.

23 Autoindústria atraiu capital estrangeiro para Hong Kong Em terceiro lugar na lista da Unctad está Hong Kong. O território atraiu 62,6 bilhões de dólares no ano passado, quase 30% a mais do que em 2009 (48,4 bilhões de dólares). O crescimento econômico de Hong Kong atraiu principalmente empresas estrangeiras interessadas em investir no setor: automobilístico e na indústria elétrica. Investimentos estrangeiros no Brasil aumentaram 16% Na décima posição do ranking da Unctad aparece o Brasil. O país teve um ritmo de crescimento do volume de investimentos estrangeiros maior do que a China. Em 2010 foram investidos 30,2 bilhões de dólares em setores como: Mineração e Petroquímica. No ano anterior este valor havia ficado em 25,9 bilhões (crescimento de 16,3%). PRINCIPAIS VOLUMES

24 Muitas são as vari á veis envolvidas nesse contexto de investimentos mundo no mundo : aberturas pol í ticas a comercializa ç ão com outros pa í ses, interesses em usufruir recursos prim á rios e tecnol ó gicos estrangeiros, fortalecimento da imagem/marca do produto/servi ç o e concretiza ç ão de parcerias com novas economias. Por tudo isto, é de suma importância que esse fluxo continue no ritmo atual. Permitir uma maior participa ç ão dos pa í ses em desenvolvimento na economia mundial s ó promover á o enriquecimento mais justo dos povos, conseguindo o verdadeiro resultado da diversifica ç ão dessa integra ç ão entre as na ç ões. CONSIDERAÇÕES FINAIS

25 REFERÊNCIAS ADMINISTRA Ç ÃO, O portal da. Emergente atrai mais investimentos externos que ricos. Publica ç ão Administradores.com. br Dispon í vel em: e-financas/emergente-atrai-mais-investimentos-externos-que-ricos/42062/. Acesso em: 21 de Mai (Artigo). COM É RCIO EXTERIOR, Minist é rio do Desenvolvimento, Ind ú stria e. Internacionaliza ç ão de empresas brasileiras. Termo de referência, Dispon í vel em: Acesso em: 25 de Mai 2011 (Artigo). CORREA, Daniela; LIMA, Gilberto Tadeu. Internacionaliza ç ão produtiva de empresa brasileiras: caracteriza ç ão geral e indicadores. Publica ç ões USP, Dispon í vel em: Acesso em: 21 de Mai 2011 (Artigo). DESENVOLVIMENTO, Conferência das Na ç ões para o Com é rcio e. Visão Geral das Estat í sticas UNCTAD. Dispon í vel em: Acesso em 25 de Mai 2011 (Publica ç ões). MINERVINI, Nicola. Exportar: competitividade e internacionaliza ç ão. São Paulo: Makron Books, PEZZI, Janete; TRICHES, Divanildo. As empresas transnacionais e os investimentos estrangeiros diretos: uma an á lise comparativa entre os pa í ses selecionados a partir dos anos Perspectiva econômica online, Dispon í vel em: Acesso em 25 de Mai 2011 (Artigo).

26 "No lugar da tradicional auto-suficiência e do isolamento das nações surge uma circulação universal, uma interdependência geral entre países " grupo

27 GRUPO ANDREA BEZERRA FABIANA GREGO KATYA RIBEIRO KLEBER FERNANDO LUCIAN HELLAN LUIS HENRIQUE MARIA DAS GRA Ç AS MARIA JOSEANE


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