A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

VARIAÇÃO GÊNICA ENUTRIÇÃO. Andréia Candal Andressa Michels Fernanda Barbieri Roberto Gonçalves.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "VARIAÇÃO GÊNICA ENUTRIÇÃO. Andréia Candal Andressa Michels Fernanda Barbieri Roberto Gonçalves."— Transcrição da apresentação:

1 VARIAÇÃO GÊNICA ENUTRIÇÃO

2 Andréia Candal Andressa Michels Fernanda Barbieri Roberto Gonçalves

3 Nutrogenética/Nutrogenô- mica Nova visão do estudo dos alimentos e da pesquisa nutricional na qual a tecnologia funcional é usada para determinar os mecanismos pelos quais os alimentos e seus compostos individuais modulam os processos que ocorrem no organismo humano

4 Futuro = Comparar o padrão genético e nutricional do indivíduo a partir do seu nascimento; Analisar deficiências nutricionais que influenciarão na prevenção e no tratamento de doenças = propiciar maior longevidade do ser humano, reduzindo o uso de medicamentos

5 Avanços na tecnologia = reconhecimento de fatores genéticos através do seqüenciamento do DNA Hoje interesse em estudar efeitos da variação genética e interação gene- nutriente no gerenciamento das doenças crônicas e o papel dos nutrientes na expressão gênica.

6 Conhecimento da suscetibilidade genética às doenças identificação daqueles com risco elevado para doenças, sua resposta à dieta e entendimento dos processos das doenças, assim como o desenvolvimento de novas técnicas para melhorar a qualidade de vida da população.

7 Não existe uma relação direta entre estilo de vida e predisposição genética. Aproximação de ambos terá que variar com os padrões dietéticos de cada país e sua economia nacional = necessário promover padrões de estilo de vida compatíveis com uma expressão fenotípica mais saudável dos genótipos envolvidos em diferentes condições. Prescrições individuais e dietas desenvolvidas levando em conta a base genética, necessidades nutricionais individuais e gasto energético.

8 Fatores que influenciam na variação: Hereditariedade = Varia entre populações que diferem na prevalência dos tipos de genes que levam a determinada doença. As doenças crônicas em adultos tendem a se agregar nas famílias e o risco entre parentes é muito maior do que na população em geral, por que dividem os mesmos genes e o mesmo ambiente. Por causa das variações genéticas, nem todo mundo é suscetível às doenças crônicas em mesmo nível.

9 As populações não devem copiar recomendações dietéticas de outras para prevenir qualquer doença, pois possuem variação gênica, necessidades e suscetibilidade a doenças diferentes;

10 A relação entre os níveis de colesterol LDL e a variação genética da Apo E não é independente do ambiente e dos fatores étnicos. A associação da isoforma da Apo E 4 com níveis elevados de colesterol plasmático é maior em populações que consomem dietas ricas em gorduras saturadas e colesterol do que em outras populações.

11 Estudos nos EUA mostraram que 50% da diferença na concentração de colesterol no plasma é geneticamente determinada % da diferença na pressão sangüínea é geneticamente determinado, entre 15-50% da diferença no fibrinogênio é geneticamente determinado. 15% desta variância foi encontrada no Reino Unido, 50% é encontrada na população sueca, indicando uma diferença significante entre as populações. Na Austrália foi mostrado que 75% da variância na densidade dos ossos é determinado geneticamente

12 A doença celíaca ocorre em 1 a cada 3000 nascidos vivos nos EUA, mas 1 em cada 200 na Irlanda.

13 O grau de fraturas osteoporóticas em africanos e asiáticos é menor do que nas populações brancas apesar de terem uma dieta com baixo teor de cálcio. Alelos de receptores da vitamina D foram relacionados com a densidade mineral do osso, nas quedas e no risco de fraturas Osteoporóticas.

14 A genética lida com variação e a variação nos humanos é devido à sua natureza e extensão, sua origem e subsistência, sua distribuição nas famílias e populações, sua interação com o ambiente e suas conseqüências para um desenvolvimento normal e homeostase.

15 Variações Genéticas e resposta à dieta As variações nas necessidades nutricionais e na interação de certos nutrientes com a genética,determinam a bioquímica e os fatores metabólicos que apresentam valores diferentes nos indivíduos. A variação é congênita e necessária para ser diferenciada das variações causadas pelo ciclo da vida.

16 Pesquisa de variação gênica e nutrição = estudo dos mecanismos pelos quais os genes influenciam a absorção de nutrientes, a metabolização e excreção, a percepção do gosto, grau de saciedade e mecanismos pelos quais os nutrientes influenciam a expressão gênica.

17 Interação gene-nutriente e seu papel na determinação dos requerimentos nutricionais. A saúde nutricional é dependente da interação entre aspectos ambientais da dieta e aspectos controladores genéticos da digestão, absorção, distribuição, transformação, depósito e excreção por proteínas na forma de receptores, carregadores, enzimas, hormônios, etc. A interação de determinados nutrientes com a bioquímica determinada geneticamente e os fatores metabólicos sugere diferentes requerimentos aos indivíduos.

18 Os valores de recomendação diária são projetados pela média de necessidade da população, não cobrindo pequenos grupos com necessidades especiais, tanto quanto aqueles com anormalidades genéticas, metabólicas ou desordens metabólicas.

19 A predisposição genética, fatores ambientais e a qualidade dos cuidados, contribuem para as variações nas incidência das doenças.

20 O papel dos nutrientes na expressão gênica Existe a necessidade de estudo dos componentes dos alimentos e os nutrientes essenciais como fatores no controle da expressão gênica. Os efeitos do colesterol da dieta e os ácidos graxos na expressão genética são particularmente relevantes em doenças crônicas.

21 O colesterol da dieta exerce um efeito inibitório profundo na transcrição do gene para β-hidroxi-β-metil-glutaril HMG CoA redutase. O PUFA da dieta anula a produção de RNA mensageiro hepático da síntese dos ácidos graxos para lipoproteinemia em adultos e ratos de laboratório. Pela pesquisa se sabe que a resposta da quantidade de colesterol no sangue e colesterol da dieta é fenotipicamente dependente.

22 Diferenças étnicas e variância genética O Homem é capaz de se alimentar de enorme variedade de alimentos e de se adaptar a eles, mas certas adaptações genéticas e limitações têm ocorrido em relação à dieta. Apesar de existirem variações genéticas entre os indivíduos, as mudanças nos padrões alimentares causam um impacto na heterogeneidade genética da população, embora as populações com histórias de evolução parecidas tenham genótipos similares.

23 As intervenções alimentares devem ser baseadas no conhecimento da freqüência dos genes e os efeitos destes mesmos genes na bioquimica do indivíduo.

24 Potencialidade para novos alimentos Já existem produtos disponíveis no mercado que são enriquecidos com vários nutrientes = alimentos funcionais (prevenir e tratar doenças) Exemplo: enriquecimento dos produtos com ácidos graxos Omega 3. A farmacogenética está definida como a base herdada para as diferenças dos indivíduos frente às respostas às doenças.

25 Nutrigenoma está definida como a base herdada para as diferentes respostas aos nutrientes da dieta dos indivíduos. Pode-se visualizar o desenvolvimento de bebidas e alimentos ambos como agentes preventivosou para tratamento de indivíduos, famílias ou subgrupos predispostos a alguma doença em particular. Dietas e alimentos especiais já são usados para pacientes com doença celíaca, PKU, e outras doenças de agentes singulares.

26 Obrigada!!!!!


Carregar ppt "VARIAÇÃO GÊNICA ENUTRIÇÃO. Andréia Candal Andressa Michels Fernanda Barbieri Roberto Gonçalves."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google