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Formas de Tratamento dos Transtornos Mentais. INTRODUÇÃO  Existem tratamento adequados para cada tipo de transtorno, o que não é só feito através de.

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1 Formas de Tratamento dos Transtornos Mentais

2 INTRODUÇÃO  Existem tratamento adequados para cada tipo de transtorno, o que não é só feito através de medicamentos. A cada dia surgem novas abordagens terapêuticas ao lidar com cliente de saúde mental.

3 TERAPIAS PSICOSOCIAIS  O tratamento psicoterápico é na maior parte das vezes realizado pelo psicólogo e/ou psiquiatra, seu objetivo é ajudar o indivíduo a retomar um estado de equilíbrio pessoal. Pode ser feito de forma: individual em grupo em família conjugal

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5 ABORDAGENS MAIS COMUNS DO PSICOTERAPEUTA:  Terapia cognitivo - comportamental - aborda os pensamentos e comportamentos atuais. O seu objetivo é ensinar o cliente a forma de dar respostas aceitáveis e válidas, baseando-se na reorganização cognitiva e na aprendizagem.  Psicanálise - aborda as razões inconscientes dos problemas atuais. A partir de associações livres, o cliente torna consciente, aspecto da sua vida, que até então ignorava, e que condicionava o seu comportamento.

6 ABORDAGENS MAIS COMUNS DO PSICOTERAPEUTA:  Psicodrama - terapia de grupo ou individual na qual, e através da ação em cena (dramatização), em que se representa situações passadas, presentes e futuras, se detectam os conflitos das pessoas.  Terapias interpessoais (sistêmica) - abordam os relacionamento atuais (terapia familiar).

7 TERAPIA PELA ATIVIDADE Sob esse título, agrupamos as atividades terapêuticas que usam a atividade do cliente como ponto principal. Podem ser classificadas como: ocupacionais e recreativas.

8 TERAPIA OCUPACIONAL A terapia ocupacional é caracterizada pelo tratamento através de atividades. Estas sendo aplicadas de maneira direta ou indireta, física ou mental, ativa ou passiva, preventiva, corretiva ou adaptativa. As mesmas são relacionadas às necessidades terapêuticas, pessoais, sociais e culturais do cliente, refletindo os fatores ambientais que influenciam sua vida.

9 A RESPONSABILIDADE E A MISSÃO DO TERAPEUTA OCUPACIONAL  Consistem em ajudar o paciente através de uma avaliação cuidadosa de seu problema e da utilização das situações e atividades apropriadas nos aspectos físico, psicológico, social e econômico de sua vida; competência para comunicar-se, para estabelecer relações interpessoais, para chegar a adaptar-se ao seu trabalho e estar capacitado a desempenhá-lo, para desfrutar das diversões; competência para ocupar, na sua vida, o lugar apropriado na forma mais conveniente...”

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11 OBJETIVOSMÉTODOSTÉCNICASEXERCÍCIOS Atividade Motora (Práxis) Predominante- mente ativos Esportes, trabalhos manuais Esportes, madeira, couro, tr. domésticos, fibras, agropecuários SociabilidadePredominante- mente sociais Recreação, Serviço Social Festas folclóricas, religiosas, cívicas, de aniversário; excursões, cinema, rádio, TV, banda, coral. EspontaneidadePredominante- mente auto- expressivos Arte não convencional Desenho, pintura, escultura, cerâmica, literatura, improvisação com fantoches

12 OUTROS TRATAMENTOS  TRATAMENTOS SOMÁTICOS - CONTENÇÃO FÍSICA E EXCLUSÃO OBS: A contenção sempre é uma intervenção de último recurso, pois a prevenção do comportamento que exige esta terapia, é a ação de enfermagem mais importante.

13 TERAPIA ELETROCONVULSIVA (TEC)  Terapia que induz artificialmente uma convulsão de grande mal com a passagem de uma corrente elétrica através dos eletrodos aplicados em uma ou ambas as têmporas, produzindo alterações neuroquímicas e neuroendócrinas.

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15 Indicações Transtornos afetivos graves (RISCO DE SUICÍDIO) Catatonia Impossibilidade de uso de medicamentos (Gestação e pacientes idosos) Pós síndrome neuroléptica maligna Risco de suicídio Psicoses refratárias Parkinson Casos refratários em geral

16 Contra-indicações  Não há contra-indicações absolutas para a ECT, mas existem certas restrições, tais como a presença de tumores ou infartos cerebrais, histórico de infarto no miocárdio recente ou arritmias cardíacas, marcapasso cardíaco, aneurisma, deslocamento de retina, feocromacitoma e doenças pulmonares. Essas condições clínicas estão entre as situações potencialmente perigosas, onde o uso da ECT pode ser considerado de alto risco, requerendo precauções adicionais (Stevens et al, 1996).

17 17 A vantagem da ECT é: Rapidez de resposta, Eficácia comprovada, Eficácia nos casos resistentes, Risco muito reduzido de efeitos colaterais. Fatores preditivos de boa resposta a ECT: Presença de delírios, Gravidade do episódio afetivo, Incidência de sintomas depressivos durante episódios maníacos.

18 ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA TRANSCRANIANA

19 DEFINIÇÃO  Técnica ainda sob investigação, que tem sido estudado como um possível tratamento para transtornos psiquiátricos.  Parece mais uma nova opção no tratamento dos transtornos mentais do que uma substituição à ECT.

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21 Conclusão  A EMT parece-se com a ECT no sentido do que ambas alteram a atividade neuronal e modificam o humor, contudo existem algumas diferenças.  A estimulação magnética apresenta visíveis vantagens sobre a estimulação direta do cérebro e sobre a eletroconvulsoterapia, especialmente no estudo da neurofisiologia.  A ECT é um tratamento convulsivo enquanto que a EMT, na maioria das vezes é não convulsivo. A EMT não necessita de anestesia e não provoca confusão pós- ictal nem os efeitos cognitivos descritos especialmente para a ECT bilateral. Dores de cabeça são comuns em ambos os tratamentos, mas menos forte com a EMT. As náuseas são exclusivas da ECT.

22  A ECT é aplicada duas a três vezes por semana.  Ainda não se definiu qual seria o melhor esquema para a aplicação da EMT.  Existe uma certa fugacidade nos efeitos da ECT, sendo necessária uma combinação e manutenção do tratamento após melhora clínica. A duração dos benefícios da EMT não é conhecida, mas os dados existentes revelam um bom efeito. A informação que existe é muito limitada sobre a eficácia da EMT como tratamento de continuação ou manutenção ou sobre a possibilidade de medicações sustentarem os efeitos terapêuticos alcançados.

23 VANTAGENS SOBRE ECT  Ela pode ser realizada em regime ambulatorial e não requer indução anestésica.  Destacam-se entre as possíveis vantagens a ausência de dor, principalmente muscular, o fato de não necessitar de anestesia nem da indução de crises convulsivas e o pequeno risco de efeitos cognitivos, além da ausência do estigma que a ECT carrega por parte dos leigos e médicos.

24 TERAPIA MEDICAMENTOSA Os psicofármacos classificam-se em:  Sedantes psíquicos ou psicolépticos  Estimulantes psíquicos ou psiconaléticos  Antiparkinsonianos  Eutímicos ou normalizadores do humor

25 SEDANTES PSÍQUICOS OU PSICOLÉPTICOS Atuam diminuindo a atividade psíquica normal ou alterada.  Hipnóticos: São fármacos capazes de induzir o sono, atuam sobre o S.N.C. produzindo uma redução de sua atividade de forma que o indivíduo se desinteressa dos estímulos externos e se deixa vencer pelo sono.

26 CLASSIFICAÇÃO DOS HIPNÓTICOS  BARBITÚRICOS -fenobarbital, pentobarbital, secobarbital Os barbitúricos mais usados são: os antiepilépticos  BENZODIAZEPINAS –brotizolam, flurazepam, flunitrazepam, Lormetazepam  PIPERIDINDIONAS -glutetimida, metiprilon  QUINAZOLONAS -metaqualona  CARBAMATOS -meprobamato  ÁLCOOIS E ÉTERES CÍCLICOS -hidrato de cloral, paraldeído  ANTIHISTAMÍNICOS –difenidramina, prometazina

27 Benzodiazepínicos  São os medicamentos mais amplamente prescritos no mundo, sendo que nos últimos 20 anos eles substituíram quase integralmente os barbitúricos no tratamento da ansiedade e nos distúrbios do sono. Os mais disponíveis no Brasil são: Flurazepan (Dalmadorm), Trazolan (Halcion), Flunitrazepan (Rohypnol) Midazolan (Dormonid) Clonazepan (Rivotril).

28 Benzodiazepinas (bzd)  Na prática, distinguem-se as hipnóticas e as ansiolíticas/sedantes;  Esta distinção é artificial porque todas são ansiolíticas e todas podem modificar o sono desde que se atinjam doses eficazes;  O que as distingue é que todas as BZD hipnóticas são potentes e modificam o sono em doses relativamente baixas; as ansiolíticas são pouco potentes, permitindo uma “Janela terapêutica” que possibilita um efeito ansiolítico, sem modificação significativa do sono;  A maioria das BZD possuem ainda efeitos miorrelaxantes

29 Antipsicóticos  Reúnem um grupo de drogas que atuam na atividade delirante e nas agitações psicomotoras. São antialucinatórias. Os antipisicóticos são chamados de tranqüilizantes maiores e antigamente eram chamados de neurolépticos. Antipsicóticos “típicos” ou clássicos são aqueles que tendem a produzir sintomas extrapiramidais (EPS).

30 Antipsicóticos  São os derivados de: 1. Fenotiazinas: são as clorpromazinas, as triafluoperazinas, as thioridazinas, thioproprerazina que tomam os nomes comerciais de: amplicitil, neozine, stelazine, meleril, sinogan, sevinol, majeptil, flufenazina.  2. Reserpinas: deriva-se do alcalóide rauwolfia serpentina; é comercialmente o serpasol, o serpaoctil.

31 Antipsicóticos  3. Tiotixeno: dele se deriva o navane que é usado na reabilitação social do paciente, com eficaz resultado.  4. Butirofenonas: É um neuroléptico ativo; doses diminutas têm grande potencial na lise das agitações e alucinações próprias dos estados psicóticos. Apresentam-se como haldol, haloperidol e triperidol.

32 EFEITOS COLATERAIS NO S.N  Efeitos Oculares Retinite Pigmentosa Glaucoma Fotofobia  Efeitos Hematológicos Agranulocitose (taxa de neutrófilos é menor que 500/mm 3 ).  Efeitos Dermatológicos Hipersensibilidade (urticária, hiperemia, edema)

33 EFEITOS COLATERAIS NO S.N  Efeitos Gastrintestinais Xerostomia (secura da boca); Disfagia Hipersalivação Náuseas e vômitos Esofagite de Refluxo Constipação Intestinal Icterícia

34 EFEITOS COLATERAIS NO S.N  Efeitos Genitourinários Retenção urinária Incontinência urinária (raro) Impotência ou alterações de ejaculação Priaprismo  Efeitos Cardiovasculares Hipotensão Ortostática Distúrbios de ritmo cardíaco

35 EFEITOS COLATERAIS NO S.N  Efeitos Endócrinos Galactorréia amenorréia Secreção inapropriada de hormônio antidiurético

36 EFEITOS COLATERAIS NO S.N  Efeitos no Sistema Termoregulador Hipertermia

37 EFEITOS COLATERAIS NO S.N.C  Os Antipsicóticos típicos de modo geral apresentam fenômenos de impregnação que são sintomas extrapiramidais e perturbações neurológicas. Os que apresentam estas reações mais evidentes são os derivados das Butirofenonas.

38 EFEITOS COLATERAIS NO S.N.C  Crises Oculógiras – Olhos com movimentos rápidos de rotação e com tendência a fixar o olhar, com pálpebras ligeiramente descidas com o olhar de santo, em êxtase. É o aspecto pseudomístico do cliente.

39 EFEITOS COLATERAIS NO S.N.C  Síndrome Parkinsoniana Medicamentosa ou Parkinsonismo - Consiste em rigidez muscular e tremor involuntário que se exagera ao querer estender a mão. A expressão facial diminui. A linguagem não acompanha a mímica correspondente, a marcha é de passos curtos. risco máximo dias incidência - 15 % dos pacientes tratamento  ajuste da dose  fármacos anti-parinsonianos

40 EFEITOS COLATERAIS NO S.N.C  Hipersinésia - contraturas musculares, aumento do tônus muscular (sensação de roda dentada ao pesquisá-la no braço).  Discinesia ou Distonia Aguda – Ocorre em geral nas primeiras 72 horas do tratamento. Ocorrem movimentos normais exagerados, ou posturas anormais como movimentos espasmóticos e involuntários da musculatura do pescoço, boca e língua, opístotono e crises oculógiras. Risco máximo dias

41 EFEITOS COLATERAIS NO S.N.C Acatisia – rigidez muscular ou contraturas musculares como no tic de Salaam. Caracterizada por um estado de inquietação motora, sensação subjetiva de tensão e incapacidade de tolerar inatividade. risco máximo dias tratamento  redução da dose  anti-parkinsonianos, benzodiazepínicos e propranolol

42 EFEITOS COLATERAIS NO S.N.C  Acinésia – debilidade muscular, fadiga. Os músculos não têm capacidade de atividade, tornam-se adinâmicos.

43 EFEITOS COLATERAIS NO S.N.C Discinesia tardia- Síndrome crônica caracterizada por movimentos involuntários hipercinéticos. È associada ao uso prolongado de Antipsicóticos, raro antes de seis meses. prevalência % incidência anual % sintomas  movimentos coreifórmes rápidos, involuntários e repetitivos da face, olhos, boca, língua, tronco e extremidades  atetose lenta  posturas distônicas sustentadas

44 EFEITOS COLATERAIS NO S.N.C Discinesia tardia- prevenção  utilizar a dose mínima  tempo de tratamento adequado  uso de atípicos tratamento  suspensão do fármaco  fármacos anti - parkinsonianos agravam

45 EFEITOS COLATERAIS NO S.N.C  Síndrome Neuroléptica Maligna – caracteriza-se por hipertermia. O nível de consciência se altera, variando de agitação e mutismo alerta para estupor e até coma. Ocorre hipertensão, taquicardia, taquipnéia, leucocitose e aumento nos níveis de creatinina no sangue. É responsável por uma taxa de 21% de mortalidade quando não tratada. tratamento  suspender o fármaco  tratamento de suporte  dantrolene e bromocriptina

46 Antipsicóticos Atípicos  Este termo refere-se a um grupo heterogêneo de drogas antipsicóticas que produzem pouco ou nenhum sintoma extrapiramidal. Isto ocorre porque eles são mais seletivos- agem na parte do cérebro que causa os sintomas psicóticos e não na parte que controla os movimentos musculares normais. Como produzem menos efeitos colaterais, parecem que melhoram a adesão ao tratamento, com isto previnem recaídas, melhorando o prognóstico do transtorno. São: Clozapina, Risperidona, Olanzapina, Quetiapina e Ziprasidona 

47 Antipsicóticos Atípicos menor risco de efeitos neurológicos melhor eficácia em relação aos sintomas negativos eficaz em pacientes que não respondem aos típicos

48 Estimulantes do Humor  Estimulantes do Humor ou Anti Depressivos Como Agem:Os antidepressivos influenciam a neurotransmissão, conexão entre as células nervosas. Elas atuam principalmente na liberação de três substâncias químicas cerebrais: a serotonina, a noradrenalina e a dopamina, que fazem a ligação entre neurônios.

49 Estimulantes do Humor  Estimulantes do Humor ou Anti Depressivos A cada conexão, parte dos neurotransmissores é destruída por enzimas, outra é transmitida para a célula seguinte e o restante volta para o lugar de onde saiu num processo chamado recaptura. O papel dos antidepressivos é melhorar essa relação. 

50 TIPOS DE ANTI DEPRESSIV OS  *Inibidores da monoaminoxidase (IMAO) – inibem a enzima mitocôndríaca. A)Hidrazidas – Marsilid, Marplan, Nardi e Miamida.  B) Não-hidrazidas – Parnate, Stelapan, Aurorix Os IMAO são criadores de dependência e têm ação antidepressiva, produzem insônia e em certas ocasiões, estados de excitação.

51 TIPOS DE ANTI DEPRESSI VOS  *Não Inibidores Enzimáticos (tricíclicos Estes antidepressivos são chamados comumente de psico-estimulantes. Eles aliviam as tensões da melancolia, elevam o estado de ânimo do cliente, estimulam a sua atividade e infundem novas esperanças. Ex: imipramina-tofranil, Amitriptilina – triptanol. Efeitos Colaterais: secura da boca, sudorese, hipotensão arterial, estomatite, seborréia, prurido, eritemas cutâneas.

52 TIPOS DE ANTI DEPRESSIVOS  Outros Antidepressivos – são aqueles de segunda geração: trazodona, viloxacina, mianserina, fluoxetena. 

53 ANTIPARKINSONIANOS  Aplicados em caso das impregnações com fenômenos extrapiramidais. São usados:  Akineton;  Arlane;  Cinetol;  Biperideno;

54 Eutímicos ou Normalizadores do Humor  Carbonato de Lítio  O lítio constitui um importante recurso terapêutico nas crises de mania, prevenindo principalmente a ciclocidade de humor. Portanto seu efeito psico-regulador torna-o eficaz na prevenção da fase maníaca e diminui acentuadamente as possibilidades de recorrência das fases deprimidas.

55 Eutímicos ou Normalizadores do Humor  Durante o tratamento é imprescindível que freqüentemente seja feita dosagem sanguínea dos níveis de lítio, para determinar a dose ideal da medicação. Efeitos Colaterais:  tremores grosseiros nas extremidades;  afasia;  abalos musculares;  polidipsia;  poliúria;  vômito e diarréia, etc.

56 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM  Dar apoio emocional;  A medicação deve ser dada nos horários de refeição ou com estômago cheio;  Registrar a medicação, quantidade e horário;  Assistir o cliente no quadro de impregnação.  Observar se ele realmente deglutiu a medicação;

57 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Ballone, G. j; Penha Chaves, P. H. de A., Sinopse de Psiquiatria – Dicionário e Tratamento. Editora Cultura Médica. Riio de Janeiro. RJ DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e Semiologia dos transtornos mentais. Porto Alegre: Artmed, HOLMES, S. D. Psicologia dos transtornos mentais. 2 ed. Porto Alegre: Artes Médicas MARY C. TOWNSEND, RN, MN, CS, Enfermagem Psiquiátrica – Conceitos e Cuidados. 3 ed. Rio de Janeiro Editora Guanabara Koogan S.A. MIRANDA - SÁ JR., LUIZ SALVADOR DE Compêndio de Psicoterapia e Semiologia Psiquiátrica. Porto Alegre. ARTMED, 2001.


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