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 Globalização, cidade global e planejamento estratégico  Cidade Média e a Rede Urbana  O papel do estado no Urbano.

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Apresentação em tema: " Globalização, cidade global e planejamento estratégico  Cidade Média e a Rede Urbana  O papel do estado no Urbano."— Transcrição da apresentação:

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2  Globalização, cidade global e planejamento estratégico  Cidade Média e a Rede Urbana  O papel do estado no Urbano

3 Cidade global

4  Origem do conceito, final dos anos 70  Re-significação das metrópoles  Divisão internacional do trabalho

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6 Planejamento estratégico

7  Surgiu nas cidades americanas a partir dos anos 70  Objetivo: diminuir a segregação  As suas ações tem levado a um processo de valorização do espaço  Reprodução do espaço “requalificado” para apropriação do capital

8 Cidades Médias

9  As cidades médias surgiram como uma solução  Função de absorver parte dos fluxos migratórios com destino as metrópoles  Condições atrativas ao capital e a população

10 Rede Urbana

11  Iniciado o processo de evolução da rede urbana no governo Vargas na década de 40  Década de 60 com o governo JK estruturação de novos polos centrais  Década de 80 expansão do capitalismo, Crescimento das industrias  Divisão do trabalho a nível nacional

12 Estado

13  Um agente interventor  Pode limitar ou favorecer o capitalismo  Adotou a lógica de valorização do capital  Indefinição do papel do Estado

14 Cidade global e planejamento estratégico Visão geral

15 Cidades Médias e a rede Urbana Visão regional

16 O papel do estado no Urbano Visão local

17  Aspectos Introdutórios  Aspectos históricos  Aspectos inerente à cidade Moderna

18  Discussão em torno de segregação e Direito à cidade  Principais causas: globalização e Neoliberalismo

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20 SegregaçãoPobrezaViolência Sistema de Tráfego Degradação Ambiental

21 Segregação Residencial “Melhores condições de habitação, na escala da casa e também na escala do local de moradia, na esteira de investimentos públicos em infra-estrutura técnica e social, devem contribuir para um diminuição dos preconceitos contra os espaços segregados típicos das cidades brasileiras, especialmente no caso das favelas.” “Menos segregação residencial tende a significar maiores chances de interação entre grupos diferentes, e maior interação tende a facilitar enormemente a demolição de preconceitos.”

22 Segregação Desigualdades “A segregação deriva de desigualdades, e ao mesmo tempo, retroalimenta desigualdades, ao condicionar a perpetuação de preconceitos e a existência de intolerância e conflitos.”

23 Segundo Marcelo Lopes de Souza, há que se manter uma distinção muito forte entre segregação induzida e auto-segregação, pois podem surgir alegações de que a auto-segregação também não é uma escolha, pois estes buscam fugir de problemas, contudo os que se auto- segregam não costumam ver seus antigos espaços com olhos nostálgicos e também, na condição de moradores, são, em grande parte, os mesmos que na condição de elite dirigente, são, ao menos, co-responsáveis pela deterioração das condições de vida na cidade. Auto- segregação Segregação Induzida

24 Sistema de Tráfego Prioridade dada ao transporte particular e ao transporte sobre rodas movido a derivados de petróleo

25 Os eixos de circulação sobre trilhos orientam a expansão da cidade A expansão urbana avança sobre todas as direções, com tendência a formação de grandes vazios urbanos associados à especulação imobiliária

26 Degradação Ambiental Problemas sociais Impactos Ambientais

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28 Direito à cidade Direito de propriedade privada Taxa de lucro

29 Capitalistas Estado trabalhadores

30  Globalização  neoliberalismo

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32  Na falta de uma definição do papel do Estado, a importância dos movimentos sociais se potencializa.

33 Poderia o direito à cidade ser exercitado pela mudança da vida? Lefebvre responde: "Por meio da mobilização social e da luta politica/social"

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35  Após fazermos um panorama geral, desde uma visão geral a uma visão mais local, ajustamos um pouco mais a "lente" para melhor observar as consequências desse mundo globalizado e neoliberal na sociedade, em que a cidade esta se tornando mais um produto, uma mercadoria a ser vendida e o Estado que deveria ter o papel de agente mediador entre capital e sociedade esta perdendo sua definição (e porque não dizer?! esta sendo "comprado" pelo capital)

36  a sociedade portanto deve lutar, pois segundo David Harvey:  "...o direito á cidade... não é apenas um direito condicional de acesso àquilo que já existe, mas sim um direito ativo de fazer a cidade diferente, de formá-la mais de acordo com nossas necessidades coletivas, definir uma maneira alternativa de simplesmente ser humano. Se nosso mundo urbano foi imaginado e feito, então ele pode ser reimaginado e refeito." cidades rebeldes

37 David Harvey: " O direito à cidade não é um presente. Ele tem de ser tomado pelo movimento político."

38  Harvey, D.; Vainer, C., cidades rebeldes, carta maior, Bontempo editorial p  Harvey, D., O direito à cidade, lutas sociais, SP, n.29, p-73-89, jul./dez.2012  Matias, R. da S. Exclusão social e pobreza no espaço urbano- o papel do Estado na sociedade capitalista brasileira: contribuições para um debate, caminhos de geografia 1(13) , Out/2004  Carvalho, M.,cidade Global, anotações criticas sobre um conceito, PUC-SP  Conte, C., H., Cidades médias: discutindo o tema, sociedade e territorio, Natal, v.25, n°1, p.45-61, jan./jun.2013  Souza, M. L. de, ABC do desenvolvimento urbano, Rio de janeiro,;Bertrand Brasil, 3 edição, cap.5, p


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