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02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 1 INTELIGÊNCIA COMPETITIVA Sandro Albuquerque If you dont have competitive advantage, dont.

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1 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 1 INTELIGÊNCIA COMPETITIVA Sandro Albuquerque If you dont have competitive advantage, dont compete ! (Jack Welsh, ex-CEO GE)

2 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 2Apresentação Graduação em Farmácia Industrial e Especialização em Tecnologia Industrial Farmacêutica pela UFRJ. Formação no programa de pós-graduação em Vigilância Sanitária de Produtos pelo INCQS. MBKM em Gestão do Conhecimento e Inteligência Empresarial (CRIE-COPPE/UFRJ). MBA em Marketing (FGV). Gerente do Núcleo de Inteligência Competitiva Setorial (NICS) Unidades de Negócio Farma & Biotec pela Fundação BIORIO em parceria com o SEBRAE-RJ

3 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 3Agenda Introdução Conceitos Inteligência Competitiva (IC) no Mercado Perfil – Profissional & Equipes Ferramentas do Conhecimento O Processo de IC Construção de Cenários Considerações Finais

4 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 4Agenda Introdução Conceitos Inteligência Competitiva (IC) no Mercado Perfil – Profissional & Equipes Ferramentas do Conhecimento O Processo de IC Construção de Cenários Considerações Finais

5 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 5 Visão (Míope) de Mercado Não há qualquer razão para que não importa quem seja possa querer um computador na sua casa." [Ken Olson, Präsident, Vorsitzender und Gründer von Digital Equipment Corp., 1977.] "Tudo o que poderia ser inventado, já foi inventado." [Charles H. Duell, Departamento de Patentes dos EUA, 1899.] "O telefone possui demasiadas carências a serem pensadas com toda seriedade para que possa ser um meio de comunicação. O aparelho, por sua própria natureza, é desprovido de qualquer valor para nós." [Briefing interno da Western Union, 1876.] 640 K é memória suficiente para qualquer aplicação." [Bill Gates, 1981.]

6 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 6 Um mundo em transformação... A única coisa permanente é a mudança. (Heráclito, filósofo grego, 501 A.C.) Outubro/2006

7 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 7 A Era do Conhecimento... Modelo Agrícola Revolução Industrial Hoje A única coisa permanente é a mudança. (Heráclito, filósofo grego, 501 A.C.)

8 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 8 GOOGLE: AÇÕES ENCOSTAM NOS US$ /11/2005 Jornal: Globo GOOGLE INAUGURA SERVIÇO DE LIVRO ONLINE 04/11/2005 Jornal:Globo Ações do Google atingem recorde e superam US$ 400 GOOGLE LANÇA SOFTWARE PARA CONTROLAR PUBLICIDADE ONLINE 15/11/2005 Google venderá videos e aplicativos online 05/01/2006 Lucro líquido do Google sobe 82%, mas desaponta Wall Street e ações caem Google lança Gmail com chat 07/02/2006 Google e Nike criam comunidade virtual para amantes de futebol 21/03/2006 Google compra site de vídeo YouTube por US$ 1,65 bi 10/10/2006 Jornal: O Globo Valor da Marca Google é maior do que GE, Microsoft e Coca-Cola 24/04/07 DCI Gphone – Celular do Google pode chegar ao mercado ainda em Setembro 29/08/07 O Globo O Caso e o valor do conteúdo Inovações Google: Google Earth, ORKUT, Picasa, Schoolar, Gmail, Blogger, Wikipedia

9 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 9 O Caso e o valor do conteúdo Google alveja Microsoft com lançamento de aplicativos corporativos (por IT Web - 22/02/2007) Gigante do setor de busca oferece software como serviço Após conquistar milhões de clientes com suas ferramentas de busca e produtividade, o Google agora enfrenta a Microsoft como fornecedora de aplicativos corporativos nos Estados Unidos, ao oferecer software de baixo custo e livre de manutenção, acessado via Internet. A empresa lançou, nesta quinta-feira, o pacote Google Apps Premier Edition, que inclui e- mail, calendário e aplicações de mensagens e conversação instantâneas, bem como processador de texto e planilhas. Tudo online. O lançamento apresenta melhorias em relação a um pacote similar lançado em agosto de 2006, para consumidores domésticos. O preço é um dos principais apelos do Google Apps. A empresa está oferecendo o pacote completo a US$ 50,00 por usuário, ao ano. Uma cópia única do Office 2007 Enterprise Edition custa US$ 499,00. Entre os primeiros clientes, estão empresas como General Electric e Procter & Gamble.

10 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 10 O valor do conteúdo na área farmacêutica (exemplo) Balança Analítica + processador: R$ 7.639,00 Balança Analítica: R$ 3.889,00 I.acessórioconteúdo I.O processador (acessório) agrega valor (conteúdo) mesmo não relacionado diretamente a atividade fim do produto. II.conteúdo II.O valor do acessório (conteúdo) é equivalente ao valor da balança. Cotação: dezembro/05

11 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 11 O valor do conhecimento: Área Farmacêutica Novartis adquire a NeuTec por US$ 569 milhões. Genebra (Suíça) - A Novartis, terceiro maior laboratório farmacêutico da Europa, concordou formalmente em adquirir a britânica NeuTec Pharma por quase o dobro de seu valor de mercado. A transação é a terceira realizada esta semana pela suíça Novartis, que pretende assim obter acesso a medicamentos experimentais. A Novartis ofereceu ontem 305 milhões de libras esterlinas (US$ 569 milhões) em dinheiro, ou 10,50 libras esterlinas por ação da NeuTec. O conselho administrativo e os investidores portadores de 39% da empresa britânica de biotecnologia apoiaram a oferta, informou a Novartis, com sede na Basiléia, Suíça. A NeuTec tem dois medicamentos para combater infecções resistentes a tratamento, um problema crescente nos hospitais. A Novartis também concordou esta semana em trabalhar em conjunto com a Human Genome Sciences e a Genelabs Technologies em drogas para o tratamento da hepatite. O principal executivo da Novartis, Daniel Vasella, está tentando aumentar a carteira de produtos do laboratório, num momento em que suas vendas se mostram inferiores às de sua conterrânea Roche Holding. Os dois medicamentos experimentais da NeuTec, chamados Mycograb e Aurograb, passaram por várias etapas de testes clínicos e um deles foi apresentado para aprovação das autoridades reguladoras européias. A aquisição da NeuTec "vai fortalecer drasticamente nossa posição com relação às infecções hospitalares", disse Thomas Ebeling, diretor da divisão de produtos farmacêuticos da Novartis. A NeuTec foi inaugurada em (Bloomberg News – 06/06/06)

12 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 12 O Valor do Conhecimento Requião autoriza parceria entre Tecpar e empresa canadense para produção de medicamentos O governador Roberto Requião autorizou a secretária de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Lygia Pupatto, a celebrar acordo no valor de R$ 5,5 milhões com o Instituto Tecnológico de Quebec e a empresa Prometic Life Sciences, para a transferência de royalties sobre a chamada tecnologia upstrem, que permite a produção de medicamentos de alta complexidade. Agência Estadual de Notícias do Paraná, 07/03/2007

13 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 13 A Economia na Era do Conhecimento Economia Industrial Economia do Conhecimento ProduçãoEscalaFlexível PessoasEspecialistaPolivalente TempoLongo PrazoTempo real MassaTangívelIntangível Fonte: CRIE – COPPE/UFRJ,2001

14 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 14 Pilares da Economia do Conhecimento 1) 1)Conhecimento disperso e acessível 2) 2) O valor do Intangível 3) 3) Novo modelo de gestão e negócios adequado à nova realidade Os impérios do futuro serão os impérios da mente. (Winston Churchill, ) (Winston Churchill, ) Referência: Ivan da Costa Marques, Desmaterialização e Trabalho

15 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 15Agenda Introdução Conceitos Inteligência Competitiva (IC) no Mercado Perfil – Profissional & Equipes Ferramentas do Conhecimento O Processo de IC Construção de Cenários Considerações Finais

16 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 16 O Ambiente de Negócios Fonte: Gomes e Braga - Adaptado, CRIE – COPPE/UFRJ, 2001

17 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 17 A tendência é de inflação estável com maior pressão sobre os grupos: combustíveis/transporte, alimentos e vestuário. Os preços de medicamentos seguirão pressionados para baixo, e com a apreciação do real sobre o dólar a pressão do salário mínimo tende a ser menor; Dólar estável na faixa de R$2 com juros em queda gradativa no segundo semestre e aumento do investimento estrangeiro; O PIB deve crescer, porém superávit primário deve diminuir o ritmo aumentando a pressão sobre impostos. A inclusão social das classes C e D segue a um ritmo de 1 MI de consumidores/ano, o que explica os resultados do comércio. Sem iniciativas de inovação o saldo positivo do comércio não se refletirá na manipulação, apenas no segmento industrial. Cenário Macroeconômico

18 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 18 Competitividade Verde e Amarela Exportações: (+) 24%, sendo 61% manufaturados (+) 27,6% - Saldo comercial: US$ 41,5 Bi Destaque para produtos de alta ou média alta tecnologia (52,4%) e commodity ferro e aço (21,4%) Fonte: OMPI, 2005 Fonte: ECDI, Out/2005 – Perído Jan/Ago Composição nas Exportações Contribuição para o Aumento (+) 27,6 % (MIDIC/SECEX, ECDI) US$ (FOB)

19 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 19 Competitividade Verde e Amarela 2003: Aché adquire operação brasileira da ASTA Médica (ALE); 2005: Medicamento nacional (Acheflan – Cordia verbepacea) / aquisição da Biosintética Farmacêutica (BRA); 2005: Eurofarma (BRA) + Biolab (BRA) Incremetha PD&I (R$ 77 Mi/ano em pesquisa); 2006: Grupo EMS-Sigma Pharma (BRA) nova aquisição no segmento famacêutico US$ 700 Mi participação: BNDES; 2006: Biolab (BRA) capta US$ 45,5 Mi junto ao BNDES para pesquisa em 13 medicamentos; 2006: ALANAC discute crescimento e planejamento estratégico setorial...

20 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 20 ALANAC – Diálogos de futuro ( ) Pontos Fracos Setoriais Falta transparência empresarial; Falta de maturidade e consciência para uma avaliação dos desafios de hoje e amanhã; Falta de unidade e participação; Pouca representatividade nas ações do Governo; Heterogeneidade econômica, técnica e de visão do setor; Existência de um grupo de indústrias estatais e ausência de política de acesso a medicamentos.

21 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 21 Desafios para Indústria Farmacêutica Custo de desenvolvimento e aprovação de novos medicamentos (70% do investimento realizado nesta fase); Expansão da Indústria de Genéricos; Aumento nos custos de Marketing (força e sistema de vendas)

22 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 22 Transformações na Indústria Farmacêutica Paradigma Atual * Centros de Excelência em pesquisa; * Blockbuster global * Verticalização; * Disseminação dirigida, restrita e controlada Tendência Dominante * Grupos de Pesquisa/classe terapêutica; * Medicamentos para grupos de populações; * Terceirização, parceria, spin off, start up, universidades;

23 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 23 Decisões em curso.. Redução de forças de vendas globais; Suspensão de oferecimento de vantagens pecuniárias a médicos na Europa e EUA; Aquisições e parcerias com empresas de biotecnologia e parceria com universidades; Investimento nos medicamentos personalizados (US$ 500 MI); Intensificação de Estudos de Farmacoeconomia em B2B – comunicação de valor; Intensificação de uso de TI na comunicação com classe médica; Novos sistemas de administração de fármacos; Enfoque em mercados emergentes e compras públicas.

24 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 24 Posicionamento: Competidores Farma Inovadores * Pesquisa descentralizada em linhas específicas; * Medicamentos Personalizados; * Menor esforço de MKT; * Biotecnologia Genéricos * Pesquisa centralizada em linhas múltiplas; * Genéricos de ex-blockbusters; * Maior esforço de MKT; * Síntese Química

25 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 25Inovação Pesquisadores criam dente que libera remédios Pesquisadores estão desenvolvendo um dente que libera automaticamente medicamentos especialmente para pacientes que necessitam de doses periódicas, de acordo com a edição desta terça-feira do jornal britânico The Daily Mail. O artefato, conhecido como Intellidrug, é pequeno o suficiente para ser inserido dentro de dois molares artificiais no fundo da arcada dentária. Segundo a reportagem, o dente artificial poderia ser eficaz especialmente para pessoas que sofrem de Mal de Alzheimer, e que costumam se esquecer de tomar seu medicamento, pessoas que necessitam de remédios para controlar a pressão ou pacientes com dificuldade para engolir comprimidos. Segundo Thomas Velten, do Fraunhofer Institute for Biomedical Technology, na Alemanha, citado no Daily Mail, "é importante para alguns males que exista um nível constante de mendicamento no sangue. Com este sistema, nós podemos regular o momento em que a dose é ministrada, mesmo que o paciente esteja dormindo". Quinze instituições de pesquisa colaboram no desenvolvimento do Intellidrug. O artefato é mantido na boca com clipes e adesivo dental, e contem um reservatório onde a droga é mantida em pastilha. Quando a saliva passa pelo dente falso, a droga se dissolve e é empurrada por uma válvula para a outra extremidade, entrando na boca e sendo absorvida pelo organismo, explica a reportagem. Dois sensores eletrônicos detectam a quantidade de medicamento que está sendo liberada na boca e o quanto ainda resta no Intellidrug, que contém ainda uma minúscula pilha. O reservatório provavelmente vai precisar ser recarregado novemente em duas semanas, mas isso poderá variar de paciente para paciente, segundo o Daily Mail. O Intellidrug já foi testado com sucesso em porcos. Os testes em seres humanos devem começa no segundo semestre e o artefato pode ser lançado no mercado em 2010, afirma o jornal. Fonte: BBC – 27/02/07.

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27 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 27 Opção pelo Valor Agregado Roche amplia exportação mas fica longe de genéricos. São Paulo - A Roche, uma das líderes mundiais na área de saúde, tem planos de expansão e continua a ter atuação também no mercado de exportação, mas mantém-se afastada do segmento de medicamentos genéricos, no qual não atua nem tem planos de participar. Hoje, a fábrica de Jacarepaguá (RJ) da companhia exporta para a América Latina 30% dos comprimidos e 19% dos líquidos orais que produz, num volume de cerca de US$ 48 milhões. A América Latina é o alvo preferencial da Roche nesses negócios: o principal mercado é a Argentina, seguida por Chile, Colômbia, Equador, México e Venezuela. Fonte: DCI – 02/04/07

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29 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 29 Lipitor (redutor de colesterol) Lipitor (redutor de colesterol) Nexium (úlcera gástrica) Nexium (úlcera gástrica) Seretide (asma) Seretide (asma) Plavix (cardiovascular) Plavix (cardiovascular) Enbrel (artrite reumatóide) Enbrel (artrite reumatóide) Produtos Líderes em Vendas Fonte: IMS Health 09/2007

30 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 30 Farmácias: Comportamento do Consumidor Compradores: mulher, anos, classe B e C, com ensino superior incompleto. Perfil de compra: pagamento em dinheiro, predominante a tarde, com frequência mensal de ida a farmácia de 3x ao mês (RJ). Hábito de compra: vai direto ao balcão principal, compra sozinho, passa até 5 minutos na farmácia. 42% busca não medicamentos: (22%) Produtos de Higiene Pessoal: xampú (5%), absorvente (4%), desodorante (3%) (12%) Cosméticos: coloração (18%), hidratação para cabelo (2%), esmalte (12%) (7%) Produtos para Bebê, com predominância para fraldas (57%) (2%) Alimentos, com predominância de cereais em barra (50%) Fatores de Influência: compra pela receita médica ou experiência ou farmacinha, 46% escolhem a partir de encarte e 59% lêem os encartes antes de ir à farmácia, proximidade de casa (52%) + preço (72%). Materiais de merchandising e promocionais são de baixa percepção. Fonte: POPAI Institute, Brasil

31 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 31 Farmácias: Comportamento do Consumidor HIPEC: Classes ABC, jovens; Cosméticos (marcas mais presentes): LOreal (24%) Sundown (21%) Johnson & Johnson (22%) Maybeline Colorama (20%) Marca própria (32%) Farmácia é vista como um sistema prático e conveniente; As vendas de genéricos são mais intensivas em: antibióticos (38%), antiinflamatórios (18%) e analgésicos (12%); O peso de escolha sobre o medicamento genérico é maior na linha ética; 76% da população brasileira não possui plano de saúde, segmento que vem aumentando a participação no mercado de medicamentos. Fonte: POPAI Institute, Brasil

32 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 32 A Base da Pirâmide no A1 A2 B1 B2 C1 C2 D E 1% R$ 9.733,47 4% R$ 6.563,47 9% R$ 3.479,33 15% R$ 2.012,67 21% R$ 1.194,53 22% R$ 9.733,47 25% R$ 484,97 3% R$ 276,70 68% Classes CD

33 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 33 Perfil da Base da Pirâmide O Fim da Classe Média: Ano a ano a classe média tradicional. vê seu poder de compra diminuir, se distanciando da classe A2 e se aproximando da Classe C1; Perfil da Classe Média Tradicional: católicos, fazem poupança, valorizam emprego de carteira assinada, carreira militar e emprego público, buscam segurança e vêem na educação caminho para ascensão social. Perfil da Nova Classe Média: evangélicos, não fazem poupança, preferem a informalidade, não tem plano de saúde e investem no trabalho como forma de ascensão. A Classe C1 tem uma maior aspiração por marca, enquanto a C2 começa a adquirir itens que antes não tinha acesso e preço é primeiro item de escolha. Quem quer vender para eles ?

34 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 34 Estratégia Empresarial O Gato apenas sorriu quando viu Alice. Alice, continuou. "O senhor poderia me dizer, por favor, qual o caminho que devo tomar para sair daqui? "Isso depende muito de para onde você quer ir", respondeu o Gato. "Não me importo muito para onde...", retrucou Alice. "Então não importa o caminho que você escolha", disse o Gato. (Alice no país das maravilhas – Lewis Carol)

35 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 35 Estratégia Empresarial - Diferenciação - Estratégia de Preço PREMIUM Estratégia de Alto Valor Estratégia de Super Valor Estratégia de Preço Excessivo Estratégia de Valor Médio Estratégia de Valor Bom Estratégia de Assalto ao Cliente Estratégia de Falsa Economia Estratégia de Economia Preço Qualidade Alto MédioBaixo Alto Médio Baixo Estratégias de precificação através da relação: preço x qualidade. Fonte: Kotler, 2000.

36 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 36 O Boticário ingressa no mercado de luxo O Boticário lança nesta quinta-feira, 14 de setembro, no São Paulo Clube, no bairro Higienópolis, em São Paulo, o primeiro Eau de Parfum da marca, dirigido ao mercado de luxo. Com uma essência baseada na flor de lírio, Lily Essence será o principal lançamento de 2006 da empresa paranaense de cosméticos e incluirá campanha publicitária, alteração no layout das lojas, ações de sampling, entre outras estratégias de comunicação e marketing. 13/09/2006 – Click Market Boticário fecha 2006 com 13% de crescimento (Valor Econômico – 08/12/2006)

37 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 37 Estratégia de Posicionamento: GEROVITAL – EMS (27/11/2006) Novos desafios para o polivitamínico Gerovital Quando foi lançado, em 1991, pensava-se que o público consumidor do polivitamínico Gerovital seria – durante muitos anos – exclusivamente aquele da terceira idade. Mas, em 2005, o Grupo EMS - Sigma Pharma repensou o público-alvo para o qual o suplemento estava sendo indicado, promovendo um reposicionamento da marca para o produto. Resultado: as vendas de Gerovital crescerem 50%. O multivitamínico composto por cálcio, sulfato ferroso, fosfato e por vitaminas A, B12, C e E, entre outras, tem como destaque em sua formulação o ginseng, planta muito usada na medicina chinesa que atua como energizante, combatendo o estresse. Uma série de ações de marketing foi então iniciada pela empresa visando não somente ampliar a divulgação do polivitamínico, mas também redirecionar a campanha, mostrando sua fonte de energia tanto para adultos quanto para jovens. A nova campanha publicitária de Gerovital (composta por filme, spot de rádio, folder, wobler, móbile, entre outros materiais promocionais e de ponto-de-venda), associa uma série de benefícios que reforçam junto ao público as qualidades do ginseng e das vitaminas componentes de sua fórmula, como melhor disposição física e mental. Segundo Telma Salles, diretora de relações externas do Grupo, além dos bons resultados em vendas, ficamos satisfeitos com a diversificação do público consumidor de Gerovital, que agora inclui jovens, adultos e principalmente pessoas de qualquer idade que estejam preocupadas com sua qualidade de vida.

38 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 38 Estratégias X Competências Essenciais Estratégia Empresarial Competências Essenciais OperaçõesProdutoMarketing Excelência Operacional Manufatura Classe Mundial Inovações incrementaisMarketing de produto para mercados de massa Inovação em Produto Scale up e fabricação primária Inovações Radicais (breakthrough) Marketing seletivo para mercados/clientes receptivos à inovação Orientação para Serviços Manufatura ágil, flexível Desenvolvimento de soluções e sistemas específicos Marketing voltado a clientes específicos (personalizados) Fonte: Fleury, A. & Fleury, M. T. L. Estratégias empresariais e formação de competências – um quebra-cabeças caleidoscópico da indústria brasileira. Rio de Janeiro: Ed. Atlas, 2001.

39 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 39 Cristália reduz custo de Dimorf LC e beneficia pacientes Segundo informações divulgadas na semana passada pelo laboratório Cristália, com a otimização de seus processos produtivos a empresa conseguiu obter uma redução de 15% nos custos do medicamento Dimorf LC, prescrito para o tratamento da dor crônica. Os beneficiados? Os próprios pacientes, pois a empresa já está repassando – a partir deste mês de setembro – esta boa notícia a eles, reduzindo o preço das três apresentações do Dimorf LC também em 15%. O medicamento foi lançado pelo laboratório em maio de Fundado em 1972, o laboratório Cristália iniciou suas atividades na área de Psiquiatria, fornecendo medicamentos para clínicas, hospitais e, principalmente, para o governo. Após alguns anos, mantendo o foco na área hospitalar, iniciou a produção de anestésicos e adjuvantes, desenvolvendo – também - medicamentos para o setor de narco- analgésicos, quando então abriu um novo segmento no tratamento da dor. Fonte: Gazeta Mercantil, 25/9/2006

40 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 40 A inovação é crítica no setor farmacêutico... Tanto incrementais quanto originais DOVE - Primeiro sabonete hidratante do mercado brasileiro Supera as vendas combinadas de todos os outros sabonetes da categoria; Marca Unilever que mais cresce no mundo (única com 02 dígitos); Venda de mais de 2 bi/ano em + de 80 países. Estratégia Empresarial - Inovação - "Trabalhamos com o propósito de tornar nossos produtos obsoletos, antes que nossos concorrentes o façam." Bill Gates

41 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 41 Inteligência Competitiva & Gestão do Conhecimento Adaptado, CRIE – COPPE/UFRJ, 2001 Empresa Capital Ambiental Capital Intelectual Capital de Relaciona mento Capital Estrutural Características Sócio-econômicas, aspectos legais, políticos, jurídicos, valores éticos e culturais, aspectos financeiros Pessoas e suas habilidades, capacidades, experiências e conhecimentos formais associados aos processos-chave Relacionamentos com clientes, fornecedores, parceiros Processos-chave, modelos de gestão e administrativos, cultura organizacional, conceitos, sistemas administrativos, rotinas, marcas, patentes, softwares desenvolvidos Sistema onde a organização se insere, com interação direta e/ou indireta.

42 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 42 O Capital Intelectual Princípio: Gestão por Competências O que a organização sabe x O que a organização precisa saber GAPs O que a empresa precisa SABER O que a empresa CONHECE O que a empresa precisa FAZER O que a empresa FAZ Conhecimento Estratégia Adaptado, CRIE – COPPE/UFRJ, 2001

43 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 43 Trabalhando o Capital Intelectual Determine as competências essenciais Priorize e mapeie processos Analise as competências requeridas Avalie e mensure as competências individuais Identifique os GAPs de conhecimento Nova cultura de aprendizagem e Plano de Desenvolvimento

44 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 44 O Capital de Relacionamento Organizações como estruturas vivas Mapeamento de Relacionamentos Identificação de Relacionamentos-chave para geração de Valor Análise da trocas de valores entre os atores do processo Plano de Ação para desenvolvimento dos relacionamentos

45 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 45 Verna Alle: Princípios & Aplicação O Conceito de Redes de Valor Como se cria valor ?! Adaptado, Hollomapping, Verna Alle,2000OrganizaçãoAtores Intangíveis Conhecimento Produtos, serviços e valores

46 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 46 O Capital Estrutural Qual a infra-estrutura necessária à organização para executar suas competências essenciais ? Em que a infra-estrutura contribui para obtenção de vantagem competitiva e realização do planejamento estratégico ? Infra-estrutura para BPF: Instalações, documentações, equipamentos, processos (fabricação & internos), etc; Infra-estrutura competitiva: software, automatização, intranet, etc.

47 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 47 Ferramentas do capital Estrutural Modelagem de Processos: Qual é o produto ? Quem é o cliente do processo ? Quem é o fornecedor do processo ? Aonde começa o processo ? Qual é a próxima etapa ? (n vezes) Aonde termina o processo ? Mapeamento de Processos: Entradas Necessárias Entradas Desnecessárias ? Entradas cujos requisitos não atendem ao processo Saídas Fases Linhas de Tempo Identificação de Gargalos e pontos de desconexão

48 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 48 O Capital Ambiental: Inteligência Competitiva legal e ética Prática utilizada por estrategistas da gestão empresarial, através da coleta, análise e aplicação, legal e ética, das informações relativas às capacidades, vulnerabilidades e intenções de seus concorrentes e monitoramento dos acontecimentos do ambiente competitivo geral. Neste ambiente (competitivo) podem ser identificados concorrentes antes desconhecidos ou novas tecnologias que podem alterar a situação atual. Na área farmacêutica devido ao alto nível de regulação a identificação e análise de tendências regulatórias pode ser aplicado como vantagem competitiva.

49 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 49 O Capital Ambiental: Inteligência Competitiva Sistemático & Ético: nenhum sistema de IC deve se pautar em ações antiéticas e nem ser apenas um sistema de respostas a questões pontuais. Formalizado & Ininterrupto: sem formalização, torna-se tarefa esporádica e sem importância dentro da organização. A IC requer um sistema permanente para verificar sua efetividade para a organização. Planejamento para Aplicação: a coleta de informação sem objetivo definido e sem um plano de para sua utilização, não levará a organização a lugar nenhum. Será um desperdício de tempo e recursos. Fonte: Gomes e Braga, 2004

50 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 50 Premissas da Inteligência Competitiva "O conhecimento difere de todos os outros recursos para tornar-se continuamente obsoleto; o conhecimento que importa está sujeito a mudanças freqüentes e repentinas". "Aproximadamente 90% ou mais das informações que uma organização coleta são sobre eventos internos. Cada vez mais uma estratégia vencedora vai precisar de informações sobre eventos e condições fora da empresa: prospects, tecnologias, mercados não atendidos...". "O fato do conhecimento ter-se tornado não apenas um mas "o" recurso é o que faz da nossa, uma sociedade pós-capitalista". De agora em diante, a chave é o conhecimento. O mundo não está se tornando abundante em materiais, nem abundante em mão-de-obra, nem abundante em energia, mas sim abundante em conhecimento". "Daqui alguns anos, os jovens certamente usarão os sistemas de informações como instrumentos comuns, como hoje se usa a máquina de escrever e o telefone". Peter Drucker, 1967

51 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 51 Dados, Informação e Inteligência Dados Informação Inteligência Fonte: Shaker, Gembicki 1999 Públicos e privados, informação básica, quantitativa Dados organizados e analisados, provedores de valor agregado útil à tomada de decisão. Informação ativa, fornece grau de previsão de impacto na organização e exige ação executiva.

52 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 52 O processo de tomada de decisão A Inteligência Competitiva atua como ferramenta de apoio ao processo de tomada de decisão Fonte: Shaker, Gembicki 1999 IC Dados Informação Inteligência 80% 15% 5% 20% 25% 55%

53 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 53Agenda Introdução Conceitos Inteligência Competitiva (IC) no Mercado Perfil – Profissional & Equipes Ferramentas do Conhecimento O Processo de IC Construção de Cenários Considerações Finais

54 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 54 Gestão do Conhecimento como Prática Gerencial Pesquisa realizada pela Economist Intelligence Unit publicada em 30/03/2006 afirma que os knowledge workers serão as fontes mais valiosas de vantagens competitivas para as empresas em De acordo com o relatório, a capacidade das organizações em reter, manipular e compartilhar conhecimento será fundamental para que estas consigam obter vantagem competitiva através da criatividade, inovação e profundo relacionamento com seus cliente. O estudo mostra também que a Gestão do Conhecimento será o principal suporte a tendência de relações mais colaborativas em toda a cadeia. A maioria dos executivos acreditam que relações de alta qualidade com parceiros externos será mais importante como origem de vantagem competitiva entre hoje e 2020.

55 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 55 Inteligência Competitiva no Mercado "Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas..." Se você conhece teu inimigo e a si mesmo vencerá todas as batalhas. Se você conhece o Céu e a Terra, sua vitória será completa. SUN TZU (A Arte da Guerra)

56 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 56 Inteligência Competitiva no Mercado

57 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 57Agenda Introdução Conceitos Inteligência Competitiva (IC) no Mercado Perfil – Profissional & Equipes Ferramentas do Conhecimento O Processo de IC Construção de Cenários Considerações Finais

58 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 58 O profissional do Conhecimento Profissional Tradicional Profissional do Conhecimento Tarefa principalFazerPensar Principais Habilidades FísicaMental Processo de Trabalho LinearNão-linear Resultado de Trabalho ProdutoInformação Conhecimento utilizado AplicadoCriado CRIE – COPPE/UFRJ,2001

59 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 59 Equipes em IC Quantitativo de Equipes - Caso Qualitativo de Equipes - Caso Equipe de IC: 01 gerente, 01 analista Mercado:65 bilhões Posicionamento: líder (25,61%) Relatório de Resultados, 2005 Economistas, administradores, profissionais de marketing Equipe de IC: analistas e coletores Mercado:14,7 bilhões (22,8%) - 10ª marca da América Latina Receita:3,9 Bi Investimento em Pesquisa: 87,8 Mi Produtos lançados: 225 Consultores: 617 mil Relatório de Resultados, 2006

60 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 60 Onde está o profissional farmacêutico ?

61 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 61 A Equipe de IC

62 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 62 Clientes da Inteligência Competitiva IC Produção PD&I Regulatórios Logística MKT GQ

63 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 63 Assuntos Regulatórios | Inteligência Competitiva Acompanhamento de aspectos regulatórios e políticos; Monitoramento D.O.U.; Perfil: Ação reativa, negociação e tomada de decisão; Monitoramento de aspectos: regulatórios, políticos, mercado (concorrentes, novos entrantes e substitutos), economia, tecnologias, meio-ambiente, gestão, fornecedores, comunidade/sociedade, entidades etc. Elaboração de análises, detecção de tendências, construção de cenários e avaliação junto ao planejamento estratégico Perfil: Ação pró-ativa, foco estratégico e não decisória

64 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 64 Código de Ética em Inteligência Competitiva Dos Deveres Art. 2º Como orientação de conduta, são deveres dos Associados da ABRAIC, em complemento ao contido no Estatuto da Associação: IX - pautar-se nas atividades de Inteligência Competitiva pelo que prevê a legislação vigente quando em situação de: 1. espionagem econômica e espionagem comercial; 2. roubo de segredos comerciais; 3. suborno; 4. acesso não autorizado a instalações, documentos, pessoas e sistemas; 5. invasão de privacidade; 6. interceptação postal, telefônica, em transmissão de dados, em comunicação verbal e eletrônica e transferências eletrônicas; 7. fraude, estelionato e falsidade ideológica; 8. contato com documentos classificados quanto ao grau de sigilo. Fonte: ABRAIC, 2003

65 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 65 Perfil do Analista de IC Ofertar alternativas para decisão. Ser um conselheiro respeitado. Zelar pela objetividade analítica, precavendo-se contra vieses, subjetividades, enganos e politização. Trabalhar para minimizar os erros nas decisões. Desafiar o pensamento vigente. Expor debilidades dos planos e estratégias em curso. SEM SER UM DECISOR !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Fonte: Mentor Consulting, Fernando Domingues Jr.

66 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 66 Habilidades Pessoais para IC Habilidades relacionadas com a empresa e seu ambiente – exigem do profissional visão global que lhe permite detectar sinais de inovação, muitas vezes fracos, que possam ter impactos significativo na realização das estratégias pretendidas da empresa; Habilidades de influência – ligada à capacidade de construir redes de relacionamento e gerenciar tais redes, sejam elas internas ou externas, formadas por especialistas os quais poderão fornecer dados ou pedaços de informações que possam ser de importância estratégica para a organização; Habilidade de síntese – capacidade de organizar, dar sentido e utilidade aos dados coletados que aparentemente são desconexos. Dar significado a uma massa bruta de dados de forma a realmente auxiliar a tomada de decisão estratégica para a organização e propiciar a movimentação antecipada da organização frente às forças que regem o negócio. Fonte: Martinet & Matin, 1995.

67 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica Competências de Profissionais de IC 1. Identificação de Fontes de Informação internos e externos à organização; 2. Prospecção, acesso e coleta de dados, informações e conhecimento produzidos internamente e externamente à organização; 3. Seleção e filtragem dos dados, informações e conhecimento relevantes para as pessoas e para a organização; 4. Tratamento e agregação de valor aos dados, informações e conhecimento mapeados e filtrados, buscando linguagens de interação usuário / sistema; 5. Armazenamento, de informação, dos dados, informações e conhecimento tratados, buscando qualidade e segurança; 6. Disseminação e transferência dos dados, informações e conhecimento através de serviços e produtos de alto valor agregado para o desenvolvimento competitivo da organização; 7. Criação de mecanismos de feed-back da geração de novos dados, informações e conhecimento para a retro-alimentação do sistema.

68 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 68 Fatores Críticos de Sucesso do Profissional de IC Perfil Multi-tarefas; Habilidade de comunicação Dotado de visão ampla do negócio; Alta capacidade de percepção de correlações entre fatos isolados; Bom desenvolvedor de relacionamentos; Humilde para expor com clareza e perguntar com simplicidade; Bom ouvinte e questionador; Bom conhecedor do ambiente competitivo; Atento às mudanças do ambiente interno e externo (satélite metereológico); Espírito pró-ativo e persistente;

69 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 69Agenda Introdução Conceitos Inteligência Competitiva (IC) no Mercado Perfil – Profissional & Equipes Ferramentas do Conhecimento O Processo de IC Construção de Cenários Considerações Finais

70 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 70 SWOT - Conceitos Análise de elementos-chave que envolvem a empresa ou o negócio: as forças e fraquezas correspondem ao ambiente interno, enquanto as oportunidades e ameaças referem-se ao ambiente externo. Pontos Fortes (Strenghts) - vantagens internas da empresa em relação às empresas concorrentes. Pontos Fracos (Weakness) - desvantagens internas da empresa em relação às concorrentes. Ameaças (Threats) - aspectos negativos do ambiente que envolve a empresa com potencial para comprometer a vantagem competitiva que ela possui. Oportunidades (Opportunities) - aspectos positivos do ambiente que envolve a empresa com potencial de trazer-lhe vantagem competitiva. O diagnóstico estratégico deve conduzir a determinação de objetivos e prioridades estratégicas

71 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 71 Matriz - SWOT Pontos FortesPontos Fracos P ossui amplo portfólio de produtos similares A marca da empresa tem credibilidade no mercado E quipe de vendas motivada C onta com bom relacionamento com a VISA local e ANVISA P lanta industrial e instalações antigas ( Ref.: Port 16/95 ) H ead count baixo na fábrica A usência de perspectivas em lançamento de produtos para os próximos 05 anos B aixo portfólio de produtos de alto valor agregado OportunidadesAmeaças L ançamentos de linhas de financiamento público e PPPs voltadas para PD&I A quecimento do comércio exterior no Mercosul e AL C rescimento no mercado de genéricos P erda de mercado para medicamentos genéricos e similares N ão renovação do Certificado de BPF em fiscalização da VISA local. E ntrada eminente de nova empresa atuante no mesmo nicho de produtos.

72 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 72 SWOT - Análise Cruzada POTENCIALIDADES - Pontos Fortes x Oportunidades Competências que alavacam oportunidades Ex.: portfólio de produtos, marca forte e relacionamento ANVISA favorecem o fortalecimento de vendas no Mercosul VULNERABILIDADES - Pontos Fracos x Ameaças Limitações críticas que deixam mais vulnerável aos impactos de ameaças Ex.: a falta de inovação em produtos compromete a posição no mercado DESAFIOS - Pontos Fortes x Ameaças Competências que podem ser empregadas para minimizar ou neutralizar ameaças Ex.: a credibilidade da marca ajuda a defender a posição de mercado contra novos entrantes LIMITAÇÕES - Pontos Fracos x Oportunidades Limitações que impedem o aproveitamento das oportunidades Ex.: planta e instalações obsoletas dificultam o aporte e aproveitamento em PD&I

73 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 73 PORTER: Princípios & Aplicação Ferramenta para estudo das características competitivas do setor que compõem o ambiente de negócios da empresa. As características competitivas são apontadas através das 05 forças de Porter: Mercado (Concorrentes), Substitutos, Novos Entrantes, Clientes e Fornecedores. Propicia uma visão ampla de negócio identificando todos os atores que influenciam o mercado e o posicionamento da empresa no mesmo, delineando as opções estratégicas.

74 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica FORÇAS DE PORTER Fornecedores: Importador Z Distribuidores W,H,N Farmoquímica X, Y Clientes: Governo (licitações) Redes de Distribuidores Hospitais & Clínicas Substitutos: GENOMED Novos Entrantes: Farmazilla Meds Inc Mercado: Sydney Ross Co. CIBRAN Barreiras de Entrada

75 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 75 Outras Ferramentas Benchmarking.. Redes de Valor (Verna Alle).. Fatores Críticos de Sucesso.. Brainstorming.. War Game.. Construção de Cenários..

76 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 76Agenda Introdução Conceitos Inteligência Competitiva (IC) no Mercado Perfil – Profissional & Equipes Ferramentas do Conhecimento O Processo de IC Construção de Cenários Considerações Finais

77 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 77 Qual é o seu negócio

78 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 78 Qual é o seu negócio ? Pifzer – Visão: Nos dedicarmos à busca da humanidade por uma vida mais longa, mais saudável e mais feliz, por meio da inovação de produtos farmacêuticos, em produtos para o consumidor e em produtos para a saúde animal. – Missão: Nós nos tornaremos a companhia mais valorizada do mundo para pacientes, clientes, colegas, investidores, parceiros comerciais e as comunidades onde trabalhamos e vivemos. Petrobrás – Visão 2010: A Petrobrás será uma empresa de energia com forte presença internacional e líder na América Latina, atuando com foco na rentabilidade e responsabilidade social. Volvo – Visão: To be de world`s most desired ans successfull premium car brand – Missão: To create the safest and most exciting car experience in modern families Michelan A missão da Michelin é garantir, através de seus produtos, o futuro da mobilidade do Homem, a qualidade de vida e a permanente busca do Desenvolvimento Sustentável, valores que reforçam a contribuição da empresa ao mundo em que vivemos. Natura Nossa razão de ser é criar e comercializar produtos e serviços que promovam o Bem-Estar / Estar Bem. Bem-Estar: é a relação harmoniosa, agradável do indivíduo consigo mesmo, com seu corpo. Estar Bem: é a relação empática, bem sucedida, prazerosa do indivíduo com o outro, com a natureza da qual faz parte e com o todo.

79 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 79 O Processo de IC Ser derrotado é aceitável. Ser surpreendido é imperdoável. (Frederico II, o Grande) O Ideograma Chinês...

80 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 80 Fatores Críticos de Sucesso Apadrinhamento !! O projeto precisa ser comprado pelos gestores Acesso ao board (alta gerência, superintendência, diretoria) Criar percepção de valor ! Valor real x Valor percebido ! O setor precisa mostrar seu diferencial. Ser visto como necessário ao processo de tomada de decisão Estudo contínuo das necessidades dos clientes Área de IC deve possuir estrutura enxuta, sem maiores empregos de recursos. A chave está no perfil e capacitação/treinamento da equipe A IC deve ser disseminada na cultura da empresa. A maior parte das informações é de base interna. A IC deve ser construtora de relacionamentos internos e externos: REDE DE INFORMAÇÕES

81 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 81 O Processo de IC Monitoramento

82 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 82 O Processo de IC Monitoramento Coleta

83 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 83 O Processo de IC Monitoramento Coleta Análise

84 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 84 O Processo de IC Monitoramento Coleta Análise Disseminação Necessidade de controle sobre o envio da informação Direcionamento da informação Amplitude da informação Feedback dos decisores Processo Cíclico & Contínuo Processo Cíclico & Contínuo

85 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 85 Participação Profissional no Processo de IC

86 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 86 Armadilhas & Tentações... Oráculo, bola de cristal, astrólogos, leitor de borra de café, etc. Internet Pesquisas de Mercado e/ou Consumo Gênio Tecnologia Relatórios, Consulta em bases de dados, etc.

87 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 87 Ciclo do Conhecimento na Inteligência Competitiva Equipe de IC Decisor Inteligência Comunicação Monitoramento & Coleta Compreensão Comum Compreensão Comum Dados Triagem & Processamento Informação Análise Conhecimento Aplicação Decisão Execução Resultados dos Negócios Adaptado - A Cadeia de Valor do Conhecimento: Powell, TW.

88 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 88 Os primeiros passos... Analisar o ambiente de negócios Analisar o planejamento estratégico & ouvir os decisores Identificar fontes de informação vinculadas a necessidades de informação explícitas ou não Classificar e organizar as fontes de informação: categoria, importância, frequência

89 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 89 Identificação de Fontes de Informação Sites na Internet: Governo, D.O.U., ANVISA, Secretarias de Saúde e VISAS locais, concorrentes, entidades de mercado, consumo, Sindicatos e Associações Mercado, Empresa & Consumo: FIRJAN, FIESP, SEBRAE, IDEC, AMCHAM, etc. VISA: INCQS, SOBRAVIME, COMVISA, etc. Associações: FEBRAFARMA, ABIHPEC, ABIPLA, Pró-genéricos, etc. Grupos de Discussão, Newsletters e Boletins Jornais e revistas, mídia especializada, assinaturas Contatos profissionais / pessoais

90 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 90 Aplicação do modelo adaptado de 05 forças de Porter.. Fornecedores Compradores Substitutos Novos Entrantes Mercado (Concorrentes) Barreiras de Entrada Vigilância Política Vigilância Social Vigilância Social Vigilância Ambiental Vigilância Tecnológica Fonte: Gomes & Braga, Inteligência Competitiva. 2004

91 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 91 Necessidades de Informação Estatísticas de mercado Inteligência Geográfica Mapeamento de pesquisas científicas, lançamentos futuros, novas tecnologias Lançamento de produtos Editais, chamadas públicas (PPP) e licitações (Alteração de) regras para registro, importação, exportação, tributação Mercado Consumidor: tendências de regulação e perfil Políticas Nacionais de Saúde (Alteração de) condições de operação de concorrentes Publicidade Relacionamentos: Clientes, parceiros, canais de distribuição

92 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 92 Metodologia CRIE: Classificação de Fontes de Informação Origem Interna à organização Externa à organização Conteúdo Fontes Primárias são aquelas que disponibilizam fatos inalterados vindos diretamente das fontes (ex: clientes, consultores, fornecedores etc) Fontes Secundárias são aquelas que disponibilizam fatos já alterados que foram gerados a partir de idéias que são obtidas das fontes primárias Estrutura Fonte Formal são aquelas que possuem informações estruturadas (ex: livros, revistas, etc.) Fonte Informal são aquelas que possuem informações não estruturadas e geralmente externas às organizações; (ex: conversas, conferências, etc.)

93 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 93 Metodologia CRIE: Classificação de Fontes de Informação Nível de Confiabilidade Alto Risco são aquelas fontes que não são confiáveis, mas que devem ser monitoradas. Confiança Subjetiva são aquelas que podem disponibilizar informações confiáveis em alguns momentos e em outros não, mas também devem ser monitoradas Altamente Confiável são aquelas que disponibilizam informações confiáveis e devem ser monitoradas o tempo todo. Fonte: CRIE, COPPE-UFRJ

94 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 94 Metodologia NICS: Avaliação de Fontes de Informação Parâmetros: impacto sobre competências organizacionais; frequência de atualização e impacto sobre áreas Objetivo: determinar prioridades em monitoramento e sua frequência Define 05 classificações e dois níveis para monitoramento: PRIORITÁRIO: impacta competências, alta atualização e impacto múltiplo; CRÍTICO: impacta competências, (alta atualização e impacto limitado) ou (baixa atualização e impacto múltiplo); IMPORTANTE: IMPORTANTE:impacta competências, baixa atualização e impacto limitado; COMPLEMENTAR: não impacta competências, (baixa atualização e impacto múltiplo) ou (alta atualização e impacto múltiplo ou limitado) INFORMATIVO: não impacta competências, baixa atualização e impacto limitado.

95 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 95 Metodologia NICS: Avaliação de Fontes de Informação ClassificaçãoMonitoramento Nível Crítico Monitoramento Nível Normal PrioritárioDiário Crítico Semanal Importante Quinzenal Complementar Mensal Informativo N/D

96 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 96 Metodologia NICS: Avaliação de Fontes de Informação Impacto sobre competências Alta Atualização Impacto Múltiplo Alta AtualizaçãoImpacto Múltiplo COMPLEMENTAR INFORMATIVO PRIORITÁRIO CRÍTICO IMPORTANTE Diário Diário / Semanal Semanal / Quinzen al Quinzen al / Mensal Mensal / ND SIM NÃO

97 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 97 Monitoramento & Coleta As fontes de informação que serão monitoradas contínua e sistematicamente são mapeadas, triadas e definidas a partir da: identificação dos atores do ambiente de negócios, necessidades de informação levantadas junto aos decisores, e análise das metas do planejamento estratégico da empresa. Nesta etapa para identificação das fontes de informação para monitoramento do mercado é interessante a aplicação da ferramenta de 05 forças de Porter, identificando concorrentes existentes e potenciais, que serão monitorados. Na triagem de fontes de informação deve ser considerada: Confiabilidade da fonte; Tipo de fonte Atualização das informações Fontes acessórias para validação das informações

98 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 98 Coleta & Taxonomia Exemplo: Áreas de informação: Assuntos Regulatórios Assunto em cada área: Legislação - ANVISA Documento: _RDC210_BPFMedicamentos.doc Doc s ÁREA DE INFORMAÇÃO 1 ÁREA DE INFORMAÇÃO 1 ÁREA DE INFORMAÇÃO 2 ÁREA DE INFORMAÇÃO 2 ÁREA DE INFORMAÇÃO n ÁREA DE INFORMAÇÃO n Assunto 1 Assunto 1 Assunto n Assunto n Assunto 1 Assunto 1 Assunto n Assunto n Doc s

99 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 99 Análise da Área de Inteligência Ferramentas de análise: SWOT, Porter, FCS, entrevistas com consultores e especialistas, histórico e perfil contextual, experiência profissional, etc. Análise de inteligência não é Clipping de notícias ! A análise precisa focar em: riscos, benefícios, vantagens, desvantagens, impacto sobre o planejamento estratégico, Testar hipóteses e apresentar alternativas, identificação antecipada de ameaças potenciais e, novas oportunidades !

100 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 100 Metodologia NICS: Critérios para Definição de Análise Após a coleta é preciso avaliar que tipo de informação temos em mãos. A informação pode ser para: análise e disseminação imediata, arquivo inicial ou publicação junto as bases de dados (intranet/internet) Critérios de Decisão Nível & Atualidade Relevância Interesse para o Decisor

101 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 101 Estrutura de Análise Horizonte temporal Foco Objetivos Fatos Geradore s Análise Contexto

102 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 102 Estrutura de Análise Foco: É o assunto em si: alguma estratégia de negócios, tendência de mercado, tática de mercado. Exemplo: Acesso a mercado externo de genérico ou Investimentos em inovação. Contexto: O contexto é o que está a volta no ambiente de negócios, que pode ter algum tipo de impacto ou influência sobre o foco (exportação de genéricos). Pode abordar legislação/fiscalização, concorrentes, mercado global, nacional, etc. Objetivo: Qual é o objetivo da análise ? O que você pretende avaliar ? A estratégia da empresa ? Sob que aspecto: parcerias ? pesquisa ? Ou você pretende avaliar tendências do mercado ? Interno ou externo ? Concorrentes, novas empresas, inovações ? É uma análise interna ou uma análise para avaliar um concorrente ? Horizonte temporal: É o período de tempo que sua análise irá cobrir. Em geral é realizada para no mínimo de 06 meses até 05 anos. Importante que a análise deverá tratar a questão nesse intervalo de tempo. Fatos Geradores: Registro de Dados e informações que fundamentaram a análise Análise: Trabalho de iteligência que deve avaliar riscos, benefícios, vantagens, desvantagens, apresentar conclusões sobre as estratégias em curso e apresentar novas opções. Deve estar atentas a ameaças e oportunidades.

103 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 103 Genéricos garantem expansão de laboratórios brasileiros Os laboratórios brasileiros estão crescendo rapidamente e ocupando o espaço de grandes indústrias multinacionais. A principal explicação para esse avanço está na produção dos medicamentos genéricos: enquanto o mercado geral de medicamentos cai no País, os genéricos vendem cada vez mais. No ano passado, as vendas da indústria farmacêutica em todo o País cresceram apenas 1%. Quando se leva em conta o número de unidades, o mercado caiu 2,3%. Já o segmento de genéricos cresceu 29,1% em 2005, e as principais empresas que atuam no setor, como EMS-Sigma Pharma, Medley e Aché (que comprou o Biosintética, forte no segmento, no ano passado) têm registrado crescimento nas vendas superior a 30%. Fonte: Agência Estado

104 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 104 Chineses vão produzir genéricos em massa. O mercado de remédios deve passar por uma nova transformação. Os genéricos estão avançando em vários países. Mas há um novo produtor se destacando no mundo: a China. Segundo Cheryl Buxton, líder global da área de saúde da consultoria Korn Ferry, deve ocorrer uma invasão de medicamentos baratos da China. "Eles possuem formulações e maquinário moderno, e acredito que em cinco anos já estarão aqui." Para ela, empresas americanas e brasileiras terão poucas chances de competir. Números da Korn Ferry ainda mostram que o mercado mundial de genéricos deve crescer 15,3% até o final do ano, somando US$ 60,2 bilhões. Até 2009, deve ultrapassar US$ 88 bilhões. "Prevemos US$ 23 bilhões em quebras de patentes de grandes marcas até o final do ano, número que deve chegar a US$ 56 bilhões em dois anos." Fonte: O ESTADO DE SÃO PAULO – 05/06/2006

105 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 105 Metodologia WARS® de Análise de Concorrentes TemaTipo de Análise QUEM W ( W HO) identidade organizacional (missão, visão, crenças, valores, cultura, etc.) estrutura e pessoas-chave pontos fortes e fracos estrutura de capital e stakeholders RESULTADOS A ( A COMPLISHMENTS) resultados econômicos e financeiros onde ganha seu dinheiro satisfação de seus clientes como ganha a preferência dos clientes ? relações com os stakeholders RECURSOS R ( R ESOURCES) infraestrutura, recursos organizacionais e humanos competências essenciais ESTRATÉGIA S ( S TRATEGIES) objetivos de longo prazo estratégia e mercado alvo ameaças e oportunidades

106 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 106 Formas de Disseminação Papel X Eletrônico Divisão de análises em categorias (ex.: GUT – Gravidade, Urgência e Tendência) ou foco (news, tático, estratégico) Agrupamento por área de informação – INTRANET Lay Out – produtos de inteligência Frequência: diário, semanal, quinzenal... Relatórios Consolidados: mês, trimestre, semestre, ano... Objetividade e volume de informação PREFERÊNCIA DO DECISOR !!!!!!!!!!!!!! PREFERÊNCIA DO DECISOR !!!!!!!!!!!!!! Sistemas de disseminação emergentes: palestras e apresentações, War Game, etc.

107 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 107 FCS – Formas de Disseminação Momento exato: antes pode ser ignorada ou perdida, depois já vai ser tarde. Formato & Linguagem personalizado: qual o perfil do decisor que receberá a informação ? Tipo de linguagem, uso de gráficos e imagens, papel ou eletrônico ou apresentação, quais as preferências do público-alvo ? Credibilidade & Segurança: informação certa, segura e bem analisada. Sem a confiança do decisor, a inteligência se perde. Periodicidade & perfil definidos: precisa ser parte da cultura em IC saber quando e o que esperar de cada tipo de produto.

108 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 108 Sistema NICS FARMA: Formas de Disseminação 04/02: Análises em corpo e formato de e- mail sem periodicidade definida 05/01: Padronização De formato versão html com disseminação semanal 05/02: Divisão em três categorias de produtos com identidades próprias: Análise (ordem operacional – tática); Especial (ordem tática – estratégica) e Alerta (alarmes e dados urgentes)

109 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 109 Avaliação da Efetividade Algumas ferramentas: ROI, questionário de satisfação, associação do conhecimento disseminado aos objetivos estratégicos e seu cumprimento Grande desafio da Inteligência Competitiva, como valorar o uso do conhecimento ?! Uso de pesquisas pontuais; Avaliação econômica de resultados participados pela IC BSC – Balanced Score Card

110 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 110 Entrevista com decisores para compreensão do negócio e levantamento de suas necessidades de informação. Mapeamento do ambiente de negócios para identificação dos atores que podem interferir direta ou indiretamente no ambiente de negócios. Cruzamento das informações anteriores para mapear quais as fontes de informação podem ser utilizadas para monitorar constantemente cada ator, dentro de um processo sistemático, ético e contínuo. Deste processo são definidas as áreas de atuação e rotina da atividade de inteligência Monitoramento contínuo das fontes de informação, coleta de dados e organização da informação para elaboração de análises direcionadas aos decisores. Atendimento e serviço de respostas e esclarecimentos a dúvidas técnicas e obtenção de informação / análise especializada nas áreas de interesse específicas de cada decisor para auxiliar nos processos, empresariais internos, de tomada de decisão. Disponibilização, publicação e gerenciamento de bases de dados em intranet/internet para consulta dos decisores. Gerência | Agente de Inteligência

111 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 111Agenda Introdução Conceitos Inteligência Competitiva (IC) no Mercado Perfil – Profissional & Equipes Ferramentas do Conhecimento O Processo de IC Construção de Cenários Considerações Finais

112 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 112 Conceituando Cenários É uma ferramenta de pensamento estratégico para competitividade no mercado atual, altamente mutável e flexível e impiedoso. Os cenários, além do pensamento estratégico, apresentam o caminho para interferir, ou mesmo criar, o futuro em cima da análise de fatos presentes e exercício de visão, e principalmente percepção. Uma visão internamente consistente sobre o que o futuro poderá vir a ser - não uma previsão, mas um futuro possível. Michael Porter

113 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 113 Para dizer que vai acontecer, é preciso entender o que já aconteceu. (Nicolau Maquiavel ) (Nicolau Maquiavel )

114 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 114 Previsão de Futuro X Prospecção de Futuros Possíveis Previsão Clássica: extensão de resultados do passado Extrapolação: extensão de resultados do passado relação de causa-efeito em cascata de eventos Causalidade: relação de causa-efeito em cascata de eventos correlação de eventos intuitiva Presságio: correlação de eventos intuitiva o efeito obtido em determinada situação é transposto para a situação em análise por analogia em contexto, atores ou fatores envolvidos. Analogia: o efeito obtido em determinada situação é transposto para a situação em análise por analogia em contexto, atores ou fatores envolvidos. A prospecção de futuros, além da análise de tendências, busca identificar diversos futuros possíveis, probabilidades de ocorrência e rumos alternativos

115 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 115 Construção de Cenários Definição do Sistema Objetivo Horizonte Temporal Localização | Abrangência Identificação de Atores Identificação de variáveis Correlação entre atores e variáveis Descrição de Cenários e Apresentação de tendências Sinopses de Cenários: Título & Filosofia Avaliação Estratégica

116 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 116 Construção & Acompanhamento de Cenários Identificação de fatos portadores de futuro Determinação dos eventos futuros prováveis Análise de impactos cruzados Definição dos Cenários Possíveis, Desejado e de Tendência Identificação dos atores & definição de políticas e estratégias de ação Execução, Acompanhamento, Revisão

117 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 117 Cenários Possíveis Referências bibliográficas: quatro cenários; Referências bibliográficas: dois cenários, mas sem padrão fixo Três cenários – A tentação do caminho do meio.. Metodologia – Shell Brasil: 05 cenários iniciais – 02 cenários finais Cenários Possíveis Cenários Realizáveis Cenários Desejados

118 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 118 Cenários Prospectivos Não são previsões ! São análises de futuros possíveis a partir da análise de variáveis (fatos portadores de futuro). As análises contam histórias de cada cenário possível, permitindo a definição e avaliação de estratégicas para lidar com cada cenário Principais benefícios: 1) 1)melhora a compreensão do ambiente 2) 2)ajuda a identificar novas oportunidades e ameaças Além das definições de estratégias, os cenários devem ser utilizados para testar/desafiar a estratégica corrente (sua robustez) Os cenários podem se globais ou ainda cenários de foco, sobre um tema específico São trabalhados em workshops de até 06 horas, depois cada um escreve a história e posteriormente os cenários são fechados. A questão não é o que irá acontecer ?! mas O que faremos se isso acontecer ?!

119 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 119 Cenários como Instrumento para Estratégias Empresariais Aposta no cenário mais provável; Aposta no melhor cenário, do ponto de vista da organização; Busca de robustez - definição de estratégica que produza resultados satisfatórios em todos os cenários; Busca de flexibilidade – adoção de estratégia flexível até que cenário mais provável se torne mais claro; Influência para o melhor cenário; Combinação entre as opções listadas. Fonte: Porter, 1995

120 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 120 Cenários do Mercado Farmacêutico Nacional (exemplo: sinopse de cenários hipotéticos de multinacional em 2001) Céu de Brigadeiro A falta de informação e a dificuldade de encontrar genéricos no ponto de venda, comprometem a credibilidade dos medicamentos genéricos. A contra-propaganda para medicamentos de marca e preços promocionais fortalece a confiança no mercado e retarda em 02 anos o mercado de medicamentos genéricos no Brasil. Nublado A falta de informação da população impacta na procura nas farmácias, porém a rápida oferta no mercado e uso de estratégias comerciais desperta a curiosidade da população sobre medicamentos genéricos, mas sem impacto imediato nas vendas de medicamentos de marca. Nublado com chuvas A população está informada e procura pelo medicamento genérico. Atrasos nos processos de registros mantém o mercado desabastecido, porém o crescimento do apoio popular indica necessidade de repensar a contra-propaganda e aproveitar o atraso na entrada dos concorrentes genéricos. Chuvas & trovoadas A população está informada, procura e encontra no mercado o medicamento genérico. A contra- propaganda é mal recebida e afeta a credibilidade da marca, o impacto é imediato nas vendas. Novos entrantes na linha de genéricos ampliam a oferta de medicamentos, perda de mercado. População Informada População Desinformada Mercado Abastecido Mercado Desabastecido

121 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 121 Técnicas de Construção de Cenários Técnicas de Análise de Situação & Sistemas: Avaliação da Conjuntura Análise Estruturada de Sistemas Técnicas de Criatividade: Brainstorming Análise morfológica Questionários & Entrevistas Técnicas de Avaliação: Método Delphi Matriz de Impactos Cruzados

122 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 122 Método de Delphi Identificação de Atores (formadores de opinião); Identificação de fatos portadores de futuro; 1 a Rodada de Avaliação Compilação dos Resultados & Revisão dos Resultados Discrepantes 2 a Rodada de Avaliação Compilação dos Resultados & Revisão dos Resultados Discrepantes... Construção do Cenários Fonte: Rand Corporation, 1964

123 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 123 Outros Métodos: Porter Propósito do Estudo Comportamento Futuro das Variáveis Estudo Histórico e da Situação Atual Identificação das Incertezas e Classificação Análise de Cenários e Consistência Concorrência Elaboração das Histórias de Cenários Elaboração das Estratégias Competitivas

124 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 124 Outros Métodos: GBN (Global Business Network) Identificação da Questão Principal Identificação das Forças Motrizes (macroambiente) Identificação dos Fatores-Chave (microambiente) Ranking das Incertezas Definição da Lógica dos Cenários Definição dos Cenários Análise das Implicações e Opções Seleção de Indicadores & Sinalizadores Principais Fonte: Peter Schwartz & Pierre Wack

125 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 125 Forças Motrizes Demográfica Econômica Político-legal Sócio-cultural Tecnológica Migrações populacionais Natalidade e Mortalidade Perfil etário Escolaridade Composição Étnica Distribuição de renda Níveis de poupança Preços Endividamento & inadimplência Infraestrutura Estrutura competitiva do mercado Regulamentação do mercado Monopólios e barreiras de entrada Estilo de vida Relacionamento com o meio ambiente Religiosidade Valores sociais Perspectivas e expectativas sociais Hoje: Economia digital Convergência em produtos e/ou serviços Alianças corporativas Inovações e tendências

126 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 126 Avaliação de Forças Críticas para Planejamento Importante para Cenários Críticas para Cenários Importantes para Planejamento Importantes para Cenários Monitorar Monitorar; Rever impacto Fonte: Fahley & Randall Grau de Incerteza Baix o Médi o Alto Médi o Alto Nível do Impacto

127 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 127 Cenários: Desafiando Modelos Mentais A verdadeira viagem do descobrimento não está em procurar novas paisagens, mas em enxergar com novos olhos. (Marcel Proust)

128 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 128 Fatos Portadores de Futuro para Cenários & Planejamento Estratégico na Área Farmacêutica Fator Longevidade Fator Social: Sedentarismo & Obesidade Diabetes & Hipertensão Biotecnologia Estratégia: Farmácias & Drogarias Medicamentos Personalizados Industrializados Expansão: Mercado & Indústria Doenças do Futuro Produtos Substitutos/Novos Concorrentes

129 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 129 Novos Concorrentes & Ameaça de Substitutos CEO, Mary Minnick quer mudar a cultura de que o negócio é vender refrigerante. O novo foco mira no que consumidores gostariam que fossem inventados, como sucos que melhoram a pele, reduzem peso e desintoxicam o organismo (Business Week, ago/06) Desenvolvimento de plantas-vacina, plantas-suplemento (ácido fólico, vitamina C) – Monsanto.

130 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 130 Análise Potencial de Produtos Substitutos A gigante Coca-Cola teve perda de valor de mercado nas últimas 03 décadas, o redirecionamento do foco de negócio aponta para o mercado bebidas nutra- cosmecêuticas, de maior valor agregado que bebidas dietéticas/baixas calorias. A Nestlé é parceira da Coca-Cola no lançamento do Enviga e tem potencial de pesquisa e portfólio de produtos de altíssima diversidade, facilitando a convergência. Um dos destaques é a expertise em alimentos desidratados (em pó). Estudo para linha de alimentos funcionais, desidratados e em barras, divididos em temas como Vitalidade e Energia e Reeducação Intestinal. O conceito bem- estar-bem Natura e seu sistema de venda direta tem potencial transformador para o varejo farmacêutico. A chamada terceira onda da biotecnologia envolve a utilização de plantas como biofábricas de vacinas à suplementos. Ou seja, serão produzidos alimentos com função terapêutica, como tomates com insulina para diabéticos, ou com mais licopeno, substância eficaz na prevenção do câncer.

131 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 131 "Não queremos ser apenas exportadores de commodities, queremos ser exportadores de conhecimento, de inteligência" (Presidente Lula, Brasília, 15/05/07)

132 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 132Agenda Introdução Conceitos Inteligência Competitiva (IC) no Mercado Perfil – Profissional & Equipes Ferramentas do Conhecimento O Processo de IC Construção de Cenários Considerações Finais

133 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 133 Estrutura do Trabalho Seleção de Empresa (ex.: Aché, Pfizer, etc.) Seleção de Empresa (ex.: Aché, Pfizer, etc.) Identificação de portfólio de produtos/classe terapêutica Identificação de portfólio de produtos/classe terapêutica Posicionamento de Negócio Posicionamento de Negócio Principais concorrentes Principais concorrentes SWOT / Porter da empresa SWOT / Porter da empresa Decisões Estratégicas de Negócio Decisões Estratégicas de Negócio Comentários finais Comentários finais

134 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 134 Mensagem Final Existem 3 coisas q não voltam atrás: A flecha atirada, A palavra pronunciada, E a oportunidade perdida. (provérbio chinês)

135 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 135 Sites de Interesse Abraic – Associação Brasileira de Analistas de Inteligência Competitiva: IBC – International Bussiness Communications – Brasil: CRIE/COPPE-UFRJ – Centro de Referência em Inteligência Empresarial: SCIP – Society of Competitive Inteligence Professionals: ; Harvard Business School: Revista Strategy & Business: Portal Empresarial: NICS FARMA – Núcleo de Inteligência Competitiva Setorial Farmacêutica: Portal do Exportador: Portal Competitividade: Centro de Gestão e Estudos Estratégicos: IEDI - Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial: me me

136 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 136Bibliografia I. I.Aguiar, M.S. DE; Kirszenblatt, C; Ribeiro, MCA; Teixeira NLB: Inteligência Competitiva para o Setor de Farmácias de manipulação e Homeopatia do Estado do Rio de Janeiro. [Rio de Janeiro] Projeto Final – Universidade Federal do Rio de Janeiro, COPPE. II. II.Albuquerque SA; Estevão G; Lima A; Santos J: NICS FARMA – Núcleo de Inteligência Setorial Farmacêutica: Sustentabilidade Econômica da Atividade de Inteligência Competitiva Setorial para Micro e Pequenas Empresas. [Rio de Janeiro] Projeto Final – Universidade Federal do Rio de Janeiro, COPPE. III. III.Cavalcanti, M.; Gomes e.; Pereira A. F. Gestão de empresas do conhecimento; um roteiro para a ação. Rio de Janeiro: Campus, IV. IV.CRAIG, Fleisher Strategic and Competitive Analysis: Methods and Techniques for Analyzing Business Competition. Babette Bensoussan; V. V.Garber, Rogério. Inteligência Competitiva de Mercado. São Paulo: Madras Editora, 2001 VI. VI.Gomes, Elisabeth & Braga, Fabiane – Inteligência Competitiva. Rio de Janeiro: Campus 2004 VII. VII.HARVARD BUSINESS REVIEW, Gestão do Conhecimento on Knowledge Management. Rio de Janeiro: Elsevier, VIII. VIII.Marcial, E; Grumbach, R – Cenários Prospectivos. FGV Editora IX. IX.Miller, Jerry P.: O Milênio da Inteligência Competitiva. Porto Alegre: Bookman, 2002

137 02/09/2005 Pós-Graduação em Tecnologia Industrial Farmacêutica 137Bibliografia X. X.NONAKA Ikujiro; TAKEUCHI Hirotaka. Criação de Conhecimento na Empresa. Rio de Janeiro: Elsevier, XI. XI.PORTER, Michael E. Técnicas para análise de indústrias e da concorrência. Rio de Janeiro:Campus, XII. XII.PORTER, Michael Estratégia Competitiva: técnicas para análise de indústrias e da concorrência. Ed. Campus XIII. XIII.Prescott, & P.T. Gibbons (Eds.), Global Perspectives on Competitive Intelligence. XIV. XIV.PRESCOTT, J. E. e GIBBONS, P.T. Global Competitive Intelligence: An Overview. In J.E. XV. XV.Prescott, John E & Miller, Stephen H.: Proven Strategies in Competitive Intelligence. USA: john Wiley & Sons, Inc., 2001 XVI. XVI.STAREC, Cláudio e outros : A Gestão Estratégica da Informação e Inteligência Competitiva, Saraiva, 2005 XVII. XVII.Tarapanoff, Kira. Inteligência Organizacional e Competitiva. Brasília. Editora: Universidade de Brasília, 2001


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